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segunda-feira, 22 de junho de 2015

legislação [educação]... e-escola [fecho], ensino superior [regulamento], organização do ano lectivo [despacho], parque escolar [financiamento] e ensino privado [financiamento]... via boletim do cirep...!


Boletim Informativo n.º 91 – 22/06/2015

Publicado em Diário da República

Resolução do Conselho de Ministros n.º 42-B/2015 - Diário da República n.º 118/2015, 2º Suplemento, Série I de 2015-06-19
,
da Presidência do Conselho de Ministros
Determina o encerramento do Programa e-escola.

Portaria n.º 181-D/2015 - Diário da República n.º 118/2015, 2º Suplemento, Série I de 2015-06-19,
do Ministério da Educação e Ciência
Aprova o Regulamento dos Regimes de Reingresso e de Mudança de Par Instituição/Curso no Ensino Superior.

Despacho n.º 6900-A/2015 - Diário da República n.º 118/2015, 1º Suplemento, Série II de 2015-06-19,
 da Presidência do Conselho de Ministros e Ministérios das Finanças, da Saúde, da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Gabinetes da Ministra de Estado e das Finanças e dos Ministros da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Adjunto e do Desenvolvimento Regional, da Saúde, da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social
Fixa e designa o número máximo de secretários técnicos do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (PO ISE).

Despacho Normativo n.º 10-A/2015 - Diário da República n.º 118/2015, 1º Suplemento, Série II de 2015-06-19,
do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Ministro
Organização do ano letivo.

Decreto-Lei n.º 114/2015 - Diário da República n.º 119/2015, Série I de 2015-06-22,
do Ministério da Educação e Ciência
Reconhece o interesse público do Instituto Politécnico da Maia.

Despacho n.º 6906/2015 - Diário da República n.º 119/2015, Série II de 2015-06-22,
dos Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência - Gabinetes do Ministro da Educação e Ciência e da Secretária de Estado do Tesouro
Determina a aprovação das declarações de suficiência orçamental e de cativação de verbas relativas a contratos de prestação de serviços - Parque Escolar, E. P. E.

Despacho n.º 6907/2015 - Diário da República n.º 119/2015, Série II de 2015-06-22,
 dos Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência - Gabinetes do Ministro da Educação e Ciência e da Secretária de Estado do Tesouro
Determina a aprovação das declarações de suficiência orçamental e de cativação de verbas relativas a contratos de prestação de serviços - Parque Escolar, E.P.E. - Escolas Secundárias João de Barros-Seixal e Augusto Gomes.

Portaria n.º 483/2015 - Diário da República n.º 119/2015, Série II de 2015-06-22,
dos Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência - Gabinetes dos Secretários de Estado Adjunto e do Orçamento e do Ensino e da Administração Escolar
Autoriza a Direção-Geral da Administração Escolar a proceder à repartição de encargos relativos à celebração dos contratos de associação com os estabelecimentos de ensino particular e cooperativo.

Despacho n.º 6935/2015 - Diário da República n.º 119/2015, Série II de 2015-06-22
do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Ministro
Determina a transição de remunerações para o Instituto de Gestão Financeira da Educação, I. P. (IGeFE, I. P.).

Despacho n.º 6936/2015 - Diário da República n.º 119/2015, Série II de 2015-06-22,
do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Superior
Autoriza o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave a criar a Escola Superior de Design.

quarta-feira, 26 de março de 2014

aí está, esplendorosamente, o 'novo' plano tecnológico da educação... 'ministério da educação limita acesso à internet nas escolas'... no público...!

"O acesso a sites como o Facebook ou Instagram vai ser permanentemente limitado nas escolas.

Alunos, professores e pessoal administrativo só podem aceder aos sites durante um horário específico, uma medida explicada pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) com a necessidade de responder à “pressão sobre a rede” que decorre do acesso a páginas que, “de um modo geral, não se revestem de carácter pedagógico”.

Segundo uma comunicação enviada pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) às escolas, na última sexta-feira, e a que o PÚBLICO teve acesso, em Janeiro e Fevereiro houve uma “fraca qualidade de serviço de ligação à Internet”. A DGEEC explica que o caso “está intrinsecamente ligado ao elevado número de ataques DDOS de que a rede foi alvo”. Quando ocorrem estes ataques, é enviada uma grande quantidade de pedidos de acesso a um ponto da rede.

