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sábado, 11 de julho de 2015

continuando o dia... 'azul' [de todo]...!


no expresso em linha...

comentário:
ei-la no seu esplendor, a censura está de volta [bem ao jeito do 'animal feroz', quem diria]... é um neo-pós-modernismo ao politicamente correcto.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

pois... temos um governo inquisitorial e que se desunha por ordálias [mas só para os outros]... mas é [politicamente] masoquista...?


no observador...


"Marcelo Rebelo de Sousa, professor catedrático da Faculdade de Direito de Lisboa, diz que o Tribunal Constitucional (TC) vai “rir-se convulsivamente” do pedido de aclaração remetido ao Ratton pelo Governo e “devolver ao remetente”, acrescentando que houve falta de gestão política por parte do Executivo e que este pedido acabou por ser “um erro”. Quanto à disputa da liderança no PS, Marcelo diz que as primárias vão ser fatais para Seguro e que Costa vai ser “um osso duro de roer” para o atual Governo nas próximas legislativas. 

“Eu pergunto-me como é que ninguém sabe de Direito naquele Governo. Que o ministro Poiares Maduro que anda por fora não saiba de Direito constitucional português, eu compreendo, agora que o meu assistente Cardoso da Costa que por lá anda, que daqui a um ano e tal volta para a Faculdade e eu vou ter de lhe puxar as orelhas, não saiba de Direito…”, indignou-se Marcelo no seu comentário semanal na TVI (o seu assistente Cardoso da Costa, é atualmente secretário de Estado para a Modernização Administrativa), dizendo que seria impossível aplicar uma lei que o próprio Governo já tinha mudado (eliminando a possibilidade de aclaração no novo Processo de Código Civil). Quanto à possibilidade do pedido se referir à nulidade da sentença, o professor disse: “O acórdão diz que presente decisão só produz efeitos para o futuro, se isto é ininteligível, vou ali e já volto”. 

Por estes motivos, o comentador pensa que o Tribunal Constitucional se vai “rir convulsivamente” do pedido de aclaração e “devolver ao remetente”, ou seja, ao executivo. Mas ainda pior, na opinião de Marcelo Rebelo de Sousa, foi a ação seguinte - “quando ele se põe a divagar é um perigo” – do primeiro-ministro ao dizer que os juízes eram mal escolhidos. “Quem é que escolheu os últimos juízes, a maioria, ou seja, ele próprio e Paulo Portas! A culpa é dele, que estava distraído, dele e de Paulo Portas, não se queixe do que fez no passado”, rematou o professor. 

Erros estratégicos do Governo, que para Marcelo, fazem com que a “falta de gestão política, transforme um drama numa tragédia com António Costa no PS”. Para o antigo líder do PSD, é preciso que tanto Passos Coelho, como Paulo Portas, comecem a “gerir bem” – “e é preciso que o BCE ajude”- ,”ou então Costa vai ser um osso duro de roer” nas próximas legislativas. Marcelo considera que o período que falta até às primárias no PS vai ser “fatal” para Seguro – “merecia outro fim, está tudo a bater no moribundo” -, já que enquanto este está “desgastado e de partida, o outro está fresquinho”, referindo-se ao autarca de Lisboa."


segunda-feira, 1 de julho de 2013

agora... fica uma pergunta no ar... quem é o próximo?

será que alguém mais vai aproveitar a 'boleia'... e pôr-se na alheta...?

ou será que cai o governo [empreendedorismo de ppc...!]... por inteiro...?

quarta-feira, 25 de julho de 2012

3720... [só...?]...!

"Com o anúncio do encerramento de 239 escolas do primeiro ciclo no próximo ano letivo sobe para 3720 o número de estabelecimentos de ensino encerrados desde 2005, segundo dados do Ministério da Educação."

o resto dos números [alguns]... aqui.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

curiosidades... das formações 'rasteiras'... este país não para todos é de um pequeno grupo que controla o poder [denominação... por via do discurso]... de [principalmente] pacheco pereira...!


comentário [por vias das notas aos exames nacionais]... [sempre os mesmos...!]... dos zeros à esquerda... de paulo fonte... no cm...!

"Cobaias do poder político, alunos e professores vagueiam entre o facilitismo e a extrema dificuldade. 

Peões de um ensino nem sempre apontado ao que realmente importa - a educação e o futuro -, são intervenientes de um jogo cujas regras mudam consoante o árbitro eleito nas urnas. 

Noventa e dois mil alunos tiveram nota negativa a Matemática nos exames nacionais do Ensino Básico. A quem é atribuída a responsabilidade? Às crianças por não estudarem, aos professores por não saberem ensinar ou a quem idealizou as provas? A resposta não é clara. Evidente é que as mudanças governativas representam sempre alterações abruptas na política do Ensino, com tudo o que isso implica. 

O executivo socialista ouviu críticas pela facilidade das provas, o protesto em relação ao actual vai no sentido oposto; clama-se agora contra a dificuldade imposta por um Ministério que pretende um corte com o passado. De uma forma genérica, acontece aos governos anularem o que foi feito pelos anteriores, obrigando a reformulações constantes, muitas vezes só porque sim. Apanhados no meio, alunos, pais e professores são verdadeiros zeros à esquerda nesta difícil equação."