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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

[ambiente] o plástico, como sempre...


logo and head
Dear FRIEND! 
Want to know how to limit your plastic waste but don't know where to start?
Our friends at Environment Oregon have some tips for where you can start. Here are the top five:

Filling Water Bottle
1. Avoid disposable cups and drinks in plastic bottles
Carry a reusable travel mug or water bottle with you on any outing for your hydration needs.
Reusable Bags

2. Bring your own reusable bags
Most plastic bags are used for minutes before being discarded, ending up in landfills, or blown into streams and rivers where they travel to the ocean and are eaten by sea life. End this harmful cycle by bringing a reusable bag with you when you go to the store.

Reusable Containers
3. Buy in bulk to minimize or eliminate packaging
This goes for food and drink packaging as well as cleaning supplies, toiletries, hardware items -- anything that may come packed in plastic. Bonus: the products are usually cheaper and of better quality.

4. Use non-plastic reusable containers for food
This works for lunches, leftovers, freezing, storage, take-out and traveling. Tip: Keep a reusable container in your car that you can use for take-out or leftovers. Take a container when you buy meat, fish or cheese.

Razor with removable blades
5. Use a razor with removable blades
Disposable razors are one of the biggest contributors to plastic waste. Next time, buy a razor with replaceable 
blades as a cheaper and eco-friendly alternative.

Visit our website to see the entire list of ways to reduce your plastic consumption!

Thank you for all you do for the planet,
The Environmental Action team




via mensagem...

sábado, 28 de outubro de 2017

para reler... gonçalo ribeiro telles em 2003...!




Gonçalo Ribeiro Telles: Esta entrevista tem 14 anos mas podia ter sido dada hoje





                    

 

Nos primeiros 15 dias de agosto de 2003 arderam cerca de 300 mil hectares no nosso País. Passaram 14 anos e continuamos a falar do mesmo. Por isso esta entrevista que, na altura, a VISÃO fez a Gonçalo Ribeiro Telles, não perdeu um pingo de atualidade. Vale a pena voltar a ler as suas palavras e perceber como nada aprendemos com a História, continuando ano após ano na permissividade da celebração do eucaliptal