“Paralelamente” e para “melhorar a qualidade do acesso à Internet”, a DGEEC anunciou às escolas limitações à entrada no Facebook, Tumblr, Instagram e lojas Android e Apple, entre as 08h30 e as 13h30. Nas restantes horas há uma limitação de utilização máxima. Actualizações para o sistema operativo Windows só serão possíveis das 17h às 8h do dia seguinte. O YouTube não terá limitação horária mas fica abrangido por um limite de utilização.

A DGEEC espera duplicar a banda total disponível e indica que está a tratar da migração do acesso à Internet para a Fundação para a Ciência e Tecnologia.

O Ministério da Educação confirmou ao PÚBLICO que houve uma “saturação” do tráfego online nos estabelecimentos de ensino públicos nos dois primeiros meses do ano, em determinados horários, devido ao acesso a alguns sites e não aos ataques informáticos. Por as páginas em causa não se considerarem pedagógicas foram “adoptadas medidas de priorização do tráfego”.

O ministério de Nuno Crato pretende o “normal funcionamento da Internet nas escolas” e, por isso, as restrições vão ser “permanentes” e afectar todos os utilizadores.


O MEC negou que as restrições decididas agora tenham como meta a poupança ou o objectivo de “qualquer ganho para a PT”, operador de telecomunicações que desde 2008 fornece o acesso à Internet nas escolas."



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

da 'transparência' opaca do mec (?)... 'rede das escolas: governo esconde extensões e ajustes diretos'... na exame informática...!

"No Tribunal de Contas, uma auditoria ao Plano Tecnológico da Educação revela que o contrato que vigorou entre 2008 e 2010 (assinado por MEC e PT) foi sujeito a uma extensão de seis meses, que juntamente com um aumento da largura de banda contratada, fez com que o custo do serviço passasse de 8,9 milhões de euros para pouco mais de 11 milhões de euros. A extensão, ainda que justificada como decorrente de um aditamento ao contrato, foi alvo de reparos do juiz responsável pela auditoria e exigiu mesmo o contraditório dos responsáveis da MEC.

Ainda no Tribunal de Contas, encontram-se três processos sujeitos a "visto": 1) um contrato que remonta a 2008 e que foi visado; 2) um segundo contrato que foi «devolvido não sujeito a visto» e que diz respeito a um acordo extrajudicial entre MEC e PT Comunicações e que visava regularizar a prestação de serviços de ligação das escolas públicas entre 12 de junho de 2011 e 12 julho de 2011; e 3) em 2013, deu entrada um contrato, celebrado no âmbito de um acordo quadro da ANCP, para a ligação entre todas as escolas públicas do continente e organismos tutelados pelo MEC. Este último processo, que foi devolvido pelo juiz a fim de proceder à recolha de esclarecimentos adicionais, diz respeito a um contrato de 436 mil euros e permite concluir que, à falta de um concurso e de um novo contrato, o MEC passou a enveredar pelos acordos quadro da ANCP.

No site Base.gov, são dois os registos que se destacam: 1) um contrato datado de 30 de outubro de 2012, que ficou orçado em 3,3 milhões de euros relativos ao serviço prestado pela PT Comunicações durante seis meses e 27 dias. Este contrato, que está classificado como um concurso, também foi assinado ao abrigo de um acordo quadro da ANCP, recorrendo a um artigo da legislação que permite assinar um contrato com uma única entidade (neste caso a PT Comunicações); 2) Em dezembro de 2012, o MEC voltou a recorrer ao ajuste direto para assinar um contrato de 133 mil euros que deverão pagar 10 dias de interligação das escolas. Neste caso, o MEC invocou “ausência de recursos próprios” e alegou consonância com um artigo do Código de Compras Públicas que admite o ajuste direto a título excecional, por necessidade imperiosa que não envolva custos acrescidos face a outros contratos assinados anteriormente.

