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segunda-feira, 17 de setembro de 2018
'a queda de um anjo'...
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quinta-feira, 13 de setembro de 2018
da educação e das distorção de números e campanhas de intoxição jornalística....
12 set 2018 / 10:01
Relatório da OCDE parte de dados falsos e põe a circular mentiras
FENPROF exige a correção dos dados, bem como informação sobre quem os forneceu para que se construísse uma mentira destas
A forma como, publicamente, foi abordado o relatório da OCDE e como
foram divulgados os dados relativos à situação dos professores em
Portugal é de uma falta de rigor impressionante, que só não surpreende
porque, como se sabe, se os dados fossem devidamente abordados isso não
seria notícia.
Senão, repare-se:
- Não foi notícia quando a OCDE divulgou em relatório que os professores portugueses foram os que mais rendimento perderam entre 2010 e 2015 – 30%!
- Não foi notícia quando, há três meses, a OCDE confirmava uma quebra de salários dos docentes portugueses de 10% (a
segunda maior da OCDE), tendo, porém, no mesmo período sido registado o
maior aumento de desempenho científico dos seus alunos no conjunto dos
37 países – 7,6%!
- Também não tinha sido notícia o que a OCDE referiu, em pleno período de intervenção da troika no nosso país: os professores portugueses são os que passam mais tempo na escola!
Porém, já foi notícia a mentira posta a circular pelo governo, em
junho passado, de que os salários dos professores portugueses eram
superiores aos dos seus colegas dos países da OCDE. Já em relação à
constatação, incluída no recente relatório, de que os professores
portugueses estão abaixo da média praticada naqueles países, esse facto
não é destacado em nenhuma das notícias divulgadas e quando é referido
surge como uma espécie de rodapé.
Deste último relatório, têm sido destacados dois aspetos: 1) os
professores portugueses ganham mais que os outros trabalhadores do país
com a mesma qualificação; 2) os professores portugueses trabalham menos
que os seus colegas dos países da OCDE.
Duas mentiras!
Vejamos os salários:
- Os salários dos professores portugueses não são os que o relatório refere
. Se um docente em início de carreira ganhasse, anualmente, 28.349 euros teria um salário mensal de 2.024. É mentira, o seu salário mensal bruto é de 1.530 euros, auferindo, por ano, 21.420 euros. Uma diferença de 6.929 euros!
. Se um docente com 15 anos de carreira ganhasse, anualmente, 36.663 euros teria um salário mensal de 2.618. É mentira,
se o seu tempo de serviço fosse contado integralmente estaria no 4.º
escalão e teria um salário mensal bruto de 1.982 euros. Mas como o
governo insiste em não contar o tempo de serviço perdido pelos
professores este docente está no 1.º escalão e aufere um salário mensal
bruto de 1.530 euros, logo, por ano, 21.420 euros. Uma diferença de
15.243 euros!
. Se um docente no topo da carreira ganhasse, anualmente, 56.401 euros teria um salário mensal de 4.028. É mentira, o seu salário mensal bruto é de 3.364 euros, auferindo, por ano, 47.096 euros. Uma diferença de 9.305 euros!
Ou seja, para além de os valores considerados pela OCDE não serem os
corretos, também não foram considerados todos os constrangimentos que
afetam os professores, desde logo a perda de, no mínimo, 9 anos, 4 meses
e 2 dias de serviço, o que faz com que nenhum docente esteja integrado
no escalão por onde, alegadamente, as contas foram feitas. O único fator
que a OCDE teve em conta para justificar os números que avança foi o
envelhecimento da profissão docente.
Em relação ao horário de trabalho também é falso o cálculo que
foi divulgado. Os professores portugueses trabalhariam por ano, se o
seu horário fosse apenas aquele que se encontra na lei (35 horas
semanais), 1.190 horas e não 920 horas. Como as normas legais de
organização do horário são desrespeitadas – problema que a FENPROF tem
vindo a denunciar, exigindo a regularização –, na verdade, os
professores em Portugal trabalham, anualmente, mais de 1.500 horas (mais
de 46 horas semanais)! O que o relatório da OCDE parece fazer é
comparar o incomparável: a componente letiva dos docentes portugueses
com o horário completo dos professores dos outros países.
