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segunda-feira, 13 de julho de 2015

línguas estrangeiras [pet]... comunicado e resultados... via iave...!

Preliminary English Test (PET) 


10 de julho de 2015 
Apresentação dos resultados do Preliminary English Test 


Os resultados do Preliminary English Test (PET) foram divulgados pelo presidente do IAVE, Dr. Helder de Sousa, numa sessão pública realizada no Teatro Thalia, presidida pelo Ministro da Educação e Ciência, Prof. Nuno Crato. 

Na sessão, foi anunciado pelo ministro da Educação que, a partir do próximo ano, o PET deixa de ser um teste de diagnóstico e passa a contar para a avaliação dos alunos do 9.º ano, com um peso na classificação final que será determinado por cada escola, no âmbito da respetiva autonomia. 


Apresentação dos resultados (pdf

Nota de Imprensa (pdf)

exames nacionais [ensino básico 3º ciclo]... resultados, estatísticas e outras informações... via iave e jne...!

9 de julho de 2015
Resultados das provas finais do 3.º ciclo do ensino básico


Comunicado de Imprensa (pdf

Resultados das provas do 3.º Ciclo (pdf

Distribuições de classificação de provas (pdf)



2015

Dados estatísticos das provas finais do 3º ciclo - 1ª Fase - 2015





Dados estatísticos das provas finais dos 1º e 2º ciclos - 1ª Fase - 2015 


Dados estatísticos das inscrições nos exames finais nacionais do ensino secundário - 2015


sexta-feira, 10 de julho de 2015

pois, lá volta [novamente] à carga o putativo candidato a alguma coisa [só pode]... agora [um bocadinho!] mais comedido...?



no cm...


pelas 21:41...
(dos esquecimentos) leituras adicionais: 


sorriamos [educadamente], então...

aí está [de novo] o ferrabrás da (des)educação...

ontem foi notícia... ah, agora sempre conta para a classificação final...?



no cm...

exames nacionais [3º ciclo]... coisas de números...!


via júri nacional de exames...


leitura recomendada:
com o comunicado do mec...

a começar o dia... em estado de 'neutralidade' absoluta...!

a começar o dia... em estado de 'neutralidade' absoluta...!




no público...

no dn...


e deixo o comunicado do governo, sobre este assunto:



"
2015-07-09 às 15:39 
RESULTADOS DAS PROVAS FINAIS DE 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO


Na 1.ª fase das Provas Finais do 3.º Ciclo do Ensino Básico de 2015, obrigatória para todos os alunos internos em condições de admissão, foram realizadas 189 954 provas, referentes às disciplinas de Português (91), de Matemática (92) e de Português Língua Não Materna (93 e 94). 

Este ano, pela primeira vez e à semelhança do que já se verifica nos 4.º e 6.º anos, as Provas Finais do 9.º ano realizam-se em duas fases, proporcionando assim uma nova oportunidade para alguns alunos recuperarem os resultados da sua aprendizagem, após um período de estudo. 

A média das classificações da 1.ª fase é de 58% na disciplina de Português e de 48% na disciplina de Matemática. Comparando com 2014, verifica-se uma subida de três pontos percentuais a Português e uma descida de três pontos percentuais a Matemática. Relativamente às taxas de reprovação, verificou-se uma relativa estabilidade face a 2014, em ambas as disciplinas. 

O Ministério da Educação e Ciência salienta que estes resultados mostram ainda a existência de uma percentagem elevada de alunos com dificuldades significativas nestas disciplinas estruturantes, o que vem confirmar a necessidade de as escolas identificarem cada vez mais cedo essas dificuldades nos primeiros anos do ensino básico, aplicando as medidas de apoio definidas e implementadas pelas escolas desde 2012. 

Analisando as classificações mais elevadas, contudo, verifica-se uma subida de 23 para 26 por cento dos alunos com notas de nível 4 e 5 a Português, e de 26 para 27 por cento a Matemática. O nível 4 corresponde a uma classificação entre os 70 e os 89 pontos e o nível 5 entre os 90 e os 100, numa escala de zero a 100 pontos. 