                      
Nos primeiros 15 dias de agosto de 2003 arderam cerca de 300 mil hectares no nosso País. Os fortes incêndios de Oleiros, Sertã e Aljezur fizeram as manchetes dos jornais (e da VISÃO) e os temas são sempre os mesmos: a floresta de eucaliptos e pinheiros, as falhas da proteção civil, a falta de condições de trabalho dos nossos bombeiros. Passaram 14 anos e continuamos a falar do mesmo. Por isso esta entrevista que, na altura, fizemos a Gonçalo Ribeiro Telles, arquitecto paisagista e “pai” do ecologismo português, não perdeu um pingo de atualidade. Vale a pena voltar a ler as suas palavras e perceber como nada aprendemos com a História, nenhuma lição retiramos dos nossos erros, continuando ano após ano na permissividade da celebração do eucaliptal.
VISÃO: Quais são as causas desta calamidade?
GONÇALO RIBEIRO TELLES: A grande causa é um mau ordenamento do território, ou seja, a florestação extensiva com pinheiros e eucaliptos, de madeira para as celuloses e para a construção civil. O problema foi uma má ideia para o País, a de que Portugal é um país florestal. Lançou-se a ideia de que, tirando 12% de solos férteis, tudo o resto só tem possibilidades económicas em termos de povoamentos florestais industriais.
V: De onde vem essa ideia?
GRT: É uma ideia antiga que começou nos anos 30 com a destruição, também por uma floresta extensiva, das comunidades de montanha do Norte de Portugal, que tinham a sua economia baseada na pecuária. As dificuldades por que passava a agricultura deram origem a que se quisesse transformar grandes áreas do País já são 36% em florestas industriais. Esta campanha transformou a silvicultura, que era a profissão básica, numa profissão de florestal, para dar resposta aos grandes interesses económicos. Houve ainda outra campanha, a do trigo, em que se organizou o País em função desta cultura, que tinha por base o mito da independência de Portugal em pão. Além das terras para o trigo, tudo o resto, num sistema de agricultura economicista, tem que ser floresta, produção de madeira. O resultado está à vista.
V: Passámos então a ser um País florestal.
GRT: Os romanos dividiam o território em três áreas, além da urbe: o ager, que era o campo cultivado intensamente; o saltus, a pastagem, a agricultura menos intensiva; e a silva, a mata de produção de madeira e de protecção. Todo esse ordenamento foi transformado, acabou-se com a silvicultura e começou o culto da floresta, que não temos. Se formos ao campo perguntar onde fica a floresta, eles só conhecem a do Capuchinho Vermelho, porque o que têm na sua terra são matas, matos, etc. No século XIX, o pinheiro bravo veio para responder às necessidades do caminho-de-ferro que estava em lançamento. Mais tarde é que vem a resina, a indústria da madeira e a celulose. O pior é que se transformou o País num território despovoado e que, dadas as características mediterrânicas, arde com as trovoadas secas.
V: Como deve ser reordenado o território?
GRT: O País está completamente desordenado. Por um lado, uma política agrícola que não considera o mosaico mediterrânico, com agricultura, pecuária, regadio e horticultura, os matos, as matas, todo um mosaico interligado e ordenado. Em Mação, por exemplo, aquela população vivia tradicionalmente da agricultura que fazia nos vales e nas naves.
E na serra existiam os matos pastados pelas cabras, pelos bovinos. Dos matos retirava-se o mel, a aguardente de medronho, a caça e as aromáticas.
A França, nas zonas de mato, tem uma política de aromáticas de abastecimento da indústria de perfumes. A questão, hoje, é criar uma mata que produza madeira, mas que se integre nos agro-sistemas, uma paisagem sustentada, polivalente e nunca repetir, como já querem, a plantação de eucaliptos e de pinhal. As populações estão fartas disso e devem ser chamadas a depor. E tem que haver duas intenções ecológicas fundamentais: a circulação da água e a circulação de matéria orgânica, aproveitando-a para melhorar as capacidades de retenção da água do solo.
V: A excessiva divisão do território (em meio milhão de proprietários) dificulta as limpezas florestais?
GRT: A limpeza da floresta é um mito. O que se limpa na floresta, a matéria orgânica? E o que se faz à matéria orgânica, deita-se fora, queima-se? Dantes era com essa matéria que se ia mantendo a agricultura em boas condições e melhorando a qualidade dos solos. E, ao mesmo tempo, era mantida a quantidade suficiente na mata para que houvesse uma maior capacidade de retenção da água.
Com a limpeza exaustiva transformámos a mata num espelho e a água corre mais velozmente e menos se retém na mata, portanto mais seco fica o ambiente.
V: Se as matas estivessem bem limpas ardiam na mesma?
GRT: Ardiam na mesma e a capacidade de retenção da água não se dava, passava a haver um sistema torrencial. A limpeza tem que ser entendida como uma operação agrícola. Mas esta floresta monocultural de resinosas e eucaliptos, limpa ou não limpa, não serve para mais nada senão para arder. Aquela floresta vive para não ter gente. Se houvesse lá mais gente aquilo não ardia assim.
V: Defende uma mata com que tipo de madeiras?
GRT: Madeiras para celulose é difícil porque temos agora uma forte concorrência no resto do mundo. Os eucaliptais, para serem mais rentáveis, só poderiam sê-lo no Minho que é onde chove mais de 800 ml ao ano. O eucalipto precisa de muita água e Portugal não pode concorrer com o Brasil e a África em termos de custo. Só se transformarmos o Minho num eucaliptal. Pode-se optar pelas madeiras de qualidade da cultura mediterrânica como todos os carvalhos, o sobreiro, a azinheira e pinhais criteriosamente distribuídos.
V: Não são tão rentáveis...
GRT: O carvalho, por exemplo, acompanha toda uma panóplia de rendimento como a cortiça, a pecuária, a produção do mel, das aromáticas, a caça.
V: Há uma visão limitada do que pode ser rentável na floresta?
GRT: É muito bom para as celuloses e muito mau para as populações e para o País, que está devastado. O mundo rural foi considerado obsoleto, como qualquer coisa que vai desaparecer. Veja-se o disparate que foi a política de diminuição dos activos na agricultura. Contribuiu para o aumento dos subúrbios, dos bairros de lata, da emigração. Trouxe alguma coisa melhor para a província? Não. Apenas um grande negócio para as celuloses e para os madeireiros.
V: As populações estão alertadas para essa multiplicidade de culturas?
GRT: Completamente alertadas; quem parece que não está são os políticos e os técnicos. Porque se perderam numa floresta de «números». Quem conhece as estatísticas diz que somos o terceiro país da Europa em número absoluto de tractores, só ultrapassados pela Alemanha e pela França. Somos um país de tracto res porque os subsídios dão para isso, porque interessa à importação dessa maquinaria toda. As pessoas foram levadas a investimentos, em nome do progresso, que não tinham qualquer racionalidade.
V: No caso de se aumentarem as áreas agrícolas, temos agricultores para tratar delas?
GRT: Temos. Estão desviados, foram convencidos de que eram uns labregos. Houve toda uma política de desprestígio do mundo rural tendo por base a ideia de que era inferior ao mundo urbano. Despovoámos os campos e essa gente toda veio para a cidade. Hoje, enfrenta o desemprego. Esqueceram-se que o homem do futuro vai ser cada vez mais o homem das duas culturas, da urbana e da rural. Hoje, 30% das pessoas que praticam a agricultura económica na Europa não são agricultores. É gente que vive na cidade, tem lá o seu escritório e tem uma herdade no campo onde vai aos fins-de-semana. A expansão urbana aumenta e não podemos viver sem a agricultura senão morremos à fome.
V: Que pode fazer o Estado, uma vez que 84% da nossa floresta está nas mãos dos proprietários?
GRT: Pode fazer planos integrados de ordenamento da paisagem. O Estado não domina totalmente a expansão urbana quando quer, não faz planos gerais de urbanização? Não se devia poder plantar o que se quer porque também não se pode construir o que se quer. Constrói-se mal porque, às vezes, o Estado adormece. Faltam planos gerais de ordenamento de paisagem, que a actual legislação não contempla, apesar de já ter instituído a Estrutura Ecológica Municipal através do Decreto-Lei 380/99. A Lei de Bases do Ambiente tem os conceitos e os princípios para um plano de ordenamento de paisagem, está lá tudo escrito, mas nunca foram regulamentados.
V: A actual legislação favorece as monoculturas?
GRT: Favorece porque a chamada «modernização» da agricultura é um escândalo de incompetência. As universidades de Agronomia em Portugal tiveram um período de grande pujança intelectual no fim do século XIX e no princípio do século XX. Agora, parece terem-se rendido ao economicismo.


