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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

estupefacção ilimitada...

serão precisas palavras...?







imagens via fb...


comentário -

o facebook é uma força de bloqueios, censura aleatória e persecutória, proibições de edição absurdas, ataques à liberdade de expressão, etc, tudo isto vem acontecendo, sistematicamente, ao abrigo de alegadas violações às normas do 'seu' código de conduta... dizem eles...

os tipos da fb são o exemplo provado do aforismo 'não ouço, não vejo, não falo'.

a infraestrutura tecnológica e os algoritmos em uso são do piorio e não olham a quem...?

eu já começo a pensar que face à minha pessoa as acções são já persecutórias.

perante estas reiteradas 'queixas' decidi fundar um grupo no fb destinado à denúncia formal e documentada dos abusos que vão sendo cometidos... eu já assinei a petição da deco para ser ressarcido pelo facebook pela utilização indevida dos meus dados pessoais para fins não autorizados.

acham que é normal que, editando eu um blogue https://arseteducatio.blogspot.com, e republique algumas das suas entradas numa página pessoal que criei, a tenham transformado numa página 'comercial ou de fãs' sem que eu o tenha solicitado...?

será porque eu compro e vendo algumas peças do meu património em grupos do fb...?

o grupo a que me referi anteriormente tem a risível designação 'o luiz publica e vende mas não se rende aos ditames do fb' cuja ligação é: https://www.facebook.com/groups/querelis/, que gostaria que divulgassem para poder efectuar um acervo de denúncias documentadas, apresentá-las à deco e realizar uma queixa forma junto das entidades reguladoras.
por agora fico-me por aqui...

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

o boneco do dia...

andamos, como país, nestes termos há demasiado tempo mas, segundo parece, as coisas são para continuar, mais ou menos, assim... dir-me-ão que estou a ser um 'puro' pessimista (nem tanto ao mar nem tanto à terra) e vai ser um dia de cada vez.





via g+...


comentário - 

este 'cartoon' não reflecte, claro, o meu estado de espírito mas as coisas não andam longe do 'fazer das tripas coração'...

terça-feira, 6 de novembro de 2018

ainda a cantar de galo...!

#censura; #redessociais; #restriçõesdeediçãoepartilha;#liberdadedeexpressão


e lá o 'primeiro dia do resto da...' minha vida social, em 'liberdade' (condicional)...?




estes tipos de entradas das últimas semanas, não só aqui neste blogue como no próprio facebook anda a desvirtuar o tipo de princípios que norteiam as partilhas aqui feitas...

mas tratando-se de censura pura e dura, contrárias às normas de conduta da comunidade citada, este passou a ser assunto para debate e tomada de atenção.

há um grupo no fb destinado a denunciar este tipo de atrabiliariedades...


domingo, 4 de novembro de 2018

[censura] divulgando...

por já estar de 'saco cheio' criei um grupo no facebook destinado à denúncia factual das inibições, restrições activadas e bloqueios dos membros e grupos desta rede social, assim como das mensagens e respostas do fb aos recursos apresentados.

o dito grupo começou por ser fechado para poder editar umas quantas coisas antes de o 'abrir' à leitura e logo aí começa a dita 'odisseia'.

o nome do grupo:


a imagem escolhida para apresentar o grupo é a que está no topo da captura de ecrã.

encontra-se aberto a todo os indivíduos e/ou grupos que queiram denjunciar as atrabiliariedades cometidas pelo fb, não anónimas e factualizadas, tal como os vários exemplos que já se encontram publicados... faremos um 'grupo de estudo', como o designei, e será uma força de pressão sobre esta rede social.

dixit








via facebook...

já agora, quais são os padrões da dita comunidade...?

que normalmente os outros leiam as coisas de viés eu, normalmente, não sou assim e, ainda quando era 'professor', era chamado a questinado sobre muita coisa relacionada com a legislação da educação  e do código de procedimento administrativo (vá-se lá perceber o porquê... mas eu sei e não replico), e assim não se percebe que raio de critérios o facebook utiliza para bloquear e activar restrições a partir de uma 'inocente' fotografia do Helmut Newton e afirmar taxativamente que eu 'partilho' cenas que vão contra os ditos padrões...

viva a censura, temos um novo 'index', politicamente correcto.








via facebook...

e como está dentro do tema, ia-me esquecendo desta...

convém não esquecer que não estou só a chamar à atenção para o acto de censura evidente e visível, como detrás da caixa está um perfil de uma pessoa que pediu amizade e cujo perfil tem a imagem que se apercebe e está assinalada.