Na prova de Português observou-se que 77% dos alunos obtiveram uma classificação igual ou superior a 50%, e que metade dos alunos obteve classificação igual ou superior a 50% na prova de Matemática. Verificou-se também, em ambas as disciplinas, uma elevada proximidade entre as classificações internas dos alunos e as classificações obtidas nas Provas Finais, com coeficientes de correlação significativos de 0,78 e de 0,60 a Matemática e a Português, respetivamente. 

No processo de classificação das provas finais do 3.º ciclo estiveram envolvidos 4 557 professores classificadores do 3.º ciclo do ensino básico, cujo empenhado trabalho foi fundamental para um rigoroso cumprimento dos prazos previstos para afixação das pautas. Na totalidade das provas finais do 3.º ciclo do ensino básico estiveram ainda envolvidos cerca de 10 000 docentes vigilantes e pertencentes aos secretariados de exames das escolas, cujo papel e desempenho foi fundamental para que a 1.ª fase tenha decorrido sem problemas de maior. 

As provas finais do 3.º Ciclo do Ensino Básico de 2015 foram realizadas em 1 279 escolas localizadas em Portugal Continental, nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e nas escolas no estrangeiro com currículo português. 

O MEC salienta que as provas de avaliação externa têm como principal objetivo orientar alunos e professores no seu trabalho e, simultaneamente, as escolas, o IAVE e o MEC. A todos cabe uma reflexão, uma análise e uma resposta não precipitada, que conduza a melhorar o ensino destas importantes disciplinas e os seus resultados."


Resultados das Provas do 3.º Ciclo Tipo: PDF, Peso: 101,76Kb

via portal do governo...

quinta-feira, 9 de julho de 2015

à atenção dos professores... informações [educação] via comunicados do mec... inglês [ensino básico] e latim [consulta pública]... no portal do governo...!


comunicados do mec...



2015-07-08 às 13:19 

A partir do ano letivo 2015/2016, o teste de diagnóstico de proficiência em língua inglesa Preliminary English Test (PET), concebido pelo Cambridge... 

Tags: educação, ensino básico, avaliação 


2015-07-06 às 18:06 

O Ministério da Educação e Ciência coloca a partir de hoje em consulta pública a proposta de Metas Curriculares para a disciplina de Latim do Ensino... 

Tags: curriculo, ensino secundário, consulta pública

terça-feira, 12 de maio de 2015

e o que disse a fenprof...

MEC confirma grande adesão dos professores à greve e recorre à pressão ilegítima e à ameaça


O MEC enviou um ofício aos diretores das escolas e agrupamentos, assinado pelo presidente do IAVE e pelo diretor-geral da DGEstE no qual, em tom de notório desespero, procuram criar pressão sobre os professores, esquecendo-se que a sua não participação neste processo se faz no âmbito da greve que foi convocada por sete organizações sindicais de professores.


Neste ofício, IAVE/ DGEstE/ MEC confirmam o insucesso da “convocação” dos professores para formação, primeiro nas capitais de distrito, depois em Lisboa e, por essa razão, ordenam, agora, a diretores que convoquem os “professores classificadores por si designados que não concluíram, até à data, a certificação para as funções de classificador”. No ponto seguinte, refere que “na ausência do docente às sessões para as quais foi regularmente convocado, a Direção deverá agir em conformidade”… seja lá o que isso quer dizer.
MEC/ IAVE/ DGEstE deixam, assim, no ar um tom de ameaça com o “agir em conformidade”, esquecendo-se que a ausência dos professores à formação – como a todas as atividades relacionadas com este exame –, é absolutamente legal, sendo lamentável e execrável que 41 anos após o 25 de Abril de 1974, os dirigentes do IAVE e da DGEstE façam este tipo de pressão ilegítima, revelando não terem, ainda, a democracia consolidada nas respetivas cabeças.
DGEstE e IAVE falam, também, no seu ofício, em “falta de comparência ao serviço” por parte dos professores que, em greve, não realizaram as chamadas “sessões de Speaking”. Ora, não há qualquer “falta de comparência”, há, isso sim, adesão a uma greve convocada para permitir que os professores recusem envolver-se num processo que sai do âmbito das suas funções, que prejudica a sua atividade na escola com os seus alunos (essa sim, essencial para a valorização e promoção da qualidade do ensino e da aprendizagem da língua inglesa) e que se mantém envolto por manto pouco transparente.
Neste ofício, IAVE/ DGEstE/ MEC confirmam ainda que, para este processo, não há limites financeiros, afirmando que quem realizar mais de seis “sessões de Speaking” terá, “a título execional, uma contrapartida financeira” referente ao que designam por “trabalho adicional”, figura “jurídica” criada para este efeito.
Recordam, ainda, os dirigentes da DGEstE e IAVE que a realização das “sessões de Speaking” dá direito a pagamento do transporte e, sublinham, “independentemente da distância percorrida”.
Se dúvidas houvesse, confirma-se o forte impacto da greve dos professores ao “exame Cambridge” e também as dificuldades que IAVE/ DGEstE revelam, quando é posta em causa a sua vontade, em lidar com normas elementares da Democracia.
Por último, a FENPROF saúda os professores, de inglês e não só, que têm participado nesta greve e que, à medida que passam os dias, são cada vez mais.



