Mostrar mensagens com a etiqueta cascais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cascais. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

[arquitectura] divulgando concurso...


Caros/as colegas,

O concurso público de concepção para a elaboração do projecto da Loja Cascais Jovem, na Parede, recebe propostas até 14 de dezembro.

Trata-se de um concurso promovido pela Câmara de Cascais com assessoria técnica da OASRS para projectar um espaço municipal, informal e de livre acesso, destinado a servir como pólo de dinamização, criatividade e participação para jovens.

As lojas Cascais Jovem disponibilizam informação nas áreas do emprego, formação, ocupação de tempos livres, workshops, eventos, turismo jovem, mobilidade, bolsas e estágios.







via mensagem da Ordem dos Arquitectos Secção Regional Sul...

sábado, 20 de outubro de 2018

aqui por cascais...






como o texto da mensagem original é demasiado largo e não tenho tempo para editar códigos pode consultar mais informação aqui...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

informações [educação]... aqui por cascais...!

Exmºs Senhores,
Recordamos  que se encontram abertas as inscrições  para o Curso Livre “Ambientes Decorativos em Portugal, nos Séculos XVIII  a XX no Museu Condes Castro Guimarães. O curso será ministrado pelo Professor Doutor Gonçalo Vasconcelos e  Sousa.  
Programa  e mais informações em  anexo.
Imperdível!
FICHA DE INSCRIÇÃO
Nome
Endereço
Localidade
Código Postal
Profissão
Instituição
Email
Tel.
Dados para faturação:
Nome
Morada
NIF

Cordiais cumprimentos,
AIM
Ana Isabel Machado





sexta-feira, 6 de novembro de 2015

aqui por cascais... coisas interessantes, para ver...!

cid:image001.jpg@01D116F7.C74C88F0


Casa de Santa Maria | Tel. (+351) 21 481 53 83
CMC| Div. Animação, Promoção e Patrimónios Culturais
Rua do Farol de Santa Marta | 2750-461 Cascais


Câmara Municipal de Cascais               
Praça 5 de Outubro 2754-501 | Cascais   

cid:image004.png@01D0A47A.60F61610



________________________________________________________________________


http://observador.pt/wp-content/uploads/2015/10/cadeira_770.jpgdesign




nota - corrigidos os vários erros pelas 21:27...

terça-feira, 28 de julho de 2015

leitura [educação]... a municipalização em cascais, 'tout court'... via dre...!

para digerir com a devida calma para não haver percalços...






 pode consultar os outros contratos seguindo a ligação abaixo:

legislação [educação]... municipalização 'tout court'... no dre...!

Diário da República n.º 145/2015, Série II de 2015-07-28 


Data de Publicação:2015-07-28
Data de Disponibilização:2015-07-28
Número:145
Série:II



Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Águeda 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Águeda
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município da Amadora 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Amadora 

Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município da Batalha 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Batalha
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Cascais 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Cascais
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município do Crato 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município do Crato
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município da Maia 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município da Maia
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Matosinhos 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Matosinhos
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município da Mealhada 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município da Mealhada
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Óbidos 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Óbidos
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Oeiras 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Oeiras
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Oliveira de Azeméis 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Oliveira de Azeméis
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Oliveira do Bairro 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Oliveira do Bairro
 
Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Sousel 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Sousel 

Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Vila Nova de Famalicão 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Vila Nova de Famalicão 

Presidência do Conselho de Ministros, Ministério da Educação e Ciência e Município de Vila de Rei 

Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências na Área da Educação do Município de Vila de Rei 

segunda-feira, 29 de junho de 2015

por cascais... uma iniciativa interessante... via portal da câmara de cascais...!




A maior parte são portugueses, mas a 2ª edição do MURALIZA – Cascais conta também com os talentos estrangeiros MILLO (italiano) e BOSOLETTI (argentino).

Entre os participantes, a iniciativa contará com um artista cascalense, ADD FUEL, mestre na reinterpretação da azulejaria portuguesa que espalhará o seu talento por diversas caixas de eletricidade no centro da Vila.

Vários locais da vila serão intervencionados através do olhar artístico de cada um dos talentos da Arte Mural:
MILLO - Avenida de Sintra, junto da Cepsa


BOSOLETTI - Avenida do Ultramar, edifício do Antigo Hospital

DRAW - esquina do Largo Dr. Passos Vella com Rua Latino Coelho

THIRD - Travessa da Ressurreição, 11

SAMINA - esquina entre Travessa Visconde da Luz com Rua Afonso Sanchez


ADD FUEL - Largo Dr. Passos Vella (traseiras da Igreja Nossa Senhora dos Navegantes)
                          _ cruzamento entre Rua Nova da Alfarrobeira e Rua Alexandre Herculano
                          _ Alameda dos Combatentes da Grande Guerra
                          _ Largo da Praia da Rainha



MÁRIO BELÉM - Largo da Lota (traseiras do edifício da Lota)
                         Largo da Lota (traseiras do edifício da Lota)



CARMELINO - Rua Latino Coelho, 236
                     Rua Nova da Alfarrobeira, 7D


Colectivo ALTURA - Alameda dos Combatentes da Grande Guerra, 113 e 117


O MURALIZA – Festival da Arte Mural de Cascais é um evento integrado no FIC – Festival Internacional de Cultura, financiado pela Câmara Municipal de Cascais e que conta com o apoio e /ou patrocínio de empresas locais e nacionais.

