Mostrar mensagens com a etiqueta tpc. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tpc. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 28 de março de 2016

a começar o dia... a relembrar a chamada de atenção de ontem, numa capa de jornal...!




no público...


e já agora deixo a ligação para as respostas que os pais deram sobre o assunto:


As respostas dos leitores sobre TPC


O PÚBLICO lançou este desafio aos leitores: Se tiver filhos a estudar no 1.º ciclo, fica aqui o apelo à sua colaboração: quantos trabalhos para casa lhes foram passados na escola para realizar durante as férias da Páscoa? Recebemos cerca de 50 respostas. Ei-las na íntegra, por ordem de chegada.

Adriano Miranda

sexta-feira, 4 de março de 2016

como tive que me pôr em dia com muitos e variados assuntos, deixo algumas ligações com interesse educacional...

Escola de corpo inteiro

 

Dicas para ajudar os Pais a lidar com os TPC dos miúdos

 

Dizer palavrões e tratar por tu “é fixe”, meu

 

Da dificuldade... 

PROFESSORES LUSOS by Ricardo Montes  /

null
...em compreender o sítio virtual do Ministério da Educação (sim... eu sei que é herdado do anterior governo), onde não existe sequer um organograma da estrutura ministerial e faltando o mínimo para que o comum dos mortais saiba a que organismo recorrer sempre que seja necessário obter esclarecimentos.

Embora suspeite que esta ausência de organização se deva à tradicional promoção política nacional do "povo ignorante", julgo que não ficaria nada mal ou implicaria grandes custos fazerem algo em condições. É que esta coisa dos sítios minimalistas e repletos de publicidade governamental já chateia.

Deste modo, e mesmo sabendo que irão faltar links, deixo-vos com alguns sítios virtuais úteis:










 
 
via feedly...
 
 
 
2016-03-03
 
 
Propostas para organização do ano letivo remetidas ao ME
 
 
Após aprovação em reunião do Secretariado Nacional da FNE, realizada a 2 de março, foi remetido ao Ministério da Educação um documento que integra os contributos da FNE para a organização do ano letivo 2016/2017.
 
Com estas propostas, a FNE pretende garantir que o diploma que se encontra em preparação seja ajustado às necessidades das escolas, mas respeitando o tempo de trabalho dos professores. As regras para a atribuição do número de turmas a cada professor e o número de alunos por turmas são outras das questões que nos mereceram atenção na proposta.
O documento remetido ao ME solicita ainda que o diploma clarifique a necessária redução do tempo de trabalho para os técnicos superiores, assistentes técnicos e assistentes operacionais que integram os órgãos do agrupamento/escola não agrupada.


via fne...


25 fev 2016 - 16:40
 

“Por uma Escola Democrática”


No próximo dia  12 de março, a FENPROF realiza  em Lisboa, um Encontro Nacional sobre a administração e gestão das escolas. A iniciativa decorrerá no auditório da Secundária D. Pedro V, em Sete Rios, entre as 10h e as 13h00 e  tem como lema “Por uma Escola Democrática”. 
para o qual poderão inscrever-se docentes e investigadores, sendo dada preferência na inscrição aos associados nos sindicatos da Federação, limitada à lotação das instalações.
Esta iniciativa que se iniciará às 10.00 horas na Escola Secundária D. Pedro V, em Lisboa, terá como dinamizadores do debate, que se estenderá a todos os participantes, Licínio Lima, docente e investigador da Universidade do Minho, e Manuela Mendonça, do Secretariado Nacional da FENPROF. Mário Nogueira, Secretário Geral, encerrará e concluirá sobre os trabalhos deste Encontro.
A FENPROF realiza esta iniciativa, no quadro da necessária reversão do processo de destruição da Escola Democrática, imposto nas últimas duas décadas pelos sucessivos governos, avaliando esta matéria como sendo determinante para a melhoria da qualidade de ensino e das aprendizagens e das condições de trabalho, designadamente dos professores e educadores.
Para a FENPROF, como referem os vários documentos e resoluções que tem aprovado sobre esta matéria, é fundamental que a gestão das escolas/agrupamentos seja democrática como suporte do próprio regime. Nesse sentido, a FENPROF defende a elegibilidade de todos os órgãos e o fim da existência de órgãos unipessoais, ao mesmo tempo que pretende que um novo modelo de gestão fomente a participação de toda a comunidade educativa nas tomadas de decisão, devendo, nela, os docentes, ter um papel determinante.
Por outro lado, sendo a escola um espaço em que a Educação é a razão da sua existência, a FENPROF defende que os actos de gestão e administração das escolas tenham um carácter preferencialmente pedagógico, devendo o processo administrativo apoiar as medidas de ordem científico-pedagógica que tenham de ser tomadas.
Para a FENPROF, a descentralização da administração educativa e a atribuição de autonomia às escolas/agrupamentos é essencial, pelo que se propõe, com este encontro lançar as bases para um amplo debate nacional, em que a sua proposta de modelo de administração e gestão deverá, obrigatoriamente, estar incluída.

