Mostrar mensagens com a etiqueta associações de pais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta associações de pais. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 7 de julho de 2015

aí está [de novo] o ferrabrás da (des)educação...



no cm...

ainda há uns dias foi assim:



comentário:
tal como tinha feito na referida entrada, tenho um esboço [rápido] de uma proposta [muito] mais radical para resolver o assunto...

a) mal seja 'diagnosticada' a gravidez a mãe (re)ingressa na escola para realizar formação complementar àquela que possui... conclusão da escolaridade obrigatória, formação vocacional ou profissional, pós-graduações, etc. por forma a garantir vaga no armazém-escola da escolha parental;

b) excepciona-se o caso de gravidez de risco, devidamente atestada;

c) esta obrigação é mandatória e conclui-se até à realização do parto, seja ele natural ou provocado, segundo indicação clínica bastante;

d) a licença de 'parentalidade' é de doze meses, obrigatoriamente distribuídos em partes iguais pelo pai e pela mãe, sendo natural (?) que os primeiros seis meses caibam à mãe;

e) é fornecida aos progenitores, mandatóriamente, formação intensiva em parentalidade, cidadania e direitos /deveres no período até dois meses antes da data prevista para o nascimento;

f) no período correspondente à licença de maternidade, o pai regressa à escola onde a mãe iniciou a formação e ser-lhe-á ministrada formação intensiva complementar, adequada ao período de seis meses e ao seu perfil profissional, vocacional e/ou académico;

g) toda a formação ministrada é objecto de avaliação e certificação;

h) terminado o período de doze meses de licença o nascituro ingressa no armazém-escola pré-seleccionado.


ficariam resolvidos muitos problemas relacionados com números e dados estatísticos sobre emprego e desemprego com uma alta rotação no mercado de trabalho, ressucitava-se 'as novas oportunidades' ou seria criado um programa similar, do tipo recorrente [como ainda existe], incentiva-se a natalidade, a formação ministrada elevaria o país a patamares nunca perspectivados e, finalmente, seria dado o justo valor ao trabalho dos professores.

dixit.

sábado, 27 de junho de 2015

sorriamos [educadamente], então...



no cm...


comentário:

dantes tínhamos que gramar um eterno pai... agora levamos com um pai eterno?

até não vou deixar de 'concordar' com a teoria exposta e tenho uma ainda mais radical:

a) a divisão do ano escolar em cinco períodos lectivos, de dois meses cada;

b) avaliação sumativa nos primeiro, terceiro e quinto períodos;

c) avaliação qualitativa nos segundo e quarto períodos;

d) exames nacionais no mês de julho;

e) férias no mês de agosto;

f) as actividades lectivas iniciam-se a 1 de setembro;

g) as actividades lectivas terminam a 30 de junho;


e toda a minha gente tinha o problema resolvido.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

reclamando...


no público...


já agora... quantas destas 'reclamações públicas coreografadas' estão, de facto, registadas no respectivo livro amarelo...?

isto é que era importante perceber, até para aferir do activismo dos diversos actores na coisa educativa...

sábado, 4 de outubro de 2014

afinal até foram lestos... mas é uma no cravo e outra na ferradura...?

o comunicado conjunto da fne e da confap, após a conferência de imprensa de hoje...

já agora deixo uma pergunta [idiota], será que a conferência conjunta significa a representação da comunidade educativa...?



 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

e lá vamos nós à 'dança de cadeiras'... a notícia...!


no público 'online'...

...
"Muitos dos directores escolares não decidiram ainda se vão ou não cumprir as orientações que lhes foram dadas pelo MEC para revogarem as listas de ordenação dos professores da BCE de dia 12 de Setembro e anularem as colocações dos professores que então foram contratados (com base num erro, assumido pelo ministério). Mas, independentemente disso, “deverão divulgar nas páginas da Internet as novas listas, reformuladas”, disse ao PÚBLICO Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE).
...


Dança de cadeiras
 
Esta nova ordenação, a par da orientação para que as colocações de 12 de Setembro devem ser anuladas, provocará aquilo que a Federação Nacional de Professores chamou “a dança de cadeiras”. Aqueles que nesta sexta-feira se encontravam nas salas de aulas, com os seus alunos, pela 3ª semana consecutiva, vêem os contratos anulados, por vontade do MEC. Não se sabe quantos são, mas antes da sua contratação o MEC indicou que rondariam os 2500. Ocuparão os seus lugares os colegas que, de acordo com a nova fórmula, ocupam o topo das listas para aquele grupo de recrutamento e para aquela escola.
Também os candidatos colocados na reserva de recrutamento (um outro concurso de colocação) ocorrida no passado dia 26 de Setembro podem, até às 23h59 de segunda-feira, optar pelo horário que lhe for atribuído, esta sexta, através da BCE. Ambos os horários serão considerados horários anuais para todos os efeitos, assegura o MEC. Neste caso, os alunos mudam, também, de professores, mas só terão contactado com os primeiros durante menos de uma semana.