é um perfil do e no facebook...







captura de ecrã no fb...

e precisar de uma nota da direcção do jornal...?






in público...

a censura está no ar...?







in público...

sábado, 29 de setembro de 2018

purismos...

poderá, por puro prazer, participar...





via fb...


nota: o meu comentário no facebook, abaixo...


'Luiz Crespo de Carvalho parafrenália putativa portuguesa, papagaiando piares puristas por presteza 'pharmacêutica', puro placebo para pensadores profundos... pedindo palavra pela palavra, pintando-as por prazer...! Porra.'

e disse, prestativamente.


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

não sei ao que venho, mas sei para onde vou...

"a geração maldita?

É minha convicção, não apenas pelo que leio e ouço, mas mesmo por observação directa, que grande parte da classe política tem um ódio – ou desafeição, para os casos menos graves – particular pela classe docente, mesmo quando saíram dela ou em especial nesses casos. É uma espécie de “luta de classes”, num sentido estranho e algo esquizóide da parte daqueles que parecem querer encapsular-se num mundo muito próprio de “eleitos” (em vários sentidos). Essa desafeição ou ódio é partilhado por um conjunto alargado de gente com posições de relevo na comunicação social. Não vou fazer consultas digitais ao domicílio sobre as causas. Quando falamos directamente com algumas das pessoas percebemos a razão, não sendo raro que depois de despejarem a bílis nos digam que somos, claro, uma excepção à regra.

Isto aplica-se em especial aos que que acham ser professor@s velh@s e inadaptados ao que eles acham as novas tendências, seja da pedagogia “progressista” (caso de académicos, em especial na área das ciências da educação e da formação de professores), seja da “racionalidade financeira” ou da “nova gestão pública” (caso de economistas de 2ª e 2ª linha ou transformados em políticos ocasionais com aspirações a salvar a pátria, desde que paguemos aos bancos os buracos e as rendas às empresas privatizadas ou parcerias público-privadas).

Para essa gente – sim, começo a ceder a uma linguagem mais agressiva perante a nova investida em curso de gente medíocre com nome no mercado – @s professor@s, em especial @s que nasceram ali pela década de 60 e inícios de 70, que andam pelos 45-50 anos e ainda não desistiram de resistir, são para exterminar pelo esgotamento físico e psicológico ou pela humilhação pública. Querem-nos fora da carreira, para dar lugar aos “novos” que ficarão profundamente agradecidos pela “oportunidade”, pelo lugar no quadro, que se espera serem adequadamente desconhecedores do que se passou no sistema de ensino em outras décadas ou que, pura e simplesmente, se estão nas tintas para isso, desde que empurrem os “velhos” borda fora. E borda fora nas piores condições materiais, porque tudo deve ser feito de um modo acintoso.

Conheci gente assim no PS e PSD, os dois partidos que têm liderado a governação nos últimos 40 anos, a que se junta alguma desconfiança do PCP em relação a tudo o que se possa assimilar a “trabalho intelectual” e a concepções menos indiferenciadas do proletariado. O CDS gosta de professores, se forem assalariados no ensino privado, enquanto o Bloco oscila muito, porque há uma grande diferença entre a velha UDP e os urbanitos do PSR e demais plataformas criadas com a queda do Muro de Berlim.

Sim, é verdade, tenho uma tendência esquizóide (a mesma lá de cima) que me faz sentir que a classe docente não tem qualquer aliado natural nos partidos com assento parlamentar permanente (nem falo do PAN, para não ser demasiado sarcástico e dizer que nos defenderão apenas quandoformos assumidamente tratados como animais), o que devolvo com a minha natural animosidade por todas as nomenklaturas que trocam quaisquer princípios “fundadores” por conveniências circunstanciais (sejam de nomeações estratégicas em comissões centrais ou regionais, seja de distribuição de fundos locais e outras tenças com origem europeia).
Sim, acredito que a classe docente não pode ter qualquer esperança numa classe política que se define pela qualidade/mediocridade de quem promove ou dos métodos que usa para anular o poder judicial quando lhe chega aos calcanhares. E muito menos aqueles que, na classe docente, têm idade e ainda têm condições para se lembrar de onde vieram estes velhos jotistas e o que fizeram em verões passados.
O que eles pretendem é domesticar qualquer autonomia dos docentes com capacidade crítica, mesmo quando defendem o “pensamento crítico para o século XXI”. A menos que fiquem caladinhos e sossegadinhos. O “sucesso” e a “inclusão” são apenas para os humildes e amochadinhos. E não perturbem os acordos de bastidores ou pressionem os sindicatos para desalinharem do que estava combinado. E muito menos contestem as “hierarquias”.

