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sexta-feira, 4 de março de 2016

como tive que me pôr em dia com muitos e variados assuntos, deixo algumas ligações com interesse educacional...

Escola de corpo inteiro

 

Dicas para ajudar os Pais a lidar com os TPC dos miúdos

 

Dizer palavrões e tratar por tu “é fixe”, meu

 

Da dificuldade... 

PROFESSORES LUSOS by Ricardo Montes  /

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...em compreender o sítio virtual do Ministério da Educação (sim... eu sei que é herdado do anterior governo), onde não existe sequer um organograma da estrutura ministerial e faltando o mínimo para que o comum dos mortais saiba a que organismo recorrer sempre que seja necessário obter esclarecimentos.

Embora suspeite que esta ausência de organização se deva à tradicional promoção política nacional do "povo ignorante", julgo que não ficaria nada mal ou implicaria grandes custos fazerem algo em condições. É que esta coisa dos sítios minimalistas e repletos de publicidade governamental já chateia.

Deste modo, e mesmo sabendo que irão faltar links, deixo-vos com alguns sítios virtuais úteis:










 
 
via feedly...
 
 
 
2016-03-03
 
 
Propostas para organização do ano letivo remetidas ao ME
 
 
Após aprovação em reunião do Secretariado Nacional da FNE, realizada a 2 de março, foi remetido ao Ministério da Educação um documento que integra os contributos da FNE para a organização do ano letivo 2016/2017.
 
Com estas propostas, a FNE pretende garantir que o diploma que se encontra em preparação seja ajustado às necessidades das escolas, mas respeitando o tempo de trabalho dos professores. As regras para a atribuição do número de turmas a cada professor e o número de alunos por turmas são outras das questões que nos mereceram atenção na proposta.
O documento remetido ao ME solicita ainda que o diploma clarifique a necessária redução do tempo de trabalho para os técnicos superiores, assistentes técnicos e assistentes operacionais que integram os órgãos do agrupamento/escola não agrupada.


via fne...


25 fev 2016 - 16:40
 

“Por uma Escola Democrática”


No próximo dia  12 de março, a FENPROF realiza  em Lisboa, um Encontro Nacional sobre a administração e gestão das escolas. A iniciativa decorrerá no auditório da Secundária D. Pedro V, em Sete Rios, entre as 10h e as 13h00 e  tem como lema “Por uma Escola Democrática”. 
para o qual poderão inscrever-se docentes e investigadores, sendo dada preferência na inscrição aos associados nos sindicatos da Federação, limitada à lotação das instalações.
Esta iniciativa que se iniciará às 10.00 horas na Escola Secundária D. Pedro V, em Lisboa, terá como dinamizadores do debate, que se estenderá a todos os participantes, Licínio Lima, docente e investigador da Universidade do Minho, e Manuela Mendonça, do Secretariado Nacional da FENPROF. Mário Nogueira, Secretário Geral, encerrará e concluirá sobre os trabalhos deste Encontro.
A FENPROF realiza esta iniciativa, no quadro da necessária reversão do processo de destruição da Escola Democrática, imposto nas últimas duas décadas pelos sucessivos governos, avaliando esta matéria como sendo determinante para a melhoria da qualidade de ensino e das aprendizagens e das condições de trabalho, designadamente dos professores e educadores.
Para a FENPROF, como referem os vários documentos e resoluções que tem aprovado sobre esta matéria, é fundamental que a gestão das escolas/agrupamentos seja democrática como suporte do próprio regime. Nesse sentido, a FENPROF defende a elegibilidade de todos os órgãos e o fim da existência de órgãos unipessoais, ao mesmo tempo que pretende que um novo modelo de gestão fomente a participação de toda a comunidade educativa nas tomadas de decisão, devendo, nela, os docentes, ter um papel determinante.
Por outro lado, sendo a escola um espaço em que a Educação é a razão da sua existência, a FENPROF defende que os actos de gestão e administração das escolas tenham um carácter preferencialmente pedagógico, devendo o processo administrativo apoiar as medidas de ordem científico-pedagógica que tenham de ser tomadas.
Para a FENPROF, a descentralização da administração educativa e a atribuição de autonomia às escolas/agrupamentos é essencial, pelo que se propõe, com este encontro lançar as bases para um amplo debate nacional, em que a sua proposta de modelo de administração e gestão deverá, obrigatoriamente, estar incluída.

 

 via fenprof...

