Dear FRIEND! Want to know how to limit your plastic waste but don't know where to start? Our friends at Environment Oregon have some tips for where you can start. Here are the top five:
1. Avoid disposable cups and drinks in plastic bottles Carry a reusable travel mug or water bottle with you on any outing for your hydration needs.
2. Bring your own reusable bags Most plastic bags are used for minutes before being discarded,
ending up in landfills, or blown into streams and rivers where they
travel to the ocean and are eaten by sea life. End this harmful cycle by
bringing a reusable bag with you when you go to the store.
3. Buy in bulk to minimize or eliminate packaging This goes for food and drink packaging as well as cleaning
supplies, toiletries, hardware items -- anything that may come packed in
plastic. Bonus: the products are usually cheaper and of better quality. 4. Use non-plastic reusable containers for food This works for lunches, leftovers, freezing, storage, take-out
and traveling. Tip: Keep a reusable container in your car that you can
use for take-out or leftovers. Take a container when you buy meat, fish
or cheese.
5. Use a razor with removable blades Disposable razors are one of the biggest contributors to
plastic waste. Next time, buy a razor with replaceable blades as a
cheaper and eco-friendly alternative. Visit our website to see the entire list of ways to reduce your plastic consumption! Thank you for all you do for the planet, The Environmental Action team
Gonçalo Ribeiro Telles: Esta entrevista tem 14 anos mas podia ter sido dada hoje
20.06.2017 às 13h14
Nos primeiros 15 dias de agosto de 2003 arderam cerca de 300 mil
hectares no nosso País. Passaram 14 anos e continuamos a falar do mesmo.
Por isso esta entrevista que, na altura, a VISÃO fez a Gonçalo Ribeiro
Telles, não perdeu um pingo de atualidade. Vale a pena voltar a ler as
suas palavras e perceber como nada aprendemos com a História,
continuando ano após ano na permissividade da celebração do eucaliptal
Nos
primeiros 15 dias de agosto de 2003 arderam cerca de 300 mil hectares
no nosso País. Os fortes incêndios de Oleiros, Sertã e Aljezur fizeram
as manchetes dos jornais (e da VISÃO) e os temas são sempre os mesmos: a
floresta de eucaliptos e pinheiros, as falhas da proteção civil, a
falta de condições de trabalho dos nossos bombeiros. Passaram 14 anos e
continuamos a falar do mesmo. Por isso esta entrevista que, na altura,
fizemos a Gonçalo Ribeiro Telles, arquitecto paisagista e “pai” do
ecologismo português, não perdeu um pingo de atualidade. Vale a pena
voltar a ler as suas palavras e perceber como nada aprendemos com a
História, nenhuma lição retiramos dos nossos erros, continuando ano após
ano na permissividade da celebração do eucaliptal.
VISÃO: Quais são as causas desta calamidade?
GONÇALO
RIBEIRO TELLES: A grande causa é um mau ordenamento do território, ou
seja, a florestação extensiva com pinheiros e eucaliptos, de madeira
para as celuloses e para a construção civil. O problema foi uma má ideia
para o País, a de que Portugal é um país florestal. Lançou-se a ideia
de que, tirando 12% de solos férteis, tudo o resto só tem possibilidades
económicas em termos de povoamentos florestais industriais.
V: De onde vem essa ideia?
GRT:
É uma ideia antiga que começou nos anos 30 com a destruição, também por
uma floresta extensiva, das comunidades de montanha do Norte de
Portugal, que tinham a sua economia baseada na pecuária. As dificuldades
por que passava a agricultura deram origem a que se quisesse
transformar grandes áreas do País já são 36% em florestas industriais.
Esta campanha transformou a silvicultura, que era a profissão básica,
numa profissão de florestal, para dar resposta aos grandes interesses
económicos. Houve ainda outra campanha, a do trigo, em que se organizou o
País em função desta cultura, que tinha por base o mito da
independência de Portugal em pão. Além das terras para o trigo, tudo o
resto, num sistema de agricultura economicista, tem que ser floresta,
produção de madeira. O resultado está à vista.
V: Passámos então a ser um País florestal.