 

 via fenprof...

 

domingo, 14 de fevereiro de 2016

continuando o dia... ainda mais educativamente...!

        créditos: AFP/DANIEL MIHAILESCU


"Esta é uma das conclusões da equipa da OCDE que tentou perceber porque é que existe um grupo de estudantes com fracos resultados académicos e como é possível ajudá-los a ter sucesso, tendo por base os resultados de milhares de alunos de 15 anos de 64 países que realizaram os testes PISA (Programme for International Student Assessment).

Comparando os resultados dos estudantes que não fazem TPC´s com os que dedicam entre uma a oito horas semanais, os investigadores acreditam que uma das chaves do sucesso académico pode estar nesta tarefa: “os estudantes que gastam seis horas semanais a fazer trabalhos de casa têm 70% menos de hipóteses de terem uma má performance quando comparados com os que não fazem trabalhos de casa”, lê-se no relatório.

O estudo “Estudantes com baixo rendimento: Porque ficam para trás e como ajudá-los a ter êxito” apresenta medidas educativas que podem ajudar a melhorar o resultado dos alunos e traça o perfil daquele que considera ser um estudante em risco.

Segundo a OCDE, uma rapariga de origens socioeconómicas desfavorecidas, que vive numa família monoparental numa zona rural e que não teve direito a educação pré-escolar são algumas das características de risco.

Uma jovem imigrante, que já reprovou e frequenta uma formação técnico-profissional são outros dos traços de perfil desenhado pela equipa da OCDE.

É perante estas características que o relatório aponta algumas políticas que poderão ajudar a romper o ciclo de baixos resultados académicos.

Oferecer medidas de apoio suplementar a quem precisa o mais cedo possível, promover a participação dos encarregados de educação e de comunidades locais, identificar os alunos com baixos resultados e criar intervenções adaptadas às suas necessidades são algumas das medidas defendidas no relatório.

A OCDE defende ainda que se deve criar um ambiente exigente nos centros escolares que apoie os alunos e que sejam oferecidos programas especiais para os imigrantes, que falem idiomas minoritários ou que vivam em zonas rurais.

Apostar na educação pré-escolar e limitar a criação de agrupamentos de alunos tendo em conta as suas competências são outras das medidas que os países devem ter em conta.

O relatório indica ainda que os alunos com fracos resultados académicos são menos confiantes e estão menos motivados, acabando por faltar mais às aulas ou a dias completos de escola.

As escolas que juntam de forma equitativa alunos favorecidos e desfavorecidos tendem a beneficiar os estudantes mais carenciados sem prejudicar os melhores, revela ainda o estudo.

“Os sistemas que distribuem de maneira equitativa entre as escolas tanto os recursos educativos como os alunos poderiam beneficiar os alunos com rendimentos mais baixos sem prejudicar os alunos destacados”, lê-se no relatório.

A OCDE lembra que o baixo rendimento na escola tem consequências a longo prazo tanto para as pessoas como para os países: os alunos com baixos rendimentos aos 15 anos têm muito mais probabilidades de abandonar os estudos.

O estudo aponta Portugal como um dos países - juntamente com a Bélgica, Luxemburgo e Espanha - com as mais altas taxas de reprovação, defendendo que "deveriam reconsiderar as suas políticas neste aspeto"."


no sapo, em linha...


leitura complementar:

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

coisas da educação... ainda [e sempre] os tpc...!