Se o fizerem, serão castigados em público e, por acção ou omissão (dos sonsos e hipócritas que dizem que até concordam com as queixas dos professores, mas que “é difícil” satisfazê-las ou fazer qualquer coisa “atendendo às circunstâncias”) pressionados até não aguentarem mais e depois serem apontados como maus profissionais, absentistas ou falsos doentes. Infelizmente, cada vez mais, com a colaboração de kapos locais, inebriados pela insignificância do seu poder na cadeia hierárquica e pela sensação de impunidade.

O Senhor certamente me perdoará a prosa dura no seu dia, pois em nada contraria a sua palavra (Êxodo, 20:16)."



Haddock


comentário:
desde os primórdios da blogosfera que há vários nomes que tenho guardados, por bons e maus motivos...
é claro que não os vou citar, nem àqueles nem a estes.

mas salvaguardo um, que hoje me merece destaque pelo tórrido texto que produziu no seu 'quintal' e deve (deveria causar) causar 'fanicos' a muito boa gente (como se viu al longo destes últimos anos) - falo do paulo guinote.

o meu agradecimento pela lucidez em pôr, preto no branco, o que muita gente pensa mas não tem coragem, sequer, para verbalizar quanto mais deixar com a sua marca pessoal.





sábado, 1 de setembro de 2018

'barra pesada'...?

COMENTÁRIO POLÍTICO

Interrompo o meu silêncio de férias por me estarem a chegar várias notícias de graves tumultos, em vários países da Europa.
(Espanha, Suécia, Alemanha, França, Holanda, Bélgica, Dinamarca, e Itália ..).

Tumultos gerados e provocados por Imigrantes oriundos de 27 países de África e do Oriente Médio, maioritàriamente Muçulmanos.

Esses acontecimentos vão desde:
- A agressão, em grupo, pura e dura a cidadãos brancos (sejamos muito claros);

- A vandalização de bens (incendiarem carros, destruírem montras de estabelecimentos, etc...);

- A agressão de Agentes de Autoridade desses países e (muitas vezes) a destruição dos respectivos carros de Polícia;  etc... etc... etc...

Tudo o que acima se descreve está profusamente documentado em Vídeos publicados no Youtube e noutras plataformas.

MAS … escondidos da Opinião Pública pela dita comunicação social tradicional que não os noticia.

(gostava de saber o porquê desta atitude e quais os interesses que estão por detrás desta atitude dos ditos "jornalistas").

Face a este quadro:

- Temo que estejamos só no princípio do que virá a ser "uma Convulsão Social Grave", eufemismo de Guerra.

- É sabido que a Resiliência das pessoas, alvos destas agressões e actos de violência, tem limites.

- Daí que, na minha opinião, não tardará muito para que as pessoas, os cidadãos comuns, se revoltem e se organizem para derrotar os que agora molestam os cidadãos, só por estes serem brancos, católicos, ou simplesmente não muçulmanos e europeus.

Depois sempre quero ver se:
- Os Dirigentes Políticos (leia-se Governantes e Partidos apoiantes desta "invasão"), que estão a ser Cúmplices Objectivos do incendiar da Europa, serão julgados e punidos nos Tribunais;

- Ou se fugirão para um qualquer país da América do Sul, como "refugiados políticos"...

E lanço Três perguntas:

1ª) - Para quando seguirem o exemplo de Itália, Malta, Grécia, Bulgária, Áustria, Hungria, Polónia, etc... que já fecharam as suas fronteiras e não admitem mais Imigrantes oriundos dessas paragens?

2ª) - Sabendo-se que as embarcações/barcos em que os mesmos chegam à Europa são muito caras e portanto não podem ter sido compradas por esses Imigrantes;

3ª) - Sabendo-se que várias ONG's utilizam fundos Públicos - através dos subsídios que alguns Governos lhes dão;

Sabendo-se que existem alguns Privados (com interesses inconfessáveis) a financiarem a compra desses barcos;

Para quando o julgamento dos Dirigentes dessas Organizações e a punição dessas ONG'S e dos financiadores privados, que estão a desestabilizar os vários países europeus e a criarem uma situação de conflito grave nos mesmos?

Por último:

- Que vão fazer os Cidadãos Conscientes e Amantes da Paz, e defensores dos Costumes, Valores e Referências Ocidentais, em próximas Eleições?