                       
V: Deve o Estado apoiar com subsídios e benefícios fiscais?
GRT: Com certeza. O proprietário está com a corda na garganta, faz aquilo que lhe der dinheiro já para o ano. Por isso, têm que se estabelecer limites e normas a sistemas, não a culturas, mas sem tirar às pessoas a liberdade de correr riscos.
V: E promover o associativismo florestal, como em Espanha, por exemplo?
GRT: Abrimos um bom caminho com as «comunidades urbanas» que estão na forja, pequenas áreas metropolitanas de freguesias e aldeias, acho muito bem. Estamos numa cultura mediterrânica e não se pode traduzir o desenvolvimento em unidades economicistas de produção em grande volume de dois ou três produtos. É da polivalência, da multiplicidade de produtos e da harmonia da paisagem que resulta a possibilidade de ter uma população instalada em condições de dignidade.
Essas comunidades é que deverão fazer a síntese de todos os interesses. Porque quando começamos a destacar os interesses por sector, a visão sistémica desaparece e os interesses da comunidade passam para empresas que ultrapassam as suas fronteiras comprometendo a sustentabilidade da região.
Não defendo que haja um sector agrícola e um sector florestal, para mim é exactamente o mesmo: a agricultura completa a floresta e a floresta completa a agricultura.
V: O Partido Socialista voltou a falar da regionalização como forma mais eficaz de ordenar o território. Concorda?
GRT: Defendi uma regionalização há muito tempo, que deu origem a um documento de que os grandes partidos fizeram muita troça. Dividia o País em cerca de 30 regiões naturais, áreas de paisagem ordenada, que estavam já organizadas histórica e geograficamente.
São as terras de Basto, as terras de Santa Maria, as terras de Sousa, a Bord'água do Tejo, etc. O País é isso e não é outra coisa. Esta regionalização podia contribuir para a efectivação dos planos de ordenação da paisagem, com uma participação democrática das respectivas populações.
V: O Governo acordou tarde para a calamidade dos incêndios?
GRT: Que podia o Governo fazer? O mal vem de longe. Mas não estou seguro de que se vá enveredar agora pelo caminho certo. Já estão a dizer que querem reflorestar tudo como estava. Fico horrorizado quando ouço isso. Significa que querem voltar aos pinheiros e aos eucaliptos. Perguntem às vítimas dos incêndios que ficaram sem as casas se querem outra vez pinheiros à porta. Destruíram as hortas... Porque ardem as casas? Porque o pinheiro está no quintal.
V: Olhando para o futuro, os incêndios podem constituir uma oportunidade para se reorganizar o território?
GRT: Também o terramoto permitiu que o Manuel da Maia, a mando do Marquês de Pombal, fizesse a Baixa lisboeta. Não desejo um terramoto, mas não percam esta oportunidade. O futuro do País e da sua identidade cultural e independência está em causa.
(Entrevista publicada na VISÃO 545, de 14 de Agosto de 2003)

