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quarta-feira, 1 de agosto de 2018
sábado, 21 de abril de 2018
coisas para pensar... (d)a ansiedade...!
"Psicologia e
Comportamento
“O que REALMENTE
significa ter ansiedade”- o texto mais extraordinário que já li sobre o tema
Este texto foi
originalmente publicado no site Thought Catalog, por Kirsten Corley, e é, de
longe, o texto mais simples, direto e esclarecedor que já li sobre o tema. A
ansiedade, mal do século, doença que tem feito, ao longo dos anos, uma multidão
de mentes cativas, é um mal a não ser desprezado, subestimado ou ignorado. É
hora de encará-lo de frente. Você está pronto?
“O que realmente
significa ter ansiedade
Vai além de
simplesmente se preocupar. Ansiedade significa noites em claro, conforme você
suspira e vira de um lado para o outro. É o seu cérebro nunca sendo capaz de
desligar. É a confusão de pensamentos que você pensa antes da hora de dormir e
todos os seus piores medos se tornam realidade em sonhos e pesadelos.
É acordar
cansada mesmo que o dia só tenha começado.
Ansiedade é
aprender como funcionar em privação de sono porque você só conseguiu fechar os
olhos às duas da manhã.
É toda mensagem
que você pensa ‘como fazer isso da forma correta?’. É duas ou três mensagens
que você manda caso tenha feito algo errado. Ansiedade é responder mensagens de
forma embaraçosamente rápida.
Ansiedade é o
tempo que você gasta esperando uma resposta enquanto um cenário se monta na sua
cabeça, questionando o que a outra pessoa está pensando ou se ela está brava.
Ansiedade é a
mensagem não respondida que te mata por dentro, mesmo que você diga a si mesma
‘talvez ele esteja ocupado ou irá responder depois’.
Ansiedade é a
voz crítica que diz ‘talvez ele esteja só te ignorando mesmo’. É você acreditar
em cada cenário negativo que você cria.
Ansiedade é
esperar. Parece que você está sempre esperando.
É o conjunto de
conclusões inexatas que sua mente cria, e você não tem outra escolha a não ser
aceita-las.
Ansiedade é se
desculpar por coisas que nem precisam ser desculpadas.
Ansiedade é
duvidar de si mesma e falta de autoconfiança.
Ansiedade é ser
superatenta sobre tudo e todos. Você consegue dizer se alguém mudou de humor
apenas pelo tom de voz da pessoa.
Ansiedade é
arruinar relacionamentos antes mesmo deles começarem. Ela te diz ‘você está
enganada; ele não gosta de você e vai te deixar’. E você acredita.
Ansiedade é um
estado constante de preocupação, pânico e viver no limite. É viver com medos
irracionais.
É pensar demais,
é se importar demais. Porque a raiz das pessoas ansiosas é se importar.
É ter mãos
suadas e coração acelerado. Mas por fora, ninguém percebe. Você aparenta estar
calma e sorridente, mas por dentro é o contrário.
Ansiedade é a
arte da decepção por parte de pessoas que não te conhecem. E das pessoas que te
conhecem, é ouvir constantemente ‘não se preocupe’, ‘você está pensando
demais’, ‘relaxe’. É sobre seus amigos ouvirem suas conclusões e não entenderem
como você chegou nelas.
Ansiedade é
querer consertar algo que nem problema é.
É o amontoado de
perguntas que te fazem duvidar de si mesma. É voltar atrás para checar
novamente.
Ansiedade é o
desconforto de uma festa por pensar que todo mundo está te observando e você
não é bem-vinda lá.
Ansiedade é
tentar compensar e agradar demais outras pessoas.
Ansiedade é
estar sempre no horário porque o pensamento de chegar atrasada te deixa em
pânico.
Ansiedade é o medo
de fracassar e a busca incansável por perfeição. E então se punir quando você
falha.
É sempre
precisar de um roteiro e de um plano.
Ansiedade é a
voz dentro da sua cabeça que diz ‘você vai falhar’.