No final de 2012, uma resolução do conselho de ministros lembra que a «interrupção dos serviços prestados teria consequências graves para o regular funcionamento deste Ministério (MEC)» e aprova o pagamento de 7,98 milhões de euros à PT Comunicações. Ao que a Exame Informática apurou, esta última verba teria como objetivo saldar os serviços que a PT Comunicações prestou desde 26 de julho de 2011 até ao final de 2012. Mas não foi a última verba a ser aprovada numa resolução de conselho de ministros para pagar a conectividade das escolas: em abril de 2013, o Governo aprova a realização de despesa até um máximo de 14,5 milhões de euros para a manutenção da ligação entre escolas até 2017. Para 2013, foi fixado um teto máximo de 1,6 milhões de euros.


A soma de todos os montantes registados no Tribunal de Contas, Diário da República e repositório Base não pode ser tomada como o valor total das extensões do contrato da rede das escolas. Nem todos os registos revelam as datas e a duração das extensões; e do mesmo modo que não é possível apurar em que momentos e tranches foram aplicadas as diferentes verbas, também não é possível garantir que algum destes valores, na verdade, diz respeito a mais do que uma extensão. São contas que só o MEC poderá revelar."

para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...


domingo, 13 de outubro de 2013

comentário [acerca da entrada anterior]... computadores na sala de aula. sim? não? para quê?... no atenta inquietude...!

"Ao que parece existem uns milhares de computadores Magalhães  por utilizar porque nunca foram reclamados pelos pais ou porque as escolas não têm condições para os utizar adequadamente, falta de pontos de rede ou de tomadas, por exemplo. Umas notas sobre esta questão que tanta poeira levantou e que a notícia no Público ainda se coloca através, quer das pessoas e entidades ouvidas, quer dos comentários.

Desde o seu início, tive oportunidade de o referir no Atenta Inquietude, estes programas foram objecto de muita discussão que, do meu ponto de vista, se tem centrado nas mais das vezes no acessório e não na questão essencial, faz sentido, ou não, e com que função o computador na sala de aula, designadamente quando se considera os alunos em início de escolaridade. Nesta perspectiva:

1 – O contacto precoce com as novas tecnologias é, por princípio, uma experiência positiva para os miúdos, para todos os miúdos, se considerarmos o mundo em que vivemos e no qual eles se estão a preparar para viver. Nós adultos estamos a pagar um preço elevado pela iliteracia, os nossos miúdos não devem correr o risco da iliteracia informática. Para muitos miúdos foi a única forma de acederem a estes dispositivos, conheço várias situações

2 – O Programa Magalhães e o e-escola foram, do ponto de vista expresso acima, iniciativas interessantes. Teve erros, teve propaganda política, teve marketing a mais, sim teve isso tudo como é habitual mas, creio, o princípio é positivo.

3 – O computador na sala de aula é mais uma ferramenta, não é A ferramenta, não substitui a escrita manual, não substitui a aprendizagem do cálculo, não substitui coisa nenhuma, é “apenas” mais um meio ao dispor de alunos e professores para ensinar e aprender. Em termos provocatórios, por vezes afirmo que o computador é apenas um lápis mais sofisticado.

4 – É preciso evitar o deslumbramento provinciano do novo-riquismo com as novas tecnologias, reafirmo, são apenas ferramentas que a evolução nos disponibiliza e não algo que nos domina e é visto como uma panaceia.

5 – O que dá qualidade e eficácia aos materiais e instrumentos que se utilizam na sala de aula não é a tanto a sua natureza mas, sobretudo, a sua utilização. Posso ter um computador para fazer todos os dias a mesma tarefa, da mesma maneira, sobre o mesmo tema, etc. Rapidamente se atinge a desmotivação e ineficácia, é a utilização adequada que potencia o efeito as capacidades dos materiais e dispositivos.

6 – Para além de garantir o acesso dos miúdos aos materiais é fundamental disponibilizar a formação e apoio ajustados aos professores sem os quais se compromete a qualidade do trabalho a desenvolver bem como, evidentemente, assegurar as condições exigidas para que o material possa ser rentabilizado. 

7 – Finalmente, como em todas as áreas, é imprescindível avaliar o trabalho realizado, única forma de garantir a sua qualidade."


resquícios de uma festa [o (extinto?) pte]... escolas têm 3500 portáteis magalhães que nunca foram levantados pelos pais... no público...!

"As escolas do 1º ciclo têm quase 3500 computadores Magalhães que nunca foram levantados pelos pais: alguns podem ser requisitados por alunos e professores mas outros ainda estão embalados à espera de um destino.