A presidente da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE), Isabel Gregório, considerou que “os mais prejudicados por este processo atabalhoado de colocação de professores são os alunos – os muitos milhares que não têm todos os professores e continuam à espera que os problemas se resolvam e aqueles que assistirão a trocas na sala de aula”. “As aulas começaram há três semanas, é absurdo ver docentes a chegar neste momento às escolas”, acrescentou a dirigente, que disse esperar que, “ao menos, a seguir a estas colocações as escolas possam encontrar a paz de que precisam urgentemente”. 
 
As direcções da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) e da Federação Nacional de Educação (FNE) agendaram para as 11h deste sábado, no Porto, uma conferência de imprensa conjunta para "denunciar a inoperância e incapacidade do Ministério da Educação e Ciência em garantir uma normal abertura do ano lectivo". Além dos atrasos na colocação de docentes criticam a falta de auxiliares nas escolas e a inexistência de apoios a alunos com necessidades educativas especiais."


para ler o artigo completo... aqui.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

começando a aquecer os motores...?



no sic notícias...


"Pais e encarregados de educação estão preocupados com a falta de funcionários nas escolas e, por isso, lançaram uma petição para que a situação seja alterada pelo Parlamento.

A cerca de duas semanas do início das aulas, os pais voltam a alertar para o que consideram ser um dos grandes problemas do ensino: poucos funcionários para escolas cada vez maiores.

O problema não é novo e um grupo de pais lançou uma petição para que o diploma que define o rácio de funcionários por escola seja debatido pelos deputados.

À Lusa, Alberto Santos, um dos autores da petição, explica o que se passa recorrendo a um caso concreto: "Na Escola Secundária da Maia tínhamos 1.645 alunos (...) para cerca de 22 funcionários, que ficam responsáveis por uma escola com quatro hectares de terreno".

Alberto conhece bem aquele caso porque é presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundaria da Maia e garante que "esta é uma realidade que afeta a generalidade das escolas públicas".

O vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, confirma a informação: "Esta é uma portaria que tem seis anos e que está ultrapassada, porque não prevê as obras que aconteceram no parque escolar. As escolas estão maiores, têm mais serviços, estão mais modernas e precisam de mais funcionários, além disso também não prevê as escolas que têm cada vez mais alunos com necessidades especiais".

A escassez de funcionários "significa falta de segurança, falta de higiene, casas de banho fechadas, pavilhões fechados, bibliotecas fechadas. Significa uma escola a funcionar em condições perfeitamente deficitárias", alerta Alberto Santos.

"Não somos guerrilheiros, não somos sindicalistas, mas estamos preocupados com a qualidade do ensino e o futuro dos nossos filhos e tudo faremos para que as escolas funcionem normalmente", afirma.

Para já, os pais têm um abaixo assinado na internet - "Alteração dos rácios de auxiliares de ação educativa nas escolas" que está disponível no site http://peticaopublica.com/ - que conta com 1993 assinaturas, mas precisam de quatro mil para garantir a discussão do problema no plenário da Assembleia da República.

Questionado pela Lusa sobre estas críticas, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) diz estar a "programar o início do ano letivo de forma a assegurar a abertura das escolas no período previsto com todas as condições, também no que diz respeito ao pessoal não docente. Qualquer situação que se venha a verificar de défice será analisada e suprida".

Filinto Lima confirma à Lusa que o rácio definido pelo diploma "é sempre cumprido e a horas", mas muitas vezes com o recurso a desempregados do centro de emprego.

"No meu caso, faltam-me 26 funcionários para atingir o rácio e essa diferença vai ser coberta com desempregados do centro de emprego, pessoas que não têm habilitações ou nunca trabalharam numa escola", lamenta, defendendo que o ministério deveria "abrir os cordões à bolsa" e contratar os assistentes operacionais em falta.

Apesar de condenar a opção governamental, reconhece que muitas vezes estes desempregados acabam por se revelar "excelentes profissionais, com grande capacidade para lidar com jovens".
No entanto, a legislação impede que possam voltar a trabalhar nas escolas no ano seguinte. Por isso, Filinto Lima, sugere que essa regra também deveria ser alterada."



aqui.