Com curadoria de Mário Belém e Lara Seixo Rodrigues, a 2ª edição o Festival MURALIZA pretende reforçar o estatuto de Cascais como berço de todas as expressões artísticas de rua em Portugal, configurando simultaneamente um novo ponto de interesse turístico e cultural da Vila.


sexta-feira, 24 de abril de 2015

coisas da educação [cascais]... entrevista ao director da minha (ex) escola... no com regras...!


no com regras...



"O Agrupamento de Escolas de Carcavelos, foi notícia num passado recente, sobre a aplicação de um projeto que visa a progressão do aluno como forma de combate ao insucesso e indisciplina. Este é um assunto que não é consensual na comunidade educativa, por essa razão o ComRegras quis ouvir o Diretor Adelino Calado para que possamos conhecer melhor o seu trabalho.

Como caracteriza o meio sócio-económico em que a escola está inserida?

O Agrupamento de Escolas de Carcavelos está inserido numa área em que predomina um meio médio alto, do ponto de vista sócio-económico. No entanto, é importante salientar que na área de influência das Escolas do Agrupamento, e falamos num raio de cerca de 2/3 km, existem três grandes Escolas Privadas com mais de 2000 alunos cada. Na prática o ensino privado recebe cerca de três quartos dos alunos da zona.

Antes da implementação do atual modelo de avaliação e aprendizagem, como caracterizava a vossa escola ao nível do aproveitamento e disciplina?

O aproveitamento das Escolas do Agrupamento era manifestamente baixo, sendo as dificuldades de aprendizagem um dos maiores problemas reflectido nas avaliações externas.

Disciplinarmente era uma Escola com muitos problemas, sendo que a maioria das ocorrências, cerca de 92%, se passavam com alunos repetentes.

Qualquer mudança tão significativa leva normalmente algum tempo a implementar e surgem sempre algumas resistências. Pode contar-nos como decorreu o processo de implementação do atual modelo?

Claro que qualquer alteração ao instituído, ao tradicional, ao dito “normal” é muito difícil.

Assim, a proposta de implementação de um projecto, lançado em 2003, tinha como objectivo temporal 12 anos!

Lançar um projecto na área da educação a doze anos é algo em que poucos acreditavam. Foi necessário muita teimosia e alguma coragem para iniciar o projecto.

As resistências apareceram de todos os quadrantes, docentes, encarregados de educação e alunos tendo em conta que o primeiro grande” momento” dizia respeito à forma de tentar encontrar soluções para os alunos que não conseguiam realizar as aprendizagens que todos queriam que os mesmos realizassem. A maior dificuldade foi procurar fazer com se aceitasse a diferença de momentos de aprendizagem entre os diferentes alunos.

Aceitar que nem todos apreendem as mesmas coisas nos mesmos momentos foi, e ainda hoje é, bastante difícil de aceitar.

A não retenção como medida fundamental foi a primeira grande decisão assumida pelo Conselho Pedagógico que veio despoletar todo o processo sequente.

A avaliação das aprendizagens, o encontrar de soluções alternativas ao processo e percurso escolar de cada aluno, foram elementos de um processo moroso, com grandes avanços e alguns recuos, muita formação interna, grande dedicação e muita motivação para o sucesso de todos.

Em que consiste o vosso modelo?

Na realidade o “nosso modelo” nada tem de “modelo”, apenas reflecte o que toda a literatura e legislação aponta no que se refere a aprendizagem e educação.

Aliás se olharmos com alguma atenção para a Lei de Bases do Sistema Educativo – Lei 49/2005 de 30 de agosto:


“…O sistema educativo é o conjunto de meios pelo qual se concretiza o direito à educação, que se exprime pela garantia de uma permanente acção formativa orientada para favorecer o desenvolvimento global da personalidade, o progresso social e a democratização da sociedade…”

Constatamos que esse foi o mote para todo o desenvolvimento do nosso trabalho.

De facto não acreditamos que a retenção é a melhor forma de recuperar alunos, ou de lhes proporcionar as condições necessárias para o desenvolvimento da sua personalidade e das suas capacidades, nem tão pouco garantia para o sucesso individual de cada jovem.