Dois anos após a suspensão do programa e.escolinhas, criado para distribuir portáteis pelos alunos do 1º ciclo, ainda existem 3435 Magalhães nas escolas, segundo dados avançados à Lusa pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).

“Esses computadores novos correspondiam a inscrições que não se traduziram na aquisição efectiva por parte dos pais e encarregados de educação”, explicou o MEC.

De acordo com o ministério, “grande parte” destes portáteis serão cedidos aos agrupamentos de escolas para actividades pedagógicas em sala de aula.

O problema é que é também pouco habitual ver docentes ou alunos a utilizar os computadores que existem nos estabelecimentos de ensino. Segundo vários responsáveis escolares contactados pela Lusa, os Magalhães há muito que desapareceram das mochilas dos estudantes e são raras as vezes em que os professores decidem usá-los na sala de aula.

No Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, há 50 portáteis mas “raramente são requisitados porque não existe wireless nas escolas”, lamentou Olga Lemos, adjunta da direcção do agrupamento de Cinfães, que tem 34 turmas do 1º ciclo.

Uma situação que também se verifica nas escolas com internet: no Agrupamento de Escolas de Benfica, por exemplo, os alunos do 1º ciclo raramente usam os Magalhães, garantiu Manuel Esperança, responsável pelo agrupamento lisboeta e presidente do Conselho de Escolas.

Já os cerca de 20 portáteis do Agrupamento de Escolas Dr. Costa Matos, em Gaia, nunca foram usados. Segundo o responsável pelas escolas, Filinto Lima, os computadores ainda estão embalados à espera que lhes seja definido um destino.

“Os pais requisitaram os Magalhães mas depois nunca os vieram levantar e eles foram ficando nas escolas”, disse Filinto Lima, que é também vice-presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

O Ministério da Educação diz que os portáteis estão a ser redistribuídos pelas escolas que necessitam e que os portáteis vão permitir dar “maior liberdade para a realização de actividades pedagógicas com recurso às TIC (disciplina de Tecnologias de Informação e Comunicação), permitindo a criação de oficinas e espaços próprios de apoio às actividades letivas e às AEC”.

Em resposta à Lusa, o MEC lembrou ainda que esta redistribuição de portáteis “vai além do que era permitido com a cedência anterior”, ou seja, “um computador por cada turma do 1º ciclo do ensino básico”.

O MEC diz que nas escolas onde o número de computadores novos existentes é demasiado elevado, será feita a “sua recolha para nova redistribuição e/ou cedência às escolas portuguesas no estrangeiro”.

O e.escolinhas previa a distribuição de computadores Magalhães por todos os alunos do 1º ciclo. O programa começou em 2009 e permitia aos alunos ter um portátil por apenas 50 euros, sendo gratuitos para os estudantes do primeiro escalão da Acção Social Escolar.

A distribuição de Magalhães foi suspensa em 2011, mas continuam a ser vendidos em sites de material usado: só no último mês foram colocados mais de mil anúncios de portáteis e peças de Magalhães num dos maiores sites de venda online, segundo uma pesquisa feita pela Lusa."


sábado, 31 de agosto de 2013

na sequência da entrada anterior... um 'novo pte' (?) [uma questão 'premente' na adequação tecnológica do ensino à realidade actual... mas penso que na escola pública a coisa vai 'piar' mais (demoradamente) de fininho]... crianças tecnológicas, tablets estão a chegar às salas de aulas... no i...!

"O i esteve num colégio que arranca este ano com tablets no primeiro ciclo. E numa sala de pré-escolar onde as novas tecnologias não deixam ninguém atrapalhado

"Acho que acabei de descobrir uma coisa que nem sei bem o que é." Guilherme, de sete anos, navega pelo Espaço numa aplicação no iPad. No ecrã, um pedregulho com poeira à volta. Toca num painel para saber a resposta. "Ah, é um comets", diz. A aplicação está em inglês, mas isso não atrapalha a experiência na sala de aula, um exemplo das muitas que vão ter no próximo ano lectivo. Agora é uma nave espacial, apontamos. "É um satélite", corrige.