GRT:
Os romanos dividiam o território em três áreas, além da urbe: o ager,
que era o campo cultivado intensamente; o saltus, a pastagem, a
agricultura menos intensiva; e a silva, a mata de produção de madeira e
de protecção. Todo esse ordenamento foi transformado, acabou-se com a
silvicultura e começou o culto da floresta, que não temos. Se formos ao
campo perguntar onde fica a floresta, eles só conhecem a do Capuchinho
Vermelho, porque o que têm na sua terra são matas, matos, etc. No século
XIX, o pinheiro bravo veio para responder às necessidades do
caminho-de-ferro que estava em lançamento. Mais tarde é que vem a
resina, a indústria da madeira e a celulose. O pior é que se transformou
o País num território despovoado e que, dadas as características
mediterrânicas, arde com as trovoadas secas.
V: Como deve ser reordenado o território?
GRT:
O País está completamente desordenado. Por um lado, uma política
agrícola que não considera o mosaico mediterrânico, com agricultura,
pecuária, regadio e horticultura, os matos, as matas, todo um mosaico
interligado e ordenado. Em Mação, por exemplo, aquela população vivia
tradicionalmente da agricultura que fazia nos vales e nas naves.
E
na serra existiam os matos pastados pelas cabras, pelos bovinos. Dos
matos retirava-se o mel, a aguardente de medronho, a caça e as
aromáticas.
A França, nas zonas de mato, tem uma política de
aromáticas de abastecimento da indústria de perfumes. A questão, hoje, é
criar uma mata que produza madeira, mas que se integre nos
agro-sistemas, uma paisagem sustentada, polivalente e nunca repetir,
como já querem, a plantação de eucaliptos e de pinhal. As populações
estão fartas disso e devem ser chamadas a depor. E tem que haver duas
intenções ecológicas fundamentais: a circulação da água e a circulação
de matéria orgânica, aproveitando-a para melhorar as capacidades de
retenção da água do solo.
V: A excessiva divisão do território (em meio milhão de proprietários) dificulta as limpezas florestais?
GRT:
A limpeza da floresta é um mito. O que se limpa na floresta, a matéria
orgânica? E o que se faz à matéria orgânica, deita-se fora, queima-se?
Dantes era com essa matéria que se ia mantendo a agricultura em boas
condições e melhorando a qualidade dos solos. E, ao mesmo tempo, era
mantida a quantidade suficiente na mata para que houvesse uma maior
capacidade de retenção da água.
Com a limpeza exaustiva
transformámos a mata num espelho e a água corre mais velozmente e menos
se retém na mata, portanto mais seco fica o ambiente.
V: Se as matas estivessem bem limpas ardiam na mesma?
GRT:
Ardiam na mesma e a capacidade de retenção da água não se dava, passava
a haver um sistema torrencial. A limpeza tem que ser entendida como uma
operação agrícola. Mas esta floresta monocultural de resinosas e
eucaliptos, limpa ou não limpa, não serve para mais nada senão para
arder. Aquela floresta vive para não ter gente. Se houvesse lá mais
gente aquilo não ardia assim.
V: Defende uma mata com que tipo de madeiras?
GRT:
Madeiras para celulose é difícil porque temos agora uma forte
concorrência no resto do mundo. Os eucaliptais, para serem mais
rentáveis, só poderiam sê-lo no Minho que é onde chove mais de 800 ml ao
ano. O eucalipto precisa de muita água e Portugal não pode concorrer
com o Brasil e a África em termos de custo. Só se transformarmos o Minho
num eucaliptal. Pode-se optar pelas madeiras de qualidade da cultura
mediterrânica como todos os carvalhos, o sobreiro, a azinheira e pinhais
criteriosamente distribuídos.
V: Não são tão rentáveis...
GRT:
O carvalho, por exemplo, acompanha toda uma panóplia de rendimento como
a cortiça, a pecuária, a produção do mel, das aromáticas, a caça.
V: Há uma visão limitada do que pode ser rentável na floresta?
GRT:
É muito bom para as celuloses e muito mau para as populações e para o
País, que está devastado. O mundo rural foi considerado obsoleto, como
qualquer coisa que vai desaparecer. Veja-se o disparate que foi a
política de diminuição dos activos na agricultura. Contribuiu para o
aumento dos subúrbios, dos bairros de lata, da emigração. Trouxe alguma
coisa melhor para a província? Não. Apenas um grande negócio para as
celuloses e para os madeireiros.