Procuramos diagnosticar, a cada momento, as aprendizagens face aos conteúdos e competências que se pretendem desenvolver, utilizando vários instrumentos de avaliação (consensualizámos a utilização de 13 instrumentos), tentando perceber quais as dificuldades sentidas por cada aluno. Esta informação constitui elemento base para a definição de todas as estratégias de recuperação, e de planeamento do futuro.

A utilização de todas as modalidades de formação – CEF – PCAs – Vocacionais – Profissionais, para além do ensino regular tem sido exploradas sempre com uma orientação e acompanhamento dos Serviços de Psicologia e Orientação da Escola, e das várias parcerias que estabelecemos.

Sei que abdicaram dos toques de entrada e que os alunos são obrigados a preencher um relatório sempre que chegam atrasados. Essa medida não aumentou a burocracia dentro da escola? Qual o destino dos relatórios?

Uma das áreas em que entendemos ter que interferir decisivamente tem a ver com a “autonomia” e a “responsabilidade”, que julgamos que os alunos não têm.

O acabar com os sinais sonoros de aviso leva a uma maior atenção de todos face à responsabilidade que lhes é incutida no sentido de não se atrasarem. E tem resultado.

Quanto aos atrasos e aos relatórios, mais do que trabalho acrescido eles têm-se revelado como elementos fundamentais no aumentar do “tempo letivo” inicial que estava a ser muito prejudicado pela entrada fora de tempo de vários alunos.

Os relatórios são preenchidos pelos alunos, e lidos ao telefone pelos mesmos, aos seus EE na presença dos elementos do gabinete de acompanhamento disciplinar. É no âmbito deste gabinete “GAD” que esses documentos são tratados e comunicados aos Diretores de Turma respectivos, sem mais tarefas burocráticas.

Consegue quantificar a diminuição nos atrasos?

Cerca de 12% dos 2570 alunos chegavam atrasados – neste momento esse valor desceu para cerca de 0,7% !

Ao consentir a passagem administrativa nos anos intermédios, é natural que se pense em facilitismo. Como é que conseguiram manter os alunos responsáveis e aplicados?

De facto a Escola “não consente”, a Escola “obriga” os alunos a acompanhar os seus colegas, independentemente das classificações obtidas, se o Conselho de Turma considerar que essa é a medida mais adequada para aquele aluno.

Tradicionalmente consideramos que chumbar um aluno tal corresponde a um “castigo”, daí a sua frase de “…consente a passagem…” e se fale em “…facilitismo.”

No entanto será interessante analisar um pouco melhor e logo verificamos que ao transitar um aluno irá ter um ano muito mais trabalhoso, pois tem que para além do trabalho comum a todos os colegas, que proceder à recuperação do que ficou por apreender. Quanto ao aluno que “chumba”, no ano seguinte o que de facto se passa é que vai ter menos trabalho, “já deu o que vai ouvir outra vez”, é mais velho que os restantes colegas de turma, enfim passa a ser um “líder”, normalmente da indisciplina.

Com a implementação do modelo, houve alterações ao nível disciplinar?

Claro que este foi um dos problemas que levaram também ao olhar para a indisciplina. Quando iniciámos o projecto, os problemas disciplinares que ocorriam correspondiam a cerca de 90% de casos com alunos repetentes ! Ora a não existência de repetentes veio eliminar essas situações. Assim, os problemas disciplinares atuais revelam-se no “…não está sossegado na aula…”, “…levantou-se sem autorização…”, “… avisado para não conversar, não acatou a instrução…”, enfim problemas menores, o que nos leva a afirmar que a disciplina melhorou. Este ano ainda não houve lugar a nenhum processo disciplinar, com cerca de 2500 alunos.

A que se devem essas alterações?

Julgo que em grande medida, a maior aproximação com a família, e a não existência de repetentes, são os pontos fundamentais, aliados à maior autonomia e responsabilidade assacada aos alunos.

Acha que o vosso modelo pode ser aplicado em escolas com elevados níveis de indisciplina?

Quando iniciámos o projecto, em 2003/2004, a Escola Sede tinha cerca de 480 alunos e teve trinta e tal processos disciplinares !

Julgo que o primeiro passo é mesmo o envolvimento das famílias, só assim é possível tratar os problemas disciplinares.

Não é um bocadinho utópico pensar que os alunos com elevados índices de indisciplina vão ficar mais responsáveis, assíduos e pontuais ao saberem que dificilmente ficam retidos?

De facto a pergunta elaborada como está, descontextualizada tem toda a razão de ser, e reflecte bem a nossa forma de estar e viver o ensino e a aprendizagem, que tradicionalmente considera que a retenção é um “castigo” !

Mas como tudo na vida, o acreditar que é possível é elemento fundamental para a alteração de processos e acima de tudo de mentalidades.