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

passe a publicidade à empresa (agora chamam-lhe responsabilidade social)... é um complemento activo à entrada anterior... façam o favor de divulgar, tal como estou a fazer agora...!

Interessados em ajudar, marcando a diferença? Sigam as instruções!
1. Comprem um kit “Vale uma Árvore” por 3€ numa loja CTT (até 30 Novembro - prendas de Natal, ficam tratadas já com antecedência, yupiiiii).
2. Os CTT comunicam à Quercus e a árvore é plantada até à Primavera de 2018, sendo cuidada e monitorizada durante 5 anos.
3. Registem a vossa árvore com o código do autocolante do vosso kit “Vale uma Árvore” (que inclui também, claro, uma componente física - uma árvore, uma azinheira em cartão reciclado)
4. Recebam notícias e acompanhem o bosque onde a vossa árvore foi plantada. Entre as 28 espécies disponíveis, que fazem parte da flora original portuguesa, encontram-se o amieiro, medronheiro, bidoeiro, castanheiro, freixo, azevinho, loureiro, carvalho-negral e carvalho-alvarinho, o sobreiro, o lentisco ou o sabugueiro, entre outras (nada de eucaliptos!!)
Para ficarem melhor informados, espreitem em
http://umaarvorepelafloresta.quercus.pt/
https://greensavers.sapo.pt/…/ja-pode-plantar-uma-arvore-p…/
 
 
via fb, com agradecimentos à ana calçada de carvalho...!

segunda-feira, 14 de março de 2016

informações [educação]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 36 — 14/03/2016


Informações Gerais

 
Inovação – O Futuro é Hoje!
Ambientes Educativos Inovadores
 
Com o lema “Inovação – O Futuro é Hoje!”, a Direção-Geral da Educação (DGE) volta a marcar presença nas exposições Futurália e Qualifica, que decorrerão respetivamente entre 16 e 19 de março de 2016 na FIL e entre 14 e 17 de abril de 2016 na EXPONOR, sendo cofinanciada pelo Programa Operacional de Capital Humano. Estes Salões de Oferta Educativa, Formação e Empregabilidade destinam-se a estudantes e à comunidade educativa.
 
Recriando um “Ambiente Educativo Inovador”, a DGE promove uma mostra de boas práticas das escolas onde estão a ser implementados estes ambientes, com o objetivo de estimular a diversificação das metodologias de ensino e de promoção do sucesso educativo.
 
Pretende-se uma forte interação e concreta participação/ação dos visitantes nas atividades propostas, permitindo identificar e esclarecer os fatores críticos de sucesso subjacentes ao conceito de ambientes educativos inovadores.
 
Para mais informações e inscrições dos Agrupamentos/Escolas consulte o site da DGE.
 
