Mostrar mensagens com a etiqueta autonomia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta autonomia. Mostrar todas as mensagens

sábado, 29 de setembro de 2018

divulgando...


Informações Gerais

O Instituto Jurídico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra promove no dia 22 de outubro, no Colégio da Trindade, a Conferência Vulnerabilidade(s) e Direito(s).
 
O evento é composto por três painéis que incidem sobre o tema da Saúde e existe um espaço para comunicações livres que versam sobre a Vulnerabilidade e o Direito da Saúde.
 
A inscrição é obrigatória.
Com o objetivo primordial de auxiliar os docentes nas suas decisões curriculares e pedagógicas, disponibiliza-se o site Autonomia e Flexibilidade Curricular, o qual se assume como um espaço virtual para a reflexão e a partilha de práticas, assim como para a publicação de recursos e outra informação relevante, tendo em vista o desenvolvimento da escola, enquanto organização promotora de aprendizagens.




via boletim do cirep...

terça-feira, 15 de março de 2016

segunda-feira, 7 de março de 2016

sem peias e tergiversações retóricas... a autonomia a quem a queira e dela faça bom uso...!

Resultados da Sondagem | É a favor da existência de Quadros de Honra nas escolas?

by Alexandre Henriques
 
Ficam os resultados e a opinião de Paulo Guinote. Obrigado pela colaboração ;)

Sondagem quadros de honra


Em defesa da Honra

 

Paulo GuinoteO facto de se debater, com alguma intensidade em certos momentos e ambientes este tema é um motivo para espanto meu e para pensar que há quem não tenha muito com que ocupar a cabeça. Ou então que há gente com teias ideológicas na cabeça realmente graves.
A minha posição é muito simples: a existência de quadros de honra ou mérito deve ser da exclusiva responsabilidade de cada escola, a partir de decisão do seu Conselho Pedagógico com ratificação pelo Conselho Geral. Isso é autonomia, isso é algo que tem a ver com a cultura e identidade de cada escola.
Se não gostam, acham que é “fascista” ou “prisioneiro da lógica da competição”, que traz mal porque os alunos se tornam menos cooperativos, mas os aprovem. Se acham que é um mecanismo de reconhecimento simbólico do mérito desses mesmos alunos, aprovem-nos e implementem-nos, seja de valor absoluto (média das notas) ou relativo (envolvimento em projectos escolares, desporto, etc).
Como devem calcular, eu defendo a segunda hipótese e tanto mais quanto a pressão for para produzir sucesso a todo o custo vai a par de uma mentalidade igualitarista no pior sentido da indiferenciação. Acho que quando parece que todos devem ter sucesso, se deve dar um estímulo para que esse sucesso seja de qualidade e não apenas o desfecho de uma imposição administrativa. Exactamente para não intensificar a argumentação é que nem desenvolvo o meu pensamento quanto a quem acha que estes quadros são prejudiciais. Limito-me a dizer que seria tão bom que, pelo menos desde o 7º ano, consultassem, sem tentar enviesá-la na apresentação da questão, os alunos acerca disto. Posso estar enganado, mas acho que até muitos dos menos bons em termos académicos concordariam com o princípio de diferenciar simbolicamente os alunos com melhor desempenho académico, disciplinar ou desportivo.
E ficaria tempo para os professores se preocuparem com outras coisas, menos bizantinas.

segunda-feira, 16 de março de 2015

educação, sociedade, valores e autonomia... reflexões para o fim de dia...!



no observador...




"No dia 20 de dezembro de 2014, dois pais americanos, Danielle e Alexander Meitiv, decidiram deixar os seus filhos, de 10 e 6 anos, fazer um percurso de 1 milha (1,6 quilómetros) desde o parque até casa, numa tarde de inverno, e em plena luz do dia. Esse atrevimento valeu-lhes uma acusação de negligência por parte da polícia por não estarem a supervisionar os seus filhos menores.