O Secretariado Nacional da FENPROF
11/05/2015 

devia ser proibido receber 'prémios cráticos'...


no cm em linha...


o comunivado conjunto pode ser lido aqui:

quinta-feira, 7 de maio de 2015

informações [educação]... tic e educação [conferência], biologia e metas curriculares... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 71 – 06/05/2015
Informações Gerais
Este ano completam-se 30 anos após o início do Projeto MINERVA, o projeto de referência para a introdução das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no processo educativo em Portugal. Tendo sido um projeto português, o MINERVA foi também considerado internacionalmente um caso de sucesso de inovação em educação com TIC.
Prosseguindo a linha de promoção, reflexão e divulgação das práticas de inovação e aprendizagem com as TIC, que tem orientado as edições das Challenges, a IX Conferência Internacional de TIC na Educação – Challenges 2015 inspira-se no aniversário do MINERVA para refletir sobre a emergência de novos paradigmas educacionais, significativamente influenciados pelos desafios colocados pelas tecnologias digitais e em rede.

A nona edição das conferências Challenges pretende tornar-se um espaço de partilha, discussão e reflexão sobre os resultados da investigação em TIC na educação, na procura de novas agendas de investigação, de intervenção e de consolidação do conhecimento.

Numa organização do Centro de Competência em TIC na Educação do Instituto de Educação da Universidade do Minho, a conferência desenvolver-se-á abarcando uma pluralidade de temáticas, organizadas em torno de três eixos principais:
• Ambientes emergentes
• O digital e o currículo
• Avaliação digital
O evento irá ter lugar em 14 e 15 de maio de 2015, no Instituto de Educação da Universidade do Minho.
Evolução Biológica nas Novas Metas Curriculares do 3.º Ciclo do Ensino Básico – 3.ª Edição
O Núcleo de Educação e Divulgação de Evolução da Associação Portuguesa de Biologia Evolutiva (NEDE-APBE) organiza a terceira edição de um workshop destinado a professores de Biologia e Ciências da Natureza, a ter lugar a 16 de maio de 2015.

Este workshop tem como ponto de partida as novas metas curriculares dos 8.º e 9.º anos, que abrem agora espaço para um enquadramento evolutivo de temas como a conservação da natureza ou a diversidade humana.

O workshop está organizado em dois módulos: de manhã, a ênfase estará nos mecanismos evolutivos e na forma como estes podem ser trabalhados no 8.º ano; de tarde, explorar-se-á a cor da pele como característica importante para a promoção do conhecimento sobre as implicações da evolução na saúde humana, enquadrando-a nos temas abordados no 9.º ano.

As inscrições decorrem até ao dia 10 de Maio de 2015.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

sobre a greve de hoje... o que diz a fenprof...!

Forte adesão à greve em dia de prova escrita

"Esta prova é um verdadeiro abuso", reafirmou Mário Nogueira, esta tarde, em Lisboa.

 
 
Falando aos jornalistas, o Secretário Geral da FENPROF sublinhou a elevada participação na greve ao serviço relacionado com o "Exame Cambridge", que teve nesta quarta-feira a componente escrita, para a qual, recorde-se, foram convocados professores de Inglês (secretariado) e de outras disciplinas (vigilâncias). Os docentes, de Inglês ou não, convocados para esta componente escrita, deram uma resposta firme a quem insiste neste "abuso".

