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8 de janeiro de 2019
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Infoexclusão Zero: autodiagnóstico de competência digital básica
27.000 Trabalhadores em Funções Públicas já participaram
Até dia 31 de janeiro,
todos os dirigentes e trabalhadores da Administração Pública Central,
que ainda não o fizeram, estão convidados a conhecer o seu nível de
competência digital básica, através da resposta ao autodiagnóstico
disponível no seguinte link: Competência Digital Básica.
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O
INA, em colaboração com a AMA, desenvolveu uma ferramenta de
autodiagnóstico, de rápido preenchimento. Pretende-se que todos os
trabalhadores em funções públicas tenham a oportunidade de incrementar,
se necessário, o seu nível de competência digital básica.
Agradecemos a sua participação. | |||
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terça-feira, 8 de janeiro de 2019
tecnologias... info-excluído...?... participe na acção de diagnóstico...
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administração pública,
competências,
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funcionários públicos,
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professores,
sítios institucionais,
tecnologia digital
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
do estado de saúde da educação...?
2K
correntes
by paulo guilherme trilho prudêncio
/
2h
Enquanto se discutiu o problema da legitimidade constitucional e
política para governar, vieram a público dois importantes relatórios em
que se analisa a Educação nacional. Refiro-me ao Estado da Educação
2015, do Conselho Nacional de Educação, e ao Education at a Glance 2015,
da OCDE. Pelo primeiro, ficámos a saber que o insucesso escolar
aumentou nos últimos três anos, em todos os anos da escolaridade,
enquanto diminuiu, pela primeira vez em 41 anos de democracia, a taxa de
cobertura do pré-escolar. Com o segundo, verificamos que a diferença
entre gerações, no que a qualificações respeita, é a maior de todos os
países que integram a OCDE e que o esforço das famílias para financiar
os estudos superiores é o maior da União Europeia. A um e a outro
registo não é alheia a natureza da ideologia que pontificou na última
legislatura, durante a qual todas as políticas públicas foram marcadas
por uma “economização” bruta, que as redefiniu e geriu como se de
simples mercadorias se tratasse, propalando-se mesmo a ideia segundo a
qual os direitos humanos fundamentais, as dimensões básicas da vida, em
que a Educação se inclui, dependem da conjuntura económica por que se
passa.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
leitura [educação]... estado da educação 2014 [deve dar para a semana toda]... via cne...!
Etiquetas:
conselho nacional de educação,
consulta,
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divulgação,
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educação,
leituras,
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relatório
terça-feira, 3 de março de 2015
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
actualidades [sns]... para acompanhar o assunto...!
no observador...
"“Quase nada neste relatório é novo, a implementação é o mais importante.”
A frase de Nigel Crisp saiu quando o pequeno-almoço com alguns jornalistas ia sensivelmente a meio, uma hora e meia de conversa decorrida, depois de ter insistido na importância de se trabalhar a montante, na formação das pessoas para os bons hábitos, “está na altura de melhorarmos a Saúde e não apenas os Serviços de Saúde”. E de ter defendido que a aposta futura não deve passar pelo aumento de impostos, que o papel dos enfermeiros deve ser reforçado ou que os hospitais precisam de ser mais transparentes, partilhando abertamente estatísticas.
Nigel Crisp, o homem responsável pela modernização do sistema público de saúde no Reino Unido, liderou a comissão que realizou o relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”, da Fundação Calouste Gulbenkian. Foram 18 meses de trabalho, a ouvir várias pessoas dos vários setores da Saúde e da sociedade civil, feito por peritos portugueses e estrangeiros.
Antes de mais, das recomendações, o diagnóstico, em traços largos:
Portugal tem uma boa base, o Serviço Nacional de Saúde (SNS)
Há “muito apoio para o manter” (ao SNS), nas palavras de Crisp
Os profissionais têm experiência e boa formação
O país tem a dimensão ideal (cerca de 10 milhões de habitantes) para implementar uma mudança de hábitos
Mas:
Tem uma população envelhecida, com muitos problemas de saúde, e com uma qualidade de vida muito curta depois dos 65 anos,
Tem uma taxa de diabetes muito alta (a mais alta da Europa, 14%)
Tem custos muito elevados
Os hospitais têm práticas muito distintas
Tem um problema com as infeções hospitalares
Posto isto, em linhas muito gerais, o plano, traçado a 25 anos, para a Saúde em Portugal assenta na criação de “um Pacto para a Saúde que envolva toda a gente”, clínicos e governos, público e privado, mas também, e sobretudo, a sociedade.
Algumas das recomendações do relatório passam por:
Quadro do relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”
A sustentabilidade financeira do SNS, lê-se no relatório, está diretamente ligada à redução da incidência das doenças crónicas, que absorve a maior fatia de custos, daí a frase de Nigel Crisp: “A saúde faz-se em casa, os hospitais são apenas para arranjos“.
A redução de custos é imperiosa, por isso defendem os especialistas que o aumento da transparência dos hospitais, através da divulgação de dados estatísticos, o que reforçará a responsabilização, é um caminho que deve ser seguido. Mas há outras medidas, como por exemplo a uniformização de práticas nos hospitais que, considera Nigel Crisp, “em Portugal são muito distintas.”