Quando questionados pela polícia, que encontrou os filhos a meio do percurso porque alguém a alertou, os pais disseram que defendiam uma educação “free range” em oposição ao actual “helicopter parenting”. Nos Estados Unidos, este conceito de “free range” aparece associado a galinhas e designa o seu habitat, isto é, se vivem num galinheiro comunitário de dimensões mínimas ou se andam à solta. Se andarem, são “free range” e, com sorte, “grass-fed” (alimentam-se a partir do que encontram no campo).

Mas aquilo que se aplica às galinhas é cada vez mais difícil de aplicar às crianças.

O casal Meitiv, cuja mãe é consultora de ciência climática e o pai físico no National Institutes of Health, testou antecipadamente os filhos em pequenos percursos nas imediações da sua casa, biblioteca e escola, e estes mostraram-se responsáveis e conhecedores da área. A mãe acha que é absolutamente fundamental para o desenvolvimento dos filhos que eles aprendam a ser responsáveis, a conhecer o mundo, a ganhar confiança e competências.

A polícia, no entanto, exigiu que os pais assinassem um termo de responsabilidade em como não voltariam a deixar as crianças sem supervisão até serem entrevistados pelos Serviços de Proteção de Menores. O pai terá recusado, mas quando confrontado com a possibilidade da retirada dos filhos, mudou de ideias e assinou.

Nos Estados Unidos, o conceito de “free range” aparece associado a galinhas e designa o seu habitat, isto é, se vivem num galinheiro comunitário de dimensões mínimas ou se andam à solta. Se andarem, são “free range”. Mas aquilo que se aplica às galinhas é cada vez mais difícil de aplicar às crianças. 

Como os pais não consentiram que os Serviços de Proteção de Menores fossem a sua casa, os filhos acabaram por ser interrogados na escola, o que terá chocado a mãe. Segundo a lei estatal americana, menores de 8 anos devem ser deixados com uma pessoa de confiança que tenha pelo menos 13 anos. Esta lei abrange habitações, espaços cercados e veículos. Os pais continuam a achar que estão a ser pressionados a educar os filhos de acordo com valores que não defendem e que vão contra a sua maneira de pensar.
O que diz a lei portuguesa

Em Portugal, segundo o Instituto de Apoio à Criança, não há idade mínima estipulada que possa desresponsabilizar os pais — essa opção está dependente do grau de autonomia da criança. Deixar menores em casa sozinhos, independentemente desse facto vir a ter ou não consequências, pode ser considerado crime por ato negligente, sobretudo se a criança for vítima de algum tipo de acidente, ou se, simplesmente, o facto de estar sozinha representar uma ameaça.

Os pais podem mesmo ficar sujeitos a uma pena que vai da vigilância dos encarregados de educação por técnicos da Comissão de Proteção de Menores até à perda da custódia dos filhos. Mais: qualquer pessoa que saiba de crianças que são deixadas em casa sozinhas tem o dever de alertar as autoridades (PSP ou GNR) ou participar diretamente à Comissão de Menores.

Rafi e Dvora, os filhos dos Meitiv, faziam-se normalmente acompanhar de um cartão plastificado com os contactos dos pais, onde se lia: “Não estou perdido. Sou um free-range kid.” No dia 20 de dezembro, contudo, não transportavam o cartão consigo.

É tudo menos óbvio que para deixar um filho andar sozinho na rua se tenha de lhe colocar uma etiqueta, qual anilha num pombo. No entanto, após um inquérito em dois grupos fechados de mães no Facebook, onde a amostra foi de 400 respostas, a esmagadora maioria respondeu que os filhos vão geralmente de carro para a escola e, se forem a pé, vão sempre acompanhados pelos pais, avós, irmãos mais velhos ou empregada. À medida que avançam na idade — sendo os 10 anos a idade média para se aventurarem sozinhos — conquistam uma autonomia controlada por telemóveis.


Após um inquérito em dois grupos fechados de mães no Facebook, a esmagadora maioria respondeu que os filhos vão geralmente de carro para a escola e, se forem a pé, vão sempre acompanhados pelos pais, avós, irmãos mais velhos ou empregada. 


