pequeno guia com indicações de segurança e defesa do consumidor para um regresso seguro às aulas, para pais, alunos e professores... nada como ums dicas...!
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sexta-feira, 7 de setembro de 2018
do regresso às aulas...
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terça-feira, 28 de agosto de 2018
terça-feira, 29 de março de 2016
o direito a ter medo... do medo...?
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O espetáculo do medo. Mas continuamos a ter o comando para mudar de canal
Francisco Sena Santos
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Vivemos um tempo em que as tragédias nos chegam transformadas pelos media em espetáculo. Tivemos na última semana exemplos de sobra dessa exploração mediática da dor e da morte. Tanto com um desastre rodoviário numa estrada de França como com os atentados em Bruxelas. Foquemo-nos nos atentados na capital europeia: sabemos que os terroristas contam com a ação dos media para amplificar a sua agressiva mensagem de terror e gerar a onda de medo. Os terroristas servem-se da lógica dos media, conhecem-lhes a gramática, exploram os mecanismos psicológicos. Questão: como pode o jornalismo tratar a informação sobre os ataques terroristas sem ao mesmo tempo servir a propaganda pretendida pela perversa agenda dos agressores? | Continuar a ler... |
As escolhas de Francisco Sena Santos
O Nobel turco Orham Pamuk constata no El País: “a crise migratória está a comer os valores da Europa”. É uma entrevista para ler aqui.
A reconquista de Palmira revela que a jóia arqueológica no deserto sírio não estará tão irremediavelmente devastada quanto se temia. A cidade antiga, apesar de profanada, sobrevive à barbárie.
Mick Jagger levou a Cuba a voz que canta the times are changing. Mas também mudam nos EUA: os êxitos de Bernie Sanders mostram como a política dos Estados Unidos tem novas regras. O senador progressista continua a seduzir eleitores e a encravar a prevista marcha triunfal de Hillary Clinton.
A pessoa que dá corpo à personagem do vilão Frank Underwood: Kevin Spacey, o ator que abre portas a jovens talentos.
A primeira página escolhida hoje no SAPO JORNAIS. Luaty Beirão condenado
a cinco anos e seis meses de prisão e outros 16 activistas enfrentam
penas de dois a oito anos. "Só um regime covarde enjaula assim", comenta no Expresso o diretor, Pedro Santos Guerreiro. Em Angola, é mostrado assim. E assim.
via mensagem do sapo 24...
e o tema do dia, desgraçadamente...
Tema do dia
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[Sociedade] |
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Há mais pessoas a pedir ajuda porque sofrem agressões dos filhos
Por
dia, quase três idosos, três crianças e jovens e 14 mulheres são
vítimas de violência. Relatório da APAV apresentado nesta terça-feira.
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segunda-feira, 28 de março de 2016
a começar o dia... a relembrar a chamada de atenção de ontem, numa capa de jornal...!
no público...
e já agora deixo a ligação para as respostas que os pais deram sobre o assunto:
As respostas dos leitores sobre TPC
Leitores do PÚBLICO
O PÚBLICO lançou este desafio aos leitores: Se tiver filhos a
estudar no 1.º ciclo, fica aqui o apelo à sua colaboração: quantos
trabalhos para casa lhes foram passados na escola para realizar durante
as férias da Páscoa? Recebemos cerca de 50 respostas. Ei-las na íntegra,
por ordem de chegada.
sábado, 19 de março de 2016
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
informações [educação]... no boletim do cirep...!
Boletim Informativo n.º 10 — 26/01/2016
Informações Gerais
Crianças e jovens com necessidades educativas especiais
De
1 de Fevereiro a 4 de Março de 2016 decorrem as candidaturas de apoio a
atividades e ações destinadas a promover a educação, no âmbito da
intervenção precoce, reabilitação e integração escolar e social de
crianças e jovens com necessidades educativas especiais, contemplando,
especialmente, as seguintes iniciativas:
a) Ações de formação para professores, educadores e outros profissionais ligados à educação;
b) Ações de formação para pais e encarregados de educação de
crianças e jovens com necessidades educativas especiais, promovidas por
Associações de Pais, ou outras instituições, preferencialmente ligadas a
instituições de ensino.
c) Aquisição de equipamentos para melhoria da qualidade do atendimento e da aprendizagem do público-alvo.