As aulas começam dia 9 no Colégio da Fonte Velha, em Sintra, um dos três do mesmo grupo educativo que este ano arranca com uma parceria com a Apple, que vai reforçar o uso de novas tecnologias na sala de aula. Guilherme e outros colegas do primeiro ciclo mostram as aplicações que já têm instaladas. Mapas-múndi onde podem navegar por diferentes eras geológicas ou conhecer culturas distantes, aplicações com exercícios de matemática ou instrumentos musicais são alguns dos exemplos que sacam em menos de nada, cada um a querer mostrar que tem mais aplicações do que o outro. Mariana conta que nas férias a mãe já a ensinou a tocar os parabéns e o pau ao gato no xilofone do tablet. E alguma vez viste um xilofone a sério, perguntamos. "Tenho um em casa, mas não dá tanto jeito."

A empresa que lançou o tablet há três anos tem vários projectos destes espalhados pelo mundo e em Março lançou o desafio às escolas nacionais. O grupo educativo com oferta de pré-escolar e primeiro ciclo em Sintra, e que este ano arranca com um colégio que terá todos os ciclos em Braga, foi o primeiro a agarrar o desafio e começa este ano a usar tablets. No pré-escolar, estarão nas salas para apoio aos educadores. A partir do primeiro ciclo, cada aluno terá o seu. A maioria já os usava em casa, para brincar. Vasco, de sete anos, diz ter começado aos três, a jogar "Subways Surfs." Todos sabem de que é que ele está a falar, menos as jornalistas. "Agora é para brincar e para aprender", resume Vasco. "Vamos aprender mais."

Sofia Homem Cristo, directora curricular, chama-lhe o início da desmaterialização do ensino. Podiam ter optado por um formato radical, onde se eliminaria manuais escolares ou cadernos, mas entenderam que ainda não é altura. "Talvez daqui a dez anos", diz. Para isso, defende, é preciso isto generalizar-se a todas as escolas, é preciso uma mudança maior no ensino, para uma aprendizagem mais activa. "Começámos a fazer esse trabalho nos colégios. Além dos currículos normais, incentivamos a investigação e trabalho em grupo desde o pré-escolar", diz. Nas salas de aula, as carteiras não estão viradas para o quadro, mas em grupos. Apesar de dizer estarem já num paradigma diferente, onde cada sugestão dos alunos pode tornar-se matéria de ensino - há dois anos um ataque de soluços levou a sala dos 4 anos a estudar o sistema nervoso central - optaram por ir com calma. Materiais convencionais e avançados vão assim conviver em todas as disciplinas, mesmo em educação musical. Quer dizer que os alunos vão deixar de tocar piano a sério? "Não, mas por vezes vão poder tocar todos ao mesmo tempo, algo que até aqui não era possível. Vão poder experimentar outros instrumentos que não temos fisicamente, como bateria ou guitarra eléctrica. Vem aumentar as experiências e o potencial de aprendizagem", defende a responsável.

Nesta revolução, há outros elementos que podem causar estranheza. Sofia conta que vão poder usar uma aplicação que serve de microscópio e ampliar animais 20 mil vezes. E deixam de usar o microscópio real, insistimos, ou de dissecar uma rã? "Se calhar as crianças não precisam de manter um animal para ter essa experiência. Podemos ir para a serra de Sintra e aumentar animais e plantas vivos. Ganhamos mais do que perdemos." Perdem o herbário em papel, por exemplo. Em vésperas de o programa arrancar a sério, não há espaço para nostalgia? "Esta é a tendência. Houve dúvidas e medos dos pais, até sobre se os filhos conseguiam adaptar-se. Por isso começámos a trabalhar em Maio, para que todos soubessem utilizar os aparelhos e para que fossem eles a instalar as aplicações que os filhos vão usar. A nostalgia não nos vai dar de comer daqui a 20 anos. Eles têm de dominar as tecnologias, têm de saber falar um bom inglês. O ensino tem de se ir adaptando."

para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...


vem aí um novo 'pte'...?... crianças tecnológicas... no i...!


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

claro... o nosso pte já era [e isto vai na linha da mesma farsa económica... na educação...?]... escolas de los angeles oferecem ipads aos alunos... no dinheiro vivo...!

"Duas escolas do ensino básico de Los Angeles investiram mil milhões de dólares (747,8 milhões de euros) para darem início a um projeto que pretende colocar um iPad nas mãos de cada aluno da cidade norte-americana. Esta terça-feira, os alunos das escolas Broadacres, em Carson, e Cimarron, em Hawthorne, iniciaram o ano letivo com novos tablets, noticia o LA Times.