Segundo os mesmos grupos de mães, os locais típicos para onde as crianças se deslocam sozinhas são: a escola, a padaria, o supermercado, os ATLs, a própria casa e a casa de familiares e amigos. As distâncias variam entre escassos metros (“escola em frente de casa”) até 1,5 km. As respostas mencionam também o recurso ao grupo, como garantia de estarem acompanhados. Percebe-se também que os rapazes têm mais facilidade em saírem sozinhos do que as raparigas. Nenhuma mãe mencionou que o filho estivesse identificado com um cartão com os seus dados pessoais, morada e telefone. Em compensação, houve uma mãe — só uma — que afirmou que os seus filhos iam sozinhos de bicicleta para a escola.
Avaliação de competências

Rita Chichorro, psicóloga clínica infantil, sugere que os pais devem começar por avaliar as competências dos seus filhos para assumirem esta responsabilidade, e sugere uma longa lista de questões para esse efeito: “Caminha sem dificuldade? Tem visão adequada? Conhece as regras da estrada? Sabe o caminho para o local pretendido? Sabe como se deslocar em segurança? Com quem vai (pares)? O peso da mochila é excessivo ou adequado à idade? Tem conhecimento das normas sociais e morais? Conhece os direitos das crianças? Se for abordado/a por um estranho, como deve reagir?”

Para além da resposta a estas questões, Rita Chichorro sugere que comecem por ser dadas às crianças diferentes tarefas no dia-a-dia, para ir testando a sua autonomia. Por exemplo, indo despejar o lixo ou deslocando-se à mercearia mais próxima de casa. Ao mesmo tempo, é muito importante acompanhar algumas vezes as crianças nos percursos que depois se pretende que façam sozinhas. Segundo a psicóloga clínica infantil, o ensino para a autonomia é fundamental: “É premente que os agentes educativos viabilizem a autonomia dos seus filhos, sem deixar que as angústias, excesso de preocupações e receios impeçam o seu processo de desenvolvimento.”

Claramente, Portugal segue a tendência americana no que toca à supervisão, na medida em que a maioria dos pais não se sente segura ao deixar uma criança ir sozinha para a escola. E quanto à criança ficar sozinha em casa? Haverá neste acto uma maior confiança na autonomia e capacidades da criança?
Sozinhos em casa

Tomando como amostra os mesmos dois grupos de mães, a resposta é um rotundo “não”. Só se torna um “sim” quando as crianças têm cerca de 10 anos, por períodos curtos de ausência dos pais, em situações em que os pais têm de sair para levar o cão à rua, para uma ida rápida ao supermercado ou para despejar o lixo. Atos esses que são facilitados por uma supervisão via telemóvel ou pela presença em casa de irmãos mais velhos, ainda que igualmente menores. Habitualmente, existem ainda instruções claras para que os menores não atendam o telefone, nem abram a porta a ninguém.

Quando questionada acerca da idade em que as crianças podem ficar em casa sozinhas, Rita Chichorro afirma não haver “uma idade padrão que defina quando um filho está preparado para ter esta responsabilidade e autonomia”. Ao longo do crescimento são adquiridas diferentes competências durante diferentes períodos de idade, essenciais para o desenvolvimento da autonomia, mas a psicóloga ressalva que “não são iguais em todas as crianças”. Por isso, é absolutamente essencial “compreender este processo” e “inferir sinais sobre o desenvolvimento e nível da maturidade” de cada filho.

Quando questionada acerca da idade em que as crianças podem ficar em casa sozinhas, a psicóloga infantil Rita Chichorro afirma não haver “uma idade padrão que defina quando um filho está preparado para ter esta responsabilidade e autonomia”. 

De qualquer forma, parece não haver grandes dúvidas sobre a crescente preocupação dos pais com a segurança dos seus filhos. E existe este facto indesmentível: quando olhamos para a nossa própria infância, todos achamos que havia mais liberdade e autonomia quando éramos crianças do que aquela que os nossos filhos têm nos dias de hoje.

A grande questão é: A que se deve essa mudança? Estará hoje o mundo mais perigoso do que antigamente?