Assim, quer em relação aos salários, quer aos horários de trabalho,
partindo de uma base que é errada, todas as conclusões são falsas e não
servem para nada a não ser para, mais uma vez, manipular a opinião
pública num momento em que os professores lutam em defesa da sua
carreira e de melhores condições de trabalho.
Face a estes dados que foram postos a circular, a FENPROF vai
solicitar ao diretor de Educação e Competências da OCDE, Andreas
Schleicher, dando disso conhecimento ao Secretário-Geral da
Internacional de Educação, David Edwards, a correção dos dados que foram
divulgados e também informação sobre quem forneceu os dados que
permitiram divulgar estas mentiras.
O Secretariado Nacional
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
coisas da educação... ainda não chegámos a este estado de coisas mas para lá caminhamos...?
Ravitch-Led Group Rates Most States Low on Its Education Priorities
By Daarel Burnette II on
February 2, 2016 1:36 PM
Updated
Washington
Washington
"Many states rely too heavily on standardized testing, open their doors too easily to charters and other school choice options, and fall short in adequately paying and supporting their professional teaching force, according to a stinging report published Tuesday by the Network for Public Education, a group led by education historian and policy advocate Diane Ravitch.
The report, entitled "Valuing Public Education: A 50-State Report Card," rates the states and the nation on an A to F scale in a half-dozen categories and overall, based on the group's policy positions in areas such as teacher evaluation and compensation, testing, and the financial support of traditional public schools.
"The current policy framework that pushes for more testing and privatization has failed," Ravitch, the co-founder and president of the group, said at a press conference at the National Press Club Tuesday. The meeting was attended by several supporters. "It's insanity. Let's try some common sense for a change."
In its report card, the advocacy organization gave the nation as a whole a grade of D in every category except for high-stakes testing, where it was awarded a C. Thirty-seven states, in addition to the District of Columbia, scored an overall grade of a D or F, and 13 received a C, the highest overall grade awarded. (Some states received higher grades—including some A's—in particular categories.)
Among the specific factors that figured into those scores:
A rejection of high-stakes testing for student graduation, promotion, and teacher evaluations;
The degree of "resistance to privatization," including tighter restrictions on charter schools and rejection of parent-trigger laws and vouchers;
Measures aimed at gauging equity in school funding, as well as household income and employment, and school integration;
A wide range of teacher-related factors, including salary measures, a commitment to teacher experience, and rejection of merit pay;
How well taxpayer money is used, as measured by markers such as lower class sizes, pre-K and full-day kindergarten, and rejection of virtual schools.
"We give low marks to states that devalue public education, attack teachers, and place high stakes outcomes on standardized tests," Ravitch wrote in her introduction to the report. And she went on to say, "It is our hope as advocates for public education that this report will rally parents, educators and other concerned citizens to strengthen their commitment to public schools."
The Network for Public Education was launched in 2013 as a counterweight to what in its view was a barrage of attacks on teachers and traditional public schools after the release of the "Waiting for Superman" movie in 2010.
Among other things, the NPE opposes high-stakes testing, what it terms the privatization of public education, for-profit management of schools, and policies that contribute to a lack of support and respect for teachers.
Instead, the group advocates for racially integrated schools, funding of social services and replacing annual bell-curve tests with periodic sample tests such as the National Assessment of Education Progress (NAEP). Accountability systems should target those administrators at the top, rather than the teachers at the bottom, Ravitch said.
The group's report card comes less than two months after passage of the Every Student Succeeds Act, the updated version of the main federal K-12 law, which is expected to give states greater authority to shape their school accountability systems. State legislatures are expected in the next year to debate many of those policies.
The organization concedes in its report that it set a high bar in rating the states on its policy priorities. The report gives an overall failing grade to eight states: Arizona, Florida, Georgia, Idaho, Indiana, Mississippi, North Carolina, and Texas.
But the report also noted what it called some "bright spots." It specifically cited Alabama, Montana, and Nebraska for rejecting high stakes testing and what it called privatization. And Alabama, Kentucky, Montana, Nebraska, North and South Dakota, and West Virginia all received A's in the "resistance to privatization" category.
"There are no silver bullets in education," said Carol Burris, the executive director of the organization. "Turning schools around takes hard work, and it happens incrementally over time."
