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sábado, 18 de novembro de 2017

quem diria e vem mesmo a calhar para o meu caso...

"Quem diz palavrões é mais honesto e de confiança

Dizer palavrões pode ser usado como um escape para transmitir emoções. O vernáculo permite às pessoas expressarem sentimentos que de outra forma seriam guardados ou camuflados. Este estudo, realizado nos Estados Unidos, revela ainda que as pessoas que dizem mais palavrões são mais honestas e de confiança."

in rtp, a ligação para o vídeo está abaixo:



comentário:

f****, vem mesmo a calhar que nem ginjas pois por estas bandas as coisas não andam a correr lá muito bem, seja psicologicamente, o deixar de fumar, de saúde, financeiramente... eu sei lá, um ror de coisas a caminho de certo descontrolo... enfim.

se bem que eu seja mais de jargão, às vezes (já demasiadas) saem umas das pesadas...

um dia de cada vez é o meu presente lema, só pode...!

sábado, 2 de janeiro de 2016

das coisas [boas e más] da educação [reformas]... reflexões para o fim de dia [mas não só]...!

Por que a Finlândia está mudando 'um dos melhores sistemas de educação do mundo'?

 Getty

Finlândia quer que alunos vejam que um mesmo problema pode gerar perguntas de física, história, matemática, biologia ou estatística


A Finlândia, país conhecido pelo sistema educacional considerado um dos melhores do mundo, prepara uma mudança radical com o objetivo de aumentar ainda mais a qualidade de suas escolas.
A partir de 2016, todos os centros de ensino do país nórdico começarão a aplicar um novo método conhecido como "phenomenon learning" (que pode ser traduzido como 'aprendizado experimental').
Segundo este sistema, as aulas tradicionais são substituídas por projetos temáticos nos quais os alunos se apropriam do processo de aprendizagem.
"Na educação tradicional os alunos vão à sala de aula e têm aulas de matemática, depois de literatura e depois de ciências. Agora, em vez de adquirir conhecimentos isolados sobre matérias diferentes, o papel do estudante é ativo. Eles participam do planejamento, são pesquisadores e também avaliam esse processo", disse à BBC Marjo Kyllonen, gerente de educação de Helsinque.
Kyllonen afirma que a forma tradicional de educação, dividida entre matérias diferentes, não está preparando as crianças para o futuro, "quando precisarão de uma capacidade de pensamento transdisciplinar, olhar os mesmos problemas a partir de perspectivas diferentes e usando ferramentas de diferentes".

Experiência colaborativa

A capital finlandesa está na vanguarda do desenvolvimento desta nova metodologia na qual os alunos podem escolher um tema de seu interesse e planejar o desenvolvimento deste assunto com os professores.
Kyllonen relatou à BBC um exemplo: alunos da quarta série que decidiram com o professor fazer um trabalho sobre o fenômeno dos smartphones.
 
Getty
 
Um grupo de alunos quis pesquisar, por exemplo, os smartphones e acabou aprendendo sobre história, literatura e física


"Disseram que gostariam de saber sobre a história do desenvolvimento da telefonia", disse.
"Foi um tema que serviu para estudar matemática, estatística. Serviu também para saber quais as razões que levam as pessoas a usarem os telefones. Abordou também literatura e como as mensagens de texto mudaram a forma de escrever... (...). A ideia veio deles e, por isso, gerou uma conexão imediata com o tema", afirmou.
O "phenomenon learning" está sendo introduzido gradativamente nas escolas do país nos últimos dois anos. Todas as escolas são obrigadas a ter pelo menos um período durante o ano escolar - geralmente de várias semanas - para desenvolver esta nova forma de aprendizagem por experiência.
No caso de Helsinque, as escolas foram estimuladas para estabelecer dois períodos como este por ano.

Mudança para os professores


As mudanças no sistema educacional da Finlândia também trazem mudanças importantes para os professores, que não terão mais o controle sobre seus cursos com o qual estavam acostumados.
Eles deverão aprender a trabalhar de forma colaborativa com seus alunos e outros docentes.
O trabalho deles não vai mais ter como base as aulas expositivas e será mais parecido com o trabalho de um mentor.
 
BBC
 
Para ensinar os 'alunos pesquisadores' os professores deverão se transformar em mentores

Até março de 2015, 70% dos professores de Helsinque já tinham sido treinados para aplicar este novo método.
"Não acho que os professores possam simplesmente se sentar e observar o que está acontecendo. Creio que seu papel é ainda mais importante do que no sistema tradicional, precisam ter muito cuidado na forma como aplicam este método", disse Kyllonen.