Resultados da Sondagem: É a favor dos trabalhos de casa?

by Alexandre Henriques


Ficam os resultados da sondagem semanal e o comentário exclusivo do Paulo Guinote.

TPC

Trabalhos Esforçados

Com o passar dos tempos e a evolução que as coisas tiveram em matéria de quotidiano nas escolas e na vida das famílias deixei de ter – se alguma vez tive – uma crença muito forte e inabalável nas vantagens ou desvantagens dos trabalhos de ou para casa.
Paulo GuinoteAcho que alguns são úteis, até podem ajudar a envolver os pais/encarregados de educação na vida familiar dos seus filhos/educandos, e discordo daqueles anátemas que os pretendem banir a todo o custo. Mas também acho que, em diversas situações, me parecem desnecessários ou irrelevantes para as aprendizagens dos alunos. Assim como acho que há disciplinas que ganham alguma coisa com a realização de exercícios fora das aulas, desde que depois devidamente verificados em aula (ocorre-me o caso da Matemática) ou com a realização de algumas pesquisas adicionais sobre temas que é mais complicado abordar de forma mais aprofundada no tempo disponível com 30 alunos. Mandar fazer a cópia de páginas de manuais a alunos do 3º ciclo ou tarefas cuja complexidade ultrapassa em muito as competências dos alunos do 1º ciclo, exigindo obrigatoriamente a intervenção de adultos, são extremos ridículos que só revelam a falta de bom senso de quem as manda. Até porque há trabalhos que se justificam num ciclo de escolaridade e não em outros e tudo exige alguma atenção e coordenação, quando são exigidos de um dia para o outro trabalhos para 3 ou mais disciplinas diferentes, cruzando-se com testes, etc, etc.
O que escrevi pode parecer óbvio, mas a verdade é que bom senso anda a escassear e um certo egoísmo a imperar, quase como reacção ao que se percepciona como um crescente desinteresse e irresponsabilidade dos alunos, fenómeno que (afinal) é recorrente de geração em geração. O que significa que nem saberia muito bem como responder à questão desta semana.
Por tudo isto, prefiro dizer o que faço nestas matérias, como estratégia pessoal e não como fórmula mágica e generalizável. Lecciono Português e História nos 2º e 3ºciclo, pelo que não pretendo ensinar o que fazer a colegas do 1º ciclo ou a quem leccione Geologia ou Geometria Descritiva no Secundário. Mesmo se algumas ideias possam er úteis, nem que seja para serem contraditadas.
Como regra, não envio trabalhos de casa aos meus alunos, muito menos de um dia para o outro, a menos que seja completar qualquer tarefa que não conseguiram terminar na sala de aula (uma composição que ficou a meio, por exemplo). Os trabalhos que peço são normalmente com prazos mais ou menos alargados, a realizar em uma ou duas semanas. Procuro saber se já têm outros, de outras disciplinas, no mesmo período e vou consultar a tabela de testes marcados. Agora é tudo digital, é rápido colhermos a informação sem depender do simples testemunho dos alunos. Claro que parto do princípio que todos os colegas registam essas coisas e não as andam a mudar.
As tarefas que solicito, para além das tais tarefas por acabar, são quase sempre destinadas a consolidar ou aprofundar um determinado conteúdo ou são das diversas opções. Algumas podem tornar-se mini-trabalhos em pequeno grupo (2-3 alunos). O seu peso na avaliação final da disciplina é pouco significativo, servindo mais como informação complementar à observação directa em aula acerca do envolvimento dos alunos no acompanhamento das aulas e realização das tarefas. No caso de Português, com 3 blocos semanais de 90 minutos, que me desculpem, mas julgo que há tempo para resolver quase tudo o que há a resolver, salvo casos excepcionais. No caso de História, com 3 tempos de 45 minutos, é claramente mais complicado quando se tentam transmitir conhecimentos sobre vários séculos e desenvolver competências ligadas à exploração de diversos tipos de fontes e documentos.
Mas, como já escrevi, os trabalhos para casa são, para mim, um recurso secundário. Até porque eles de pouco ou nada servem se não forem verificados e eu não gosto de ser daqueles que apenas faz a cruzinha na agenda por ver umas linhas escritas no caderno sem as analisar. E, para isso, prefiro realizar e acompanhar a tarefa toda na sala de aula. São formas de encarar as coisas que eu já tinha antes de ser encarregado de educação e estar do “outro lado” a apreciar as diversas práticas neste particular.
Em resumo… nem veto aos tpc, nem fé cega na sua imposição a qualquer preço. Como escrevi, prefiro o bom senso que – sei que é feio avaliar em causa própria – ainda não me abandonou por completo nestes tempos de alguma desorientação e frustração sobre o sentido profundo da Educação. Nas escolas e nas famílias.

no com regras...