Quadro do relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”
Na conclusão é preciso voltar ao princípio. Ou seja, o grupo que assina o relatório assume que muito do que é proposto não é propriamente novo. O sublinhado vai para a necessidade de efetivamente se implementarem as medidas, o que não acontece hoje. E para dar o pontapé de saída, e procurar mostrar que palavras não bastam, a Fundação Calouste Gulbenkian pretende avançar com três iniciativas, “Os Desafios Gulbenkian”.
Assumindo que as despesas com infeções hospitalares e com a diabetes pesam no SNS, e podem ser reduzidas a curto/médio prazo, e que o investimento na formação dos mais novos será o melhor caminho a longo-termo, a Fundação propõe-se a colaborar com diversas instituições, governo e sociedade, para alcançar uma poupança de 140 milhões de euros nas infeções, 45 milhões nas diabetes por um período de cinco anos e de 80 milhões ao ano nas crianças dos zero aos cinco anos, ao longo da vida após esse período.
O relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar” foi apresentado esta segunda-feira ao Presidente da República e ao ministro da Saúde. Esta terça será a vez da Assembleia da República e do público em geral, na Fundação Calouste Gulbenkian."
A frase de Nigel Crisp saiu quando o pequeno-almoço com alguns jornalistas ia sensivelmente a meio, uma hora e meia de conversa decorrida, depois de ter insistido na importância de se trabalhar a montante, na formação das pessoas para os bons hábitos, “está na altura de melhorarmos a Saúde e não apenas os Serviços de Saúde”. E de ter defendido que a aposta futura não deve passar pelo aumento de impostos, que o papel dos enfermeiros deve ser reforçado ou que os hospitais precisam de ser mais transparentes, partilhando abertamente estatísticas.
Nigel Crisp, o homem responsável pela modernização do sistema público de saúde no Reino Unido, liderou a comissão que realizou o relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”, da Fundação Calouste Gulbenkian. Foram 18 meses de trabalho, a ouvir várias pessoas dos vários setores da Saúde e da sociedade civil, feito por peritos portugueses e estrangeiros.
Antes de mais, das recomendações, o diagnóstico, em traços largos:
Portugal tem uma boa base, o Serviço Nacional de Saúde (SNS)
Há “muito apoio para o manter” (ao SNS), nas palavras de Crisp
Os profissionais têm experiência e boa formação
O país tem a dimensão ideal (cerca de 10 milhões de habitantes) para implementar uma mudança de hábitos
Mas:
Tem uma população envelhecida, com muitos problemas de saúde, e com uma qualidade de vida muito curta depois dos 65 anos,
Tem uma taxa de diabetes muito alta (a mais alta da Europa, 14%)
Tem custos muito elevados
Os hospitais têm práticas muito distintas
Tem um problema com as infeções hospitalares
Posto isto, em linhas muito gerais, o plano, traçado a 25 anos, para a Saúde em Portugal assenta na criação de “um Pacto para a Saúde que envolva toda a gente”, clínicos e governos, público e privado, mas também, e sobretudo, a sociedade.
Algumas das recomendações do relatório passam por:
Quadro do relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”
A sustentabilidade financeira do SNS, lê-se no relatório, está diretamente ligada à redução da incidência das doenças crónicas, que absorve a maior fatia de custos, daí a frase de Nigel Crisp: “A saúde faz-se em casa, os hospitais são apenas para arranjos“.
A redução de custos é imperiosa, por isso defendem os especialistas que o aumento da transparência dos hospitais, através da divulgação de dados estatísticos, o que reforçará a responsabilização, é um caminho que deve ser seguido. Mas há outras medidas, como por exemplo a uniformização de práticas nos hospitais que, considera Nigel Crisp, “em Portugal são muito distintas.”
Quadro do relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”
Na conclusão é preciso voltar ao princípio. Ou seja, o grupo que assina o relatório assume que muito do que é proposto não é propriamente novo. O sublinhado vai para a necessidade de efetivamente se implementarem as medidas, o que não acontece hoje. E para dar o pontapé de saída, e procurar mostrar que palavras não bastam, a Fundação Calouste Gulbenkian pretende avançar com três iniciativas, “Os Desafios Gulbenkian”.
Assumindo que as despesas com infeções hospitalares e com a diabetes pesam no SNS, e podem ser reduzidas a curto/médio prazo, e que o investimento na formação dos mais novos será o melhor caminho a longo-termo, a Fundação propõe-se a colaborar com diversas instituições, governo e sociedade, para alcançar uma poupança de 140 milhões de euros nas infeções, 45 milhões nas diabetes por um período de cinco anos e de 80 milhões ao ano nas crianças dos zero aos cinco anos, ao longo da vida após esse período.
O relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar” foi apresentado esta segunda-feira ao Presidente da República e ao ministro da Saúde. Esta terça será a vez da Assembleia da República e do público em geral, na Fundação Calouste Gulbenkian."
aqui.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
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