V: As populações estão alertadas para essa multiplicidade de culturas?
GRT:
Completamente alertadas; quem parece que não está são os políticos e os
técnicos. Porque se perderam numa floresta de «números». Quem conhece
as estatísticas diz que somos o terceiro país da Europa em número
absoluto de tractores, só ultrapassados pela Alemanha e pela França.
Somos um país de tracto res porque os subsídios dão para isso, porque
interessa à importação dessa maquinaria toda. As pessoas foram levadas a
investimentos, em nome do progresso, que não tinham qualquer
racionalidade.
V: No caso de se aumentarem as áreas agrícolas, temos agricultores para tratar delas?
GRT:
Temos. Estão desviados, foram convencidos de que eram uns labregos.
Houve toda uma política de desprestígio do mundo rural tendo por base a
ideia de que era inferior ao mundo urbano. Despovoámos os campos e essa
gente toda veio para a cidade. Hoje, enfrenta o desemprego.
Esqueceram-se que o homem do futuro vai ser cada vez mais o homem das
duas culturas, da urbana e da rural. Hoje, 30% das pessoas que praticam a
agricultura económica na Europa não são agricultores. É gente que vive
na cidade, tem lá o seu escritório e tem uma herdade no campo onde vai
aos fins-de-semana. A expansão urbana aumenta e não podemos viver sem a
agricultura senão morremos à fome.
V: Que pode fazer o Estado, uma vez que 84% da nossa floresta está nas mãos dos proprietários?
GRT:
Pode fazer planos integrados de ordenamento da paisagem. O Estado não
domina totalmente a expansão urbana quando quer, não faz planos gerais
de urbanização? Não se devia poder plantar o que se quer porque também
não se pode construir o que se quer. Constrói-se mal porque, às vezes, o
Estado adormece. Faltam planos gerais de ordenamento de paisagem, que a
actual legislação não contempla, apesar de já ter instituído a
Estrutura Ecológica Municipal através do Decreto-Lei 380/99. A Lei de
Bases do Ambiente tem os conceitos e os princípios para um plano de
ordenamento de paisagem, está lá tudo escrito, mas nunca foram
regulamentados.
V: A actual legislação favorece as monoculturas?
GRT:
Favorece porque a chamada «modernização» da agricultura é um escândalo
de incompetência. As universidades de Agronomia em Portugal tiveram um
período de grande pujança intelectual no fim do século XIX e no
princípio do século XX. Agora, parece terem-se rendido ao economicismo.
V: Deve o Estado apoiar com subsídios e benefícios fiscais?
GRT:
Com certeza. O proprietário está com a corda na garganta, faz aquilo
que lhe der dinheiro já para o ano. Por isso, têm que se estabelecer
limites e normas a sistemas, não a culturas, mas sem tirar às pessoas a
liberdade de correr riscos.
V: E promover o associativismo florestal, como em Espanha, por exemplo?
GRT:
Abrimos um bom caminho com as «comunidades urbanas» que estão na forja,
pequenas áreas metropolitanas de freguesias e aldeias, acho muito bem.
Estamos numa cultura mediterrânica e não se pode traduzir o
desenvolvimento em unidades economicistas de produção em grande volume
de dois ou três produtos. É da polivalência, da multiplicidade de
produtos e da harmonia da paisagem que resulta a possibilidade de ter
uma população instalada em condições de dignidade.
Essas
comunidades é que deverão fazer a síntese de todos os interesses. Porque
quando começamos a destacar os interesses por sector, a visão sistémica
desaparece e os interesses da comunidade passam para empresas que
ultrapassam as suas fronteiras comprometendo a sustentabilidade da
região.
Não defendo que haja um sector agrícola e um sector
florestal, para mim é exactamente o mesmo: a agricultura completa a
floresta e a floresta completa a agricultura.
V: O Partido Socialista voltou a falar da regionalização como forma mais eficaz de ordenar o território. Concorda?