The NPE report card was modeled after national report cards issued by groups such as StudentsFirst and the American Legislative Exchange Council, which advocate for more charter schools and student choice, among other priorities.
Inez Feltscher, the director of the ALEC task force on education and workforce development, said charters and other school choice programs have proven to be effective.
"Giving parents the flexibility to place their children in the learning environment that works best without undue regulatory interference from state bureaucrats is a win for students, not a reason to give a state a lower grade," said Inez Feltscher, the director of the ALEC task force on education and workforce development.
The Network for Public Education has published its report online and plans in the near future to distribute individual report cards for each state."
via education week...
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terça-feira, 12 de janeiro de 2016
leitura [educação]... relatório técnico de suporte ao parecer do cne...!
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segunda-feira, 19 de outubro de 2015
leitura [educação]... estado da educação 2014 [deve dar para a semana toda]... via cne...!
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sábado, 17 de outubro de 2015
informações [educação]... estado da educação 2014... via cne...!
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a começar o dia... em modo de neutralidade absoluta...!
Conselho Nacional de Educação preocupado com notas inflacionadas e chumbos
17 Out, 2015 - 00:17 • Manuela Pires
Relatório de 2014 apresentado este sábado deixa vários alertas.
"As
escolas secundárias inflacionam as notas dos seus alunos, que depois
sofrem uma “revisão em baixa” com a classificação dos exames nacionais. O
alerta é do Conselho Nacional de Educação (CNE), que se mostra
preocupado com o crescimento dos chumbos e das desistências no primeiro
ciclo do ensino básico.
É um dado preocupante deste relatório. A taxa de retenção e desistência no primeiro ciclo do ensino básico, até ao quarto ano mantém uma tendência de crescimento e chega aos 5%, já quanto ao segundo e terceiro ciclos a tendência é para baixar.
Este ano mantém-se o alerta sobre a inflação de notas. As escolas continuam a subir as notas internas, e isso acontece mais no ensino secundário do que no básico e com os alunos com desempenhos mais baixos. Estas escolas estão maioritariamente em Lisboa e no Porto e é um fenómeno transversal às públicas e privadas.
Este relatório conclui ainda que, no ensino básico, o impacto da classificação do exame na nota final do aluno é pouco expressivo, a maioria não viu a nota alterada. O mesmo não se passa no secundário, onde mais de metade dos alunos vêem a classificação interna diminuir por causa da nota do exame.
O “Estado da educação de 2014”, publicado pelo CNE, com perto de 400 páginas, traça o retrato de um sector que mudou muito ao longo dos últimos anos. Desde logo a redução do número de escolas e também de alunos, em 10 anos houve uma diminuição de mais de 81 mil alunos. Apesar disso há uma tendência de crescimento em escolas e alunos no sector privado.
O presidente do conselho nacional de educação, alerta para a necessidade de dar prioridade à qualificação do ensino público e ter uma visão estratégica de futuro até porque a baixa natalidade traz problemas e é urgente construir uma visão integrada da educação para a infância.
David Justino avisa que o sistema deve oferecer cursos que estejam adequados às necessidades da economia e que deve existir uma estabilidade nos currículos, apesar da alternância política."
na rádio renascença em linha...
É um dado preocupante deste relatório. A taxa de retenção e desistência no primeiro ciclo do ensino básico, até ao quarto ano mantém uma tendência de crescimento e chega aos 5%, já quanto ao segundo e terceiro ciclos a tendência é para baixar.
Este ano mantém-se o alerta sobre a inflação de notas. As escolas continuam a subir as notas internas, e isso acontece mais no ensino secundário do que no básico e com os alunos com desempenhos mais baixos. Estas escolas estão maioritariamente em Lisboa e no Porto e é um fenómeno transversal às públicas e privadas.
Este relatório conclui ainda que, no ensino básico, o impacto da classificação do exame na nota final do aluno é pouco expressivo, a maioria não viu a nota alterada. O mesmo não se passa no secundário, onde mais de metade dos alunos vêem a classificação interna diminuir por causa da nota do exame.
O “Estado da educação de 2014”, publicado pelo CNE, com perto de 400 páginas, traça o retrato de um sector que mudou muito ao longo dos últimos anos. Desde logo a redução do número de escolas e também de alunos, em 10 anos houve uma diminuição de mais de 81 mil alunos. Apesar disso há uma tendência de crescimento em escolas e alunos no sector privado.