É tentar suprir
as expectativas dos outros mesmo que isso esteja te matando. Ansiedade é
aceitar mais do que você consegue lidar para que você se distraia e não pense
demais em outros assuntos.
Ansiedade é
procrastinar, porque você está paralisada pelo medo de fracassar.
É o gatilho que
te faz ter um ataque de pânico.
É estar quebrada
na sua privacidade e chorar de preocupação quando ninguém mais está vendo.
É aquela voz
crítica dizendo ‘você estragou tudo’ ou ‘você deveria mesmo se sentir um lixo
agora’.
Mas mais que
qualquer coisa, ansiedade é se importar. É nunca querer machucar alguém. É
nunca querer fazer algo errado. Mais que tudo, é o desejo de simplesmente ser
aceita e querida. Então você acaba tentando demais às vezes.
E quando você
encontra amigos que entendem isso, eles te ajudam a superar juntos. Você
percebe que essa pode ser uma batalha que você enfrente todos os dias, mas é
uma que não precisa ser enfrentada sozinha."
lido por aí, na internet...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
coisas da educação... 'burnout'...!
Um terço dos professores está exausto e sofre de burnout
2 Fevereiro 2016
//
Nuno Noronha
// Notícias
// Lusa
O objetivo era perceber
se existiam muitos docentes em stress ou burnout e, no final,
descobriram que 30% dos professores estavam em burnout, contou á Lusa a
investigadora do ISPA responsável pela coordenação do estudo, Ivone
Patrão.
“Esta percentagem fica um pouco acima dos números habituais
registados nos outros países, que rondam entre os 15 e os 25%”,
sublinhou a psicóloga clínica.
A maior parte dos docentes em
burnout são mais velhos, têm um vínculo à função pública e dão aulas no
ensino secundário, acrescentou a responsável, explicando que a média de
idades dos inquiridos é de 49 anos.
Stress, ansiedade e depressão
O
estudo divulgado esta terça-feira revela ainda que existem entre 20 a
25% de docentes que sofrem de stress, ansiedade e depressão.
“O
bem-estar dos professores é considerado essencial para o sucesso de todo
o projeto educativo. Tendo em conta todas as mudanças sociais e
políticas, o burnout começa a ser um problema social de extrema
relevância”, sublinhou a especialista, lembrando que este problema
representa exaustão emocional e falta de realização profissional.
A
psicóloga salienta o facto de todos estes docentes estarem no ativo
quando responderam ao inquérito, o que representa um risco muito elevado
com a relação que se estabelece com os alunos e com a aprendizagem.
O
burnout afeta não só o professor, mas também o contexto educacional,
uma vez que o mal-estar sentido pode originar problemas de saúde, perda
de motivação, irritabilidade, aumento dos níveis de absentismo e
abandono da profissão, o que pode interferir na realização de objetivos
pedagógicos.
Para a especialista, falta formação continua e
oferta formativa que permita aos docentes ter ferramentas para saber
como lidar com situações de conflito em sala de aula.
Segundo a
investigadora, estes professores "não se sentem satisfeitos com o seu
trabalho nem com o sistema educativo tal como ele estava quando foram
inquiridos”.
O estudo foi feito numa altura em que se registaram
algumas mudanças tais como a avaliação de professores, o aumento de
alunos por sala de aula ou o aumento da idade de reforma.
Ivone
Patrão sublinha que os resultados do estudo não são representativos da
realidade que se vive entre os docente, mas pela sua experiência clinica
“é possível perceber que o burnout é uma prática constante”.
O
estudo será apresentado hoje na Assembleia da República, durante a
conferência levada a cabo pela Federação Nacional de Professores
(FENPROF), que assim pretende denunciar este problema, apontando causas e
consequências e apresentando propostas para a sua resolução.
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domingo, 6 de dezembro de 2015
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
a começar o dia... com as preocupações do costume...!
se bem que, note-se, agora elas não me afectem directamente...