Para Broadacres, os novos tablets foram um emocionante upgrade, já que a escola não tinha ligação wireless à Internet e dispunha de poucos computadores para trabalhar. Em Cimarron, a situação era semelhante, com a sala de computadores a não ter capacidade suficiente para uma turma inteira.

“Esta medida irá equilibrar a nossa escola com as restantes do distrito”, disse ao LA Times a diretora da escola de Cimarron, Cynthia M. Williams, onde 70% dos alunos vêm de famílias com poucos rendimentos.

Esta iniciativa teve um investimento de mil milhões de dólares: metade para os tablets da Apple e o restante montante para outras despesas, como a instalação de wireless nos recintos das escolas. A grande maioria dos custos será coberta por dinheiros públicos, uma medida que gerou alguma preocupação, bem como obstáculos legais e logísticos.

De acordo com o LA Times, nem todos estão seguros de que a utilização de iPads trará benefícios ao ensino. Ainda assim, espera-se que a medida venha facilitar a tarefa dos professores e aumentar as probabilidades de sucesso dos alunos desfavorecidos, colocando-os ao mesmo nível daqueles que sempre tiveram acesso às últimas inovações tecnológicas. 

Durante as próximas duas semanas, serão distribuídos iPads por mais 45 escolas, esperando-se que os cerca de 650 mil estudantes de ensino básico do distrito de LA recebam os aparelhos dentro do próximo ano.

Estes iPads custaram 678 dólares (cerca de 507 euros), mais do que o preço encontrado nas lojas, uma vez que estes aparelhos vêm já com software educacional instalado."


terça-feira, 9 de julho de 2013

o pte ainda mexe (?)... onde pára o magalhães...?... por via de um direito de resposta... no público...!

de um artigo de opinião (mais notícia) sobre o magalhães dei público conhecimento... aqui.

agora surge uma resposta... 

e digo eu, ele ainda mexe?... pelo que já pude apreciar [faz já dois anos]... nickles...!


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

divulgação... [do pte... mínimos...?]...a internet nas escolas... via comunicado do conselho de ministros...!

"18. O Governo autorizou a despesa relativa ao fornecimento de serviços de comunicação de dados, de serviços de internet, de locação do equipamento terminal, de alojamento de servidores e interligação entre as redes lógicas das escolas dos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico, das escolas secundárias do ensino público e dos organismos centrais, regionais e tutelados do Ministério da Educação e Ciência pela PT Comunicações S.A.
O montante autorizado é de 7,987 milhões de euros."

para ler o comunicado... aqui.

terça-feira, 15 de maio de 2012

da educação e novas tecnologias... pelo reino de sua majestade... nada que não se reveja no nosso 'fabuloso' pte socratino... e já agora... na requalificação [actual] do [da] parque escolar... meras questões colaterais de políticas e de investimento...?

"We are now 12 years into the new millennium and technology has become a prime element of almost all English language teaching (ELT) conferences and journals around the world. Yet, when we look for real improvements in student performance and effective use of technology by teachers, I think that the results are pretty disappointing.

I have spent the past 10 years doing technology-focused training work, materials writing and conference presentations and it still saddens me to see how much resistance and cynicism exists among teachers to the introduction of technology. But is it their fault? I don't think so. Even as an enthusiastic and experienced trainer, I can see that once technology gets into schools, things start to go wrong.

Investment in technology has often been equated with investment in hardware. In many ways this is the easy fix: throw money at the challenges that technology integration poses. For example, education ministries around the world have been willing to invest in expensive interactive whiteboard (IWB) technology without really considering the benefits inside classrooms. Having made the investment, teachers are often left to sort out how to use IWBs in a pedagogically effective way, often with very little training or support. Meanwhile managers can wash their hands of the problem and report back that they have done their part in integrating technology.

The willingness of many schools to invest heavily in this hardware is rarely matched by a similar, and comparably smaller, financial commitment to provide adequate broadband connectivity to classrooms. Without sufficient connectivity the investment in hardware is wasted because, as soon as teachers and students start accessing content-rich websites in any numbers, the connection grinds to a halt, leaving the teacher embarrassed and reverting to traditional paper-based resources."