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

coisas da educação [que tem os seus dias]... 'manifesto pela abolição dos trabalhos de casa' (?)...!


no observador...

"Pego no mote dado por este texto no Observador para falar numa causa que deveria juntar todas as mães e todos os pais com prole em idade escolar: a abolição da peste epidémica que são os trabalhos para casa (ou como o meu filho mais velho, garboso frequentador do 3º ano, diz, Tortura Para Crianças).


Às vezes ouço pessoas referirem-se aos TPC como algo que molda o caráter das crianças, que lhes ensina a primazia do dever (donde o irritante nome ‘deveres’) face aos prazeres da vida que já lhes estão disponíveis; no fundo, são a bala de prata que leva os estudantes ao sucesso académico e até, no caso de jovens em risco, lhes evita uma vida entregue ao crime ou, pelo menos, à mandriagem.

Eu apresento-me como prova de que essa teoria está errada. Sempre devotei de forma consistente um ódio razoável aos TPC e já na primária me lembro de ter a professora a enviar notas à minha mãe por ausência de TPC realizados. Lembro-me até de um incidente (talvez na sequência de tais notas) em que o conflito entre o poder maternal e a minha pessoa, à volta de uma conta de dividir, foi tão violento que eu decidi (sem disso informar o poder competente, claro) que não ia aprender a fazer contas de dividir quando a divisão era por números com dois ou mais algarismos (as por um algarismo não valia a pena desaprender). E passei assim todos os anos (e nada mal), saltando as contas de dividir nos testes de matemática, até que lá para o 8º ano me ensinaram divisões com polinómios, o mecanismo era tão evidente que eu não podia alegar não o entender (a matemática é para se perceber em vez de decorar, e aprovo as medidas programáticas que têm ido nesse sentido e fogem do ensino tradicional da disciplina) e, embora contrariada por abandonar a resolução dos meus 8 ou 9 anos, comecei a fazer divisões por números de mais de dois algarismos. (Confortada, apesar de tudo, por naquela altura já não aparecem exercícios destes nos testes, pelo que havia já pago gloriosamente o preço da minha rebelião da infância).

Também me recordo de, no Secundário e quando havia esgotado o número permitido de faltas de material, copiar os trabalhos de casa de inglês pelas minhas amigas no intervalo antes dessas aulas. Isto é tanto mais sintomático do desprezo aos TPC (sistema a ser combatido pela subversão das regras) quanto eu nunca copiei num teste – nem nunca proporcionei que copiassem por mim (pela mesma razão que nunca usaria uma carteira de imitação de uma marca conceituada: horror ao postiço).

Ora nada disto me impediu de ser sempre boa aluna a matemática, ter tirado um curso que usa matemática já complexa e, na verdade, estudar para os exames de matemática (i.e., fazer exercícios) dava-me muito prazer. Também hoje leio muito mais livros (e jornais e…) em inglês do que em português. Nem tal desamor aos TPC me impeliu a abraçar uma vida de ilegalidade nem a descurar os meus deveres como mãe de família, profissional ou cidadã. Na verdade tenho muito orgulho por sempre ter entendido que, depois de saída do colégio às quatro meia, era o que faltava gastar o resto do meu dia a fazer TPC. Primeiro queria brincar e desenhar e, mais tarde, ler aquilo que me apetecia em vez do que os professores recomendavam.