- Que vão fazer face a este desconchavo de atentado grave contra a Segurança dos Cidadãos, provocado pelos Dirigentes Políticos que apoiam esta invasão e destruição da civilização ocidental?

Estou verdadeiramente preocupado com esta situação indesejável e explosiva!

À vossa reflexão!!
  
Miguel Mattos Chaves
Auditor de Defesa nacional
Miguel Mattos Chaves

Vice-Presidente da Comissão Europeia da Sociedade de Geografia
Doutorado em Estudos Europeus (Universidade Católica)
Auditor de Defesa Nacional (Instituto da Defesa Nacional)

Gestor de Empresas


recebida via mensagem...

sábado, 18 de agosto de 2018

as tretas do costume...








in público...

comentário:
a primeira coisa que me apetece dizer, para início de qualquer discussão, é - será que continuamos a precisar de forças armadas (independentemente dos acordos internacionais) ou seria preferível seguir um caminho equivalente ao da suíça (neutral)?
a segunda coisa prende-se com as políticas públicas e as prioridades de regime que, provavelmente, obrigarão a uma revisão constitucional séria.
a terceira é de uma redundância absoluta, quanto a mim, quanto mais inculta uma nação menos civilizada se torna...

e podia continuar a ladainha, por aí fora... mas não é essa a minha intenção...!

domingo, 5 de agosto de 2018

sábado, 4 de agosto de 2018

nestas noites tórridas do ano da 'graça' de mmxviii...







in expresso...


comentário:
mais uma 'estória' da carochinha, em que muito mais haveria para contar...
infelizmente eu sei do que falo pois, muito antes da famigerada parque escolar intervir, a escola poderia ser considerada como a melhor apetrechada em tic, no país e as coisas não foram 'estimadas', depois, para mal dos nossos 'pecados' (por mim falo).
e disse.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

banco novo, novo banco ou o lixo do costume...?

Na venda foi acordado um mecanismo de capitalização contingente que prevê que, durante oito anos, o Fundo de Resolução possa compensar o Novo Banco por perdas de capital num conjunto de ativos 'tóxicos' e alienações de operações não estratégicas (caso ponham em causa os rácios de capital da instituição), no máximo de 3,89 mil milhões de euros.

A semana passada foi concretizada já a recapitalização do Novo Banco ao abrigo deste mecanismo em 792 milhões de euros, tendo para isso o Fundo de Resolução pedido emprestado mais 430 milhões de euros ao Estado.

Contudo, mesmo após isto, o Novo Banco ainda poderá requerer mais 3.000 milhões de euros para se recapitalizar nos próximos anos.

Além deste mecanismo de capitalização, no acordo entre o Governo e a Comissão Europeia em que esta aprovou a venda do Novo Banco, o Estado português comprometeu-se com uma intervenção pública direta para recapitalizar o Novo Banco num cenário adverso, caso a instituição precise de capital e os investidores não estejam dispostos a recapitalizá-lo.


in dn online...







in cm economia online...


comentário: 

dantes ainda havia conquilhas (dizia a canção) hoje já nem o mexilhão mexe e cresce... e ainda ontem diziam nas notícias que portugal era o 4º país que nais confiava no governo...?

o tanas...

e onde está o 'pilim' para a ala pediátrica do s. joão...?... na assinatura que falta...?


O ministro das Finanças disse esta quarta-feira que todos os compromissos assumidos aquando da venda do Novo Banco, como a possibilidade de uma futura recapitalização pública direta, visam evitar qualquer cenário de liquidação do banco. "Era preciso garantir que se afastava o cenário de liquidação do Novo Banco e todos os compromissos que o Governo assumiu foram com um objetivo, para preservar a estabilidade financeira em Portugal. Era preciso afastar, mesmo nos piores cenários, o cenário de liquidação do Novo Banco", disse esta quarta-feira Mário Centeno no parlamento, numa audição na comissão de Orçamento e Finanças pedida pelo CDS-PP para que o ministro dê explicações sobre o Novo Banco e a injeção de dinheiro público na instituição. Segundo o governante, o objetivo último do Governo é "afastar o processo de liquidação" do Novo Banco, uma vez que considera que sem isso todo o sistema bancário fica em causa. "As situações de contágio no sistema financeiro são de tal monta que se não estivermos dispostos a fazer tudo para preservar essa estabilidade pomos em rico o sistema financeiro", vincou.

Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/novo-banco-centeno-diz-que-compromissos-do-estado-evitam-liquidacao-mesmo-no-pior-cenario