segunda-feira, 7 de março de 2016

a actualidade do dia-a-dia, numa visão pessoal do jornalista [1]...!

A narrativa de Carlos Costa

António Costa
Carlos Costa quebrou o silêncio de anos e deu uma entrevista ao Expresso em duas partes basicamente com dois objetivos: baixar o volume de confronto com o governo e garantir que está para ficar até ao fim do mandato no Banco de Portugal, contra tudo e contra quase todos, exceção feita ao BCE, a sua última e definitiva rede de segurança. Se estes eram os principais objetivos, saiu-se bem. É claro que reduzir uma crítica tão violenta de António Costa a um incidente é pura tática do governador, não chega a ser estratégia, nem chega para fazer esquecer a gravidade do que foi dito, e repetido, pelo primeiro-ministro. Mas passa para o primeiro-ministro o ónus de um novo confronto, a responsabilidade de uma crise institucional, e Carlos Costa põe-se na posição em que diz não estar: vitimiza-se. | Continuar a ler...

 

As escolhas de António Costa

 

Na semana de mais uma cimeira europeia dedicada aos refugiados, chegam hoje a Portugal os primeiros 64, e pode ler aqui. À procura de uma nova vida, uma oportunidade. A crise migratória, como diz o primeiro-ministro grego, e com razão, poderá ser mais letal para a Europa do que a crise de finanças públicas, porque não há austeridade que a resolva.

A Impresa muda de geração. Francisco Pinto Balsemão preparou o seu filho Francisco Pedro durante anos para este dia. É uma passagem de testemunho familiar que, percebe-se agora, foi pensada com tempo e Pedro Norton foi o gestor que serviu de transição. A mudança de ciclo não é só na política, é também nas empresas na empresa dona da SIC e do Expresso surge num momento crítico do setor, e é uma oportunidade para o grupo.


via mensagem do sapo ...


Tema do dia
[Crise dos refugiados] | Renascença

 

Já cá estão e vêm do Iraque e da Síria. É o novo grupo de refugiados


São 64 e formam o segundo grupo de refugiados que chega a Portugal, no âmbito do programa de recolocação da União Europeia. Em breve, chegam mais.
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