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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

leitura [educação]... the efficiency index...

terça-feira, 22 de julho de 2014

coisas da educação [psicologia infantil]... sociedade, valores, parentalidade e crianças...!


no observador...


"É provável que tenha perguntado recentemente ao seu filho se fez os trabalhos de casa, ou qual a nota que tirou no teste. Mas quando foi a última vez que lhe fez uma pergunta sobre generosidade e partilha? De acordo com as conclusões de um novo estudo do projeto Making Caring Common, as mensagens que os adultos estão a enviar aos filhos centram-se mais no alcance de objetivos do que na preocupação de criarmos boas pessoas. Para inverter a situação, a equipa de Harvard recomenda seis princípios gerais para educar os filhos com carinho, respeito e ética.

O estudo, intitulado “As crianças que queremos educar“, começa por afirmar que os miúdos não nascem simplesmente bons ou maus, e que nunca devemos desistir deles. A ideia a transmitir é a de que é sempre possível alguém tornar-se numa boa pessoa, e que esse trabalho começa na infância.

“As crianças precisam de adultos que as ajudem, em todas as fases da infância, a tornar-se solidárias e éticas”. É preciso desenvolver nas crianças “a preocupação pelos outros”, não só porque é o correto, mas também porque sentir empatia e assumir a responsabilidade perante outros é uma grande ajuda no caminho para o sucesso e para a felicidade. Isto porque , no mundo do trabalho, o sucesso depende muitas vezes das colaborações que estabelecemos com os outros, e as crianças que têm empatia por outras pessoas e consciência social serão também melhores colaboradores.

Depois de uma pesquisa e de experiências analisadas junto de algumas famílias, a Making Caring Common, da Harvard Graduate School of Education, recomenda seis princípios gerais com um conjunto de marcos para criar os filhos carinho, de respeito e de ética.

1. Seja um mentor e um modelo forte
As crianças aprendem valores e comportamentos através da observação dos adultos que elas mais respeitam: os pais.

Tente isto: Envolva-se em serviço comunitário ou noutras formas de contribuir para a comunidade. Melhor ainda, pense fazer isso com o seu filho. Quando cometer um erro que afete a criança, converse com ela sobre por que acha que o cometeu e como pretende evitar cometer o erro da próxima vez.

2. Faça do cuidado com os outros uma prioridade 
Os pais devem explicar que a preocupação com terceiros é de extrema importância, tanta quanto a nossa própria felicidade. “Embora a maioria dos pais diga que o cuidado com os outros é uma prioridade para os seus filhos, eles não estão a receber essa mensagem”.

Tente isto: Em vez de dizer aos seus filhos que “o mais importante é que sejas feliz”, diga que “o mais importante é que sejas gentil e feliz”. Tente também abordar o assunto quando outros adultos importantes para a vida do seu filho estejam presentes, por exemplo, perguntar à professora se o filho é um bom membro da comunidade, em vez de perguntar apenas pelo aproveitamento escolar. E se um dia ele quiser desistir de uma equipa desportiva, de uma banda ou de uma amizade, fale sobre isso. Pergunte se a desistência não vai prejudicar o grupo e encoraje-o a resolver os problemas.

3. Crie oportunidades à criança para que possa praticar atos de carinho e gratidão
Boas pessoas todos podemos ser, mas isso não acontece do nada. As crianças precisam praticar o cuidado com os outros, a gratidão e a apreciação pelas pessoas que as tratam bem. “Estudos mostram que pessoas que têm o hábito de expressar gratidão são mais propensos a ser úteis, generosos, a ter compaixão e a perdoar”, escreve a Making Caring Common. Tudo isto ajudará a criança a crescer mais feliz e saudável.

Tente isto: Espere que as crianças ajudem de forma rotineira, por exemplo, com as tarefas domésticas, e elogie apenas atos menos comuns de bondade. Quando este tipo de ações de rotina são simplesmente esperados e não recompensados, são mais facilmente interiorizados pelos mais novos. Fale também com o seu filho sobre os gestos de cuidado e indiferença, justiça e injustiça que ele vê no dia-a-dia ou na televisão.

4. Aumente o círculo de preocupação da criança
É normal que as crianças simpatizem mais com um círculo pequeno de familiares e amigos. O desafio aqui é fazer com que os mais pequenos aprendam a preocupar-se e a dar-se com pessoas fora do círculo, tais como um novo colega da escola ou alguém que não fale a mesma língua.

Tente isto: Incentive a criança a considerar os sentimentos daqueles que estão numa situação mais vulnerável. Pode também usar com os seus filhos histórias de jornais ou televisões para iniciar conversas com outras crianças sobre o que se passa no mundo e os problemas que meninos da mesma idade estão a passar, dando-lhes visões muito diferentes da realidade.

5. Ajude a criança a tornar-se numa pensadora e líder ética
As crianças interessam-se naturalmente por questões éticas e por norma gostam de melhorar a sua comunidade.

Tente isto: Aproveitando estes interesses dos mais novos, inicie com eles uma conversa sobre dilemas éticos que surgem, por exemplo, na televisão. Procure causas às quais a criança possa aderir, como a prevenção do bullying ou o apoio à educação de raparigas nos países em vias de desenvolvimento.

6. Ajude a criança a desenvolver o autocontrolo e a gerir os seus sentimentos 
Muitas vezes, a capacidade de nos preocuparmos com o outro é suplantada pela raiva, vergonha, inveja ou outro sentimento negativo qualquer.