O presidente do conselho nacional de educação, alerta para a necessidade de dar prioridade à qualificação do ensino público e ter uma visão estratégica de futuro até porque a baixa natalidade traz problemas e é urgente construir uma visão integrada da educação para a infância.
David Justino avisa que o sistema deve oferecer cursos que estejam adequados às necessidades da economia e que deve existir uma estabilidade nos currículos, apesar da alternância política."
na rádio renascença em linha...
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sexta-feira, 16 de outubro de 2015
informações [educação]... european schoolnet [relatório]... via dge...!
Relatório «Computing our Future: Computer Programming and Coding»
A rede europeia dos Ministérios da Educação (European Schoolnet)
acaba de lançar uma versão atualizada do relatório publicado em 2014
sobre iniciativas de codificação promovidas em toda a Europa.
Esta iniciativas, que decorrem quer em ambientes formais, quer em
ambientes informais, continuaram a revelar-se uma tendência mundial.
Assim, é agora publicada uma panorâmica atualizada acerca da integração
da codificação nos currículos dos diversos sistemas educativos europeus.
O novo relatório analisa também a formação para professores e destaca
um amplo espectro de iniciativas de codificação formais e informais
oferecidas aos estudantes. Os resultados são baseados numa pesquisa com o
contributo de 21 Ministérios da Educação (de 20 países europeus e
Israel), o que proporciona uma visão geral das suas iniciativas e planos
atuais.
Aceda a este relatório em www.eun.org
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sábado, 18 de julho de 2015
coisas da administração pública [adse]... fica o comunicado do tribunal de contas e a ligação à auditoria...!
Em cumprimento dos Programas de Fiscalização do Tribunal de
Contas para 2014 e 2015, aprovados em sessão do Plenário da 2ª Secção
através das Resoluções n.º 10/2013, de 28 de novembro, e n.º 5/2014, de
27 de novembro, realizou-se uma auditoria de resultados ao sistema de
proteção social aos trabalhadores em funções públicas - ADSE.
A
auditoria teve por objetivo avaliar a eficácia, a eficiência e a
economia da gestão do sistema de proteção social ADSE, na perspetiva da
sua sustentabilidade financeira.
Sem
prejuízo das condicionantes indicadas no ponto 3 do Volume II, não foram
observadas quaisquer situações que obstassem ao normal desenvolvimento
do trabalho, realçando-se a colaboração e a disponibilidade
demonstradas, no decurso da auditoria, pelos dirigentes e pelos
funcionários de todas as entidades envolvidas.
Relatório nº 12/2015 - 2ª Secção
2015-07-16
2015-07-16
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quarta-feira, 1 de julho de 2015
informações [educação]... jardim zoológico e eurydice... no boletim do cirep...!
Boletim Informativo n.º 95 – 30/06/2015
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| Informações Gerais |
|
KIDS EXPERIENCE@ZOO - AS TIC NO JARDIM ZOOLÓGICO O Jardim Zoológico de Lisboa apresenta uma nova proposta, com o apoio da Microsoft Educação, que permite trabalhar as competências em TIC, enquanto estratégia de consolidação de conhecimentos adquiridos através dos vários Programas Educativos. Cada ciclo escolar tem uma atividade específica, e poderá agendá-las através do Centro Pedagógico do Jardim Zoológico. Relatório Eurydice "The European Higher Education Area in 2015: Bologna Process Implementation Report" Este relatório traça um quadro sobre o estado de implementação do Processo de Bolonha em 47 países do Espaço Europeu de Ensino Superior e disponibiliza informação quantitativa e qualitativa sobre os aspetos principais das reformas no ensino superior, as quais têm como objetivo um Espaço Europeu de Ensino Superior funcional e de qualidade.
nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!
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quinta-feira, 25 de junho de 2015
informações [educação]...vídeo [concurso] e 'eurydice' [relatório]... no boletim do cirep...!
