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sexta-feira, 12 de abril de 2019

divulgando coisas públicas...

Nesta edição destacamos a participação do Institute of Public Policy em  eventos internacionais, a análise da execução orçamental de fevereiro e anunciamos os próximos eventos para poder marcar desde já na sua agenda!
Nos dias 13 e 14 de março, Joana Andrade Vicente (diretora executiva) reuniu-se com a
DG ECFIN e representantes de outros think tanks e académicos europeus, para discutir a agenda económica da Comissão Europeia. 
Carlos Farinha Rodrigues (presidente do IPP) participou no dia 19 de fevereiro, no encontro dos Multiplicadores do Pilar Europeu dos Direitos Sociais, em Bruxelas.
Foi anunciado pelo INE que o Governou “fechou” o défice de 2018 nos 0,5%, em contabilidade nacional. Este valor supera as previsões do Governo, mas está em linha com as nossas previsões avançadas na análise da execução orçamental desde outubro de 2018. Com esta confirmação temos novamente o “défice mais baixo da democracia”. Mas será que a dupla Costa-Centeno se preocupou o suficiente com as reformas e investimentos necessários que a economia portuguesa tem vindo a exigir nos últimos anos? Segundo o Tribunal de Contas, pelo menos em sede de planeamento não…
Por ora, a execução orçamental tem apresentado um comportamento semelhante ao do ano passado: uma evolução positiva, melhorias constantes, mas assentes num aumento da receita (10,7%) superior ao aumento da despesa (2,7%) que não consegue ser controlada como previsto. Não fossem os efeitos associados a fatores externos, e talvez no ano passado não se tivesse registado o défice mais baixo da democracia. Não pode também ser alheio o facto de, em 2018, se ter atingido uma carga fiscal de 35,4% do PIB, um novo máximo histórico.
No controlo da despesa tem sido determinante o desempenho da Segurança Social. A receita tem vindo a apresentar uma variação positiva, como resultado do aumento do emprego, que permite um aumento direto das contribuições e quotizações (na ordem dos 8,3% este mês). Mas, mais do que isso, o total da despesa com prestações sociais tem vindo, consistentemente, a ser inferior ao estimado, o que permite a este setor apresentar excedentes superiores ao previsto.

Relativamente à dívida não financeira dos Hospitais EPE, o Ministério das Finanças “descansa-nos” ao referir que os “pagamentos em atraso reduziram-se acentuadamente em 528 milhões de euros face a igual período do ano anterior, principalmente pela diminuição de 504 milhões nos Hospitais E.P.E”. O que não deixa de ser verdade. Pena é que tal feito foi atingido em grande parte por mérito de regularizações extraordinárias.
Leia na íntegra aqui.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

guerras de alecrim e manjerona...

deve ser esta uma das razões que nos leva, ainda, a termos forças armadas do tipo das que temos - generais em barda e soldados em falta...





in público...

boletim com informações variadas, orçamento e pensões...

Nesta edição, damos a conhecer  os últimos artigos publicados no jornal Público, a análise da execução orçamental e destacamos o evento "Que Pensões Podemos esperar?".

“O ensino público e o nosso futuro coletivo”

Por João Pedro Castro Mendes (associado IPP), na edição 17 de setembro, onde marca uma posição forte sobre o ensino público (não necessariamente gerida pelo Estado), o papel dos pais e do Estado.





“Que pensões podemos esperar?”

Por Joana Andrade Vicente (investigadora IPP), na edição 24 de setembro, onde discute sobre  a sustentabilidade financeira dos sistemas públicos de pensões, remetendo para o evento do dia 28 de setembro sobre a mesma temática.

“Extrema-direita na Áustria: devemos ficar preocupados?

Por Sofia Serra da Silva (associada IPP), na edição de 1 de outubro, onde relata as suas preocupações sobre a ascensão da extrema-direita na Áustria.

Uma iniciativa do Institute of Public Policy, a análise mensal da execução orçamental continuará a estar disponível no nosso site. Visite-nos!


Com os últimos dados disponíveis, as previsões do Institute of Public Policy apontam para  um comportamento excecional no que ao mês de agosto diz respeito. Tal permitiu atingir um défice na ordem dos 576 milhões de euros, o que representa uma considerável melhoria face ao período homólogo, nomeadamente de 1.424 milhões.

Tanto a receita como a despesa têm aumentado, mas a primeira em maior proporção, dado o aumento dos níveis de crescimento económico e do emprego. É, no entanto, importante não esquecer que o fim do ano acarreta um período difícil para o controlo da despesa. Caso o Governo já tenha considerado adequadamente estes fatores, será possível alcançar confortavelmente um défice de 0%.

O montante de dívida atual apresentado pelos Hospitais EPE,  estabilizou, desde junho, nos 773 milhões. Este montante é inferior ao do ano passado, mas à custa de injeções de capital, o que não representa uma solução de longo prazo, nem resolve problemas de gestão.