Uma delegação do Secretariado Nacional da FENPROF (Mário Nogueira, Anabela Sotaia e Ana Simões) entregou esta tarde na Polícia Judiciária (à hora de realização da componente escrita), um dossiê com novos documentos que irão juntar-se aos que já anteriormente tinham sido apresentados na Procuradoria-Geral da República.

Como referiu Mário Nogueira às equipas de reportagem que se deslocaram ao edifício da PJ, em Lisboa (foto JPO), a FENPROF compromete-se a entregar nesta Polícia documentos que considera importantes para esclarecer todo o contexto do processo Cambridge.

"Teria facilitado o ministro se, quando questionado sobre a matéria, já no ano passado, tivesse esclarecido todas as dúvidas que se colocam aos professores e que a FENPROF, diversas vezes, lhe apresentou. Lamentamos que não tenha agido nesse sentido. A FENPROF acabou por colocar essas dúvidas na Procuradoria-Geral da República tendo, então, sido aberto o processo que, entretanto, deu origem ao inquérito em curso", observou o dirigente sindical.

Voltando à greve e à luta dos docentes nesta quarta-feira, Nogueira deu exemplos expressivos da forte participação em várias escolas, de diferentes regiões do país, e também das irregularidades cometidas: um vigilante por sala, vigilantes convocados em cima da hora (sem formação), docentes deslocados, atrasos no início da prova, etc "Foi um vale tudo".

O dirigente sindical voltou a destacar a solidariedade da FENPROF com os docentes envolvidos nesta luta, lembrando também, uma vez mais, que "os docentes de Inglês foram retirados das suas aulas, com as suas turmas, deixando também, muitos alunos sem apoios."

"Esta é, sem dúvida, uma questão profisional. Os professores querem trabalhar com os seus alunos", referiu Mário Nogueira.

Se o MEC prolongar o período de exames para além de 22 de maio, a FENPROF apresentará novo pré-aviso de greve. 
 
JPO Peça em atualização

em estado de incredulidade... ou é a piada do dia, ou a farsa mentirosa mais descarada que já vi...!


no público...

nada mais do que o normal...?

Greve já mudou orais, mas prova escrita de Inglês será feita apenas hoje

por Ana Bela Ferreira Hoje 3 comentários


Greve já mudou orais, mas prova escrita de Inglês será feita apenas hoje


Fenprof marcou greve ao teste de diagnóstico obrigatório para o 9.º ano. Hoje, o sindicato entrega mais documentos à Polícia Judiciária para juntar à queixa feita no ano passado.

Pelas 14.00, 111 mil alunos vão fazer o teste de diagnóstico de Inglês aplicado pela Cambridge English Language Assessment. Mas se por acaso a greve dos professores impedir a realização da prova em algumas das salas previstas, os alunos não serão chamados a repetir a prova, ao contrário do que tem acontecido com algumas provas orais (uma das componentes do exame) que já foram adiadas devido à greve dos professores, mas apenas porque o prazo para a sua realização só termina no dia 22.

Os alunos que não conseguirem fazer o teste não vão ser prejudicados. "A não realização de uma das componentes do teste inviabiliza a produção de um resultado", explica o Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), mas como a prova não conta para a nota, os alunos apenas não terão acesso ao certificado de proficiência da língua inglesa (isto para o caso daqueles que pediram este documento).

O preliminary english test (PET) permite obter uma certificação de nível B1 - equivalente ao 9.º ano - e é obrigatório para os estudantes que estão a terminar o 3.º ciclo. Além dos 107 mil estudantes que frequentam este ano de ensino, inscreveram-se na prova outros 4000 que pretendem obter o certificado. Estes últimos têm de pagar 25 euros pelo documento.


Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

coisas da greve [inglês]... comunicado da fenprof...!