Tente isto: Uma maneira simples de ajudar os seus filhos a gerirem os seus sentimentos é praticarem juntos estes três passos: parar, respirar fundo pelo nariz e expirar pela boca, e depois contar até cinco. Experimente quando os seus filhos estiverem calmos. Depois, quando estiverem chateados por alguma razão, lembre-os dos passos e pratiquem-nos em conjunto. Não se esqueça também de praticar com eles a resolução de conflitos. Falem sobre um conflito a que tenham assistido e que tenha acabado mal, e peça-lhe para sugerir soluções mais pacíficas e construtivas para resolver o problema."




para aceder às fontes... siga as ligações abaixo...


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                        New Research Report: The Children We Mean to Raise




The Children We Mean to Raise

Our youth’s values appear to be awry, and the messages that we’re unintentionally sending as adults may be at the heart of the problem.
According to our recent national survey, a large majority of youth across a wide spectrum of races, cultures, and classes appear to value aspects of personal success—achievement and happiness—over concern for others. At the root of this problem may be a rhetoric/reality gap, a gap between what parents say are their top priorities and the real messages they convey in their behavior day to day.

When children do not prioritize caring and fairness in relation to their self-concerns—and when they view their peers as even less likely to prioritize these values— there is a lower bar for many forms of harmful behavior, including cruelty, disrespect, dishonesty, and cheating.

The good news is that we found substantial evidence that caring and fairness still count among kids—and, according to other sources, among adults. 

The solution is straightforward, if we're all willing to work together.

mcc_the_children_we_mean_to_raise.pdf1.57 MB

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quinta-feira, 29 de maio de 2014

divulgação... à atenção dos professores [estudo académico]... 'questionário sobre a motivação docente'... para poder participar no estudo... via blog de ar lindo...!

"Exmo. Sr. Professor,

A motivação docente é uma problemática bastante relevante no sistema educativo português, afetando, não só os professores, mas também a motivação dos alunos e o funcionamento dos estabelecimentos de ensino, uma vez que os docentes são atores fundamentais em todo o processo educativo.

Apesar da sua importância, a motivação docente tem perdido, ao longo dos últimos anos, relevância em termos de investigação. Porém, é cada vez mais importante conhecer os índices motivacionais dos professores, uma vez que eles contribuem, de forma imprescindível, para a formação de várias gerações de cidadãos ativos.

Com o objetivo de analisar este aspeto numa ótica organizacional, considerando que a escola é em si própria uma organização, estamos a desenvolver uma tese de doutoramento com o título: A motivação profissional dos docentes do Ensino Básico e Secundário: a influência de variáveis organizacionais, individuais e pertencentes à interface sujeito-organização.

Esta tese é orientada pelo Professor Doutor Saul Neves de Jesus (Universidade do Algarve – Faculdade de Ciências Humanas e Sociais) e é financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) (Bolsa nº SFRH/BD/89588/2012).

Para realizar este estudo foi criado um questionário que se refere às percepções que os docentes possuem relativamente a um conjunto de variáveis que afetam a sua motivação profissional.
As respostas facultadas são totalmente confidenciais, sendo toda a informação utilizada, apenas, para os efeitos desta investigação.

O preenchimento do questionário demora cerca de 15 minutos. A passagem deste questionário foi já autorizada pela Direção Geral de Educação (DGE).

Vimos solicitar a sua colaboração nesta investigação, no sentido de responder ao questionário. O preenchimento deste deverá ocorrer até dia 13 de Junho de 2014.



No final da investigação serão dados a conhecer os seus principais resultados, de forma a que todos possamos conhecer melhor os fatores que influenciam a motivação dos docentes do Ensino Básico e Secundário portugueses, podendo, a partir daí, serem melhor perspetivadas medidas que possam contribuir para um aumento desta motivação.

Os docentes que participarem neste estudo, respondendo ao protocolo de investigação, também poderão receber os resultados obtidos no mesmo, bastando indicar o e-mail logo no início do questionário.

Antecipadamente gratos pela atenção dispensada e aguardando o seu contato, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,

João Viseu"

daqui.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

divulgação... informações [educação]... úteis para quem se interesse... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Estudo sobre os Cursos Científico-Humanísticos e o Alargamento da Escolaridade Obrigatória - Encontro Nacional

A Direção-Geral da Educação promove a realização do Encontro Nacional para a apresentação do Estudo sobre os Cursos Científico-Humanísticos e o Alargamento da Escolaridade Obrigatória, que terá lugar no dia 27 de maio de 2014, no Grande Auditório da Universidade de Évora.

Pretende-se com esta iniciativa dar a conhecer, junto das comunidades educativa e científica, o referido estudo, que visa a produção de conhecimento sobre o processo de implementação relativo ao alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos, com vista a identificar potencialidades e constrangimentos e a sustentar medidas de adequação futuras.

Trata-se de um estudo desenvolvido por investigadores do Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora, cofinanciado pelo Programa Operacional de Assistência Técnica do Fundo Social Europeu (POAT/ FSE) e pela Direção-Geral da Educação.

Inscrições até 25 de maio de 2014.


Conferência Internacional "Networks, communities and partnerships in education: actors, goals and results"

Realiza-se de 27 a 29 de novembro de 2014, no Conselho Nacional de Educação, a primeira Conferência Internacional do Projeto Excel: "Networks, Communities and partnerships in education: actors, goals and results".

Data de submissão de resumos até dia 31 de maio.


Serviço Nacional de Apoio eTwinning publica o quarto número da revista digital «eTwinning.mag.PT»

Foi publicado o quarto número da Revista eTwinning.mag.PT.

Trata-se de uma revista em formato digital interativo, da responsabilidade do Serviço Nacional de Apoio (NSS) e das cinco Embaixadoras eTwinning de Portugal, que oferece uma panorâmica das mais recentes atividades desenvolvidas pelo eTwinning.