 

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

'primus minister habemus et habebimus ... gubernationis'...?

nota -
eventuais erros de tradução são culpa exclusiva do google tradutor, pois eu não sou especialista em latim...



pode mudar uma carranca mas a cena é similar... revisitações.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

parece que é novidade... começam as rondas políticas...?


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05 Out 2015


José Cardoso
POR José Cardoso
Editor Adjunto

 
Cavaco não espera e recebe Passos já, Rio pode ir para o Governo e Costa avança para Congresso

Boa tarde,

Como vai ser o próximo Governo, quem sai e quem entra? O que vai fazer agora o PS? E o resto da esquerda? Quando é que Cavaco Silva entra em campo? É a estas (e outras) perguntas que o Diário de hoje tenta dar respostas, numa edição dominada pelo rescaldo eleitoral.

Para começar, a Ângela Silva e o Filipe Santos Costa escrevem que Rui Rio, cuja candidatura presidencial perdeu gás, pode ser um dos novos rostos do novo Governo, eventualmente na Administração Interna. De saída poderão estar Teixeira da Cruz, Pires de Lima, Nuno Crato, Anabela Rodrigues, Poiares Maduro e Rui Machete.

Embora o novo primeiro-ministro só possa ser nomeado depois do apuramento dos resultados (e os votos da emigração só são contados no dia 14), o Presidente Cavaco Silva vai receber Passos Coelho já amanhã, porque não quer deixar esgotar os prazos constitucionais, como explica a Luísa Meireles.

Do lado dos socialistas fica a saber-se que António Costa vai marcar um Congresso do partido e que os seus críticos pressionam Francisco Assis a avançar na disputa pela liderança. Se ele não avançar, poderá fazê-lo Álvaro Beleza, que já disse que “se não houver melhor” avança ele. A Cristina Figueiredo conta o que se passa dentro do PS.

Mais à esquerda, a Rosa Pedroso Lima diz que começam a reunir-se os estados maiores, enquanto se espera que toque o telefone, com uma chamada do PS, mesmo que um entendimento com os socialistas não esteja em cima da mesa.

Além destes artigos, mostramos como o Bloco de Esquerda fez mais mossa à direita do que o PS, ao tirar-lhe 11 deputados, e o Paulo Paixão faz um rescaldo eleitoral em sete pontos.

Na opinião, o Nicolau Santos escreve sobre “Uma noite dinâmica e uma legislatura curta”, o Daniel Oliveira diz que “Costa perdeu e parece querer continuar a perder” e o Henrique Raposo não tem dúvidas: “A grande derrotada? A comunicação social”.

Boas leituras e um bom resto de dia.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

talvez uma 'nova' maneira de ver as coisas do dia-a-dia...?... vou explorar...

Bom dia, já leu o Expresso Curto Bom dia, este é o seu Expresso Curto
Pedro Santos Guerreiro
Hoje por Pedro Santos Guerreiro
Diretor Executivo
 
26 de Janeiro de 2015
 
Mal-me-quer, bem-me-quer, tudo, pouco ou nada?

Vamos falar da Grécia. Vamos falar do Syriza, que ontem venceu as eleições legislativas, e vamos falar de Alexis Tsipras, novo primeiro-ministro. Vamos falar do medo de uns e da esperança de outros. Vamos falar da Grécia. Vamos a isto.

Bom dia.

O Syriza venceu ontem as eleições gregas, tendo ficado muito próximo próximo do limiar da maioria absoluta.

Na Grécia, cuja economia encolheu 25% em seis anos, a palavra mais ouvida ontem à noite era “esperança”, mas curiosamente a festa popular foi até contida nas ruas. Alexis Tsipras, que o Libération chama hoje em manchete de “o novo rosto da Europa”, disse que esta "é a vitória de todos os povos da Europa que lutam contra a austeridade", enquanto o primeiro-ministro cessante, Antonis Samaras admitiu a derrota saindo "de consciência limpa".

“Pela primeira vez na história da União Europeiuma fa, orça políticdea protesto passa diretamente e em meia dúzia de meses do extremo radical emque se situava para a chefia do governo. A partir daqui, tudo é possível. Para Grécia e para a Europa e os seus líderes.” A citação é de Teresa de Sousa, no Público, que o disse como poucos outros.

