Num
dos maiores museus de escultura ao ar livre, o Parque dos Poetas em
Oeiras, onde cada poeta de língua portuguesa tem assento pela mão de um
escultor, ALDA LARA (1930-1962) nascida em Benguela, terra de acácias
rubras e calemas e que na dualidade entre a medicina e as letras, se
transformou numa militante activa da angolanidade em prol da
independência e da igualdade, representa Angola e o arquitecto e artista
plástico luso Angolano JÚLIO QUARESMA, natural de Saurimo, foi o
convidado para dar forma escultórica a esse sentido de angolanidade.
Bordalo II
Um artista português em Sacramento
Entre
o americano Shepard Fairey e Tom Bob, a dupla alemã Herakut, a
espanhola Miss Van e o italiano Pixel Pancho, o artista português
Bordalo II é o único português a participar na edição deste ano do
festival da arte pública Wide Open Walls, que decorre em agosto, em
Sacramento, na Califórnia.
eu tenho sangue árabe, judeu, celta, e o mais que uma amostra de adn poderá vir a revelar, o que para o caso agora não me interessa... em portugal, talvez nos açores e na madeira e numa localidade do algarve (que agora não sei especificar), não há nenhum cidadão que não seja fruto de uma miscigenação compósita...
isto para realçar o quê?
são as intervenções ocidentais imperialistas, nomeadamente dos states, orientadas pelo petróleo e matérias-primas raras que levaram a este estado de rebelião... que os radicais religiosos estão a aproveitar em seu proveito (é que não são só os muçulmanos como são os trump's desta vida)...
amigos amigos, negócios à parte... a oposição brasileira que se lixe, aliás como bem temos exemplificado com as as atitudes diplomáticas face à venezuela bolivariana (que deve estar a dar umas boas voltas na sua tumba).
como é meu costume, desde muito novo, compro o número um de qualquer publicação que não seja um livro... tipo revistas de banda desenhada, arte, história e jornais...
este é mais um exemplo e pareceu-me interessante...
como é evidente a sequência de aquisição futura dependia bastante dos fundos de maneio, caso do tintin, mundo de aventuras, o lobo mau, o observador que passou a ser comprado na casa dos meus pais... e exemplos poderiam ser muitos mais.
num país em que parece que as 'promoções' são feitas com base na prestidigitação, primeiro com este exemplar que mandaram para a acnur, depois com o 'cherne' que foi para a comissão e, agora, querem-no como secretário-geral da onu...?
brincamos...?
a memória é curta por estas bandas... pois os dois citados 'deram à sola' nos piores momentos do país...!
III Seminário - Psicologia e Orientação em Contexto Escolar No âmbito da sua missão, a Direção-Geral da Educação, em parceria com a Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), vai realizar, nos dias 20 e 21 de novembro, o III Seminário – Psicologia e Orientação em Contexto Escolar. Com o contributo de peritos nacionais e internacionais, este evento pretende contribuir para responder aos desafios que atualmente se colocam no domínio da Psicologia e da Orientação. O seminário está acreditado pela OPP, conferindo aos psicólogos 3,2 créditos. Workshop “Portugal é Mar” No próximo sábado, dia 14 de novembro, das 9h30 às 13h, o Oceanário de Lisboa realizará o workshop “Portugal é Mar”, para professores e educadores, em parceria com a Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental. Esta ação de formação contextualiza a proposta que revela um país com um território marítimo 40 vezes superior ao terrestre. Os conteúdos pedagógicos, criados por especialistas, têm o objetivo de consciencializar a comunidade escolar para a importância dos oceanos a nível global e enquanto fator diferenciador do país e de construção de uma nova identidade nacional, com atividades que poderão ser exploradas em diferentes áreas curriculares, desde o ensino pré-escolar ao secundário. XIV Mercado de Trocas para Crianças e Jovens O Mercado de Trocas para Crianças e Jovens chega à XIV edição, numa iniciativa da Casa da Esquina e do ECOSOL/CES, em parceria com o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. Esta edição terá lugar no Museu da Ciência, no dia 14 de novembro, entre as 10h00 e as 13h00. Quem quiser participar no Mercado de Trocas poderá levar brinquedos, jogos didáticos e de computador, livros, materiais escolares, bem como uma pequena manta para os expor. Pela participação, sob a forma de moeda, recebem os jardins, que lhes permitem adquirir produtos disponíveis no Mercado. A entrada no Mercado é gratuita e destina-se exclusivamente a crianças e jovens.
"Define o seu Culture Map como uma ferramenta para gestores internacionais e homens de negócios. Para que serve essa ferramenta?