Oficina de Psicologia | Os professores, o stress e o burnout. |
De
acordo com o Relatório da Agência Europeia para Segurança e Saúde no
Trabalho, publicado em 2014, na Europa 25% dos trabalhadores dizem
sofrer de stress no trabalho durante a maior parte ou a totalidade do
seu horário de trabalho, e uma percentagem semelhante relata que o
trabalho afeta negativamente a sua saúde.
Os professores são uma das profissões mais vulneráveis ao desenvolvimento de patologias associadas ao stress profissional.
O Burnout, sendo resultado da exposição prolongada a artifatores de stress de cariz profissional e da resposta crónica aos
mesmos, sem sucesso, é conhecido como síndrome de exaustão, física e
psicológica, que atravessa um conjunto de fases até ao seu nível mais
severo.
A
síndrome de Burnout surge muitas vezes associada a uma intensificação
da dedicação ao trabalho e a um sentimento de incapacidade para
responder a todas as exigências, o que poderá conduzir a dificuldades
físicas, psicológicas, emocionais e comportamentais. De resto, é muito
frequente o desenvolvimento do Burnout em pessoas que iniciam um
percurso/carreira profissional com expectativas demasiado elevadas e que
vêm a sentir as mesmas defraudadas. De forma insidiosa, o Burnout tende
a instalar-se, acompanhado de uma sensação persistente de que tudo é
complicado, difícil e desgastante. Numa fase intermédia do processo de
Burnout é comum o desenvolvimento de cinismo/despersonalização, ou seja,
dificuldades ao nível relacional, caracterizadas por isolamento da rede
social, falta de paciência e irritabilidade no contacto com colegas,
chefes ou pessoas para quem um serviço é prestado.
Finalmente,
atingido um estado mais crítico e prolongado de exposição ao stress, no
qual se assiste a dificuldades de organização marcadas, a uma completa
ausência de prazer na vida pessoal e profissional, se sente um forte
descontrolo em tarefas que habitualmente estariam asseguradas, poderá
ser atingido um nível mais profundo de Burnout, no qual se verifica a
ausência de realização pessoal. É a este nível que, muitas vezes, se dá o
questionamento do próprio sentido para a vida, pessoal e profissional.
Em síntese, podemos pensar no Burnout como num copo de água de vai
enchendo, gota a gota, até que começa a transbordar.
no com regras...
quinta-feira, 9 de abril de 2015
continuando o dia...a matutar...!
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sexta-feira, 3 de abril de 2015
isto já não é [só] um problema de resiliência e mal-estar profissional... é todo um 'programa de escolha forçada', generalizado globalmente...?
no the guardian, education...
"Teaching
is a great job. It’s something I’m good at, and at times can excel at.
I’ve even had those once-a-decade moments of a child telling you
something you’ve done has changed them or inspired them permanently. But
“being a teacher” (the whole job and everything it entails) ground me
down so much over the course of 10 years that I felt I never wanted to
go near students or schools again. I genuinely believed I had no place
in the teaching profession and that I had made a lucky escape.
I’m not the only one. This week figures were released
by the Association of Teachers and Lecturers which showed that in 2011
only 62% of newly qualified teachers were still teaching a year later – a
sharp drop from 2005, when 80% were still teaching after a year.
“Why are we losing the next generation of teachers,” asked Mary
Bousted, the ATL general secretary. “Is it, I wonder, because trainee
and newly qualified teachers see very early on just what teaching has
become and decide that they do not want to be a part of it? Is it that
they learn as they work with exhausted and stressed colleagues that
teaching has become a profession which is incompatible with a normal
life?”
How did I come to leave the profession? I completed my PGCE in my
early 20s, before I had a young family, and went to work at a
comprehensive. I was teaching English, so the preparation and marking
was all-consuming, particularly in the early years after I qualified. As
soon as I began having children, I realised how incompatible full-time
teaching was going to be with any semblance of that miraculous notion:
work-life balance.
I immediately went part-time, which presented its own problems; if
you are teaching a core subject you end up with split-teacher classes,
which involves detailed lesson handovers and highly organised
marking/planning being passed between two teachers (or more – in one
particularly complicated year I was one of four teaching the same year 9
class. I don’t know who was more confused, us or the students).
