Mostrar mensagens com a etiqueta fne. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fne. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
terça-feira, 16 de outubro de 2018
sábado, 13 de outubro de 2018
quinta-feira, 21 de junho de 2018
sexta-feira, 4 de março de 2016
como tive que me pôr em dia com muitos e variados assuntos, deixo algumas ligações com interesse educacional...
Escola de corpo inteiro
Dicas para ajudar os Pais a lidar com os TPC dos miúdos
Dizer palavrões e tratar por tu “é fixe”, meu
Da dificuldade...
PROFESSORES LUSOS by Ricardo Montes /
...em compreender o sítio virtual do Ministério da Educação
(sim... eu sei que é herdado do anterior governo), onde não existe
sequer um organograma da estrutura ministerial e faltando o mínimo para
que o comum dos mortais saiba a que organismo recorrer sempre que seja
necessário obter esclarecimentos.
Embora suspeite que esta ausência de organização se deva à tradicional promoção política nacional do "povo ignorante", julgo que não ficaria nada mal ou implicaria grandes custos fazerem algo em condições. É que esta coisa dos sítios minimalistas e repletos de publicidade governamental já chateia.
Embora suspeite que esta ausência de organização se deva à tradicional promoção política nacional do "povo ignorante", julgo que não ficaria nada mal ou implicaria grandes custos fazerem algo em condições. É que esta coisa dos sítios minimalistas e repletos de publicidade governamental já chateia.
Deste modo, e mesmo sabendo que irão faltar links, deixo-vos com alguns sítios virtuais úteis:
via feedly...
2016-03-03
Após aprovação em reunião do
Secretariado Nacional da FNE, realizada a 2 de março, foi remetido ao
Ministério da Educação um documento que integra os contributos da FNE
para a organização do ano letivo 2016/2017.
Com estas propostas, a FNE pretende
garantir que o diploma que se encontra em preparação seja ajustado às
necessidades das escolas, mas respeitando o tempo de trabalho dos
professores. As regras para a atribuição do número de turmas a cada
professor e o número de alunos por turmas são outras das questões que
nos mereceram atenção na proposta.
O documento
remetido ao ME solicita ainda que o diploma clarifique a necessária
redução do tempo de trabalho para os técnicos superiores, assistentes
técnicos e assistentes operacionais que integram os órgãos do
agrupamento/escola não agrupada.
via fne...
25 fev 2016 - 16:40
“Por uma Escola Democrática”
No próximo dia 12 de março, a FENPROF realiza em Lisboa, um Encontro
Nacional sobre a administração e gestão das escolas. A iniciativa
decorrerá no auditório da Secundária D. Pedro V, em Sete Rios, entre as
10h e as 13h00 e tem como lema “Por uma Escola Democrática”.
para
o qual poderão inscrever-se docentes e investigadores, sendo dada
preferência na inscrição aos associados nos sindicatos da Federação,
limitada à lotação das instalações.
Esta
iniciativa que se iniciará às 10.00 horas na Escola Secundária D. Pedro
V, em Lisboa, terá como dinamizadores do debate, que se estenderá a
todos os participantes, Licínio Lima, docente e investigador da
Universidade do Minho, e Manuela Mendonça, do Secretariado Nacional da
FENPROF. Mário Nogueira, Secretário Geral, encerrará e concluirá sobre
os trabalhos deste Encontro.
A
FENPROF realiza esta iniciativa, no quadro da necessária reversão do
processo de destruição da Escola Democrática, imposto nas últimas duas
décadas pelos sucessivos governos, avaliando esta matéria como sendo
determinante para a melhoria da qualidade de ensino e das aprendizagens e
das condições de trabalho, designadamente dos professores e educadores.
Para
a FENPROF, como referem os vários documentos e resoluções que tem
aprovado sobre esta matéria, é fundamental que a gestão das
escolas/agrupamentos seja democrática como suporte do próprio regime.
Nesse sentido, a FENPROF defende a elegibilidade de todos os órgãos e o
fim da existência de órgãos unipessoais, ao mesmo tempo que pretende que
um novo modelo de gestão fomente a participação de toda a comunidade
educativa nas tomadas de decisão, devendo, nela, os docentes, ter um
papel determinante.
Por
outro lado, sendo a escola um espaço em que a Educação é a razão da sua
existência, a FENPROF defende que os actos de gestão e administração
das escolas tenham um carácter preferencialmente pedagógico, devendo o
processo administrativo apoiar as medidas de ordem científico-pedagógica
que tenham de ser tomadas.