Na Europa, a reação variou. Muito. "Os gregos elegeram este domingo a esperança, mas também a incerteza, frente ao medo do futuro e a miséria do presente”, resume o El Pais. O The Guardian vai mais longe: "o passado não mais servirá de guia para o futuro, pelo menos em Atenas, se é que não mesmo na Europa". O diário inglês escreve em manchete que a vitória histórica do Syriza põe a Grécia em rota de colisão com a Europa. O Independent diz exatamente o mesmo. Grécia desafia a troika, sintetiza o El Mundo. Já o Financial Times< /a> escreve que as instituições do euro foram desafiadas. “Será Tsipras um Lula ou um Chávez?”, pergunta o diário financeiro.

Em Portugal, o Bloco de Esquerda embandeirou: "É a vitória da democracia contra a chantagem ". O PS elogiou a grande vitória do partido de esquerda se m nunca aflorar a derrota monumental do “irmão” Pasok, que o El Pais chama de “o titanic socialista”. O PSD felicitou o vencedor sem o mencionar uma só vez.

Bom, e agora? Para já, vale a pena ler o que defende o programa do partido. Foi o que fez o David Dinis no Observador, publicando uma análise que mostra que o Syriza quer mais do que reestruturar a dívida pública: quer reverter muitas medidas do memorando de entendimento com a troika, repondo por exemplo salários, pensões e direitos nas leis laborais.

Para conhecer Alexis Tsipras, 40 anos, pode ler o perfil em que o Ricardo Costa explica “uma das trajetórias mais rápidas e consistentes da política europeia, assente no colapso da classe média, que deixou de ter representação partidária e viu o Estado Social evaporar-se.” Em alternativa releia (ou leia pela primeira vez) o artigo que o próprio Tsipras publicou no El Pais há duas semanas, e que nesta data tem uma outra luz: “A mudança na Europa começa no sul”, dizia ele. Pelos vistos, disse bem.

OUTRAS NOTÍCIAS
Depois da derrota do Porto frente ao Marítimo por 1-0 e da vitória do Sporting frente à académica, também por 1-0, o Benfica joga este noite em Paços de Ferreira. E ficará com uma vantagem histórica sobre o Porto se ganhar: nove pontos.  

Um consultor externo , a Boston Consulting Group, vai avaliar a atuação do Banco de Portugal no caso BES. Fonte: Negócios.

Sócrates teve ontem romaria à porta da prisão de Évora. A Grândola foi cantada. E um humorista provocou os presentes dizendo que Sócrates devia ficar preso toda a vida. Se não fosse a presença da PSP as coisas poderiam ter acabado mal. No Público.

A Bolsa portuguesa foi beneficiada pelo anúncio da "bazuca" do BCE, por causa do euro fraco e por causa da queda do petróleo. Este ano, já ganha mais de 10%, diz o Negócios.

Entre 2008 e 2013, a crise atirou mais de 9 milhões de pessoas para o desemprego na União Europeia, noticia o DN.

O Japão está em choque com a chantagem jiadista. Depois de o primeiro refém japonês já ter sido presumivelmente assassinado, o segundo japonês está em risco. Reportagem da CNN

O Ikea de Alfragide abre hoje as portas sem problemas, depois de ontem ter sido evacuado por causa de uma mensagem errada da central de segurança.

FRASES
“O que aconteceu em Atenas não ficará certamente por Atenas”, David Pontes, no Jornal de Notícias

As eleições gregas vão aumentar a incerteza económica na Europa. É por isso que o Reino Unido tem de agarrar-se ao seu plano, garantindo segurança em casa”, David Cameron, no Twiter  

A Grécia não está sozinha. Devem ser cortadas pela raiz todas as tentativas de isolar o novo governo grego, de o chantagear, de o pressionar.Rui Tavares, Público

A venda da PT, numa assembleia-geral em ambiente de cortejo fúnebre, foi o definitivo toque de finados por aquilo que outrora era a bandeira de um punhado de patriotas: a defesa dos centros de decisão nacional”. Fernando Sobral, Negócios

"A desorganização só entra na direita em termos de comentário político porque a direita nunca se desuniu, a esquerda já", Marcelo Rebelo de Sousa, TVI.

O QUE EU ESTOU A LER
Depois dos ataques em França ao Charlie Hebdo, uma vaga para mudar as leis tem levado a grandes debates. Contra a corrente, o matemático inglês Ray Corrigan vem provar matematicamente que a vigilância maciça não vai travar o terrorismo.  O artigo está na Slate e lê-se até depressa.

E pronto, vamos provavelmente passer grande parte do dia a falar do rescaldo na Grécia, seja no nosso site, seja no Diário. Amanhã, estará aqui o Ricardo Costa para servir o Expresso Curto.

Tenha um bom dia!