Quanto ao investimento, o Instituto de Políticas Públicas estima um desvio positivo de cerca de 926 milhões de euros, ou seja, são 926 milhões que, face ao que estava previsto no Orçamento, não são investidos.

Economicamente o Governo está perfeitamente confortável para apresentar uma meta de 0% em 2019. Resta saber se politicamente não será um tiro no pé, ao revelar que se preocupa mais com Bruxelas do que com o investimento nos serviços públicos e nos seus funcionários.

*Visite-nos aqui, para ler a análise na íntegra

Este mês destacamos a conferência realizada no dia 28 de setembro, "Que Pensões podemos esperar?"


No dia 28 de setembro, o Institute of Public Policy (IPP) com o apoio da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), organizou a conferência "Que Pensões Podemos esperar?'".

A conferência realizada no ISEG, juntou inúmeros profissionais com interesse na temática das pensões, dispostos a debater e a partilhar conhecimento.

Disponibilizamos no nosso site, as apresentações dos oradores.
Já nos segue nas redes sociais? Carregue aqui para nos conhecer melhor!
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terça-feira, 10 de abril de 2018

coisas... orçamentais e outras...!



Nesta edição, relembramos o próximo evento IPP, e damos a conhecer a última análise da execução orçamental no jornal Observador e os últimos artigos publicados no jornal Público.


Uma estratégia orçamental sustentável para Portugal 

Relembramos que é já amanhã às 18h no Auditório 2 do ISEG que decorrerá a sessão de lançamento do livro Uma estratégia orçamental sustentável para Portugal, da autoria de Paulo Trigo Pereira, Ricardo Cabral, Luís Teles Morais, e Joana Andrade Vicente.

> Consulte mais informações aqui.
 

Parceria IPP - Público

 
No âmbito da parceria IPP com o jornal Público (espaço semanal de opinião às segundas-feiras), damos a conhecer os últimos artigos:

. "Fogacho empreendedor?", por Pedro Manuel Costa (associado IPP), na edição de 2 de abril, sobre o estado atual do ecossistema tecnológico português, que já mereceu entretanto uma resposta por parte do CEO da Startup Portugal.

. "A sociedade civil europeia pede um caminho de crescimento sustentável, inclusivo e amigo o ambiente para a UE", por Luís Teles Morais (diretor executivo IPP) e Sabrina Schulz (Third Generation Environmentalism), na edição de 26 de março, sobre o sentido que se tem dado ao crescimento económico na Europa (no âmbito do projeto Dialogue on Europe).


. "A polémica do professor Passos Coelho e o estado da Ciência em Portugal", por Sofia Serra da Silva (investigadora associada IPP), na edição de 19 de março, sobre a contestação dos investigadores e docentes com o convite de Passos para o ISCSP. Destacamos o grande interesse que este artigo despoletou, tendo atingido cerca de 500 partilhas.

> Consulte mais publicações aqui.


Execução orçamental fevereiro


Na análise de fevereiro, Joana Vicente reforça que o défice de 2017 é o mais baixo da democracia (0,9%) apenas se não se contabilizarem os custos com a recapitalização da CGD (passando aí para 3%).

É do lado da receita (aumento de 4,7%) que permanece o maior contributo para a consolidação das contas, dado o aumento do emprego e crescimento económico, mantendo-se a tendência de maior crescimento dos impostos indiretos.

Em 2018 as despesas com pessoal serão um grande desafio, com a incorporação total da reposição dos salários e o descongelamento das carreiras - tendo em mente que já em 2017 esta rubrica derrapou.

O aumento registado no investimento (5%) continua a não ser suficiente, não devendo ser considerado meramente como uma variável de ajustamento.

Na área da saúde regista-se um novo aumento da dívida não financeira dos Hospitais EPE, mas deposita-se esperança na nova Estrutura de Missão para a Sustentabilidade Orçamental da Saúde, que permite fazer a ponte entre o Ministério das Finanças e o Ministério da Saúde.

> Consulte a notícia aqui.


Aniversário IPP

É já amanhã que o IPP celebra o seu 5º aniversário como associação sem fins lucrativos. Têm sido cinco anos de consolidação da imagem como think tank de referência em Portugal, capaz de uma intervenção forte no debate público, para melhorar a qualidade da definição e implementação das políticas públicas.

Este processo tem sido apenas possível graças ao apoio incondicional dos subscritores e associados do IPP, que possibilitam que o mesmo possa ser considerado uma referência nacional na análise e avaliação de políticas públicas nacionais e europeias, contribuindo cada vez mais com respostas eficazes e democráticas das políticas públicas no contexto desafiante e incerto que Portugal enfrenta.

> Caso ainda não seja associado do IPP e queira passar a contribuir de uma forma mais ativa, pode encontrar mais informações aqui.