Treino de astronautas
 
O ESERO Portugal (European Space Education Resource Office) organiza regularmente formações gratuitas para professores sobre temas ligados ao espaço e que poderão ser integrados nos programas curriculares dos vários ciclos.
 
Neste curso de formação irão ser debatidos os impactos da exploração espacial tripulada. Ir-se-ão abordar as condições especiais existentes na Estação Espacial Internacional, e a importância do trabalho dos astronautas. Irão ser demonstrados alguns dos efeitos de viver no espaço, no corpo humano, através de uma série de exercícios desenvolvidos para a Missão X, pela Faculdade de Motricidade Humana.
 
O curso irá ter lugar no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, no dia 2 de abril. Destina-se a professores de todos os níveis de ensino, em particular ao grupo de docência 620, e serão fornecidos materiais de apoio. As inscrições deverão ser feitas até dia 17 de março.
 
 
No âmbito da Semana Internacional do Cérebro 2016, irá ter lugar, nos dias 19 e 20 de março, a ação intitulada “Música no Cérebro”, organizada por investigadores e professores da Universidade da Beira Interior (UBI).
 
Esta ação consiste em várias palestras para o público geral, que pretendem elucidar sobre o papel da música no funcionamento do cérebro, assim como outras atividades lúdicas, que pretendem estimular a capacidade criativa de crianças a partir dos 4 anos. Haverá também uma sessão dedicada à música para pais e bebés.
 
Estas atividades são apoiadas pela Faculdade de Ciências da Saúde da UBI, Centro de Investigação em Ciências da Saúde e Sociedade Portuguesa de Neurociências, e decorrerão durante o fim-de-semana, no Edifício da Banda da Covilhã, junto ao Jardim Público.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

legislação [geral]... alterações climáticas... no dre...!

Diário da República n.º 206/2015, Série I de 2015-10-21


Presidência do Conselho de Ministros e Ministério das Finanças 

Fixa a estrutura nuclear da Direção-Geral das Autarquias Locais e revoga a Portaria n.º 28/2012, de 31 de janeiro 

Ministério dos Negócios Estrangeiros 

Aprova a Emenda de Doha ao Protocolo de Quioto à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, adotada em Doha, em 8 de dezembro de 2012 

Ministério dos Negócios Estrangeiros 

Aprova o Acordo entre a União Europeia, os seus Estados-Membros, por um lado, e a Islândia, por outro, relativo à participação da Islândia no cumprimento conjunto dos compromissos da União Europeia, dos seus Estados-Membros e da Islândia no segundo período de compromisso do Protocolo de Quioto à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, adotado em Bruxelas, em 1 de abril de 2015 

Ministérios da Economia, da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social 

Aprova os requisitos específicos para certificação de entidades formadoras de projetistas e de instaladores de infraestruturas de telecomunicações em loteamentos, urbanizações e conjuntos de edifícios (ITUR) e de infraestruturas de telecomunicações em edifícios (ITED)

terça-feira, 6 de outubro de 2015

informações [educação]... programação e robótica [actividades] e eco-escolas... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º152 - 05/10/2015


Informações Gerais


 
No dia 17 de outubro, na Escola Secundária D. Dinis, em Lisboa, comemora-se o “Dia da Programação e Robótica”. Através deste evento a Direção-Geral da Educação (DGE) em parceria com a Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI) irá celebrar a «Code Week 2015» – Semana Europeia da Programação.
 
O “Dia da Programação e Robótica” destina-se a docentes de todas as áreas e níveis de ensino e tem como objetivo promover o ensino das diferentes linguagens de programação e suas potencialidades para a aprendizagem dos alunos.
 
Os interessados deverão efetuar uma inscrição prévia. 
 
 
 
Até ao dia 30 de outubro decorrem as inscrições para o Programa ECO-ESCOLAS 2015/16. 
De acordo com a UNESCO, trata- se do programa com a maior rede de professores e alunos do mundo a trabalhar na área do Ambiente.
 
Neste Programa as crianças e jovens envolvidos no Eco-Escolas aprendem a participar, debater e concretizar projetos, promovendo a cooperação escola-família-comunidade nas temáticas da Ecologia e do respeito pelo Ambiente.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

legislação [geral e educação]... comunicações, fundações, contratos de cooperação. caixas económicas, ambiente e pdm... no dre...!