Steven Pinker, linguista americano, autor do livro Como Funciona a Mente e do aclamado e fundamental The Better Angels of Our Nature: Why Violence Has Declined, afirma claramente que não. As suas teses são resumidas numa TED Talk intitulada “O Surpreendente Declínio da Violência”, onde ele demonstra que o mundo, ao contrário do que muitos pensam, está cada vez mais seguro. A redução da violência e da taxa de criminalidade nos países desenvolvidos é indesmentível. Só que, ao mesmo tempo, existem mais notícias sobre violência e crimes, e a sua disseminação é muito mais rápida e eficaz — o que diminui a nossa sensação de segurança.

Qual a solução para quebrar os receios excessivos em relação à segurança dos nossos filhos? Esta é uma pergunta sem resposta fácil. O que parece certo e pacífico entre especialistas é que a educação para a autonomia dos filhos deve ser uma prioridade dos pais, e que as estatísticas desmentem a insegurança crescente do mundo. Na verdade, a dificuldade que nós temos em criar crianças “free range” tem menos a ver com os perigos que elas podem encontrar fora do galinheiro, do que com a cultura pai-galinha que a actual geração de jovens pais tem vindo a cultivar."



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

coisas da educação... aprendizagem do empreender...?




 
"Enseigner l’entrepreneuriat ? Former à l’innovation et à la créativité ? L’idée pourra paraître saugrenue à certains : n’est-on pas entrepreneur « de naissance », « par tempérament » ? L’acte d’innover ne procède-t-il pas d’une alchimie étrange – quelques individus étant en outre plus « doués » que les autres ?

« Pourtant, ces thèmes font l’objet d’un véritable enseignement, souligne Philippe Mustar, professeur à Mines ParisTech. On a longtemps cru que l’entrepreneuriat reposait sur une prédisposition génétique. Or il n’a rien de mystérieux. Depuis les années 1980, c’est même une discipline académique à part entière – avec ses revues, ses associations professionnelles, ses activités de recherche… Aux Etats-Unis, on dénombre quelque 4 600 cours sur la question, dans 1 700 universités. »

En France aussi, les choses ont changé. La formation à l’innovation et à l’entrepreneuriat figure désormais au menu de la plupart des écoles d’ingénieurs. Mais pas question de recourir à des cours magistraux ou à des méthodes traditionnelles.

Tout commence, en général, par une « sensibilisation », en début de cursus. Il s’agit de faire comprendre, même à ceux qui visent une carrière dans un grand groupe, que l’entrepreneuriat constitue une option envisageable, avec des formes variées (y compris au sein de grandes entreprises), et qu’ils pourront s’y épanouir même s’ils ne se sentent pas attirés au départ. Au programme, rencontres avec des créateurs, conférences, mises en situation…   Nous identifions avec les élèves les ressorts mis en œuvre sur des projets personnels, même minimes, qu’ils ont menés à bien, explique Brigitte Caudroy, enseignante à Télécom Lille. Les élèves sont tout surpris que l’on s’intéresse à cela. »

« Apprentissage par l’action »

Mais l’élément-clé de l’enseignement est le travail sur des projets : création de start-up, plan de développement, de produit innovant, de lancement d’activité nouvelle… De quoi permettre aux élèves de mesurer les enjeux et les difficultés, et de trouver par eux-mêmes des solutions.

Cet « apprentissage par l’action » est plus motivant qu’un cours ou une étude de cas classique. « Inutile de lire des livres pour apprendre à faire du vélo, assène Eric Langrognet, professeur d’entrepreneuriat à Centrale Paris. Il faut se mettre en situation. Pour les créateurs potentiels, rien ne remplace le travail sur le projet, avec le retour de référents expérimentés. »

A l’Ecole d’ingénieurs en génie des systèmes industriels (Eigsi) de La Rochelle, les élèves de quatrième année planchent ainsi dix mois sur un projet complet de création, à partir d’un nouveau produit. « Cela permet à nos diplômés de se présenter sur le marché de l’emploi avec un profil de créateurs d’activité nouvelle », indique Dominique Breuil, qui supervise la démarche. Pas question pour autant de délaisser les disciplines fondamentales. « Notre enseignement reste fondé sur une base technologique forte », insiste Jacques Biot, président de l’Ecole polytechnique.

