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sexta-feira, 7 de março de 2014

à atenção dos professores [nomeadamente dos contratados]... de um comunicado [a visita a bruxelas]... 'anvpc recebida, no dia de ontem, no parlamento europeu e na comissão europeia'... via anvpc...!

COMUNICADO

"ANVPC recebida, no dia de ontem, no Parlamento Europeu e na Comissão Europeia

A ação da ANVPC tem-se pautado desde a sua criação em 2012, pela defesa intransigente dos Professores contratados que ano após ano têm vindo a satisfazer as necessidades permanentes do sistema de ensino e que por isso têm celebrado contratos sucessivos, há 5, 10, 15 e mais anos com a entidade patronal, o Ministério da Educação e Ciência. Acreditamos que a excelência da qualidade do ensino e da educação dos nossos jovens não é possível ser atingida com a instabilidade, a insegurança, a precariedade laboral e o tratamento discriminatório dos Professores contratados. Os Professores contratados desenvolvem as mesmas atividades e têm os mesmos deveres e responsabilidades que os Professores do quadro, com igual tempo de serviço, pelo que não é admissível que se perpetue a grave discriminação negativa de que têm sido alvo, designadamente: salário inferior, maior número de horas de componente letiva, obrigatoriedade de concorrer a 2 áreas geográficas nacionais, periodicidade anual de avaliação, impossibilidade de aceder à menção de Excelente na avaliação de desempenho docente e impossibilidade de progressão na carreira por não estarem integrados nos quadros.

Sempre afirmámos que iriamos exigir em todas as instâncias nacionais e internacionais a nossa vinculação, no total cumprimento da lei vigente, dos pareceres e recomendações que entretanto vieram dar (ainda mais) fundamento aos nossos argumentos e convicções.

A proposta de diploma para a vinculação extraordinária de 2014 está impregnada de um erro que tem sido recorrente nas últimas décadas – a ausência de um critério objetivo de ingresso nos quadros do Ministério de Educação e Ciência, cuja aplicação potencie um ponto final na precariedade docente que afeta os Professores que têm sucessivamente celebrado contratos com o Ministério da Educação e Ciência (MEC).

Por isso, firmes nos nossos propósitos rumamos a Bruxelas, ao Parlamento Europeu e à Comissão Europeia, para fazer eco dos nossos argumentos aos deputados da União Europeia e aos mais elevados quadros da Comissão Europeia que detêm o dossier de Portugal, relativo à precariedade docente, sob sua responsabilidade. Foi dada a conhecer a realidade da profissão docente em Portugal e a imperatividade do cumprimento da Diretiva Comunitária 1999/70/CE (28 de Junho), sem a aplicação da qual permanecerá por resolver o problema do tratamento discriminatório entre profissionais que coabitam diariamente o espaço escola e a abusiva utilização de sucessivos contratos a termo. Foi apresentado o novo modelo de vinculação proposto pelo Ministério da Educação e Ciência, as semelhanças aos dos anos anteriores e reafirmado que a resolução da utilização abusiva dos contratos sucessivos somente será reparada se forem abertas vagas por grupo de recrutamento que permitam a vinculação de todos os Professores contratados, de todos os grupos de recrutamento, sem exceção, que desde 2001 (data a partir da qual deveria ter sido transposta a Diretiva) tenham celebrado mais de 3 contratos anuais e sucessivos com o MEC.

Se foi dado recentemente um passo significativo com a criação do critério objetivo de ingresso nos quadros a partir de 2015, através da criação de um mecanismo semi-automático de vinculação à data da celebração do 6º contrato sucessivo, porque não criar um enquadramento legal/jurídico similar, com efeitos retroativos a 2001, que permita resolver parte significativa da precariedade docente? O número de vagas a abrir no concurso extraordinário de vinculação de 2014 deverá corresponder ao número de Professores que têm, ano após ano, vindo a satisfazer as necessidades permanentes do sistema de ensino público português e evitar o erro cometido na anterior vinculação extraordinária, em que em vários grupos de recrutamento o número de vagas abertas não permitiu reparar a grave discriminação entre profissionais e a utilização abusiva de sucessivos contratos a termo.

As razões aduzidas pelo Ministério da Educação e Ciência, nas últimas décadas, para a celebração e renovação sucessiva dos contratos a termo, não têm sido mais do que um contorno tortuoso à lei. É momento de criar uma matriz legal que resolva definitivamente o problema dos Professores contratados. A perpétua precariedade laboral vivenciada pelos Professores contratados portugueses foi considerada inaceitável pelos deputados do Parlamento Europeu, que se solidarizaram com as pretensões exigidas pela ANVPC para a reposição da justiça e da legalidade. Num ambiente de elevada solidariedade, de debate e de compreensão para o problema da precariedade docente em Portugal, foi ainda acolhida com elevado entusiasmo a proposta da ANVPC para a criação do Dia Europeu da Educação nessa instância europeia.

A ida ao Parlamento Europeu e à Comissão Europeia, assim como os múltiplos contactos que realizámos e o elevado acolhimento às nossas convicções, fazem-nos crer que demos mais um importante passo para ver concretizado o nosso desígnio – a vinculação de todos os Professores contratados que têm vindo a celebrar sucessivos contratos anuais desde 2001 com o Ministério da Educação e Ciência. 


A nossa perseverança, e as firmes convicções da validade da nossa luta, levaram-nos ao palco da democracia europeia. Que caminho será ainda necessário percorrer tendo em vista a reposição da justiça e a legalidade relativa aos Professores contratados portugueses? "

A direção da ANVPC


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

da(s) carta(s)... para quem a(s) assina...! claro que o nosso 'estimável ppc'... é carta fora do baralho [como sói dizer-se]...!

"Finally, we must take steps to build a robust, dynamic and competitive financial services sector that creates jobs and provides vital support to citizens and businesses. Implicit guarantees to always rescue banks, which distort the single market, should be reduced. Banks, not taxpayers, should be responsible for bearing the costs of the risks they take. While pursuing a level playing field globally, we should commit irrevocably to international binding standards for capital, liquidity and leverage with no dilution, ensuring that EU legislation adheres to Basel 3 standards to ensure financial stability and meet the financing needs of our economies. Banks should be required to hold appropriate levels and forms of capital in line with international criteria, without discrimination between private and public equities. We also call for rigorous implementation of the G20 principles on banking sector remuneration in line with existing EU legislation."

leitura integral da missiva e dos [respectivos] subscritores... aqui.