My
departmental colleagues were supportive, and I worked this way for
several years. But, increasingly, other things began to crowd in. Yes,
that workload, the one teachers talk about constantly but I still feel
is met with scepticism and suspicion. (Do you really work that
much after you leave so early every day? Simply, yes. If I left when
school hours finished I had to work later, after I’d eaten and the kids
were in bed. And many days, I simply stayed at work long after the final
bell.)
I know couples who are both teachers, who take one day each every
weekend – one day for childcare, one day for marking and preparation.
Separately. And I was only part-time. I found myself growing more and
more resentful of the time I spent thinking, planning and worrying about
my workload when I wasn’t at work.
Then there was the weight of responsibility I felt for the kids I
taught, particularly regarding their exam results. Parents’ evenings
were a chance to connect with parents who I didn’t see from one year to
the next. Some were grateful, some simply wanted numbers, and some were
confrontational: one demanded a detailed copy of every lesson plan I
intended to teach for the next half term, because her child had told her
he didn’t feel my lessons were interesting enough for him.
The constant doubting of my work, and the passing on of every ounce
of the exam burden my way took its toll. I began to examine my dual role
as a parent and a teacher with careful scrutiny: did I hold my own
children’s teachers entirely responsible for how well they did in every
aspect at school? Did I make their teachers feel as I felt? I hoped not,
but it’s possible I did.
Eventually, I just got sick of being in a profession that I felt held
no real status in this country. I had countless arguments with other
parents – they felt that although there were individuals who worked
hard, teachers as a whole were lazy and complained too much. Although I
knew the opposite to be true, I didn’t want to be seen as one of those
any more. I felt flattened by having to constantly justify what I did
even deserved a wage (“Miss, my dad said to tell you he thinks it’s
disgusting that we pay you to have holidays.”)
People who had been in teaching for much longer than I had told me I
just needed to be robust, that it was irrelevant what people thought of
your job (particularly those who have no experience of it), and that the
students always made it worthwhile. I did love engaging with the kids,
but it no longer felt worthwhile. My confidence plummeted, and I knew it
was time for me to get out.
I left, and thought that was it for me, that I’d never go near a
classroom again. Then I started helping out in specialist drama
workshops – outside of schools, in an extra-curricular role that was not
attached to Ofsted observations, exam results or parental expectation.
To my astonishment, I remembered that at some point I felt I had
something to offer children – energy, enthusiasm and creativity.
I now do this as a freelance practitioner, and am relieved I left the
classroom “system” before it claimed me as someone else who left
teaching, in any capacity, for good."
aqui.
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sábado, 20 de setembro de 2014
coisas de ranquingues... somos os primeiros...!
na rádio renascença...
"Os portugueses são os cidadãos europeus que mais sofrem com o stress,
revelam estudos da União Europeia. A crise financeira não é alheia ao
aumento das perturbações mentais, em muitos casos, derivadas do stress
no trabalho.
Seis em cada dez dos portugueses são afectados pelo problema, diz o vice-presidente da Ordem dos Psicólogos, Samuel Antunes, entrevistado no programa "Trabalho sem Fronteiras" - no âmbito da parceria Renascença/Euranet.
O psicólogo especialista em saúde laboral sublinha que os empregadores tendem a reduzir os custos com o pessoal, aumentando as cargas horárias e de trabalho, esquecendo-se que "esse é um mau princípio de gestão". O absentismo cresce, mas as pessoas, sujeitas a um ambiente menos saudável, mesmo que estejam no local de trabalho, não produzem. Para Samuel Antunes, "ainda é pior do que faltar".
Para a União Europeia a preocupação é grande: as perturbações mentais, associadas ou não ou trabalho, custam 240 milhões de euros por ano. Em Portugal, segundo estimativas da Ordem dos Psicólogos, os custos devem rondar os 300 milhões de euros.