O mundo vive um momento de globalização e pessoas têm de trabalhar com clientes, empregados ou fornecedores de diferentes países. E uma grande parte das empresas e dos gestores entra no mercado global do trabalho com um estereótipo simples sobre como é o país para onde vão. O problema desse estereótipo não é que seja incorrecto, mas é incompleto. Resume-se a única narrativa sobre como é uma certa cultura e leva-nos a conclusões baseadas nessa narrativa. Ora essas conclusões têm muitas armadilhas. O que eu pretendo com o Cultural Map é fornecer às pessoas uma grelha com oito escalas onde se pode olhar para as complexidades e, por vezes, para as contradições de uma certa cultura. Um exemplo: eu sou americana e vivo em França há 16 anos e se olhar para estes dois países noto que o estereótipo francês em relação aos americanos é que eles são explícitos e directos e o estereótipo americano dos franceses é que eles são muito implícitos e indirectos. E isso resulta do facto verdadeiro de que os americanos são mais explícitos do que os franceses. Os americanos, no entanto, têm a ideia da importância da clareza em todas as circunstâncias excepto quando têm de comunicar algo negativo (negative feedback). Neste caso em concreto, a cultura americana comparada com a cultura francesa é muito indirecta. Então, os americanos sempre que querem dizer algo negativo, embrulham-no num pacote positivo. Eu trabalhei com uma francesa que tem um patrão americano e este disse-lhe uma vez que o seu desempenho era inaceitável. Mas fê-lo de acordo com a cultura americana: ‘Isto está bem, apreciei aquilo, isto é o que precisas de fazer de forma diferente, isto é o que precisas de mudar’. E ela saiu da reunião a pensar que a sua avaliação era excelente, porque na cultura francesa comunica-se uma apreciação negativa de uma forma directa. Este é um exemplo de como um estereótipo pode levar a armadilhas. Com o Culture Map podemos situar essas diferenças e as áreas onde há similitudes, e ter uma preparação mais complexa para as situações."
pode continuar a ler a entrevista no público em linha... aqui.
"Festas académicas, dias da semana com preços reduzidos, publicidade e promoções potenciam o consumo desregrado
Litradas, happy hours, ladies nights, shots a metro, promoções. Os jovens portugueses têm vindo a adquirir padrões de consumo de álcool próximos dos nórdicos - grandes quantidades na mesma ocasião -, o que, segundo a Sociedade Portuguesa de Alcoologia, está relacionado com o facto de as bebidas serem baratas e o acesso fácil. Só durante o cortejo da latada da Covilhã, no dia 21, 65 estudantes receberam assistência pré-hospitalar e 12 foram transferidos para o hospital devido ao consumo excessivo de álcool, situação que nesta altura se repete por todo o país.
A preferência dos jovens portugueses recai sobretudo na cerveja e nas bebidas espirituosas. "E assiste-se à aquisição de modelos próximos dos nórdicos. Há um consumo intenso e cada vez mais frequente de bebidas destiladas, mais graduadas", disse ao DN Augusto Pinto, presidente da Sociedade Portuguesa de Alcoologia, que debateu o tema nas suas 23.as jornadas, na Universidade da Beira Interior. Na opinião do hepatologista Fernando Ramalho, "há muito tempo que isto acontece. Há mais de uma década que os padrões de consumo são completamente diferentes".
Para o presidente da Sociedade Portuguesa de Alcoologia, a acessibilidade e o preço são as duas grandes explicações para o problema. "As festividades académicas, promovidas pelas cervejeiras, prologam-se cada vez mais dias e até às seis da manhã, os bares dirigem festas às mulheres e dedicam noites a bebidas destiladas. Também há litradas, bebidas vendidas a metro e outras promoções", exemplifica o responsável. Nas festas académicas, realça, "o preço das bebidas alcoólicas, nomeadamente da cerveja, é francamente mais baixo do que o da água. E, apesar da crise, bebe-se mais porque o álcool é bastante económico".
"O preço das bebidas alcoólicas, nomeadamente da cerveja, é francamente mais baixo do que o da água"
Em Portugal, um dos países com maior consumo de álcool per capita a nível mundial (10,8 litros), a situação pode até tornar-se mais grave do que nos países nórdicos. "Eles consomem preferencialmente ao fim de semana e com intensidade. Aqui, além do consumo tradicional, há o excessivo em alguns dias, nomeadamente nas quintas feiras académicas e ao fim de semana", esclarece Augusto Pinto. Segundo Manuel Cardoso, vice-presidente do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências (SICAD), assiste-se ao consumo de quatro ou cinco bebidas seguidas e "os jovens bebem com o objetivo pré-definido de ficarem alegres".
Num estudo do SICAD feito em 2014 - "Os jovens, o álcool e a lei" -, só 17% dos 1500 jovens entrevistados nunca tinham tomado bebidas alcoólicas. A maioria (63%) começou a beber antes dos 16 anos, sobretudo entre os 13 e os 15, e 70% assumiram que tinham bebido álcool recentemente. Os consumos nocivos surgem, sobretudo, a partir dos 16 anos e, apesar de serem os que bebem mais e até ficarem "alegres", os que têm entre 19 e 24 são os que menos se embriagam de "forma severa".