Para
a FENPROF, a descentralização da administração educativa e a atribuição
de autonomia às escolas/agrupamentos é essencial, pelo que se propõe,
com este encontro lançar as bases para um amplo debate nacional, em que a
sua proposta de modelo de administração e gestão deverá,
obrigatoriamente, estar incluída.
via fenprof...
Etiquetas:
actualidades,
blogues,
educação,
fenprof,
fne,
fontes,
gestão e administração escolar,
sítios institucionais,
tpc
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
domingo, 6 de dezembro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
leitura [educação]... roteiro para a legislatura 2015 - 2019 [ugt e fne]... via portal da fne...!
Etiquetas:
confederações sindicais,
consulta,
documentos,
educação,
eleições legislativas,
federações sindicais,
fne,
sítios institucionais
sábado, 12 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
dos concursos de professores [listas]... o que disse a fne...!
FNE diz ser preocupante haver mais de mil professores sem componente letiva
2015-08-28
A Federação Nacional da Educação (FNE) considerou hoje
preocupante que tenham sido identificados mais de mil professores sem
componente letiva, no âmbito das listas de colocação de docentes
divulgadas ao início da tarde.
De acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Educação e
Ciência (MEC) ficaram por colocar 373 professores de carreira dos
Quadros de Agrupamento e de Escola sem componente letiva e 821 dos
Quadros de Zona Pedagógica, números que a tutela espera ver reduzidos
nas próximas semanas com o desenvolvimento de outros procedimentos de
colocação.
" É certo que a totalidade das necessidades não fica preenchida, pelo
que a FNE considera indispensável que nos próximos dias seja possível,
através dos restantes mecanismos de contratação, proceder à colocação de
professores, que em muitos casos estão no sistema há muitos anos",
lê-se num comunicado emitido pela estrutura sindical.
A FNE diz ainda lamentar que o ministério desperdice recursos, ao não
enquadrar professores qualificados e com muitos anos de serviço.
"É igualmente fundamental que o MEC assuma por inteiro a sua
responsabilidade de garantir que todos os alunos terão direito aos seus
professores desde o primeiro dia de aulas", acrescenta a FNE na posição
divulgada após serem conhecidos os resultados dos concursos para
contratação inicial e mobilidade interna de professores.
Num total de 13.130 docentes de carreira que entraram no concurso da mobilidade interna, foram colocados 11.936.
Em 25.296 candidatos a contratação inicial, foram colocados 2.833
professores em vagas consideradas necessidades transitórias das escolas.
Houve ainda 1.434 candidatos a renovação do contrato, dos quais 949 conseguiram manter o vínculo.
No âmbito das chamadas necessidades transitórias das escolas foram,
assim, colocados 3.782 docentes a contrato, segundo os resultados hoje
apresentados.
Por se tratar de ano de concurso interno e externo, todos os
professores dos Quadros de Zona Pedagógica (QZP) tiveram de concorrer, o
que se refletiu num número mais elevado de horários pedidos pelas
escolas, aumento que o ministério atribui também à diversificação das
ofertas educativas.
Os diretores escolares pediram o preenchimento de 17.850 horários, ficando agora resolvida a situação de 15.718 horários.
Os restantes, segundo o ministério, serão quase todos absorvidos
pelos procedimentos concursais que se seguem, nomeadamente a Bolsa de
Contratação de Escola (BCE), destinada às escolas TEIP (Territórios
Educativos de Intervenção Prioritária), havendo ainda duas reservas de
recrutamento para situações que surgem no início do ano letivo,
resultantes da substituição de docentes por doença ou maternidade.
AH //GC
Lusa/fim
via portal da fne...
Etiquetas:
colocações,
concursos de professores,
educação,
federações sindicais,
fne,
lista,
professores,
sítios institucionais
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
a começar o dia... extasiado com tamanha liberalidade educativa...!
""Ao Estado cabe atribuir uma parcela significativa do seu Orçamento para a Educação, de forma que esta atinja, pelo menos, 6% do PIB. Esta parte do Orçamento deve garantir o desenvolvimento equilibrado de todos os setores da Educação", lê-se no documento sindical.
Em declarações à Lusa, a dirigente da FNE, Lucinda Dâmaso reconheceu que este é um valor que nunca foi atingido -- de acordo com dados da Pordata, foi em 2002 que a percentagem do PIB para financiar a Educação atingiu o valor mais alto, com 5,1% -, mas necessário para "uma educação de qualidade" para todos.