Boletim Informativo n.º 93 – 25/06/2015
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| Informações Gerais |
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Concurso de Vídeo Escolar 8 e meio. A Escola Secundária Eça de Queirós da Póvoa de Varzim, através do seu clube de cinema, está em fase de lançamento da 9.ª Edição do Concurso Nacional de Vídeo Escolar 8 e Meio, destinado a estudantes do ensino secundário português. A exemplo das edições anteriores, os alunos concorrem a um palmarés composto pela Categoria Geral (1.º e 2.º prémios, respetivamente 500 e 250 euros) e Categoria de Animação (1.º e 2.º prémios, respetivamente 500 e 250 euros). O prazo de entrega de filmes expira a 31 de Agosto de 2015. Relatório Eurydice: "Recommended Annual Instruction Time in Full-time Compulsory Education in Europe 2014/15" O relatório da Eurydice, relativo à temática da carga horária letiva anual recomendada no ensino obrigatório a tempo inteiro na Europa 2014/2015, faz uma análise comparativa que sugere que os países apresentam uma carga horária semelhante no ensino obrigatório, no que respeita às competências básicas. No ensino primário, a maioria dos países disponibiliza mais tempo à leitura, escrita e literatura (cerca de 25% da carga horária total). Para a Matemática é disponibilizada cerca de 15% da carga horária total. Muitos países optam por disponibilizar mais tempo às línguas estrangeiras no ensino obrigatório secundário. O relatório conclui igualmente que só uma minoria de países permite uma atribuição flexível da carga horária entre os diferentes anos. Neste estudo participaram os 28 países da União Europeia, assim como a Islândia, Liechtenstein, Montenegro, Noruega, Sérvia e Turquia, sendo o ano de referência 2014/2015.
nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!
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segunda-feira, 22 de junho de 2015
informações [educação]... gestão de sala de aula, ser cientista e pré-escolar [relatório]... no boletim do cirep...!
Boletim Informativo n.º 91 – 22/06/2015
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| Informações Gerais |
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Ser Cientista 2015 Este programa tem por objetivo proporcionar aos alunos do ensino secundário uma aproximação à realidade da investigação científica. Durante uma semana inteira, o aluno poderá desenvolver um projeto científico no campus da Faculdade, acompanhado por alguns colegas, sob a orientação de docentes e investigadores. Para a candidatura é necessário um comprovativo das notas, este documento poderá ser obtido na secretaria da escola ou uma cópia do registo de avaliação entregue pelo diretor de turma. As candidaturas decorrem até ao dia 3 de julho. Estratégias Criativas de Gestão da Sala de Aula
A
Associação Educativa para o Desenvolvimento da Criatividade promove o
Encontro de Formação, subordinado ao tema Estratégias Criativas de
Gestão da Sala de Aula.
Este Encontro tem como objetivos: - Partilhar práticas, ideias, projetos e resultados de investigação educacional que possam contribuir para facilitar a gestão da sala de aula por parte do professor; - Refletir sobre o que podemos fazer pela criação de um ambiente de respeito e aceitação mútuos, onde professor e alunos se sintam emocionalmente envolvidos. E com as seguintes temáticas a abordar: -Estratégias criativas motivacionais (treino mental e “ferramentas” para desenvolver a criatividade em sala de aula); -Aprendizagem Cooperativa (planificação e gestão de estratégias de aprendizagem cooperativa em sala de aula); -Voz e postura corporal (cuidados e gestão da voz e postura corporal na comunicação em sala de aula); -Gestão de emoções e conflitos (gestão das emoções na sala de aula e sua importância na prevenção e gestão dos conflitos educativos aluno/aluno e professor/aluno). Esta formação é acreditada pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua na modalidade de curso com duração de 25 horas, das quais 7 horas presenciais (em auditório) e 18 horas online (1 crédito). A ter lugar no próximo dia 3 de julho de 2015, no auditório do Instituto Português do Desporto e da Juventude, Parque das Nações – Lisboa. As inscrições são efetuadas através de formulário disponível online, até 25 de junho. Estudo de Avaliação das Orientações Curriculares e da qualidade na educação pré-escolar - Divulgação do Documento Caracterização dos Contextos de Educação Pré-Escolar - Inquérito Extensivo – Relatório Final A Direção-Geral da Educação promoveu o Estudo de Avaliação das Orientações Curriculares e da Qualidade na educação pré-escolar, através do financiamento do Programa Operacional de Assistência Técnica do Fundo Social Europeu (POAT/FSE), que foi realizado pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, o ISPA- Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida e o ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa. Este estudo teve como objectivos: • Avaliar a implementação das Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar (OCEPE) e outros documentos editados pelo Ministério da Educação e Ciência, bem como a qualidade na educação pré-escolar; • Caracterizar os contextos de educação pré-escolar e identificar necessidades, ao nível da formação dos educadores de infância e do pessoal não docente, bem como do material didático, de acordo com as áreas de conteúdo e domínios das OCEPE.
nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!
