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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

[adse] coisa para continuar a acompanhar...



Notícias ao Minuto
Há 6 Horas por Beatriz Vasconcelos
Economia Hospitais 

"A polémica que já se arrastava há uns meses estalou esta quarta-feira com a notícia do jornal Expresso de que os hospitais privados se preparavam para quebrar o acordo com a ADSE. Esta notícia foi, no entanto, classificada como sendo "sem fundamento" por parte da ADSE, que diz não ter sido notificada de qualquer decisão por parte dos grupos José de Mello Saúde e a Luz Saúde. E mais: caso se venha a confirmar, a ADSE fará acordos com outros grupos privados.

"A ADSE comunica aos seus beneficiários que a notícia publicada no Expresso sobre a denúncia das convenções dos grandes grupos privados não tem fundamento. Existem prazos contratuais que constam das convenções que têm de ser cumpridos quando se procede à denúncia de uma convenção", pode ler-se no comunicado divulgado pelo instituto de gestão participada. 

O semanário Expresso referia que os dois dos maiores grupos de saúde privados se preparavam para abandonar o acordo já em abril.

Ainda assim, sublinhe-se, dizia que os utentes com tratamentos já marcados ainda veriam os mesmos serem faturados ao abrigo das regras atuais. Mas as coisas mudariam a partir de abril, com os utentes a terem de pagar a 100% as consultas ou cirurgias, pedindo posteriormente o reembolso à ADSE.

ADSE pronta para o fim do acordo?

Face à notícia, a ADSE adianta que "se esta denúncia vier a acontecer a ADSE acautelará todas as situações de beneficiários que se encontram em tratamento, ou com atos médico ou cirúrgicos já agendados nestes prestadores", o que vai ao encontro ao que é noticiado pelo semanário.

E mais: a ADSE garante estar pronta para fazer contratos com outras empresas prestadoras de cuidados de saúde e justifica-se até com o aumento da oferta no setor. 

"A ADSE está atenta aos acontecimentos e face ao crescimento significativo da oferta privada de cuidados de saúde em Portugal irá fazer novas convenções com outros prestadores se se vier a concretizar esta ameaça", pode ler-se no comunicado.

Poucos minutos depois da notícia do Expresso, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, foi questionado sobre se estava preocupado com a possibilidade da quebra do acordo entre privados e ADSE. Porém, o chefe de Estado limitou-se a referir que este é um "dossier que tem vindo a acompanhar", em declarações à SIC Notícias, durante a inauguração do novo edifício do grupo Impresa."


via economia ao minuto... 

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

[estado]... políticas públicas

Nesta edição, damos a conhecer os últimos artigos publicados no jornal Público e damos a conhecer as conferências "Brexit: Uma negociação complexa" e "Budget Watch: OE 2019 - Rigor e Transparência Orçamental", a realizar ainda este mês.

“O espaço do Liberalismo em Portugal“

Por João Pedro Castro Mendes (associado IPP), na edição de 8 de outubro, onde reflete sobre o Liberalismo em Portugal e o seu lugar na sociedade portuguesa.


“O estatuto do direito de oposição nas autarquias locais:”O medo de existir?””

Por Luís Filipe Mota Almeida (associado IPP), na edição de 22 de outubro, onde reflete sobre o estatuto do direito de oposição nas autarquias locais e respetivas recomendações.







“Dez anos depois da Grande Recessão – Estamos preparados para a próxima?”

Por Miguel de Faria e Castro (associado IPP), na edição de 15 de outubro, onde relembra a queda do Lehman Brothers e questiona sobre a capacidade europeia e portuguesa de aguentar uma nova recessão.

“Valem a pena mais dez anos de Web Summit?”

Por Pedro Manuel Costa (associado IPP), na edição de 29 de outubro, onde discute sobre o permanência por mais 10 anos do Web Smmit em Portugal e o ecossistema do empreendedorismo que o rodeia.

“Teletrabalho: incentivar a natalidade à distância”

Por Carina Pinto (associada IPP), na edição de 5 de novembro, onde a autora expõe a realidade portuguesa sobre o trabalho à distância e os progressos que são necessários fazer.

Destacamos as conferências "Brexit: Uma negociação complexa" e "Budget Watch: OE 2019 - Rigor e Transparência Orçamental"


Brexit: Uma negociação complexa

O Institute of Public Policy e a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola irão promover no próximo dia 20 de novembro a conferência onde os desafios que se poderão colocar às economias de Portugal e Espanha, e como se poderá responder a estas perguntas em função do acordo final do Brexit serão abordados.

Saiba mais aqui e inscreva-se!