GRT:
Defendi uma regionalização há muito tempo, que deu origem a um
documento de que os grandes partidos fizeram muita troça. Dividia o País
em cerca de 30 regiões naturais, áreas de paisagem ordenada, que
estavam já organizadas histórica e geograficamente.
São as terras de
Basto, as terras de Santa Maria, as terras de Sousa, a Bord'água do
Tejo, etc. O País é isso e não é outra coisa. Esta regionalização podia
contribuir para a efectivação dos planos de ordenação da paisagem, com
uma participação democrática das respectivas populações.
V: O Governo acordou tarde para a calamidade dos incêndios?
GRT:
Que podia o Governo fazer? O mal vem de longe. Mas não estou seguro de
que se vá enveredar agora pelo caminho certo. Já estão a dizer que
querem reflorestar tudo como estava. Fico horrorizado quando ouço isso.
Significa que querem voltar aos pinheiros e aos eucaliptos. Perguntem às
vítimas dos incêndios que ficaram sem as casas se querem outra vez
pinheiros à porta. Destruíram as hortas... Porque ardem as casas? Porque
o pinheiro está no quintal.
V: Olhando para o futuro, os incêndios podem constituir uma oportunidade para se reorganizar o território?
GRT:
Também o terramoto permitiu que o Manuel da Maia, a mando do Marquês de
Pombal, fizesse a Baixa lisboeta. Não desejo um terramoto, mas não
percam esta oportunidade. O futuro do País e da sua identidade cultural e
independência está em causa.
(Entrevista publicada na VISÃO 545, de 14 de Agosto de 2003)
Interessados em ajudar, marcando a diferença? Sigam as instruções! ❤
1. Comprem um kit “Vale uma Árvore” por 3€ numa loja CTT (até 30
Novembro - prendas de Natal, ficam tratadas já com antecedência,
yupiiiii). 2. Os CTT comunicam à Quercus e a árvore é plantada até à Primavera de 2018, sendo cuidada e monitorizada durante 5 anos.
3. Registem a vossa árvore com o código do autocolante do vosso kit
“Vale uma Árvore” (que inclui também, claro, uma componente física - uma
árvore, uma azinheira em cartão reciclado)
4. Recebam notícias e acompanhem o bosque onde a vossa árvore foi
plantada. Entre as 28 espécies disponíveis, que fazem parte da flora
original portuguesa, encontram-se o amieiro, medronheiro, bidoeiro,
castanheiro, freixo, azevinho, loureiro, carvalho-negral e
carvalho-alvarinho, o sobreiro, o lentisco ou o sabugueiro, entre outras
(nada de eucaliptos!!) Para ficarem melhor informados, espreitem em http://umaarvorepelafloresta.quercus.pt/ https://greensavers.sapo.pt/…/ja-pode-plantar-uma-arvore-p…/
via fb, com agradecimentos à ana calçada de carvalho...!
Com o lema “Inovação – O Futuro é Hoje!”, a Direção-Geral da
Educação (DGE) volta a marcar presença nas exposições Futurália e
Qualifica, que decorrerão respetivamente entre 16 e 19 de março de 2016
na FIL e entre 14 e 17 de abril de 2016 na EXPONOR, sendo cofinanciada
pelo Programa Operacional de Capital Humano. Estes Salões de Oferta
Educativa, Formação e Empregabilidade destinam-se a estudantes e à
comunidade educativa.
Recriando um “Ambiente Educativo Inovador”, a DGE promove uma
mostra de boas práticas das escolas onde estão a ser implementados estes
ambientes, com o objetivo de estimular a diversificação das
metodologias de ensino e de promoção do sucesso educativo.
Pretende-se uma forte interação e concreta participação/ação dos
visitantes nas atividades propostas, permitindo identificar e esclarecer
os fatores críticos de sucesso subjacentes ao conceito de ambientes
educativos inovadores.
Para mais informações e inscrições dos Agrupamentos/Escolas consulte o site da DGE.
O ESERO Portugal (European Space Education Resource Office)
organiza regularmente formações gratuitas para professores sobre temas
ligados ao espaço e que poderão ser integrados nos programas
curriculares dos vários ciclos.