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terça-feira, 2 de junho de 2015
leitura [educação]... o pré-escolar em análise...!
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quarta-feira, 13 de maio de 2015
à atenção dos professores... mobilidade por doença [relatório médico]... via dgae...!
13Maio2015
Relatório Médico - Mobilidade Por Doença
Aplicação disponível actualizada às 14:32
já havia deixado outras informações aqui:
à atenção dos professores... mobilidade por doença [nota informativa]... via dgae...!
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terça-feira, 5 de maio de 2015
informações [educação]... o relatório da unesco... via cne...!
Relatório UNESCO "Education for All 2000-2015: Achievements and Challenges"
As principais conclusões do relatório da UNESCO "Educação para todos 2000-2015: Progressos e Desafios" são:
- Apenas um terço dos países alcançou os objetivos EFA (Education for All).
- Em 2012, 121 milhões de crianças e adolescentes ainda não frequentavam a escola, tendo havido uma redução desde 2009 (204 milhões).
- Metade dos países alcançaram o Acesso Universal à Educação Primária e 10% estão mais próximas do objetivo.
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quinta-feira, 30 de abril de 2015
novidades na educação?... poucas ou nenhumas...!
no público em linha...
"Melhor na liderança e gestão, pior nos resultados dos alunos. Esta é, em síntese, a imagem que sobressai da avaliação feita, em 2012/2013, a 144 agrupamentos e escolas não agrupadas do ensino básico e secundário, cujo relatório foi agora divulgado pela Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), a entidade responsável por esta monitorização.
A acção desenvolvida em 2012/2013 inaugurou o segundo ciclo de avaliação externa das escolas. O primeiro decorreu entre 2006 e 2012. À semelhança do que então foi feito avaliaram-se três domínios: liderança e gestão; prestação do serviço educativo e resultados. Numa escala de classificação com cinco níveis (de excelente a insuficiente), e também como já sucedera em avaliações interiores, a liderança e gestão é o domínio onde se registou “maior número de classificações de muito bom (27,8%) e também a maior preponderância do nível bom (52,1%)”. O peso do nível suficiente foi menos expressivo neste domínio do que nos outros, correspondendo a um quinto das escolas avaliadas (20,1%).
Em contrapartida, a classificação de suficiente teve “o seu peso mais significativo no domínio respeitante aos resultados (31,2%)”, que foi também o que somou menos menções de bom (43,1%) e o único em que foi atribuída ainda a nota de insuficiente (0,7%).
Já a classificação de muito bom “apresentou um peso muito similar nos três domínios avaliados”: 27,8% na liderança e gestão; 26,4% na prestação do serviço educativo e 25% nos resultados. A classificação de excelente não foi atribuída a nenhum destes 144 agrupamentos e escolas não agrupadas situadas em território português, mas a escola portuguesa de Macau, que também foi avaliada naquele ano, recebeu esta menção nos três domínios.
A IGEC já avaliou, entretanto, mais 260 agrupamentos, mas os relatórios globais respeitantes às acções desenvolvidas em 2013/2014 e 2014/2015 ainda não estão disponíveis.
Para além de classificar as escolas, a avaliação externa identifica o que considera serem os pontos fortes de cada estabelecimento e quais as áreas em que as escolas devem trabalhar para serem melhores. No domínio relativo ao governo das escolas, foi o item liderança, com 33%, que registou “o valor mais elevado de atributos positivos”. A gestão recolheu 6% e a auto-avaliação e melhoria, outros dos itens avaliados neste domínio, ficou-se pelos 3%, o registo mais fraco de todos.
O segundo item com maior peso de pontos fortes foi o que diz respeito às práticas de ensino (20%), um dos parâmetros avaliados no domínio relativo à prestação do serviço educativo, que abrange ainda a monitorização e avaliação do ensino e aprendizagem e o planeamento, ambos com 9% de asserções positivas. Um dos pontos fortes destacado pela IGEC neste domínio diz respeito às práticas desenvolvidas pelas escolas “no âmbito da prevenção da desistência e do abandono escolar”.