"Entendemos que é um investimento, não um custo, tudo o que estamos a pedir. É uma questão de opções. Entendemos que a Educação já teve cortes muito elevados, nestes últimos quatro anos e parece-nos que é altura de o futuro Governo se virar para políticas exequíveis e que deem frutos no futuro", disse.
Sobre a Prova de Avaliação de Capacidades e Conhecimentos (PACC) dos professores, executada pelo atual ministro, Nuno Crato, após ter chegado a acordo com a FNE para reduzir o universo de aplicação, a federação vem agora defender a sua "eliminação", sublinhando que "sempre discordaram do princípio" subjacente à prova, e que o acordo permitiu que mais de 25 mil professores fossem obrigados a fazê-la.
"A nossa posição foi sempre de rejeição da PACC, desde que ela foi instituída pela ministra Maria de Lurdes Rodrigues", afirmou Lucinda Dâmaso.
A FNE defende, no documento, de forma genérica, que a alteração dos currículos do ensino básico e secundário não seja feita com base em objetivos de poupança com a despesa em Educação, como tem acontecido, acusam, nos últimos anos.
Concretamente, a federação sindical quer que a oferta do pré-escolar possa ser alargada aos primeiros meses de vida das crianças, e que o ensino do inglês possa começar logo no 1.º ano do 1.º ciclo, defendendo que a introdução desta língua estrangeira no 3.º ano, a partir do próximo letivo, "já foi um passo muito significativo".
A FNE pretende ainda recuperar a Educação Tecnológica para o 3.º ciclo do ensino básico, uma medida a pensar no grupo de professores que ficou sem colocação nas escolas, depois de a disciplina ser extinta dos currículos, mas também porque consideram "um erro ter abolido esta disciplina" na formação dos alunos.
O Roteiro para a Legislatura 2015-2019 quer ainda responsabilizar famílias e encarregados de educação pelo comportamento dos alunos, admitindo que "é uma situação complexa" e que o principal objetivo é a aposta na prevenção, que permita evitar a aplicação de medidas aos pais.
Admitem, no entanto, que seria importante criar algo semelhante a uma "escola de pais", que favorecesse o trabalho "a montante", para evitar situações graves e comportamentos que prefiguram crimes, envolvendo equipas multidisciplinares dentro das escolas, de apoio a alunos e pais.
Entre outras medidas do Roteiro, que a FNE quer trabalhar com o próximo Governo, constam ainda a "revogação do regime de requalificação profissional como método de gestão dos recursos humanos da Administração Pública", concursos para funcionários não docentes das escolas e concursos anuais para técnicos especializados, como psicólogos, a realizar no final de cada ano letivo, e não no início, para permitir a sua "colocação atempada".
Para a FNE, as Atividades de Enriquecimento Curricular, que atualmente podem ser geridas pelas escolas ou pelos municípios, devem ser da responsabilidade exclusiva dos estabelecimentos de ensino.
Para o superior, a estrutura sindical mostra sobretudo preocupação com as carreiras dos docentes, defendendo o fim das restrições orçamentais que impedem a sua progressão.
Defende ainda uma reorganização da rede do ensino superior que não implique o encerramento de instituições, sobretudo no interior do país."
no notícias ao minuto, em linha...
comentário:
em parte já inscrito na imagem e voltarei mais tarde ao citado roteiro.
Etiquetas:
agregador de notícias,
educação,
federações sindicais,
fne,
notícia,
orçamentos de educação,
políticas públicas,
proposta,
título
segunda-feira, 6 de julho de 2015
informações [educação]... segurança e saúde no trabalho [inquérito]... via fne...!
II Inquérito Europeu sobre Riscos Novos e Emergentes
2015-06-26
A Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho
(EU-OSHA) lançou o Segundo Inquérito Europeu às Empresas sobre Riscos
Novos e Emergentes (ESENER-2), que questiona os «que mais sabem» sobre
segurança e saúde nas empresas relativamente à forma como os riscos para
a segurança e saúde são geridos nos seus locais de trabalho, com
especial destaque para os riscos psicossociais, ou seja, o stresse, a
violência e o assédio relacionados com o trabalho.
