Mostrar mensagens com a etiqueta auxiliares de acção educativa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta auxiliares de acção educativa. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

expectável, quanto baste...?

Resultados da Sondagem: Avalie o desempenho dos assistentes operacionais da sua escola.

 
 
Sondagem_assistentes operacionais
Votos: 1334

O Elo mais Fraco

Paulo GuinoteNão me vou ocupar com a questão da qualidade do desempenho do pessoal não docente das escolas, chamem-lhes o que quiserem nas novas designações tecnocráticas. Há de tudo, como em muitas farmácias e drogarias. Há o muito bom, o bom, o razoável, o mau e o péssimo, em dosagens diversas conforme o contexto.
Prefiro concentrar-me numa breve análise da vulnerabilidade da situação profissional do pessoal não docente, nomeadamente do pessoal que assegura alguma ordem nos corredores e pátios das escolas, que nos garante a limpeza do espaço e alguma funcionalidade dos equipamentos em torno de salários que desmerecem a sua importância.
Vou destacar dois aspectos que acho fundamentais, não negando outros igualmente importantes:
  • A vulnerabilidade quotidiana de quem tem de enfrentar mesmo na primeira linha, muita da falta de educação e civismo de muitos alunos (e mesmo encarregados de educação), com escassos meios de defesa e quantas vezes sem a compreensão de outros actores educativos, correndo riscos ainda maiores do que os professores e tendo ainda menores meios de defesa. Por vezes, enquanto professores, queixamo-nos do que poderia ser melhor e temos razão. Há sempre quem não cumpra, mas é muito mais quem cumpre e bem uma missão profundamente complicada, perante o desrespeito, a arrogância e a prepotência dos “pequenos ditadores” que raramente aceitam um reparo ou um não e que se acham na posse de todos os direitos e de nenhum dos deveres. Como, apenas a título de exemplo, aquelas criaturas que deitam para o chão toda o lixo que lhes passa pelas mãos, achando que a limpeza nasce do ar.
  • A vulnerabilidade profissional, entre a escassa remuneração e a precariedade de muito pessoal que surge nas escolas, com pagamento à hora, sem quaisquer garantias de uma carreira com um horizonte que justifique os riscos corridos. Em outras paragens, o pessoal não docente é em menor número, exactamente porque a sua necessidade é menor em função de hábitos culturais bem diversos. Mas também são paragens onde a sua situação profissional não é tão precária e onde a ninguém passaria pela cabeça que este tipo de função pode ser exercido por qualquer pessoa inscrita num centro de desemprego.
Quando me dizem que uma escola é uma organização e que se deve nortear por princípios de eficiência e eficácia, questiono-me se tão sabedores teorizadores consideram correcta a abominável gestão dos recursos humanos não docentes que se pratica entre nós. Porque uma Escola é mais do que aulas dadas entre toques e há todo um trabalho tanto de rectaguarda como de “frente de batalha” que é essencial para o seu bom funcionamento. E o bom desempenho do pessoal docente é essencial para a própria imagem que é transmitida por cada escola para o exterior e para os próprios alunos. E nem sempre há quem se lembre disso e lhe dê a merecida importância.

via com regras...

domingo, 31 de janeiro de 2016

participem... [sondagem] avaliação do desempenho dos assistentes operacionais na escola...!

Sondagem da Semana| Avalie o desempenho dos assistentes operacionais na sua escola.

by Alexandre Henriques

Numa semana em que muito se falou sobre a questão das 35 horas, está na hora de darmos a conhecer a nossa opinião sobre o desempenho dos assistentes operacionais nas escolas. A sua utilidade é conhecida, mas até que ponto é que o seu desempenho é benéfico para o funcionamento das escolas? São pessoas com brio, zelosas, competentes? Ou pessoas desleixadas, pouco empenhadas e que só querem um emprego e não querem trabalhar?
Conheçam os resultados e na próxima semana leiam a análise de Paulo Guinote.
Votem e partilhem s.f.f. ;)
[socialpoll id="2328065"]

nota - eu já cumpri a minha obrigação...

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

logo... tudo a correr sobre rodas 'cráticas'...?


na rádio renascença...

"Na primeira semana, a escola esteve fechada por falta de professores. Na segunda, encerrou às quatro da tarde, por falta de auxiliares, e, durante a terceira semana, que agora começa, o cenário deverá manter-se.

Para os pais, há uma primeira preocupação: que não haja tempo para compensar o tempo perdido. “Depois de uma semana de atraso, esta semana a escola acaba mais cedo do que o horário previsto. É uma situação difícil de gerir”, desabafa uma mãe. Porque a maioria dos pais trabalha durante o período da tarde, não conseguem sair mais cedo, todos os dias, para ir buscar os filhos à escola. A muitos, valem os avós para gerir a situação.

“Tenho pedido alguma colaboração de familiares, dos avós, que vivem aqui perto. Se não fosse isso, era muito complicado”, conta um pai.

Dizem outros que, apesar da falta de auxiliares, a situação não os afecta. “O horário do meu filho é impecável. Muitas vezes, sai ao meio dia, outras vezes, sai às três”, diz uma mãe.

A escola abriu concurso público para contratar quatro assistentes, em regime de contrato de trabalho a termo certo, a tempo parcial, até 12 de Junho de 2015. O período de trabalho diário é de quatro horas, remuneradas de acordo com a legislação em vigor
." 

aqui.