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terça-feira, 1 de março de 2016

legislação [educação]... via boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 28 — 29/02/2016

Publicado em Diário da República

Resolução da Assembleia da República n.º 38/2016 - Diário da República n.º 40/2016, Série I de 2016-02-26
Assembleia da República 
Recomenda ao Governo o reforço de medidas sobre a praxe académica.
Parecer n.º 4/2016 - Diário da República n.º 41/2016, Série II de 2016-02-29
Educação - Conselho Nacional de Educação 
Parecer sobre formação inicial de educadores e professores e o acesso à profissão.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

divulgação [educação]... ensino superior, alunos e praxes... via portal do governo...!

Campanha sobre as praxes, 9 setembro 2014


CAMPANHA DE INFORMAÇÃO SOBRE AS PRAXES ACADÉMICAS

"De acordo com a Resolução da Assembleia da República n.º 24/2014, aprovada em 28 de fevereiro de 2014, a qual recomenda ao Governo a adoção de medidas sobre a praxe académica, com o comunicado conjunto do Ministério da Educação e Ciência e das Associações Académicas e de Estudantes, de 30 de janeiro de 2014, e nos termos do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (Lei n.º 62/2007, de 10 de setembro), o Ministério da Educação e Ciência enviou às instituições de ensino superior um conjunto de recomendações sobre as práticas de praxes académicas e lançou uma campanha informativa com o objetivo de reforçar a informação e apoiar os novos estudantes do ensino superior.

Salvaguardando a autonomia disciplinar das instituições, o MEC recomenda a inclusão nos respetivos regulamentos disciplinares de normas que explicitem que o estudante tem o dever de não praticar qualquer ato de violência ou coação física ou psicológica sobre outros, designadamente no âmbito das praxes académicas, e que tal prática, por ação ou omissão, deve considerar-se uma infração disciplinar.

Estas práticas não podem, em caso algum, revestir natureza vexatória ou de ofensa de natureza física ou moral dos participantes ou de quaisquer outras pessoas, nem podem prejudicar o normal funcionamento da instituição, nomeadamente impedir ou dificultar a ida dos estudantes às aulas.

Os dirigentes das Instituições de Ensino Superior e as Associações Académicas e de Estudantes devem promover contactos com as entidades que coordenam as atividades de praxe, quando estas existam e sempre que possível, para conhecimento do plano previsto e recomendações de atuação, clarificação de procedimentos e precaução de situações abusivas.

O MEC lembra também que cabe ao Provedor do Estudante e aos gabinetes de apoio ao estudante de cada instituição um papel ativo na preparação da integração dos novos estudantes e na disponibilização de recursos de acompanhamento psicológico e jurídico aos estudantes que solicitem apoio e que denunciem situações de praxe violenta ou não consentida.

Neste sentido, o MEC criou ainda um endereço de correio electrónico (praxesabusivas@mec.gov.pt) onde abusos ocorridos no âmbito das atividades de praxe devem ser comunicados e através do qual disponibilizará apoio, frisando que, tanto no quadro criminal como no quadro disciplinar, já existem instrumentos legais para combater estas condutas abusivas, humilhantes e vexatórias. Nesta última sede, a lei confere expressamente às instituições de ensino superior competência nesta matéria, podendo ser, em última análise e em consequência, civilmente responsáveis por não limitarem e proibirem nos seus regulamentos internos comportamentos violadores da integridade e dignidade humana.

A partir desta semana, na qual arrancam as inscrições dos novos alunos do Ensino Superior, serão distribuídos folhetos informativos onde consta um resumo desta informação. O MEC aproveita para desejar os maiores sucessos académicos aos 37 778 novos estudantes já admitidos no ensino superior através da 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso."


aqui.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

claro... 'os trastes das praxes'... de martim avillez figueiredo...!


no expresso...

da justiça que temos (?)... 'meco: investigação, para já, só nos jornais e na tv'... de eduardo cintra torres...!


no cm...

investigação [foi chão que deu uvas?]... 'o meco'... de francisco moita flores...!


no cm...

do editorial... 'à atenção dos pais'...!


no expresso...

o boneco do dia...


no cm...

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

de uma entrevista... 'as reitorias nunca tiveram vontade de expulsar as praxes ou de as domesticar sequer'... rita ribeiro dixit...!



no público...

[ensino superior] a indignidade há muito que está instalada [e quem tem autoridade nada faz] e os interesses à sua volta são muitos [ou não?]... (d)a praxe...'a abjecção'... de josé pacheco pereira...!


no público...

[ensino superior] a indignidade há muito que está instalada [e quem tem autoridade nada faz] e os interesses à sua volta são muitos [ou não?]... (d)a praxe...'igual à máfia?'... de vasco pulido valente...!


no público...

[ensino superior] a indignidade há muito que está instalada [e quem tem autoridade nada faz] e os interesses à sua volta são muitos [ou não?]... (d)a praxe...'praxes'... de joão pereira coutinho...!


no cm...

[ensino superior] para começo de 'hostilidades'.... não começaram mal, não senhor... politécnicos duvidam que seja momento para falar de praxes... na tsf...!


"O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Polítécnicos entende que o assunto das praxes «talvez não seja a questão mais importante para tratar neste momento», isto porque não é a altura em que estas se realizam. 

O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos duvida que seja este o «momento adequado» para discutir as praxes académicas, isto na sequênciada morte de seis estudantes da Lusófona na praia do Meco em Dezembro.

No dia em que se soube que o ministro da Educação convocou as associações académicas, o Conselho de Reitores e os representantes dos politécnicos para falar sobre este assunto, Joaquim Mourato lembrou que este «não é operíodo de praxes».

«Talvez não seja a questão mais importante para tratar neste momento, contudo, qualquer assunto relacionado com os estudantes preocupa-nos e temos de estar atentos e disponíveis para os tratar», acrescentou, em declarações à TSF.


Joaquim Mourato lembrou que se for da vontade de Nuno Crato colocar este assunto na mesa 
«com certeza que iremos acolher o assunto, analisá-lo e tratá-lo da melhor forma a proteger os estudantes».


O presidente deste conselho coordenador adiantou ainda que já tinha sido convocado para uma 
reunião com a secretaria de Estado do Ensino Superior na próxima semana, mas sublinhou que o tema das praxes não faziam parte da agenda do encontro.

Joaquim Mourato explicou ainda que há alguns anos foi introduzido um regulamento interno sobre praxes no Instituto Politécnico de Portalegre, que dirige, na sequência de «algumas situações não muito positivas».


Apesar de o regulamento impedir a realização de praxes no interior do estabelecimento de ensino, Joaquim Mourato lembrou que o politécnico que dirige não pode ignorar as praxes «fora das instalações».

«Há algum cuidado, acompanhamento e um diálogo permanente com os estudantes para que estas atividades sejam realizadas com responsáveis claramente identificados. Para que tudo o que aconteça tenha rosto», concluiu."

para enquadrar o tema de hoje... ministério da educação vai debater praxes com estudantes e reitores...!


no público...