Foi objeto de inquérito um total de 49 320 empresas - de todos os
setores de atividade e empregando pelo menos cinco trabalhadores - nos
36 países abrangidos: a UE-28, bem como a Albânia, a Islândia, o
Montenegro, a antiga República jugoslava da Macedónia, a Sérvia, a
Turquia, a Noruega e a Suíça.
Com a intenção de aprofundar esta informação e desenvolvido com o
apoio dos governos e dos parceiros sociais a nível europeu, o ESENER-2
tem como objetivo ajudar os locais de trabalho em toda a Europa através
de uma melhor compreensão das suas necessidades de apoio e de
competências especializadas, bem como da identificação dos fatores que
incentivam ou dificultam a ação.
Para uma análise mais aprofundada sobre o teor e as principais conclusões deste estudo clique AQUI
terça-feira, 23 de junho de 2015
(da) organização do ano lectivo... o que diz a fne...?
FNE diz que despacho para novo ano letivo não resolve sobrecarga de trabalho
2015-06-22
A Federação Nacional da Educação (FNE) criticou hoje o despacho
de organização do ano letivo, considerando-o insuficiente em matérias
como o respeito pelo tempo de trabalho individual dos professores.
Para a FNE, os docentes continuam a estar sujeitos a um "excesso de tarefas burocráticas".
A federação sindical considera que o novo despacho se encontra muito
próximo do anterior e "não consegue resolver" a questão das tarefas
burocráticas, que "diariamente diminuem o tempo de trabalho" dos
professores.
"Continua a não estar garantido que todas as atividades com alunos se
enquadram na componente letiva", afirma a estrutura sindical,
sublinhando que o despacho "não resolve o problema da sobrecarga de
trabalho que continua a marcar a atividade docente".
A FNE critica também que não seja plenamente contemplado como tempo
de trabalho o tempo que o professor gasta nas deslocações entre escolas
do mesmo agrupamento.
A federação pretendia também que fosse considerado tempo letivo de
trabalho, o tempo que os professores passam a vigiar os alunos no
recreio.
A diminuição do número de alunos por turma e limitação de turmas a
atribuir a cada professor são outros aspetos que a FNE gostaria de ver
no diploma.
A regulação do número máximo de horas semanais destinadas a reuniões
de escola e a atribuição de mais horas de redução aos professores que
desempenham cargos de coordenação e gestão intermédia das escolas são
matérias que a FNE lamenta não ver no despacho.
"A FNE continua a considerar que as exigências de disponibilidade
para o exercício da função docente, com respeito por adequadas condições
de exercício profissional, não foram integramente salvaguardadas de
novo neste documento", lê-se no comunicado emitido pela estrutura
sindical.
O Ministério da Educação enviou na quinta-feira para publicação em
Diário da República o despacho de organização do próximo ano letivo, que
a tutela afirma ser um documento de continuidade, face aos normativos
anteriores, dando ênfase à autonomia das escolas.
AH//GC
Lusa/fim
Etiquetas:
crítica,
divulgação,
educação,
federações sindicais,
fne,
informação,
organização do ano lectivo,
sítios institucionais
terça-feira, 9 de junho de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
coisas da (des)educação (?)... (d)a informação e (d)a contra-informação... 1
Só a FNE foi capaz de defender os professores do Particular
2015-05-25
"Há cerca de um ano a FNE e os seus sindicatos salvaguardaram os
legítimos interesses laborais dos educadores e professores do Ensino
Particular com o novo Contrato Coletivo de Trabalho então aprovado. O
documento foi resultado de um intenso trabalho de negociação de um novo
CCT para o Ensino Particular e Cooperativo, na sequência da sua denúncia
pela Associação dos Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo
(AEEP).
O acordo rubricado traduziu-se na salvaguarda da discricionariedade
que resultaria da caducidade do anterior e consequente inexistência de
regulação das relações laborais nos estabelecimentos do Ensino
Particular e Cooperativo.
Seguiu-se uma campanha de desinformação levada a cabo por outros e
que um ano depois resulta com que 30 por cento dos professores deste
subsistema fiquem agora desprotegidos e apenas regulados pelo Código do
Trabalho.
Afinal, quem defende quem?
Reconhecendo que o novo acordo continha matérias que não
correspondiam às nossas reivindicações, a verdade é que com o novo CCT
os professores não ficavam à mercê das arbitrariedades patronais e
ficavam salvaguardados em matérias tão relevantes como o desenvolvimento
das suas carreiras, regulação de tempos de trabalho e relações
laborais.
