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sexta-feira, 2 de maio de 2014

para espanto (nosso) geral... 'o povo está boquiaberto'... no correntes...!

"E eis que o Governo, e a sua maioria, metem na gaveta o discurso empreendedor e descomplexado competitivo e anunciam a reparação do injusto sofrimento que causaram aos funcionários públicos. O povo está boquiaberto com a epifania em jeito da enésima guinada semanal. Mas já se sabe: estamos em campanha e, depois dos votozinhos, lá virá um Governo desconhecedor, coitado, das contas do país. Abrirá a gaveta e os do costume voltarão a ser os "parasitas" que alimentam a divisão lusitana e o gáudio do lumpen."

sábado, 14 de abril de 2012

da educação... reformas [sem stakeholders...?] de cima para baixo [negociações são meros instrumentos de utilitarismo político]... e os professores...?

"In the debate over school improvement, individuals and groups advancing agendas with little or no evidence to back them up have somehow claimed the mantle of education "reformers," while teachers, their unions and others with actual education expertise often are portrayed as obstacles to reform--despite their desire to be involved in an improvement process that frequently shuts them out.

In this upside-down approach to school "reform," teachers are required to implement top-down policies made without their input, often in an austerity environment, with little more than an exhortation to "just do it," and then are blamed when the policies fail. Not surprisingly, these "strategies"--such as mayoral control, school reconstitution, misuse and overuse of standardized tests, vouchers, merit pay, or simply stripping teachers of voice and professionalism--haven't moved the needle. 

...

Rather than work with teachers and their unions, many self-described reformers accuse them of being resistant to reform and concerned only about adults, not students. The serious, hard work of AFT members and unions to improve teaching and learning proves those accusations false. And unlike many so-called reformers who think that disruption and conflict equal reform, we are about seeding innovations, helping them take root and nurturing their growth, so that all kids can succeed. "

aqui.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

não se percebem os critérios de actualidade dos nossos jornalistas... sobre a educação e a avaliação externa dos alunos...!

tem sido notícia na imprensa [pelo menos na escrita...] e em alguns blogues o carácter 'inovador' das 'orientações' produzidas em sede da governança do mec sobre a dita avaliação externa... como por exemplo:

"As provas de aferição, provas finais e exames nacionais não devem incluir questões demasiado simples para o nível de escolaridade a que se destinam, adverte o Ministério da Educação numa informação publicada on-line."


e eis que a dita informação, no gave, está datada de 29 de dezembro e, pelos vistos, é considerada actualíssima... questões de agenda...? só pode...!

ficam as imagens, do sítio do gave e de parte da informação da secretária de estado:



é caso para não se perceber esta 'actualidade' discursiva... agora...!