Nos casos de escolas que apenas têm aulas de manhã ou de tarde, pode justificar-se que enviem alguns TPC diariamente. E no 3º ciclo ou no secundário evidentemente há disciplinas (matemática e pouco mais) que necessitam de treino e justificam trabalhos de casa. Mas não há qualquer motivo de ordem não sádica para esperar que crianças, depois de passarem a manhã e metade da tarde nas escolas, percam mais do seu dia – em vez de estarem a descansar ou a brincar – repetindo o que fizeram na escola. Isto para além de argumentos válidos como infernizar a vida das famílias e potenciar conflitos entre progenitores e prole cansados. (Há os inválidos, como não criar ‘assimetrias’ aos alunos sem famílias que ajudem nos TPC – desde quando o objetivo da escola é nivelar todos por baixo em vez de promover o potencial de cada aluno?)

Dispensam-se contudo lirismos (que acordam os meus instintos bélicos ou, pelo menos, sarcásticos) do calibre (parafraseio) ‘peça ao adolescente que leia um artigo no jornal e resuma’. Eu desiludo: ou as famílias têm por hábito comentar e debater notícias, políticas, eventos relevantes ou não esperem que estas conversas surjam por encenações planeadas. 

 
Os meus filhos são incentivados a ouvir e perguntar e comentar as conversas dos adultos (as disponíveis aos seus ouvidos, evidentemente, e oh se são argumentativos) e este verão entusiasmaram-se sem medida com o ‘banco bom’ e o ‘banco mau’. Mas ficaria algo desapontada se, chegados à adolescência, num momento de fraqueza meu lhes pedisse para lerem e resumirem um texto de um jornal e não fizessem questão de me ignorarem e falarem do tema mais superficial que lhes ocorresse (outra coisa seria recomendar-lhes lerem, e comentarem só se lhes apetecesse, algo que os entusiasmasse). Se há dever que os filhos têm é castigar as coreografias pretensiosas dos pais."


quinta-feira, 17 de julho de 2014

do empreendedorismo educativo...?


no observador...

"Na China foi criada uma aplicação surpreendente, que ajuda as crianças a fazer os trabalhos de casa.

A aplicação que, adianta o The Daily Dot , está “abençoar” estudantes por todo o mundo, chama-se Homework Helper e poderá ser uma preocupação para os pais e educadores. Sim, porque é de batota que estamos a falar.

Esta ferramenta foi lançada apenas a alguns meses e já conta com mais de 5 milhões de utilizadores, sendo o seu uso simples e intuitivo. Depois de instalada, os utilizadores captam uma imagem do trabalho de casa ou escrevem as questões uma por uma.  Seguidamente, as respostas serão providenciadas por outros utilizadores em troca de dinheiro digital – ou melhor, um crédito que poderá ser trocado posteriormente por objetos que os utilizadores tenham.

Deste modo, esta aplicação incentiva os utilizadores desta “rede” a fazerem  as tarefas escolares uns dos outros em troca de prémios como iPhones ou outros artigos apreciados pelos mais novos. Os estudantes recebem a “ajuda” mas não aprendem realmente nada, apenas recebem as respostas, sem esforço. Uma técnica habitualmente conhecida como “copiar” que agora se transforma num serviço de sucesso.

No entanto, as opiniões quanto à “Homework Helper” resultaram numa esperada divisão familiar, entre os estudantes que adoram a aplicação, pois veio dizimar o tempo dedicado aos trabalhos de casa permitindo-lhes fazer outras atividades, mais lúdicas, e os pais ou educadores que afirmam que esta ferramenta anula os esforços de criação de métodos de trabalho providenciados aos alunos pelas escolas e professores.

Há porém quem argumente a favor: a aplicação pode também ser usada pelos alunos para se inteirarem melhor de determinadas matérias."


sábado, 7 de abril de 2012

tpc... nada com que não concorde [em absoluto]...!

"São poucas as vozes que defendem os trabalhos de casa. Nesta como noutras questões, a esquerda romântica ocupa o espaço todo. Tornou-se hegemónica no espaço público. Poucos ousam contestá-la com medo de serem apelidados de conservadores.
 
E, no entanto, há tanto a dizer a favor dos trabalhos de casa:
 
#1. Dão um sentido de ordem à vida dos alunos após as aulas.
 
#2. Ajudam a organizar a rotina diária.
 
#3. Obrigam os pais a acompanharem o estudo dos filhos.
 
#4. Envolvem os alunos em atividades de treino e prática.
 
#5. Pressionam os alunos a estudarem todos os dias.
 
#6. Deixam-lhes menos tempo para fazerem disparates."

aqui.