quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

a começar o dia... sem saídas...?

Isso? Já tentámos e não resultou

Paulo Ferreira
A nossa cultura de despesa, défice e dívida é tão sólida e está-nos tão entranhada que consideramos indigno que alguém nos diga para fazermos aquilo que, à partida, devia partir das nossas instituições, dos nossos governos, de uma generalizada vontade popular: não gastar mais do que se recebe. O que é que isto tem de perverso? Não é a ingerência, a falta de soberania ou a alegada chantagem da Europa. Estamos lá porque quisemos e queremos e porque ganhámos e ganhamos com isso. A perversidade está na nossa absoluta falta de vontade para, de forma voluntária e porque isso é o melhor para nós, equilibrarmos as nossas contas e baixarmos a nossa dívida. | Continuar a ler...

 

As escolhas de Paulo Ferreira


Por falar em falhanço nas políticas, cá está mais uma à vista. Vamos descer o IVA na restauração mas isso não resolve os problemas do sector, como diz este estudo. E os empresários juram a pés juntos que vão contratar mais pessoas se o IVA baixar mas temos o volume de negócios mais baixo por empregado da Europa. Faz tudo muito sentido
Não só devíamos saber o custo como saber todos os que recebem a subvenção vitalícia. Não há qualquer razão para que essa informação não seja pública.






Governo agrava impostos para convencer Bruxelas
RTP


via sapo...