Budget Watch: OE 2019 - Rigor e Transparência Orçamental

No dia 30 de novembro, o Institute of Public Policy organiza a 10ª edição desta iniciativa que avalia o Orçamento de Estado na ótica da transparência, rigor, responsabilidade política e sustentabilidade das finanças públicas.

Mais informações brevemente. Fique atento!
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sábado, 8 de setembro de 2018

mais loisas que coisas, coitados...


'lex autem non est coitus?
ubi de fide publica?
publico pulverem rasurae...'

* esta tradução foi feita no tradutor do google pois não sou um 'latinista', no entanto fiz uma emenda e quanto ao resto penso que se pode perceber.
luiz carvalho







in público...

segunda-feira, 4 de junho de 2018

banco novo, novo banco ou o lixo do costume...?

Na venda foi acordado um mecanismo de capitalização contingente que prevê que, durante oito anos, o Fundo de Resolução possa compensar o Novo Banco por perdas de capital num conjunto de ativos 'tóxicos' e alienações de operações não estratégicas (caso ponham em causa os rácios de capital da instituição), no máximo de 3,89 mil milhões de euros.

A semana passada foi concretizada já a recapitalização do Novo Banco ao abrigo deste mecanismo em 792 milhões de euros, tendo para isso o Fundo de Resolução pedido emprestado mais 430 milhões de euros ao Estado.

Contudo, mesmo após isto, o Novo Banco ainda poderá requerer mais 3.000 milhões de euros para se recapitalizar nos próximos anos.

Além deste mecanismo de capitalização, no acordo entre o Governo e a Comissão Europeia em que esta aprovou a venda do Novo Banco, o Estado português comprometeu-se com uma intervenção pública direta para recapitalizar o Novo Banco num cenário adverso, caso a instituição precise de capital e os investidores não estejam dispostos a recapitalizá-lo.


in dn online...







in cm economia online...


comentário: 

dantes ainda havia conquilhas (dizia a canção) hoje já nem o mexilhão mexe e cresce... e ainda ontem diziam nas notícias que portugal era o 4º país que nais confiava no governo...?

o tanas...

e onde está o 'pilim' para a ala pediátrica do s. joão...?... na assinatura que falta...?


O ministro das Finanças disse esta quarta-feira que todos os compromissos assumidos aquando da venda do Novo Banco, como a possibilidade de uma futura recapitalização pública direta, visam evitar qualquer cenário de liquidação do banco. "Era preciso garantir que se afastava o cenário de liquidação do Novo Banco e todos os compromissos que o Governo assumiu foram com um objetivo, para preservar a estabilidade financeira em Portugal. Era preciso afastar, mesmo nos piores cenários, o cenário de liquidação do Novo Banco", disse esta quarta-feira Mário Centeno no parlamento, numa audição na comissão de Orçamento e Finanças pedida pelo CDS-PP para que o ministro dê explicações sobre o Novo Banco e a injeção de dinheiro público na instituição. Segundo o governante, o objetivo último do Governo é "afastar o processo de liquidação" do Novo Banco, uma vez que considera que sem isso todo o sistema bancário fica em causa. "As situações de contágio no sistema financeiro são de tal monta que se não estivermos dispostos a fazer tudo para preservar essa estabilidade pomos em rico o sistema financeiro", vincou.

Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/novo-banco-centeno-diz-que-compromissos-do-estado-evitam-liquidacao-mesmo-no-pior-cenario

terça-feira, 10 de abril de 2018

coisas... orçamentais e outras...!



Nesta edição, relembramos o próximo evento IPP, e damos a conhecer a última análise da execução orçamental no jornal Observador e os últimos artigos publicados no jornal Público.


Uma estratégia orçamental sustentável para Portugal 

Relembramos que é já amanhã às 18h no Auditório 2 do ISEG que decorrerá a sessão de lançamento do livro Uma estratégia orçamental sustentável para Portugal, da autoria de Paulo Trigo Pereira, Ricardo Cabral, Luís Teles Morais, e Joana Andrade Vicente.

> Consulte mais informações aqui.
 

Parceria IPP - Público

 
No âmbito da parceria IPP com o jornal Público (espaço semanal de opinião às segundas-feiras), damos a conhecer os últimos artigos:

. "Fogacho empreendedor?", por Pedro Manuel Costa (associado IPP), na edição de 2 de abril, sobre o estado atual do ecossistema tecnológico português, que já mereceu entretanto uma resposta por parte do CEO da Startup Portugal.