Certains établissements poussent la « démarche projet » encore plus loin – parfois au détriment de la théorie. A l’Epitech, la pièce maîtresse du cursus est constituée par les « Innovative Projects » (EIP), menés en groupe et directement utilisables dans le monde professionnel. «  Dans le numérique, on ne peut pas se contenter d’enseigner de façon traditionnelle, affirme Emmanuel Carli, directeur général de cette école d’informatique. Il faut une dimension professionnelle très forte, et une grande capacité à faire. Mais ce modèle fondé sur le projet ne convient pas à toutes les disciplines.  »

A l’Ecole pour l’informatique et les techniques avancées (Epita), dès la 2année, les élèves conçoivent un projet qui pourra être porté tout au long de la scolarité, et même déboucher sur une création d’entreprise. Résultat, l’école compte un taux très élevé de créateurs – entre 6 % et 8 %.

« Mais si le projet constitue le point de départ de la formation, il ne doit pas en être le seul élément, souligne Christophe Midler, professeur à Polytechnique et directeur du master Projet, innovation, conception (PIC). L’enseignement de l’innovation implique une approche transversale. Outre un bagage scientifique et technique solide, il doit comporter des cours sur le management (méthodologies, pilotage économique, gestion de projet…) et des mises en situation. Et celles-ci doivent bénéficier d’un tutorat assuré par des enseignants. »"

pode ler o resto do artigo... aqui.

domingo, 28 de setembro de 2014

e, novidades... só nos açores...?


n'o jornal açores 9...

"“Fazemo-lo convictos de que a liberdade de gestão do tempo resulte em proveito do essencial, isto é, na preparação das atividades letivas”, afirmou Avelino Meneses, que falava sexta-feira, na Vila de Velas, num encontro com docentes.

Avelino Meneses frisou a importância desta medida de desburocratização do Sistema Educativo Regional, salientando que o benefício da ação docente implica “a concentração dos professores no cumprimento do essencial”, nomeadamente nas “tarefas de ensinar e pesquisar conteúdos”.

Para o Secretário Regional, este objetivo só pode ser alcançado “pela redução do excessivo peso do acessório, designadamente pela carga burocrática, que constitui um roubo de tempo e de concentração à tarefa de aprendizagem”.

“Foi por isso que dispensamos as escolas da elaboração do projeto curricular de turma, traduzido na prática em excessivo consumo de energias sem resultado de todo compensador”, recordou.

Nos encontros com docentes que já manteve na Vila do Nordeste e agora na ilha de S. Jorge, o Secretário Regional da Educação e Cultura tem recolhido contributos com vista à elaboração do Plano de Promoção do Sucesso Escolar, que deverá ser implementado nos Açores no ano letivo de 2015/2016."


aqui.

(d)os sete pecados mortais... da gula (?)... da avareza (?)... da luxúria (?)... da inveja (?)... e do orgulho (?)...!


no público...

sexta-feira, 7 de março de 2014

legislação [educação]... do boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 33 – 07/03/2014

Publicado em Diário da República

Despacho n.º 3597-A/2014. D.R. n.º 46, Suplemento, Série II de 2014-03-06, do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário
Estabelece o calendário de exames finais para o ano escolar de 2013-2014.

Portaria n.º 59/2014. D.R. n.º 47, Série I de 2014-03-07, do Ministério da Educação e Ciência
Fixa os termos da gestão flexível do currículo, no âmbito da autonomia pedagógica das escolas particulares e cooperativas a que se refere o artigo 37.º do Decreto-Lei n.º 152/2013, de 4 de novembro.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

[direito de] opinião... uma nova era de mais autonomia e liberdade... de joão munõz...!


no público...

já agora é de toda a conveniência ler... 'objectivamente falso'...

"… boa parte do que o vice-presidente da AEEP, João Muñoz, escreve hoje no Público.

Portugal não está em nenhum grupo atípico de países quanto ao seu sistema de ensino e a verdade é que países que experimentaram as soluções mais radicais que cá alguns desejam, começaram a inverter a marcha. Desde logo, a Suécia, algo que certos interesses procuram a todo o custo esconder.
Ficam aqui os quadros de um estudo recente da OCDE para o demonstrar para além de qualquer dúvida razoável ou truncagem dos dados..."

o paulo guinote... aqui.