Diário da República n.º 177/2015, Série I de 2015-09-10



Assembleia da República 

Primeira alteração à Lei n.º 35/2012, de 23 de agosto, que procede à criação do fundo de compensação do serviço universal de comunicações eletrónicas previsto na Lei das Comunicações Eletrónicas, destinado ao financiamento dos custos líquidos decorrentes da prestação do serviço universal
Assembleia da República 

Altera o Código Civil, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 47 344, de 25 de novembro de 1966, e procede à primeira alteração à Lei-Quadro das Fundações, aprovada pela Lei n.º 24/2012, de 9 de julho
Presidência do Conselho de Ministros 

Autoriza a realização da despesa destinada ao apoio financeiro do Estado aos estabelecimentos de ensino particular de educação especial que celebrem contratos de cooperação para o ano letivo de 2015-2016
Presidência do Conselho de Ministros 

Autoriza a realização da despesa destinada ao apoio financeiro do Estado a cooperativas e associações de ensino especial e a instituições particulares de solidariedade social que celebrem contratos de cooperação para o ano letivo de 2015-2016 

Ministério das Finanças 

Aprova o regime jurídico das caixas económicas 

Ministérios das Finanças, do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia e da Agricultura e do Mar 

Primeira alteração aos estatutos do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P., aprovados pela Portaria n.º 353/2012 de 31 de outubro 

Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia 

Regula a constituição, a composição e o funcionamento das comissões consultivas da elaboração e da revisão do Plano Diretor Intermunicipal (PDIM) e do Plano Diretor Municipal (PDM), nos termos do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial aprovado pelo Decreto-Lei n.º 80/2015, de 14 de maio (RJIGT) e revoga a Portaria n.º 1474/2007, de 16 de novembro

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

legislação [geral e educação]... cheque-formação... no dre...!

Diário da República n.º 149/2015, Série I de 2015-08-03



Assembleia da República 

Segunda alteração à Lei n.º 27/2006, de 3 de julho, que aprova a Lei de Bases da Proteção Civil
 
Assembleia da República 

Trigésima sétima alteração ao Código Penal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 400/82, de 23 de setembro, transpondo integralmente as Diretivas 2008/99/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de novembro de 2008, relativa à proteção do ambiente através do direito penal, e 2009/123/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de outubro de 2009, que altera a Diretiva 2005/35/CE, relativa à poluição por navios e à introdução de sanções em caso de infrações
 
Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia 

Aprova os modelos de alvarás e de avisos de publicitação de operações urbanísticas, nos termos do regime jurídico da urbanização e da edificação (RJUE)
 
Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social 

Cria a medida Cheque-Formação

quinta-feira, 30 de julho de 2015

informações [educação]... desenvolvimento sustentável e livros [manuais escolares]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 111 – 30/07/2015

 
Informações Gerais

ENCONTRO VERDE 2015: “Educação para o Desenvolvimento Sustentável – A interdependência de plantas e pessoas"
A Associação Nacional de Professores – Secção de Sousa e Tâmega, em articulação com as escolas da sua área de influência e autarquias, vai realizar nos dias 4 e 5 de setembro de 2015, no auditório da Casa da Portela, em Amarante, o Encontro Verde 2015 subordinado ao tema "Educação para o Desenvolvimento Sustentável – A interdependência de plantas e pessoas".

Este evento tem como principal finalidade proporcionar um espaço de discussão, reflexão e ressignificação de práticas docentes no domínio da educação ambiental.

O seminário apresenta duas modalidades de inscrição: sem créditos, direcionado para docentes de todos os níveis de ensino e áreas disciplinares que obterão apenas o certificado de presença; com créditos (formação contínua), dirigido a docentes do Pré-escolar (Grupo 100) e do Ensino Básico e Secundário (Grupos 110, 230, 510, 520 e 560), que obterão um certificado creditado de frequência de uma ação de formação de 15 horas.

As inscrições são limitadas e devem efetuar-se através da página da ANP.


LIVROS A RODAR
Como forma de reutilizar os materiais escolares de ano para ano, a Câmara de Benavente, em parceria com as Bibliotecas Municipais, criou esta campanha.

