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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

[arquitectura] actividades familiares...


Caro/a Colega,

A Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos tem o prazer de o/a convidar a participar no nosso novo atelier criativo de Natal «Habitáculo - Minúsculo mundo habitado» que irá ter lugar na Sede da Ordem dos Arquitectos dias 20 e 21 de dezembro. O atelier é organizado em parceria com a equipa do 'Super Arquitecto', já com experiência em actividades com crianças, jovens e adultos.

Neste atelier temos uma excelente novidade, as famílias podem participar no 2ª dia, a 21 de dezembro, da parte da tarde.

As inscrições são limitadas a 20 participantes e estão abertas até dia 18 de dezembro. Temos desconto de 10% para familiares de Membros OA.



SÍNTESE: Habitáculo é a pequena casa, a morada.

É o espaço que serve de metáfora para a descoberta da arquitectura do minúsculo mundo habitado por cada participante. Esse Mundo imaginado como uma pequena casa que dá lugar à vida de cada um.

Assim, num processo de montagem cada participante construirá uma sequência de espaços vividos significativos, o seu habitáculo no mundo. Pretendem-se explorar as diferentes relações das quatro dimensões da arquitectura com as memórias de cada um e descobrir como a arquitetura lhes dá forma.

Através dos meios próprios ao arquitecto (cortes, plantas, maquetes ou esboços), na realidade ou exagero, descobre-se como representar em cada habitáculo quantos metros iam ate à porta de saída? Ou que janela me permitia ver o outro lado do rio?



OBJECTIVOS :

Definir importância da arquitectura na vida de cada um? Como se relacionam as suas dimensões na nossa vida? Como a percebemos, usamos e se apropriamos dela? Como a arquitectura organiza os espaços e que vivencias nos possibilitou e possibilita? Explorar relações entre exterior e interior, grande e pequeno, regular e irregular, centro e periférico? Como estas dimensões e as transformações arquitetónicas e urbanas nos afetam?





via ordem dos arquitectos...

domingo, 13 de março de 2016

continuando o dia... em modo de inovação...?

"Startup" portuguesa quer montar uma casa em cada jardim. "É só ligar à ficha"

12 Mar, 2016 - 10:18 • Liliana Carona


"Mini-casas transportáveis podem ser um primeiro passo para a independência dos filhos ou para ter os avós por perto
 
Uma "startup" da Covilhã criou um negócio a pensar nos filhos que resistem a sair da casa dos pais, muitas vezes por impossibilidade de se tornarem financeiramente independentes.

O negócio passa pela instalação de pequenas casas prontas a habitar "no jardim lá de casa". A novidade serve também para idosos que queiram viver perto da família.

Instala-se tal qual uma máquina de lavar. "É só ligar à ficha", explica Pedro Leitão, o patrão da Elsker Consulting, instalada no Parkurbis - Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã, uma incubadora de empresas criada pela autarquia local. Pedro tem 43 anos, é independente, mas vive com os pais e sabe, por experiência própria, que isso "causa alguma perturbação no casal e nos filhos". 

"Com todo o amor que tenho aos meus pais, cada um precisa do seu espaço", diz o empresário, que, por sentir isso e por notar que "cada vez mais, vemos que as pessoas casam mais tarde ou não casam", teve a ideia de criar uma empresa de mini-casas transportáveis.

"Gostávamos que os pais facultassem aos seus filhos, nos logradouros de suas casas, as suas próprias habitações”, explica, sublinhando que basta "ligá-la como uma máquina de lavar". 

"Liga-se à electricidade e a um tubo de água", precisa Pedro Leitão, acrescentando que as casas "obedecem à lei dos anexos e estão isentas de licenciamento camarário" e "são construídas em aço galvanizado".

Há modelos desta mini-moradias destinadas aos mais velhos, que podem, assim, manter alguma independência estando próximos de familiares. Para este segmento de mercado, as casas podem ser "ligadas em rede, através de tele-assistência". O modelo disponibiliza também "uma estrutura metálica exterior que serve de pequena quinta, para plantarem ervas aromáticas ou fazerem um pequeno jardim”.

Pedro Leitão, que estudou Engenharia Civil, diz ter recebido já encomendas para instalar as primeiras casas: “Tenho Misericórdias, como a de Belmonte, que demonstraram interesse, assim como as juntas de freguesia de Boidobra e Verdelhos.”.

Uma casa custa 20 mil euros e dura 50 anos."


na rádio renascença em linha...

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

legislação [sociedade]... arrendamento urbano... no dre...!

Diário da República n.º 245/2014, Série I de 2014-12-19

Lei n.º 79/2014 - Diário da República n.º 245/2014, Série I de 2014-12-1965949851
Assembleia da República

Revê o regime jurídico do arrendamento urbano, alterando o Código Civil e procedendo à segunda alteração à Lei n.º 6/2006, de 27 de fevereiro, à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 157/2006, de 8 de agosto, e à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 158/2006, de 8 de agosto
 
Lei n.º 80/2014 - Diário da República n.º 245/2014, Série I de 2014-12-1965949852
Assembleia da República

Estabelece o regime de renda condicionada dos contratos de arrendamento para fim habitacional
 
Lei n.º 81/2014 - Diário da República n.º 245/2014, Série I de 2014-12-1965949853
Assembleia da República

Estabelece o novo regime do arrendamento apoiado para habitação e revoga a Lei n.º 21/2009, de 20 de maio, e os Decretos-Leis n.os 608/73, de 14 de novembro, e 166/93, de 7 de maio