. "A sociedade civil europeia pede um caminho de crescimento sustentável, inclusivo e amigo o ambiente para a UE", por Luís Teles Morais (diretor executivo IPP) e Sabrina Schulz (Third Generation Environmentalism), na edição de 26 de março, sobre o sentido que se tem dado ao crescimento económico na Europa (no âmbito do projeto Dialogue on Europe).


. "A polémica do professor Passos Coelho e o estado da Ciência em Portugal", por Sofia Serra da Silva (investigadora associada IPP), na edição de 19 de março, sobre a contestação dos investigadores e docentes com o convite de Passos para o ISCSP. Destacamos o grande interesse que este artigo despoletou, tendo atingido cerca de 500 partilhas.

> Consulte mais publicações aqui.


Execução orçamental fevereiro


Na análise de fevereiro, Joana Vicente reforça que o défice de 2017 é o mais baixo da democracia (0,9%) apenas se não se contabilizarem os custos com a recapitalização da CGD (passando aí para 3%).

É do lado da receita (aumento de 4,7%) que permanece o maior contributo para a consolidação das contas, dado o aumento do emprego e crescimento económico, mantendo-se a tendência de maior crescimento dos impostos indiretos.

Em 2018 as despesas com pessoal serão um grande desafio, com a incorporação total da reposição dos salários e o descongelamento das carreiras - tendo em mente que já em 2017 esta rubrica derrapou.

O aumento registado no investimento (5%) continua a não ser suficiente, não devendo ser considerado meramente como uma variável de ajustamento.

Na área da saúde regista-se um novo aumento da dívida não financeira dos Hospitais EPE, mas deposita-se esperança na nova Estrutura de Missão para a Sustentabilidade Orçamental da Saúde, que permite fazer a ponte entre o Ministério das Finanças e o Ministério da Saúde.

> Consulte a notícia aqui.


Aniversário IPP

É já amanhã que o IPP celebra o seu 5º aniversário como associação sem fins lucrativos. Têm sido cinco anos de consolidação da imagem como think tank de referência em Portugal, capaz de uma intervenção forte no debate público, para melhorar a qualidade da definição e implementação das políticas públicas.

Este processo tem sido apenas possível graças ao apoio incondicional dos subscritores e associados do IPP, que possibilitam que o mesmo possa ser considerado uma referência nacional na análise e avaliação de políticas públicas nacionais e europeias, contribuindo cada vez mais com respostas eficazes e democráticas das políticas públicas no contexto desafiante e incerto que Portugal enfrenta.

> Caso ainda não seja associado do IPP e queira passar a contribuir de uma forma mais ativa, pode encontrar mais informações aqui.

sábado, 18 de novembro de 2017

quem diria e vem mesmo a calhar para o meu caso...

"Quem diz palavrões é mais honesto e de confiança

Dizer palavrões pode ser usado como um escape para transmitir emoções. O vernáculo permite às pessoas expressarem sentimentos que de outra forma seriam guardados ou camuflados. Este estudo, realizado nos Estados Unidos, revela ainda que as pessoas que dizem mais palavrões são mais honestas e de confiança."

in rtp, a ligação para o vídeo está abaixo:



comentário:

f****, vem mesmo a calhar que nem ginjas pois por estas bandas as coisas não andam a correr lá muito bem, seja psicologicamente, o deixar de fumar, de saúde, financeiramente... eu sei lá, um ror de coisas a caminho de certo descontrolo... enfim.

se bem que eu seja mais de jargão, às vezes (já demasiadas) saem umas das pesadas...

um dia de cada vez é o meu presente lema, só pode...!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

uma excelente notícia para o dia de hoje, infelizmente acompanhada de uma ainda pior...



via sapo...


comentário:
o diktat das nomenclaturas, as quase sucessões dinásticas, os cofres do estado vazios... é lógico, está na altura de dar o salto e deixar o exército a tomar conta da maka...

aquilo que me preocupa mais é não haver, ao que me consta ou pelo que percebo da situação em geral, um candidato de relevo para contrariar esta máfia angolana que está muito bem instalada, o que seria maningue fixe. 

luaty beirão (?) não estou a ver...

josé eduardo agualusa (?) não é um político activo (nem lhe interessa) mas tem notoriedade e não estou a dizer que não seja um homem de causas, longe disso...

o líder da unita (?)....

talvez o rafael marques congregasse alguns apoios...?

a ver veremos, pois é um assunto a acompanhar com muito interesse.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

uma miscelânea auto-fágica... o mundo é [cada vez mais mais] um lugar equivocamente perigoso...!

Bom dia. 