Lições erradas?


O novo método já foi alvo de críticas.
A reportagem da BBC conversou com Leo, um estudante de uma escola de Helsinque, sobre a experiência do "phenomenon learning".
"Tem suas vantagens e desvantagens. É diferente e os professores têm a oportunidade de usar a criatividade e trazer novas fórmulas de ensinar e de aprender. E isto é divertido", afirmou.
"Mas eu não gostaria que durasse o ano inteiro, porque é muito bom ter certa liberdade criativa para aprender de vez em quando, mas também existe a educação tradicional, que também cumpre uma função", disse o jovem.
A BBC entrevistou o professor da Universidade de Cambridge Tim Oates que também afirmou temer que outros países tenham as lições erradas a partir da experiência educacional positiva da Finlândia.
 
Getty
 
A China superou a Finlândia nas provas PISA mas as autoridades de educação de todo o mundo continuam buscando o país nórdico como referência

Oates afirmou que o sistema educacional finlandês teve seu melhor momento no ano 2000, quando o país obteve os melhores resultados no Programa Internacional para a Avaliação de Estudantes da OCDE, conhecidas como provas PISA.
Mas, desde então, o país está caindo.
E, de acordo com o especialista, os funcionários do setor de educação de várias partes do mundo começaram a analisar como eram as escolas da Finlândia neste momento, caracterizadas pela ampla liberdade e pelo fato de que os alunos não necessitavam fazer provas a cada ano para mudar de série.
Oates adverte que as reformas que permitiram os bons resultados do ano 2000 foram postas em marcha ainda na década de 1970, com elementos muito diferentes como as decisões centralizadas, a presença de supervisores em cada sala de aula, grandes investimentos na formação dos professores e a aplicação de exames obrigatórios.


leituras suplementares:

Finlândia ou tigres asiáticos? Qual tem melhor modelo de Educação?

Finlândia distribui caixas de papelão como berços para recém-nascidos

No Japão, alunos limpam até privadas de escolas!

Ghosting : a maneira cruel de acabar com relacionamentos na era digital


e, aqui do blogue, pode ainda ler:

pasi sahlberg




 

 

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

a coisa deve ser interessante [banda desenhada]... lisboa vista por olhares estrangeiros...!

"Lisboa é very very typical", uma antologia de BD de estrangeiros em Portugal

Cerca de uma dezena de autores estrangeiros, que vivem ou trabalharam em Portugal, aceitaram fazer uma curta banda desenhada para uma antologia, intitulada "Lisboa é very very typical", editada este mês pela Associação Chili Com Carne.


"Esta antologia é o segundo volume de uma coletânea de BD criada por aquela associação e cujo primeiro volume, intitulado "Zona de Desconforto", saiu em 2014 e foi premiado no festival AmadoraBD como o melhor álbum de BD do mercado português.
Se "Zona de Desconforto" somava histórias de autores portugueses que foram viver, estudar ou trabalhar para o estrangeiro, "Lisboa é very very typical" tem uma permissa contrária: estrangeiros que escolheram Portugal.
"Passado um ano e dado o sucesso que obtivemos com 'Zona de Desconforto', pensamos que seria um bom desafio juntar estrangeiros que vivem ou viveram em Portugal. Plano arriscado! Há assim tantos autores que tenham passado por cá? E que queiram arriscar a fazer uma BD? Há! E muitos!", afirma a associação Chili Com Carne, na nota de apresentação.
A antologia reúne 12 autores de nove países, que narram experiências em Lisboa. Entre eles estão Anica Govedarica, croata que vive em Portugal, a ilustradora colombiana Dileydi Florez, que vive em Lisboa e publicou este ano a primeira banda desenhada, "Askar, o General", e a luso-suíça Aude Barrio, que se divide entre Genebra e Lisboa.
Alain Corbel, o autor francês que tem basta obra publicada - e premiada - em Portugal, a espanhola Martina Manyà, que se fixou em Portugal depois de ter feito o programa Erasmus, e o ilustrador romeno Nicolae Negura também fazem parte da antologia. A capa é do autor alemão Lars Henkel.
"Lisboa é very very typical" é lançado hoje na galeria Zaratan - Arte Contemporânea, em Lisboa.
Os originais do livro estão expostos no festival AmadoraBD, incluídos na exposição dedicada à antologia "Zona de Desconforto", premiada em 2014."



Lusa


via sic notícias...

terça-feira, 28 de julho de 2015

continuando o dia... em choque pré-comatoso...!

está a dar-me para sinais de incontinência verbal... f****s da p***




agora mesmo no sapo...


pode acompanhar o desenvolvimento na sic em linha... aqui.