As candidaturas devem ser apresentadas por instituições públicas ou
privadas, individualmente ou em associação, considerando-se Entidade
Beneficiária do financiamento, a instituição que apresenta a candidatura
e que fica responsável pela execução do projeto.
O
prémio "Portugal, País de Excelência em Engenharia" instituído pela
COTEC Portugal e por 41 dos seus associados, em parceria com o
Ministério da Educação, visa promover o gosto pelas engenharias e pela
ciência em Portugal, nos alunos que frequentam os 7.º, 8.º e 9.ºanos de
escolaridade.
A pré-inscrição decorre até ao dia 18 de março e as candidaturas deverão ser apresentadas até ao dia 30 de junho de 2016.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015
porrada neles, não era o que propalava um ex-governante...?... alunos, professores, funcionários, pais, directores, para o caso tanto faz...
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segunda-feira, 7 de setembro de 2015
legislação [geral]... natalidade latente (?)... no dre...!
Diário da República n.º 174/2015, Série I de 2015-09-07
Assembleia da República
Cria um mecanismo para proteção das trabalhadoras grávidas, puérperas e lactantes
Assembleia da República
Sexta alteração ao Decreto-Lei n.º 113/2011, de 29 de novembro, prevendo o pagamento de taxas moderadoras na interrupção de gravidez quando for realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas de gravidez
Assembleia da República
Criação da comissão especializada permanente interdisciplinar para a natalidade
Assembleia da República
Primeira alteração à Lei n.º 16/2007, de 17 de abril, sobre exclusão da ilicitude nos casos de interrupção voluntária da gravidez - proteção da maternidade e da paternidade
Assembleia da República
Altera o Código Civil, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 47 344, de 25 de novembro de 1966, modificando o regime de exercício das responsabilidades parentais
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
assunto a seguir com atenção [o que não é propriamente o meu caso]...
Há novas regras para o gozo da paternidade. Mais dias em casa, licença
gozada em conjunto ou isenção no imposto automóvel são alguns exemplos.
Mas há propostas que ficaram pelo caminho.
via observador...
quarta-feira, 17 de junho de 2015
educação e parentalidade... no com regras...!
Enviado pela professora Fátima Mendes
As crianças necessitam de regras − coerentes, constantes e claras − sejam elas trazidas pela mãe ou pelo pai.
1. As crianças necessitam de regras − coerentes, constantes e claras − sejam elas trazidas pela mãe ou pelo pai.
2. As regras da mãe e do pai, para serem saudáveis, não podem ser (milimetricamente) iguais. Precisam de zonas de tensão, climas duma certa aragenzinha do género: “Querem lá ver que me está a desautorizar…” e de muita manha das crianças: quer quando falam para dentro e, duma forma angélica, presumem que se o pai não disse que não (mesmo que não tenha conseguido discernir a pergunta) é porque está de acordo com ela, quer quando dizem à mãe (tipo cachorro abandonado): “Eu queria uma coisa… mas tu não vais deixar…” (que, depois de repetida três vezes, faz com que qualquer mãe diga “Sim!!!!!!” seja ao que for). Para serem saudáveis, as regras da mãe e do pai não têm que ser um exemplo de unicidade. Precisamente, unicamente, de encontrar nos gestos de um e do outro um mínimo denominador comum.
3. As regras dos pais, ao pé das dos avós, têm sempre “voto de qualidade”. Que as regras dos avós sejam açucaradas é bom; até porque traz contraditório a alguns excessos dos pais. Que em presença de um dos pais, valham as regras dos avós, não há melhor incentivo à confusão.
4. Para as regras dos pais serem apuradas, eles precisam de esgotar, de vez em quando, as quotas de parvoíce a que todas as pessoas têm direito. Pais que nunca se enganam podem ter como aspiração ser bons governantes… Mas são maus pais.
5. Todos os pais, de coração grande, têm (por isso mesmo) a cabeça quente. Exageram, portanto, algumas vezes. Mesmo quando, duma forma ternurenta, mandam as crianças de quarentena para o quarto para pensarem nas asneiras que fizeram (que, à escala do crime económico, vale tanto como desterrar um infrator nas Ilhas Caimão para reconsiderar sobre tudo aquilo que subtraiu à margem da Lei).
6. As regras não se explicam, não se negoceiam nem se justificam. Muito menos, constantemente. Explicação será exceção. A baliza de referência para todas as regras serão os comportamentos dos pais: não é credível que os pais exijam aquilo que eles próprios, um com o outro ou com terceiros, não façam, regularmente.