Numa manifesta campanha de desinformação, a Fenprof, sem se preocupar
com as consequências que esta atitude autista determinava para os
educadores e professores, incentivou os seus sócios e muitos outros
professores a não aderir ao mesmo e teceu as mais duras críticas ao
papel que a FNE desenvolveu em prol dos seus associados.
Volvido cerca de um ano e falhados todos os expedientes legais para
adiar o inevitável, a Fenprof viu o seu CCT caducado este mês, com
prejuízo irreparável para os seus associados e para muitos professores
que foram atrás da ilusão vendida em campanhas insultuosas contra a FNE
Estão agora os educadores e professores não aderentes ao CCT da FNE,
publicado em 15 de julho de 2014, desprotegidos e apenas abrangidos pelo
Código do Trabalho com todas as consequências que isso determina.
Nomeadamente a ausência de uma carreira e correspondentes remunerações,
sem progressão; a não contagem do tempo de serviço para carreira;
vencimentos arbitrários fixados pela entidade patronal; caminho aberto
para a fixação de quarenta horas de trabalho semanal; banco de horas
fixado pelo Código de Trabalho no estabelecimento e sem qualquer
distinção entre componente letiva e não letiva; para além de muitos
outros aspetos relativos às condições de trabalho.
A FNE não pode deixar de lamentar esta situação que conduziu os
professores a um beco sem saída. Esta atitude irresponsável revela que a
preocupação da Fenprof não foram os docentes, mas a contestação pela
contestação.
As lutas e a contestação são importantes quando se traduzem em
resultados positivos, não quando são estéreis e enclausuram os
principais visados em redutos intransponíveis, como foi o caso.
E agora?
Porto, 25 de maio de 2015"
via fne...
Etiquetas:
comunicado,
contratação colectiva,
divulgação,
educação,
federações sindicais,
fne,
informação,
professores,
sítios institucionais
sábado, 23 de maio de 2015
à atenção dos professores.... educação e tic [participe]... via fne...!
Inquérito online sobre acesso a conteúdos digitais
2015-05-21
A maioria dos alunos e professores europeus acedem a trabalhos
que estão disponíveis em formato digital (textos digitais, gravações de
áudio, vídeos, software e outros) nas suas atividades de aprendizagem e
ensino. Esses documentos são utilizados na sala de aula, em casa e na
aprendizagem à distância.
Alguns desses documentos estão protegidos pelos direitos de autor e
muitas vezes são de difícil acesso e utilização. A Comissão Europeia
está interessada em saber quais são os tipos de trabalho mais utilizados
no quotidiano das atividades de aprendizagem e ensino, a forma como
acedidos a estes documentos e quais as restrições, obstáculos e
incertezas com que se confrontam estudantes e professores.
Para o efeito tem disponível um inquérito online que deverá ser
respondido por todos aqueles que de alguma forma acedem a conteúdos em
formato digital. O inquérito é curto e pode ser respondido em poucos
minutos. Está disponível em várias línguas e para responder basta aceder
através deste link:
terça-feira, 21 de abril de 2015
das listas [concursos]... o que diz a fne...!
LISTAS GRADUADAS DE CONCURSOS DE DOCENTES PROVAM QUE
O MEC OPTOU PELA INJUSTIÇA
O MEC OPTOU PELA INJUSTIÇA
Com
a divulgação da lista graduada de candidatos aos concursos de docentes
para 2015/2016, fica provado o que a FNE sempre denunciou, isto é, que a
designada “norma-travão”, em vez de resolver as questões de injustiça,
vem antes agravá-las.
Com efeito, o que se prepara para acontecer é
que nem um milhar de docentes será integrado nos quadros a partir de 1
de setembro de 2015. Mas, o que traz mais gravidade e injustiça à
situação é que muitos dos que vão entrar nos quadros têm menos tempo de
serviço do que muitos milhares com muitos mais anos de serviço
A
FNE sempre defendeu o pleno cumprimento da lei e das diretivas
comunitárias, em termos de direito à vinculação para os docentes que
reúnem três ou mais anos de contratos de ano inteiro. Estão, aliás, nos
Tribunais Administrativos de Lisboa, Beja e Porto, ações que visam
garantir este direito, admitindo-se que possa haver a curto prazo algum
desfecho em relação a elas.