Save the date: quinta-feira (pode ser o dia mais importante do ano)


 
Reino Unido em choque, Espanha encalhada, no Brasil há mais uma delação e mais uma demissão. Em França, a seleção pode não ganhar o Euro, mas Portugal está a ganhar à tuberculose. Tenha um bom fim de semana. Por Mónica Bello
 
Sexta-feira, 17 de JUNHO | 09:07
  DN
 

1. Reino Unido em choque
 
Acabara de sair da biblioteca de Birstall, onde tinha estado reunida com residentes locais, quando foi baleada e esfaqueada no meio da rua. Três tiros e várias facadas mataram Jo Cox aos 41 anos, eleita deputada em 2015 pelo Partido Trabalhista. Pouco se sabe sobre o homicida. Foi identificado como Thomas Mair, 52 anos, obcecado por livros, com histórico de perturbações mentais, mas as investigações prosseguem. Nas trincheiras da guerra a favor e contra o Brexit foram declaradas tréguas temporárias. As sondagens continuam a dar a vitória aos partidários da saída do Reino Unido da União Europeia e há uma unanimidade rara entre economistas. Os alarmes dispararam nas sedes dos bancos centrais do mundo. Da Suíça, ao Japão, aos EUA - sem falar do BCE, em Frankfurt - os olhos estão postos no referendo de quinta-feira, 23 de junho.
 
2. O imbróglio espanhol
 
À frente do PSOE nas sondagens, Pablo Iglesias, líder do Podemos, quer ser a alternativa a Rajoy. Iglesias diz que o socialista José Luis Zapatero foi "o melhor primeiro-ministro" da democracia espanhola e que consulta o antigo chefe de governo quando tem "dúvidas sobre temas importantes". À direita, o líder do Ciudadanos, Albert Rivera, deixou ontem bem claro que não apoiará um governo liderado por Mariano Rajoy, nem com a abstenção no momento da sua eventual investidura como primeiro-ministro. Tudo continua difícil na política espanhola e não se vislumbra solução para um governo que tem, obrigatoriamente, de sair das eleições que são já a 26 deste mês. Os "pactos serão tão ou mais difíceis do que antes. A diferença é que não pode haver terceiras eleições", explica ao DN Javier Zarzalejos, ex-braço-direito de José Maria Aznar na Moncloa e secretário-geral da Fundação para a Análise e Estudos Sociais. No meio deste póquer à espanhola, há uma agradável surpresa, apesar de tudo, algumas cartas na mesa, conta Miguel Angel Belloso.
 
3. Último episódio Lava-Jato
 
A réplica mais recente do terramoto político causado pelas delações da Lava-Jato teve epicentro no Palácio do Planalto. Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, uma subsidiária da Petrobras, citou, com detalhes, a participação de Michel Temer, presidente em exercício do Brasil e colega do delator no partido, no escândalo do Petrolão. Além de Temer, mais 24 políticos de primeiro escalão foram mencionados, entre os quais todos os membros da cúpula do PMDB, principal base do governo interino. Horas depois, demitiu-se o ministro do Turismo brasileiro, Henrique Alves, um dos nomeados por Sérgio machado no esquema e a terceira demissão do governo num mês. Temer desvalorizou as acusações e a saída do ministro, a oposição ameaça com impeachment.
 
4. Vacina contra a tuberculose deixa de ser para todos
 
É uma boa notícia. Só as crianças que pertencem a grupos de risco vão passar a receber a vacina da BCG, que é dada à nascença para proteger da tuberculose. A mudança acontece porque Portugal conseguiu reduzir a taxa da doença, agora abaixo das 20 pessoas por 100 mil habitantes. E não é a única anunciada para o novo Programa Nacional de Vacinação, que entra em vigor a 1 de janeiro de 2017: as crianças com problemas graves de saúde vão ter direito à vacina de meningite B, a vacina da tosse convulsa passa a ser recomendada às grávidas e a do vírus do papiloma humano, que provoca o cancro do colo do útero, é antecipada para os dez anos de idade e terá mais proteção a outros tipos do vírus.
 
5. Fumo branco
 
Os mais de dois mil lesados do BES que investiram cerca de 430 milhões de euros em papel comercial do grupo Espírito Santo vão receber 70% do dinheiro que investiram num prazo entre 5 e 10 anos. A proposta final foi concluída ontem, devendo dar entrada no Ministério das Finanças na segunda-feira para validação pelo ministro Mário Centeno. A solução encontrada agora e que contará com contribuições de várias entidades, incluindo o Fundo de Garantia de Depósitos e o Fundo de Resolução aplica-se, no entanto, apenas aos investidores que recorreram aos tribunais.
 
