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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

dicas... a psicossomática dos gastos...!

5 atitudes para garantir o seu futuro financeiro

"Gerir dinheiro não é uma ciência. No entanto, tem muito de emocional. Mexe muito com os nossos sentimentos. Neste artigo vamos apresentar-lhe 5 atitudes para dominar o seu futuro financeiro, quer falemos de crédito ou de investimento. Aproveitamos e desafiamo-lo a partilhar connosco aquelas que são as melhores posturas para poupar e/ou ganhar dinheiro. 
 


Seja humilde
Quem pensa em dinheiro pensa num conjunto de sonhos ou de pesadelos, variáveis que por vezes estão associadas a sentimentos de ganância ou de arrogância. É natural que todos queiram ganhar mais dinheiro e quando nos comparamos acabamos por querer ganhar mais do que os outros. No mundo do dinheiro convém nunca esquecer que o sucesso financeiro não acontece por acaso. Como se costuma dizer, ter sorte dá muito trabalho?

Quando falamos de consumo vemos o comportamento da sociedade dita “desenvolvida” nas últimas décadas. Entrámos numa espiral de consumo e de consumismo (quanto consumo é feito com recurso ao crédito fácil?), muitas vezes ao procurar comparar-nos com os vizinhos, pensando sempre que “a galinha da vizinha é melhor do que a minha”. Por outro lado, ao falarmos de investimento, podemos pensar que se estamos a comprar uma ação ou uma obrigação é porque alguém nos está a vender. Assim, talvez faça sentido perceber porquê…

Seja paciente
A paciência é uma característica extraordinária. Permite-nos tomar decisões ponderadas, sem pressas e distanciados. Quando falamos de paciência e de dinheiro temos de ter sempre presente que a paciência é fundamental para o seu sucesso financeiro. Faz muito bem pelas suas finanças pessoais e é um dos pilares do sucesso. Querer ganhar dinheiro rapidamente leva-nos a assumir riscos que talvez não estejamos preparados para tomar.

Seja desprendido
Quando o dinheiro está investido é um escravo ao seu serviço. Infelizmente, muitas pessoas acabam por inverter o papel e passam a ser escravas do dinheiro. Algumas por necessidade – porque é necessário pagar todos os créditos ou porque simplesmente o dinheiro não chega para as despesas essenciais, outros por consumo e outros ainda por uma postura que na gíria é conhecida por forretice.

Nunca nos esqueçamos que o dinheiro serve para ser gasto, hoje ou no presente e que para ser bem utilizado deve ser enquadrado nas nossas prioridades e no nosso orçamento familiar. Caso contrário vamos viver em função do dinheiro.

Seja disciplinado
Gerir dinheiro envolve alguma cautela e atenção. Envolve tomar decisões ponderadas e seguir um conjunto de regras que facilitam o controlo financeiro. Por exemplo, se falamos de poupar dinheiro devemos controlar com rigor a nossa conta bancária, negociar alguns contratos, ter uma postura permanente de corte de custos… enfim, seguir um conjunto de regras de poupança que vão fazer toda a diferença na sua vida.

Ao falarmos de investimentos, torna-se fundamental perceber que sem disciplina transformamos o ato de investir no ato de jogar. Assim, regras como a diversificação, o pensamento no longo prazo, o conhecimento dos produtos… são essenciais para ganhar dinheiro nos investimentos.

Mantenha a calma
Uma última postura essencial para ter sucesso financeiro consiste em manter a calma. Vamos ter sempre momentos de euforia e momentos de pânico. Momentos em que somos pressionados para consumir, para pedir crédito, para investir em determinado produto… e torna-se importante perceber que temos de seguir os planos e o caminho que traçamos anteriormente para atingir os nossos objetivos financeiros
."

João Morais Barbosa
Reorganiza

domingo, 6 de dezembro de 2015

coisas da educação... sondagem [resultados e comentário]... 'quais devem ser as prioridades do novo ministro da educação?'... no com regras...!

Resultados da Sondagem: Quais devem ser as prioridades do novo Ministro da Educação?