Os resultados académicos obtidos pelos alunos foi o segundo item com um menor peso de asserções positivas (4%). Neste item a IGEC destaca, como ponto forte, a “tomada de decisões relativas à implementação de medidas promotoras do sucesso”, mas em simultâneo assinala “dificuldades na identificação dos factores explicativos do insucesso, bem como na implementação de acções que contribuam eficazmente para melhorar os resultados dos alunos”. É uma das áreas a necessitar de melhorias.
A avaliação dos chamados resultados sociais valeu-lhe um segundo lugar na distribuição de pontos fortes (20%). Neste item avaliam-se aspectos relacionados, entre outros, com as formas de participação dos alunos na vida da escola, com a implementação de acções de educação para cidadania e com estratégias para desenvolver as competências sociais dos alunos. A IGEC considerou que, no geral, há uma reduzida participação dos alunos na vida das escolas e uma “insuficiente co-responsabilização dos mesmos nas tomadas de decisão e na organização de actividades”. Foi outra das áreas de melhoria identificadas neste relatório.
Na Finlândia, uma das principais apostas da reforma do sistema educativo que será implementada a partir do próximo ano diz respeito, precisamente, ao maior envolvimento dos estudantes nas tomadas de decisão, nomeadamente na selecção dos currículos locais ou seja, na oferta específica proposta pelas diferentes escolas, em conjunto com os municípios, de modo a dar respostas às diferentes características e necessidades locais."
pode ler o resto do artigo... aqui.
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quarta-feira, 29 de abril de 2015
leitura [relatório bes]... reflexões [que devem ser das mais indigestas (?)] para o fim de dia...!
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
legislação [educação]... compensações financeiras [docentes] e cne... no dre...!
Diário da República n.º 81/2015, Série II de 2015-04-27
Data de Publicação:2015-04-27
Data de Disponibilização:2015-04-27
Número:81
Série:II
Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Ministro
Determina o pagamento das compensações financeiras devidas aos docentes nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 61/2014
Ministério da Educação e Ciência - Conselho Nacional de Educação
Versão resumida do relatório de Atividades relativo ao ano de 2014
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quarta-feira, 22 de abril de 2015
explorações iniciáticas... [os meandros das propostas políticas de uma oposição...?] reflexões para o fim de dia...!
no observador...
""São centenas, talvez milhares de propostas, as que o economista Mário
Centeno entregou a António Costa. Todas juntas fazem a “alternativa”
que o PS pode levar às próximas legislativas. A aposta clara é na
dinamização da economia – e para isso põe em cima da mesa uma dupla redução (surpreendente) da polémica TSU, para as empresas e para os trabalhadores, já bastante criticada à esquerda e pela CGTP.
À direita, porém, o alvo da crítica é o número – ou antes, as contas: o PSD fala de um programa do “logo se vê”, o CDS quantificou em três mil milhões
as necessidades orçamentais logo no primeiro ano orçamental da próxima
legislatura. Sem dizer isso, a verdade é que o documento apresentado
esta terça-feira assenta em objetivos menos intensos para o défice e dívida do que os do atual Governo, embora muito ambiciosos para a redução do desemprego e economia. E fica uma pergunta por responder, com estas contas que mostra: as boas notícias pagam-se com crescimento?
Seja como for, nesta altura já é possível começar a comparar
fatualmente os programas de um lado e de outro (com as legislativas cada
vez mais próximas). Se quiser saber onde estão mais próximos e onde mais de afastam o PS e o PSD/CDS, pode consultar aqui. Se preferir conhecer em grandes números como vai estar o país em 2019, nas visões da coligação e dos socialistas, este é o link certo.
Ao
invés, se quiser conhecer mais em detalhe (mas de forma sintética) as
propostas da equipa de 12 economistas entregue agora a António Costa, clique nos botões abaixo consoante os temas que forem do seu interesse."
para consultar a apresentação... aqui.
a que respeita à educação... aqui.
deixo as ligações para o relatório e para o novo pec:
leitura [política]... [relatório] 'uma década para portugal'...!
leitura [reforma do estado]... daquelas indigestas...
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coisas da educação... ilações...?
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