Até 31 de agosto, pode entregar os livros que o seu filho já não precisa na Biblioteca Municipal de Benavente ou na Biblioteca Odete e Carlos Gaspar ajudando, desta forma, alunos com poucos rendimentos. Ao entregar os livros usados nas Bibliotecas está a ajudar a criar uma grande bolsa de manuais escolares usados e a contribuir para a campanha “Livros a Rodar”.



nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

consulta pública [divulgação]... conservação da natureza e biodiversidade... via portal do governo...!

2015-07-03 às 15:02

"ESTRATÉGIA NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E DA BIODIVERSIDADE EM CONSULTA PÚBLICA


Entrou em consulta pública o projeto de revisão da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ENCNB) que tem como objetivo atualizar e aprofundar o quadro da política nacional de conservação da natureza e da biodiversidade, de acordo com desafios atuais e futuros da sociedade portuguesa e das exigências de desenvolvimento e competitividade da economia nacional, numa ótica sustentável e eficiente da utilização dos recursos, assegurando a resiliência dos ecossistemas naturais e seminaturais e a conservação das componentes da biodiversidade que os suportam.

A estratégia de execução da política de conservação da natureza e da biodiversidade nos próximos anos deverá ter as suas opções ancoradas no Plano Estratégico 2011-2020 da Convenção das Nações Unidas sobre a Diversidade Biológica e contribuir para a consolidação da agenda do desenvolvimento sustentável das Nações Unidas pós-2015.

No quadro da União Europeia, a política de biodiversidade de Portugal terá em conta a Estratégia da UE para a Biodiversidade 2020 e os compromissos do 7.º Programa de Ação da UE em matéria de Ambiente, que são base para a prossecução nacional das metas para o crescimento inteligente, sustentável e inclusivo.

O Secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Miguel de Castro Neto, presidiu à Comissão de Coordenação Interministerial que agora submete a consulta pública a Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade.

A ENCNB assume o compromisso de, até 2050, garantir o estado de conservação favorável da biodiversidade e do património geológico, assegurando a durabilidade do legado intergeracional do património natural. Apresenta assim, 5 Eixos estratégicos:

1. Conservar e Recuperar o Património Natural;
2. Manter, recuperar e valorizar os ecossistemas e seus serviços;
3. Assegurar o uso eficiente e sustentável dos recursos naturais;
4. Aumentar a vigilância e o conhecimento sobre o património natural
5. Intensificar a cooperação e a participação internacional


O projeto de ENCNB estará disponível em www.icnf.pt sendo que o processo de auscultação pública decorrerá até ao dia 27 de julho de 2015, devendo os contributos ser remetidos para encnb@icnf.pt."

sexta-feira, 3 de julho de 2015

informações [educação]... educação ambiental [congresso] e cinema de animação... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 97 – 03/07/2015


Informações Gerais

III Congresso Internacional de Educação Ambiental
Realiza-se entre 8 e 11 de julho o III Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa, que decorrerá na Torreira - Murtosa, organizado em parceria pela Associação Portuguesa de Educação Ambiental, a Fábrica Centro Ciência Viva da Universidade de Aveiro e a Câmara Municipal da Murtosa.

O evento vai girar à volta do tema “Educação Ambiental e Participação Social: travessias e encontros para os bens comuns” e pretende enquadrar-se no processo de fortalecimento das redes e comunidades, no espaço lusófono e Galiza, que atuam no campo da Educação Ambiental.

Com o objetivo de dar resposta a um conjunto de questões, o Congresso propõe 10 eixos temáticos e está organizado em 10 áreas de trabalho: Comunicações Orais; Apresentações em Poster; Minicursos; Mesas Redondas; Oficinas; Visitas de Estudo; Eventos Paralelos; Fórum Projetos; Apresentação de Livros ou Revistas; Animação Cultural.


Monstrinhas de Verão
Durante as manhãs de sábado do mês de julho, a Monstra, Festival de Animação de Lisboa, traz sessões de cinema para pais e filhos.

A par das sessões de curtas, em exibição no Cinema Ideal, a Monstra organiza também várias oficinas de animação para miúdos e graúdos.

Mais informações e inscrições através dos contactos online


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!