As quatro causas do stress laboral
Seis em cada dez dos portugueses são afectados pelo problema, diz o vice-presidente da Ordem dos Psicólogos, Samuel Antunes, entrevistado no programa "Trabalho sem Fronteiras" - no âmbito da parceria Renascença/Euranet.
O psicólogo especialista em saúde laboral sublinha que os empregadores tendem a reduzir os custos com o pessoal, aumentando as cargas horárias e de trabalho, esquecendo-se que "esse é um mau princípio de gestão". O absentismo cresce, mas as pessoas, sujeitas a um ambiente menos saudável, mesmo que estejam no local de trabalho, não produzem. Para Samuel Antunes, "ainda é pior do que faltar".
Para a União Europeia a preocupação é grande: as perturbações mentais, associadas ou não ou trabalho, custam 240 milhões de euros por ano. Em Portugal, segundo estimativas da Ordem dos Psicólogos, os custos devem rondar os 300 milhões de euros.
As quatro causas do stress laboral
Segundo
um recente inquérito europeu, realizado pela Agência Europeia para a
Segurança e Saúde no Trabalho (EU-OSHA), os trabalhadores associam o
stress laboral sobretudo a quatro causas: reorganização do trabalho ou a
insegurança, horários de trabalho alargados e volume de trabalho
excessivo, intimidação (ou "bullying") e assédio moral.
Quatro em cada dez dos inquiridos pensa que o stress não é devidamente abordado no local de trabalho. Mais de metade considera mesmo que o stress laboral é uma situação normal.
Além dos problemas mentais, como a depressão, esgotamento ou dificuldades de concentração, o stress pode ser também responsável pelo consumo excessivo de álcool, tabaco ou drogas e provocar doenças cardiovasculares, gástricas ou músculo-esqueléticas.
Neste momento, e até ao fim de 2015, decorre uma campanha europeia, lançada pela EU-OSHA, em defesa de locais de trabalho seguros e saudáveis, que envolve diversas empresas e entidades.
Dois casos
Quatro em cada dez dos inquiridos pensa que o stress não é devidamente abordado no local de trabalho. Mais de metade considera mesmo que o stress laboral é uma situação normal.
Além dos problemas mentais, como a depressão, esgotamento ou dificuldades de concentração, o stress pode ser também responsável pelo consumo excessivo de álcool, tabaco ou drogas e provocar doenças cardiovasculares, gástricas ou músculo-esqueléticas.
Neste momento, e até ao fim de 2015, decorre uma campanha europeia, lançada pela EU-OSHA, em defesa de locais de trabalho seguros e saudáveis, que envolve diversas empresas e entidades.
Dois casos
A Ordem dos Psicólogos
é a parceira oficial da campanha e, segundo Samuel Antunes, está a
trabalhar com a Autoridade para as Condições de Trabalho sublinha que o
objectivo é sensibilizar empresas e trabalhadores para a avaliação de
risco e ajudar as pessoas a lidar com as situações de stress no local de
trabalho. Ou seja, através da intervenção do psicólogo, evitar que se
chegue a casos extremos como os relatados na reportagem Renascença divulgada no "Trabalho Sem Fronteiras".
Duas mulheres – de 57 e 40 anos – foram alvo de assédio moral nos seus locais de trabalho e passaram por graves problemas psicológicos. Além da depressão, tiveram ou têm ainda outros problemas de saúde que deixaram mazelas para o resto da vida. E que alteraram os seus comportamentos."
Duas mulheres – de 57 e 40 anos – foram alvo de assédio moral nos seus locais de trabalho e passaram por graves problemas psicológicos. Além da depressão, tiveram ou têm ainda outros problemas de saúde que deixaram mazelas para o resto da vida. E que alteraram os seus comportamentos."
aqui.
sexta-feira, 1 de março de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
domingo, 28 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
notícia... sintomas de 'burnout' na classe docente [nada de que não se estivesse à espera...!]... no público...!
"Os professores portugueses têm um nível de stress superior à população
norte-americana, considerada uma das sociedades mais stressadas, conclui
um estudo sobre o esgotamento físico e mental dos docentes portugueses."
para ler a notícia na íntegra... aqui.
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