De dia para dia, são mais os professores em greve

O “Exame Cambridge” nasceu mal e dificilmente se corrigirá. No ano passado, a participação dos professores era voluntária e dada a sua insuficiente adesão, o MEC decidiu torná-la obrigatória este ano.
Passando por cima de qualquer outro interesse, nomeadamente o dos alunos, os professores foram retirados das aulas, dos apoios, das substituições, da coadjuvação e de outras atividades que desenvolvem nas escolas e “convocados” para formação presencial. De seguida, foi-lhes enviada uma password para acederem a uma plataforma informática onde teriam de realizar um infindável número de exercícios. Por fim, durante várias semanas, estavam obrigados a deslocarem-se a outras escolas para realizarem as provas orais aos alunos do 9.º ano e de outros anos, neste caso, por participação voluntária. Saliente-se que algumas provas orais estão a ser marcadas na componente letiva dos professores e/ou em horário de aulas dos alunos, como são exemplos os Agrupamentos de Escolas de Aguiar da Beira, ou Cândido Figueiredo, em Tondela.
Recorda-se que esta prova foi estabelecida em 13 de setembro de 2013, através de protocolo então divulgado e que envolveu diversas entidades privadas, dois dias depois de o MEC ter criado, por despacho, um teste diagnóstico (com componente escrita e oral) a todos os alunos do 9.º ano que, por coincidência, dois dias depois foi aproveitado pelo consórcio que assinou o protocolo para também ser a prova que permitiria a certificação pela Cambridge.
Professores, instalações escolares e dinheiro público foram colocados à disposição deste processo de forma que a FENPROF considera abusiva. Apanhados de surpresa, os professores, num primeiro momento, compareceram no processo, mas, aos poucos, foram percebendo o abuso a que estavam a ser sujeitos e nem as ameaças que, em alguns casos, sobre si se abateram, os fizeram hesitar: aderiram à greve a toda a atividade relacionada com este processo, colocando acima de qualquer outro interesse o dos seus alunos e o das suas escolas.
Face à adesão dos professores à greve, algumas escolas começaram a convocar docentes que não realizaram a formação e o MEC alargou o período de realização das provas orais por mais duas semanas, mas, à medida que o tempo passa, e descontentes com a sobrecarga de trabalho que se vai acumulando sobre quem ainda estava envolvido no processo, são cada vez mais os professores em greve a esta atividade, incluindo alguns que coordenavam o processo nas suas escolas.
Os exemplos surgem um pouco de todo o país: não se realizaram provas orais em Aveiro, na Escola Dr. Jaime Magalhães Lima; em Braga, na Escola Básica do Arco de Baúlhe; na Covilhã, na Escola Básica de Tortosendo; em Gouveia, na Escola Secundária de Gouveia e na Escola Básica de Vila Nova de Tazem; em Lisboa, no Agrupamento de Escolas António Damásio; em Almada, nos Agrupamentos de Escolas Anselmo de Andrade e Emídio Navarro; em Oeiras, na escola Secundária Luis de Freitas Branco; no Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital, na Escola da Ponte das Três Entradas; em Viseu, no Agrupamento de Escolas Viseu Norte, na Escola Básica N.º 3 de Mundão e na Escola Secundária de Viriato, só para citar alguns exemplos. Na Escola Básica Joaquim de Barros, em Oeiras, são os alunos que têm faltado às sessões (cerca de 20% por sessão).
Acresce que, apesar de haver um número significativo de professores de Inglês em greve às atividades relacionadas com este processo, muitas provas orais têm sido realizadas à custa dos professores do ensino privado, que são muito pressionados pelas entidades patronais, e da acumulação de trabalho sobre os professores do ensino público que ainda não aderiram a esta greve.
Entretanto, no próximo dia 6 de maio, quarta-feira, de tarde, terá lugar a componente escrita desta prova. Para este dia estão convocados professores de Inglês (secretariado) e de outras disciplinas (vigilâncias). A greve abrange todos os docentes, de Inglês ou não, convocados para esta componente escrita.
Uma última nota para referir que a FENPROF entregará na Polícia Judiciária, na quarta-feira (dia 6, pelas 15 horas, à hora de realização da componente escrita), um dossiê com novos documentos que irão juntar-se aos que já anteriormente tinham sido apresentados na Procuradoria-Geral da República.
O Secretariado Nacional da FENPROF
4/05/2015