6. Privados e públicos na rua
 
O fim de semana promete ser quente na luta entre as escolas públicas e os colégios privados. Os participantes na "Marcha em Defesa da Escola Pública" vão chegar amanhã a Lisboa em três comboios vindos do norte, a que se juntam dezenas (e são mesmo muitas dezenas) de autocarros - só de Setúbal arrancam 30. No domingo, será a vez dos defensores dos colégios privados desfilarem nas ruas do Porto para demonstrar que estes saem mais baratos ao Estado do que as escolas públicas.
 
7. Santos da casa ou sai?
 
Fernando Santos, o selecionador nacional, está a terminar o contrato mas qualquer decisão sobre a respetiva renovação terá de esperar para se perceber o que Portugal pode fazer neste Euro 2016. O mais provável é que o assunto seja discutido no regresso da equipa a Portugal, mas se a seleção atingir os quartos-de-final a decisão pode ser anunciada ainda durante o europeu. Quem não tem muita fé no resultado da seleção portuguesa é Toni Polster, o melhor marcador de sempre da Áustria. É fã de Cristiano, mas "Portugal está muito longe de poder ser campeão europeu", diz ele ao DN. Noutras latitudes, o assunto é aldrabice e jogos olímpicos. Hoje, em Viena, a Federação Internacional de Atletismo anuncia a decisão: os russos podem ou não competir pelas medalhas nos Jogos do Rio?
 
8. Cem anos no Chiado, um taxista em Basileia e arte para os miúdos
 
Do advento do modernismo às instalações e performances do século XXI, o Museu Nacional de Arte Contemporânea, no Chiado, mostra, a partir de hoje, cem anos de história dos movimentos artísticos em Portugal. Em Basileia, Suíça, na maior feira de arte do mundo, são os colecionadores que andam em desassossego. Muitos olharam para o enorme quadro digital do autor alemão Gerhard Richter, mas foi Liu Yiqian quem o comprou. A obra chama-se 930-7 Stripe, tem dez metros de largura e custou três milhões de euros ao ex-taxista chinês que ficou milionário a comprar obras de arte com o cartão de crédito. De volta a Portugal, o que não faltam são programas para entreter as crianças nas férias com arte. De Norte a Sul há acampamentos no museu e até visitas ao palácio de Marcelo. Com sorte, talvez até com afetos do Presidente.
 
9. A grande roda
 
A futura Feira Popular de Lisboa, em Carnide, deverá ter um preço de entrada de dois euros, esperando-se que cada visitante gaste cerca de 20 euros. No primeiro ano de exploração, o espaço deverá receber 800 mil visitantes, que cinco anos depois deverão atingir 1,4 milhões. O projeto implicará um investimento de 70 milhões de euros. As projeções fazem parte de um estudo preliminar encomendado pela Câmara Municipal de Lisboa à JoraVision, empresa holandesa especializada no design e construção de parques de entretenimento. Quanto custou o estudo? 57 mil euros. O vereador do CDS João Gonçalves Pereira ficou "incrédulo" com o preço, o gabinete de Fernando Medina contesta as críticas. As obras, essas, estão aprazadas para arrancar no fim do ano...
 
... também é notícia
 
Um caderno com mais de uma dezena de desenhos inéditos de Vincent Van Gogh foi encontrado e será publicado em novembro. A editora não adiantou pormenores como quando ou onde foi encontrado, mas salientou que a autenticidade dos desenhos está garantida por vários pareceres de especialistas na obra do pintor.
 
Selfies na lua-de-mel? Para este casal japonês era preciso algo mais para gravar um momento tão especial. Na verdade foram vários, já que Kaz e Mariko escolheram dar uma volta pelo mundo, tendo já visitado 45 países. E em vez de uma normal máquina fotográfica levaram um drone. Kaz admitiu à BBC que só o tinha experimentado duas vezes antes de chegar a Singapura, mas parece que rapidamente ganhou-lhe o jeito e captou imagens impressionantes de locais tão diferentes como a Amazónia ou o Dubai.
 
E hoje...
 
Os ministros das Finanças da União Europeia vão reunir-se no Luxemburgo e um dos temas que poderá ser discutido será o adiamento de sanções a Portugal e Espanha devido ao défice excessivo. No Euro 2016, enquanto Portugal realiza o último treino antes de defrontar a Áustria, o dia ficará marcado por mais três jogos. A Espanha e a Croácia podem desde já juntar-se à França nos oitavos de final caso vençam a Turquia e a República Checa, respetivamente. No Grupo E também a Itália poderá seguir em frente se derrotar a Suécia, mas a equipa de Ibrahimovic, que empatou no primeiro jogo, procura os três pontos, para não complicar as contas.
 
com Elisabete Silva