7. As regras exigem-se. Não se solicitam. E essa exigência deve fazer-se de forma firme e serena.
8. Às regras não se pode chegar depois de muitas ameaças, admoestações ou avisos. E, muito menos, com decibéis em excesso ou na companhia dum olhar assustado por parte dos pais. Se fosse assim, os pais exigiriam serenidade e bom senso com a boca e alarmismo, inflamação e ira, com o seu olhar (ora hostil ora assustado). E, num caso desses, as crianças assustar-se-iam e, em função disso, tenderiam a reagir como um animal encurralado…
9. Autoridade é um exercício de bondade. Exercê-la a medo é pedir desculpa por ser bondoso.
10. Depois duma criança ser avisada duas vezes, as regras dos pais têm de se cumprir. Isto é, têm mesmo de ser levadas a efeito. Ora, se os pais avisam e não cumprem, se avisam e reagem a uma falha com mais avisos, ou se avisam e, de seguida, são desmedidos no exercício da sua justiça, tudo fica confuso e inconsequente.
11. Os pais não podem zangar-se como quem promove pagamentos por conta. Na versão do velho Oeste isso significaria: dispara primeiro e pergunta depois. Isto é: não podem zangar-se por antecipação, na esperança de que isso promova a justiça. E não podem, diante duma mesma infração, hoje, zangarem-se e, amanhã, nem por isso. Porque, ao acumularem zanga, deixam passar situações que precisariam de ser claramente repreendidas para que reajam, mais tarde, diante doutras quase insignificantes. À escala da política tributária, isso significaria zangas com juros de mora. E ninguém consegue ser justo cobrando juros sobre juros a quem quer que seja…
12. Sempre que os pais se sentem muito magoados diante dum qualquer ato dum filho, estão proibidos de reagir num impulso. É melhor parecerem vacilar em tempo real e, depois da mãe e do pai conferenciarem, mais logo, ao jantar, a coima ser clara e inequívoca.
13. A regra será: sempre que o comportamento dos filhos magoe os pais eles estão obrigados a reagir. Sempre! Magoar os pais e não ter − numa repreensão, num castigo, ou numa palmada no rabo, excecional − uma forma de sinalizar o mal que se faz aos pais, através, da dor, como um interdito, é acarinhá-lo, por omissão. No entanto, nenhuma criança se torna má sem que os pais – por aflição, por exemplo – não promovam, sem querer, várias maldades.
14. Atribuir-se a culpa dos atos duma criança ao outro dos pais ou aos avós, por exemplo, é uma forma de fugir à responsabilidade. Em caso de dúvida em relação às regras da mãe e do pai, ou dos pais e dos avós, todas as crianças elevam a fasquia das asneiras, na ânsia de verem os pais, sempre que elas passam por um nível seguinte, a conseguirem ser justos.
15. Diante das asneiras das crianças, vale pouco que os pais abusem nos castigos. Se os castigos forem ocasionais e adequados à infração, nada se perde. Se forem desmedidos ou repetidos são insensatos. Na verdade, sempre que os pais dominam a situação, em tempo real, os castigos deixam de ser precisos logo que os pais passam de verde para amarelo.
16. Se os pais exercem a autoridade a medo, assustam. Pais assustados, tornam as crianças assustadiças. Isto é, capazes de reagir de forma desafiante sempre que se sentem encurraladas entre os seus medos e os medos dos pais.
17. Se os pais exercem a autoridade de forma pesada e deprimida, assustam, também. Porque à tristeza contida dos pais chama-se hostilidade. E essa hostilidade, associada a um ralhete, onera uma repreensão com sobretaxas que se tornam enigmáticas (e injustas) para as crianças.
18. Se os pais, em vez de se zangarem, ameaçam que ficam tristes, estão a dizer às crianças que elas os magoam (e isso, regra geral, elas já sabem). E, claro, que são de porcelana, quando se trata de as proteger e reagir. Pais deprimidos são, por isso mesmo, mais abandónicos do que parecem. São amigos do queixume, mas pouco pais, portanto.
19. Se os pais não se zangam mas amuam, estão a fazer duma família uma escola de rancores. Rancor é ressentimento e ira, numa relação de dois em um. E isso torna os pais mais assustadores do que quando se esganiçam e exageram.