Claro que o trabalho de envolvimento de todos os elementos do processo é imprescindível, e são funcionários, professores e família que desenvolvem e acompanham todas as facetas dos alunos que têm que em conjunto encontrar as motivações necessárias à alteração de atitudes e comportamentos.
Muito obrigado Sr. Diretor pela sua disponibilidade."


aqui.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

reforma do estado (?)... com cascais [como já vem sendo hábito] na berlinda e pelas más razões...?

no observador...

"...

Agora, com a mesma estratégia do Aproximar, o Executivo está a proceder à descentralização de competências nas áreas da Educação, Saúde e Cultura, negociando estas medidas com vários municípios. A área mais avançada é a Educação, que conta já com 13 municípios – Águeda, Amadora, Batalha, Cascais, Crato, Matosinhos, Óbidos, Oeiras, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Souselo, Vila de Rei e Vila Nova de Famalicão – que no próximo mês de setembro terão escolas geridas por si. Estes municípios vão assim poder decidir sobre a constituição das turmas, horários e calendário escolar, assim como definir a oferta de disciplinas na escola, desde que cumpram as metas curriculares definidas pelo Ministério da Educação. As assembleias municipais vão agora deliberar sobre o contrato destes municípios com o Estado, tendo sido Cascais o primeiro município a conseguir esta aprovação.

..."

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

aqui, por cascais... a tomar em atenção a consulta pública ao pdm...!


no jornal da região...

"O Plano Diretor Municipal (PDM) de Cascais está em processo de revisão, no qual se pretende obter a máxima participação de todos quantos interagem com este território.

Cara (o) munícipe,

A Câmara Municipal de Cascais iniciou, em maio de 2011, o processo de revisão do Plano Diretor Municipal. Esta foi uma revisão feita com um objetivo primordial: valorizar as pessoas através da valorização do território. Porque sabemos que as pessoas e o território não são apenas duas faces da mesma moeda, mas são os mais significativos recursos que uma sociedade tem ao seu dispor, iniciámos um processo de revisão que, dentro de uma série de horizontes possíveis, diz o que queremos e o que não queremos. Somos claros nisso.

Quando dizemos o que queremos, apontamos um caminho: o caminho da sustentabilidade económico-financeira, ambiental e humana; o caminho da autossuficiência energética e da resiliência; o caminho de uma nova economia mais forte e mais justa porque é capaz de criar mais oportunidades para todos. Em resumo, um caminho de um Cascais mais uno, mais próspero e mais solidário, onde cada um tem a capacidade de escrever o seu próprio destino.

Mas, como disse, o PDM também é claro no que não queremos. E foi por isso que enquadramos estrategicamente as opções políticas no sentido de que elas, ao contrário do que aconteceu num passado não muito distante, nunca ponham em causa o nosso património e a nossa identidade coletiva; nunca hipotequem as hipóteses das gerações presentes e futuras poderem ficar ligadas por linhas de desenvolvimento sustentado e solidário; e, por fim, que nunca essas opções sejam capazes de contestar um modelo verdadeiramente humanista de gestão política do território.

Porque tem no seu centro as pessoas, o capital humano, este é um documento de futuro. Mas o processo de revisão do PDM está longe de ter produzido um documento acabado. É por isso que contamos com cada uma dessas pessoas para quem orientámos este PDM para nos ajudar a fazer crescer o PDM, para nos ajudar a fazer deste documento uma melhor carta estratégica para o presente e futuro dos cascalenses.

Conto com a sua participação que pode ser feita através do endereço eletrónico revisaopdm@cm-cascais.pt ou por via postal para o endereço Praça 5 de Outubro, 2754-501 Cascais, bem como por entrega presencial nos locais assinalados no Edital n.º 51/2015- Proposta de revisão do PDM | Abertura do Período de Discussão Pública.

Juntos construiremos um Cascais mais forte.

Carlos Carreiras,
Presidente da Câmara Municipal de Cascais

Saiba mais sobre o processo:
Deliberação para a revisão do PDM
Publicação da revisão do PDM
Comissão de Acompanhamento (publicação em Diário da República)

DOCUMENTOS


PROPOSTA Nº 64/2015 [Abertura do Período de Discussão Pública];

ANEXO I - Processo de revisão da REN;

ANEXO II - Processo de revisão do PDM:
- Elementos que constituem o PDM;
- Elementos que acompanham o PDM.

QUADRO RESUMO DA DOCUMENTAÇÃO

 "

via cm cascais... aqui.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

por cascais... as máfias dos interesses...?

Tribunal avalia terrenos em 8 milhões. Câmara expropriou por 162 mil 
Câmara de Cascais cedeu terrenos, que expropriou, para a construção das novas instalações da faculdade de economia da Universidade Nova de Lisboa. Proprietários contestaram valor e o tribunal deu-lhes...

no dn 'online...