A FNE discordou dos limites que o MEC
estabeleceu, na legislação de concursos, quanto à definição dos
critérios a que passaria a obedecer o direito a uma vinculação
“automática”. Foi essa uma das razões que impediu que houvesse acordo
aquando da negociação desta matéria. Já nessa altura a FNE denunciava o
facto de uma tal situação provocar injustiças relativas da maior
gravidade. O MEC preferiu não ouvir a argumentação da FNE e manteve a
sua posição.
O que agora é perfeitamente visível, através da
publicitação das listas graduadas, é que se prova que as injustiças são
gritantes.
A FNE reunirá amanhã o seu Secretariado Nacional e
apreciará esta situação, determinando as ações que forem necessárias, em
complemento das que já estão em curso em sede de Justiça.
Porto, 21 de abril de 2015 quarta-feira, 8 de abril de 2015
terça-feira, 31 de março de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
continuando o dia... perfeitamente aparvalhado, perante a habitual desfaçatez...!
2015-03-24 às 21:23
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA
"O Ministério da
Educação e Ciência tem vindo progressivamente a implementar um conjunto
de medidas no ensino da língua inglesa de forma a atingir um maior
domínio desta língua pelos alunos portugueses e, simultaneamente,
garantir uma maior homogeneidade no seu ensino. Entre essas medidas
destaca-se o teste preliminar de Inglês (Preliminary English Test, PET).
No sentido de proceder a uma avaliação externa sistemática e
continuada da proficiência dos alunos e na sequência do sucesso do Key
for Schools, no ano letivo de 2013-2014, foi decidido aplicar, no ano
letivo 2014-2015, o PET, que avalia a leitura e a compreensão da
leitura, a compreensão oral e a produção oral e ainda atribuir uma
certificação de proficiência linguística reconhecida internacionalmente,
de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência (QECR).
No presente ano letivo foi estabelecido, à semelhança do ano
anterior, um programa de formação que tem por objetivo garantir altos
padrões de qualidade no processo de classificação do PET, nomeadamente
através do contacto com o tipo de prova e de itens que serão aplicados,
contribuindo para a aferição de critérios de classificação.
Na sequência de contactos do IAVE com o Cambridge English Language
Assessment da Universidade de Cambridge, o MEC decidiu rever o
Regulamento de Aplicação, Classificação e Certificação do Preliminary
English Test, no que se refere à formação e certificação dos professores
classificadores, tendo em conta que o Cambridge English Language
Assessment reconheceu, em 2014, a grande qualidade do trabalho dos
professores portugueses.
Hoje, o MEC reuniu com a Federação Nacional da Educação para debater o
processo de aplicação do PET e informou ter tomado as seguintes
decisões possíveis de concretizar depois de vários contactos com a
Universidade de Cambridge, e que vão ser transportadas para o
regulamento desta prova:
- A componente do teste, na formação dos professores classificadores passa a ser facultativa;
- A formação obtida pelos professores classificadores será certificada pelo Conselho Cientifico Pedagógico da Formação Continua, na sequência de processo de acreditação já solicitado pelo IAVE;
- Os resultados, para quem quiser fazer o teste final da formação, não são tornados públicos, não têm caráter eliminatório, nem constituem impeditivo de participação nos processos de aplicação;
- Os professores classificadores que voluntariamente fizerem o teste final da formação terão uma certificação validada pelo Cambridge;
- A quem não fizer o teste final da formação será atribuído o respetivo certificado de formação acreditada, uma vez completadas as restantes componentes da formação;
- Será alargado o período de dispensa da componente não letiva de estabelecimento de oito para doze dias (alínea c) do artigo 15.º do Anexo ao Despacho n.º 2179-B/2015), para os que forem classificadores das componentes Writing Examiner e Speaking Examiner, além da dispensa da componente não letiva de estabelecimento durante o período em que decorre a aplicação do teste PET;
- A dispensa da componente não letiva de estabelecimento após o período de aplicação do teste PET pode ser solicitada pelos professores classificadores logo após a conclusão do mesmo;
- O despacho de organização do próximo ano letivo terá em conta a possibilidade de ser definida pelas escolas uma compensação de caráter anual para todos os professores classificadores de provas no ensino básico e secundário.
Perante estas informações, a FNE decidiu desconvocar a greve que consta do pré-aviso emitido no dia 23 de março."
via portal do governo... aqui.
Etiquetas:
acordo,
comunicado,
educação,
ensino básico,
equívocos,
exames nacionais,
fne,
greves,
línguas estrangeiras,
mec,
portal do governo,
professores classificadores
Subscrever:
Comentários (Atom)