20. Por tudo isto, é claro que por trás duma criança difícil está um adulto em dificuldades. Mas por trás duma outra exemplar estão pais mais ou menos tirânicos. Da mesma forma, por trás duma criança certinha está alguém mais ou menos assustado que, por exigências exageradas, ainda não pôde experimentar que a função fundamental dum filho é pôr problemas aos pais.
21. A autoridade é um exercício de bondade. Aceita-se quando nos chega pela mão de quem nos ama ou das pessoas que admiramos. Mesmo que as crianças, num primeiro momento, a desafiem, que é uma forma de, por cada não (“não me doeu”, “não ouvi”, e assim sucessivamente) afirmarem (que ela só tem sentido) duas vezes. Seja como for, a autoridade pressupõe sabedoria, bondade e sentido de justiça. E nenhuma criança, nenhuma mesmo, a rejeita. Mesmo que ela chegue mediada por alguma dor. Ninguém aprende sem alguma dor.
Como eu gosto dizer, a dor é o sal da sabedoria.
Eduardo Sá
no com regras... aqui.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
o título diz muita coisa das novas agendas na educação (?)... reflexões para o fim de dia...!
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
coisas da geração 'ritalina' (?)... reflexões para o fim de dia...!
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sexta-feira, 10 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
para lá das fobias e fundamentalismos... uma boa ideia...!
"DGS cria plataforma onde pais podem acompanhar e avaliar refeições escolares dos filhos
Publicado ontem às 17:51
A
Direção-Geral da Saúde (DGS) lançou hoje uma ferramenta informática
para as famílias acompanharem e avaliarem as ementas escolares,
permitindo-lhes ter um papel mais ativo junto das escolas e das
autarquias na defesa da alimentação saudável das suas crianças.
O
anúncio foi feito hoje por Pedro Graça, diretor do Programa Nacional
para a Promoção da Alimentação Saudável, da DGS, durante as comemorações
do Dia Mundial da Saúde.
A ferramenta em si não é
nova, trata-se do Sistema de Planeamento e Avaliação das Refeições
Escolares (SPARE), lançado em 2009, mas que a partir de hoje tem um
módulo específico para as famílias, que lhes permite acompanhar e
avaliar diretamente as refeições, desde o momento em que entram na
escola até serem servidas.
Bastando inscreverem-se
no sistema como uma palavra passe, todos os pais podem colocar dúvidas,
verificar se são seguidas as recomendações da Organização Mundial de
Saúde, bem como os critérios alimentares definidos pelo Ministério da
Educação para as escolas, ou avaliar a variedade dos alimentos.
É
ainda possível aos pais dar pontuação, positiva ou negativa, nos vários
parâmetros que estão definidos no site da plataforma contra a obesidade
da DGS.
No entanto, não há uma ação direta que
decorra de uma avaliação mais negativa por parte dos pais, até porque
alguns dos critérios podem ser subjetivos, explicou aos jornalistas
Pedro Graça.
O responsável salientou, contudo, que
com esta nova funcionalidade dá aos pais uma ferramenta mais concreta,
para o caso de quererem atuar junto das escolas ou das autarquias
(responsáveis pela gestão das escolas) em caso de incumprimento.
Para
Pedro Graça, esta é uma forma de pais e escolas dialogarem mais sobre a
alimentação das crianças e é uma ferramenta «que permite que famílias e
escolas não digam que não sabiam ou não conheciam», o que eventualmente
corra mal.
«Se o Ministério da Educação verificar
que há práticas desadequadas, pode intervir chamando o diretor da
escola, mas o Ministério da Saúde, só em caso de risco para a saúde»,
explicou, acrescentando que esta é uma possibilidade bem mais remota, já
que hoje em dia «a oferta alimentar é de qualidade» e que «a
monitorização dos alimentos que nos chegam é constante».
Contudo,
o risco zero é impossível, alerta, sublinhando que «os alimentos
importados têm que ter autorização para entrar no espaço europeu e são
avaliados, mas como entram milhares de alimentos, é praticamente
impossível controlar tudo».
Pedro Graça adiantou
ainda que a partir do próximo ano letivo, todas as cantinas escolares
deverão ter sal iodado (o mais recomendado por prevenir distúrbios
causados pela carência de iodo), sendo que todas as cantinas com menos
de dois anos já estão obrigadas a comprar este sal."
Lusa
na tsf... aqui.
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sábado, 21 de fevereiro de 2015
domingo, 15 de fevereiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
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