by Alexandre Henriques
Prioridades

Prioridades

Paulo GuinoteA dispersão das respostas nesta sondagem demonstra até que ponto é complicado encontrar um denominador comum minimamente alargado para uma política pela positiva na área da Educação. Sendo que é relativamente pacífico encontrarmos aquilo a que nos opomos, já é bem mais problemático encontrar 3 ou 4 medidas que consigam congregar uma relativa unanimidade e muito menos uma consonância com as agendas políticas. Basta ver como, entre quase 1500 respostas, apenas 2,9% se revela preocupado com a necessidade de reduzir o número de exames, que foi a primeira prioridade da nova maioria parlamentar de apoio ao novo governo. Uma minoria muito aguerrida e vocal nem sempre corresponde ao sentir da maioria. Assim como uma maior autonomia das escolas, grande causa comum dos governos liderados por PS e PSD nas últimas décadas tem um eco diminuto no sentir dos professores (2,7% das respostas a este inquérito) quanto ao que poderia melhorar o funcionamento das organizações escolares.
Assinalada esta desconformidade entre agendas políticas de quem decide e legisla e as prioridades sentidas por quem tem a obrigação de executar, passemos para uma proposta muito pessoal de prioridades que coincide apenas parcialmente com as respostas mais frequentes dos inquiridos. Vou dividi-la em três planos: o dos alunos e famílias; o dos professores e o das organizações escolares.
No plano dos alunos e famílias, julgo que a redução do número de elementos por turma é essencial para potenciar uma melhoria das aprendizagens, pois permite um ambiente em sala de aula à partida mais calmo e que possibilita mais tempo para cada aluno se expressar, colocar as suas dúvidas e interagir com o professor. A medida, quantas vezes apresentada como corporativa e apenas como vantajosa para os professores, deveria ser uma prioridade das organizações parentais, quantas vezes mais interessadas apenas no seu papel institucional e em idas a reuniões e muito menos no que é essencial para que as aulas decorram nas melhores condições. Ainda em defesa dos alunos, considero de elementar justiça que se faça uma pausa nos experimentalismos curriculares e programáticos, com efeitos directos num outro aspecto que é a do mercado dos manuais escolares e materiais de apoio. É essencial estabilizar o currículo e os programas das disciplinas, terminando de vez com lutas feudais em disciplinas como a Matemática e o Português ou as iniciativas demagógicas em torno do ensino do Inglês. É tempo do Ministério da Educação ganhar a capacidade de estar acima dos grupos de pressão e funcionar como regulador e não como actor parcial.
No plano dos professores, estranho que os docentes atribuam tão pouco valor a uma reforma do Estatuto da Carreira Docente, embora isso se possa dever a um justificado receio com base no que se passou na última década: para pior, antes assim. Mas acho que seria importante que o ECD passasse, pelo menos, a ser letra viva quanto a um plano de carreira que ficou congelado e sem qualquer perspectiva de aquecimento global. Já o regresso a um modelo de concurso com regras unificadas e transparentes, admitindo poucas excepções, seria se elementar justiça para evitar distorções graves em matéria de eventos “extraordinários” ou concursos de oferta de escola que mais parecem o faroeste durante a corrida ao ouro. Não me parece que outras iniciativas sejam mais importantes, mais parecendo que, em certos momentos, existem “lutas” que passam muito ao lado do que é mesmo relevante, para dar aparência de “movimento”.
Quanto às organizações escolares, parecem-me fundamentais duas medidas que, elas sim, representariam um enorme ganho em termos de funcionamento: a primeira delas seria a travagem do processo paradoxal de fragmentação nacional do sistema de ensino em combinação com a híper-centralização local da rede escolar. Traduzindo… é importante parar com a municipalização da gestão escolar antes de se ter uma avaliação séria das primeiras experiências (o que não se faz num par de anos), assim como reverter a dramática amputação da rede escolar de primeiro ciclo, factor adicional de desertificação de muitas zonas do país e origem de novos mecanismos de desigualdade de oportunidades. Uma segunda medida seria a flexibilização do modelo interno de gestão escolar, acabando com a solução única da direcção unipessoal, permitindo às escolas públicas uma liberdade organizacional que existe nas escolas privadas que alguns de apresentar como modelos de boas práticas e de sucesso.
Por fim… uma parágrafo quase curto sobre a nova equipa ministerial, em ligação às sondagens anteriores. Do novo ministro pouco sei, apenas achando que este não é um cargo muito apropriado para se fazerem aprendizagens em exercício. Quando à secretária de Estado adjunta (Alexandra Leitão), após ver uma sua intervenção pública sobre Educação, fiquei convencido que é uma opção de casting equiparável à da secretária de Estado inicial de Nuno Crato (Isabel Santos Silva), ou seja, alguém com umas ideias muito gerais sobre tudo isto; resta, pois, O secretário de Estado João Costa, o único elemento do círculo mais restrito de conselheiros de António Costa com conhecimentos sobre Educação. Parece-me pouco, embora se adivinhem tempos mais calmos na contestação sindical, que deve voltar à cordialidade real dos tempos de Isabel alçada/Alexandre Ventura, com declarações públicas tão inflamadas como inconsequentes perante o diktat dos comités centrais.

 via mensagem do com regras...

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

perguntas e respostas... no sol [para quem compra, que eu não...] sem ligação...!

"Acredita que isso – aliado à revisão curricular – pode deixar sem emprego muitos dos docentes contratados?

Sim embora à situação de desemprego se deva acrescentar a situação de subemprego em horários incompletos (algo já sensível nos dois últimos anos), podendo existir um número de professores contratados enganador em relação às horas efectivamente leccionadas. É o caso, por exemplo, de professores contratados para ocupar o lugar de aposentados que tivessem redução da componente lectiva.

Para além disso, está ainda por esclarecer como serão absorvidos os professores dos quadros atingidos pela reforma curricular, nomeadamente de EVT mas não só, pois não existirão vagas em praticamente lado nenhum, por serem os cortes comuns em todo o lado."


e mais... aqui.

e deixo um esquema que permite 'perceber' [melhor] as subtilezas  das prioridades... da coisa...!

 daqui.