Neste curso de formação irão ser debatidos os impactos da
exploração espacial tripulada. Ir-se-ão abordar as condições especiais
existentes na Estação Espacial Internacional, e a importância do
trabalho dos astronautas. Irão ser demonstrados alguns dos efeitos de
viver no espaço, no corpo humano, através de uma série de exercícios
desenvolvidos para a Missão X, pela Faculdade de Motricidade Humana.
O curso irá ter lugar no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, no
dia 2 de abril. Destina-se a professores de todos os níveis de ensino,
em particular ao grupo de docência 620, e serão fornecidos materiais de
apoio. As inscrições deverão ser feitas até dia 17 de março.
No âmbito da Semana Internacional do Cérebro 2016, irá ter lugar,
nos dias 19 e 20 de março, a ação intitulada “Música no Cérebro”,
organizada por investigadores e professores da Universidade da Beira
Interior (UBI).
Esta ação consiste em várias palestras para o público geral, que
pretendem elucidar sobre o papel da música no funcionamento do cérebro,
assim como outras atividades lúdicas, que pretendem estimular a
capacidade criativa de crianças a partir dos 4 anos. Haverá também uma
sessão dedicada à música para pais e bebés.
Estas atividades são apoiadas pela Faculdade de Ciências da Saúde
da UBI, Centro de Investigação em Ciências da Saúde e Sociedade
Portuguesa de Neurociências, e decorrerão durante o fim-de-semana, no
Edifício da Banda da Covilhã, junto ao Jardim Público.
Aprova a Emenda de Doha ao Protocolo de Quioto à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, adotada em Doha, em 8 de dezembro de 2012
Aprova o Acordo entre a União Europeia, os seus Estados-Membros, por um lado, e a Islândia, por outro, relativo à participação da Islândia no cumprimento conjunto dos compromissos da União Europeia, dos seus Estados-Membros e da Islândia no segundo período de compromisso do Protocolo de Quioto à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, adotado em Bruxelas, em 1 de abril de 2015
Ministérios da Economia, da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social
Aprova os requisitos específicos para certificação de entidades formadoras de projetistas e de instaladores de infraestruturas de telecomunicações em loteamentos, urbanizações e conjuntos de edifícios (ITUR) e de infraestruturas de telecomunicações em edifícios (ITED)
No dia 17 de outubro, na Escola Secundária D. Dinis, em Lisboa,
comemora-se o “Dia da Programação e Robótica”. Através deste evento a
Direção-Geral da Educação (DGE)em
parceria com a Associação Nacional de Professores de Informática
(ANPRI) irá celebrar a «Code Week 2015» – Semana Europeia da
Programação.
O “Dia da Programação e Robótica” destina-se a docentes de todas as
áreas e níveis de ensino e tem como objetivo promover o ensino das
diferentes linguagens de programação e suas potencialidades para a
aprendizagem dos alunos.
Os interessados deverão efetuar uma inscrição prévia.
Até ao dia 30 de outubro decorrem as inscrições para o Programa ECO-ESCOLAS 2015/16.
De acordo com a UNESCO, trata- se do programa com a maior rede de professores e alunos do mundo a trabalhar na área do Ambiente.
Neste Programa as crianças e jovens envolvidos no Eco-Escolas
aprendem a participar, debater e concretizar projetos, promovendo a
cooperação escola-família-comunidade nas temáticas da Ecologia e do
respeito pelo Ambiente.