"...

Vários docentes estão a ser contactados pla segurança social para retificarem o número de dias de trabalho declarado entre janeiro de 2011 e junho de 2013. E em alguns dos casos, os reembolsos do subsídio recebido podem chegar aos 7 mil euros.

..."

segunda-feira, 20 de julho de 2015

sem comentários...

Low birth rate in Portugal 
ver vídeo

Homens obrigados a assumir paternidade dos filhos - fonte: SIC

O Tribunal Constitucional diz que os homens são obrigados a assumir a paternidade dos filhos, mesmo contra a própria vontade. Os juízes conselheiros consideram que não há discriminação em relação à mãe, que pode abortar mesmo sem o acordo do pai.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

a escola [ainda] no séc. xix...?


"Para Viviane Senna, sistema educacional atual prepara alunos para mundo 'que não existe mais'.

A psicóloga Viviane Senna poderia ser conhecida apenas por ser a irmã do piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna, morto em maio de 1994. O trabalho que vem realizando há duas décadas à frente do instituto que leva o nome do irmão, porém, fez com que também se tornasse uma das figuras mais proeminentes no debate sobre educação no Brasil.

O Instituto Ayrton Senna (IAS) foi idealizado pelo piloto, mas só saiu do papel após sua morte, em novembro de 1994, quando sua família cedeu à entidade os direitos sobre a imagem de Senna. Desde então, vem atuando em projetos para melhorar a eficiência de instituições de ensino em todo o país, organizando desde programas de reforço escolar e capacitação de professores até sistemas de gestão de recursos.

Seus projetos atendem a cerca de 2 milhões de crianças a cada ano, sendo em parte financiados pelo licenciamento de produtos da grife Senna - que vão de capas de smartphone a macarrões instantâneos, relógios e artigos de papelaria.

No mês passado, o instituto abriu uma nova seara de atuação com a inauguração do chamado "Edulab21", um laboratório de inovação dedicado a produção e disseminação de pesquisas científicas que possam contribuir para a formulação de políticas públicas para a educação.

Entre seus integrantes e colaboradores estão o economista Ricardo Paes de Barros, um dos arquitetos do programa Bolsa Família (agora no IAS), o economista Daniel Santos, da USP, e os psicólogos Filip de Fruyt, da Universidade de Ghent, Oliver John, da Universidade da Califórnia, e Ricardo Primi, da Universidade de São Francisco.

"A ideia é gerar e disseminar conhecimentos que possam ajudar a levar o século 21 para dentro da escola", explica Viviane. Em uma cerimônia para promover a iniciativa, a psicóloga explicou para a BBC Brasil por que acredita que o sistema educacional parou no século 19 e o que é preciso fazer para resolver esse problema.




Marisa Caduro/Folhapress A criança não pode apenas decorar conceitos ou receber informações do professor. Precisa desenvolver um pensamento crítico e um raciocínio lógico aguçado, desenvolver sua capacidade de inovar, ser criativa e flexível e de resolver problemas Viviane Senna





Confira:

BBC Brasil - Por que a senhora diz que a escola está ficando para trás?
Viviane Senna - Se pudéssemos transportar um cirurgião do século 19 para um hospital de hoje, ele não teria ideia do que fazer. O mesmo vale para um operador da bolsa ou até para um piloto de avião do século passado. Não saberiam que botão apertar. Mas se o indivíduo transportado fosse um professor, encontraria na sala de aula deste século a mesma lousa, os mesmos alunos enfileirados. Saberia exatamente o que fazer. A escola parece impermeável às décadas de revolução científica e tecnológica que provocaram grandes mudanças em nosso dia a dia. Ficou parada no tempo, preparando os alunos para um mundo que não existe mais.

BBC Brasil - O que há de tão errado com a educação hoje?
Viviane Senna - Um dos problemas é que o professor não tem a menor chance de ser a "fonte do conhecimento", com o conhecimento se multiplicando de forma exponencial, em questão de segundos. Até o século passado, uma descoberta revolucionária demorava décadas para acontecer. Hoje, temos uma grande inovação a cada cinco anos. Só neste ano a previsão é de que sejam produzidos mais conhecimentos e informações do que nos últimos 5 mil anos. Na prática, isso significa que se um aluno começa um curso técnico de quatro anos, por exemplo, quando chega ao terceiro ano, metade do que aprendeu no primeiro já está defasado."


se estiver interessado pode ler o resto da entrevista... aqui.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

continuando o dia... actualizado...?


sábado, 4 de abril de 2015

para tomar em atenção... alimentação...!