Primeira alteração à Lei n.º 35/2012, de 23 de agosto, que procede à criação do fundo de compensação do serviço universal de comunicações eletrónicas previsto na Lei das Comunicações Eletrónicas, destinado ao financiamento dos custos líquidos decorrentes da prestação do serviço universal
Altera o Código Civil, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 47 344, de 25 de novembro de 1966, e procede à primeira alteração à Lei-Quadro das Fundações, aprovada pela Lei n.º 24/2012, de 9 de julho
Autoriza a realização da despesa destinada ao apoio financeiro do Estado aos estabelecimentos de ensino particular de educação especial que celebrem contratos de cooperação para o ano letivo de 2015-2016
Autoriza a realização da despesa destinada ao apoio financeiro do Estado a cooperativas e associações de ensino especial e a instituições particulares de solidariedade social que celebrem contratos de cooperação para o ano letivo de 2015-2016
Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia
Regula a constituição, a composição e o funcionamento das comissões consultivas da elaboração e da revisão do Plano Diretor Intermunicipal (PDIM) e do Plano Diretor Municipal (PDM), nos termos do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial aprovado pelo Decreto-Lei n.º 80/2015, de 14 de maio (RJIGT) e revoga a Portaria n.º 1474/2007, de 16 de novembro
Trigésima sétima alteração ao Código Penal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 400/82, de 23 de setembro, transpondo integralmente as Diretivas 2008/99/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de novembro de 2008, relativa à proteção do ambiente através do direito penal, e 2009/123/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de outubro de 2009, que altera a Diretiva 2005/35/CE, relativa à poluição por navios e à introdução de sanções em caso de infrações
Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia
Aprova os modelos de alvarás e de avisos de publicitação de operações urbanísticas, nos termos do regime jurídico da urbanização e da edificação (RJUE)
ENCONTRO VERDE 2015: “Educação para o Desenvolvimento Sustentável – A interdependência de plantas e pessoas" A
Associação Nacional de Professores – Secção de Sousa e Tâmega, em
articulação com as escolas da sua área de influência e autarquias, vai
realizar nos dias 4 e 5 de setembro de 2015, no auditório da Casa da
Portela, em Amarante, o Encontro Verde 2015 subordinado ao tema
"Educação para o Desenvolvimento Sustentável – A interdependência de
plantas e pessoas".
Este evento tem como principal
finalidade proporcionar um espaço de discussão, reflexão e
ressignificação de práticas docentes no domínio da educação ambiental.
O
seminário apresenta duas modalidades de inscrição: sem créditos,
direcionado para docentes de todos os níveis de ensino e áreas
disciplinares que obterão apenas o certificado de presença; com créditos
(formação contínua), dirigido a docentes do Pré-escolar (Grupo 100) e
do Ensino Básico e Secundário (Grupos 110, 230, 510, 520 e 560), que
obterão um certificado creditado de frequência de uma ação de formação
de 15 horas.
As inscrições são limitadas e devem efetuar-se através da página da ANP.
LIVROS A RODAR Como
forma de reutilizar os materiais escolares de ano para ano, a Câmara de
Benavente, em parceria com as Bibliotecas Municipais, criou esta
campanha.
Até 31 de agosto, pode entregar os livros
que o seu filho já não precisa na Biblioteca Municipal de Benavente ou
na Biblioteca Odete e Carlos Gaspar ajudando, desta forma, alunos com
poucos rendimentos. Ao entregar os livros usados nas Bibliotecas está a
ajudar a criar uma grande bolsa de manuais escolares usados e a
contribuir para a campanha “Livros a Rodar”.
nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!
"ESTRATÉGIA NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E DA BIODIVERSIDADE EM CONSULTA PÚBLICA
Entrou em consulta
pública o projeto de revisão da Estratégia Nacional de Conservação da
Natureza e da Biodiversidade (ENCNB) que tem como objetivo atualizar e
aprofundar o quadro da política nacional de conservação da natureza e da
biodiversidade, de acordo com desafios atuais e futuros da sociedade
portuguesa e das exigências de desenvolvimento e competitividade da
economia nacional, numa ótica sustentável e eficiente da utilização dos
recursos, assegurando a resiliência dos ecossistemas naturais e
seminaturais e a conservação das componentes da biodiversidade que os
suportam.
A estratégia de execução da política de conservação da natureza e da
biodiversidade nos próximos anos deverá ter as suas opções ancoradas no
Plano Estratégico 2011-2020 da Convenção das Nações Unidas sobre a
Diversidade Biológica e contribuir para a consolidação da agenda do
desenvolvimento sustentável das Nações Unidas pós-2015.
No quadro da União Europeia, a política de biodiversidade de Portugal
terá em conta a Estratégia da UE para a Biodiversidade 2020 e os
compromissos do 7.º Programa de Ação da UE em matéria de Ambiente, que
são base para a prossecução nacional das metas para o crescimento
inteligente, sustentável e inclusivo.
O Secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação
da Natureza, Miguel de Castro Neto, presidiu à Comissão de Coordenação
Interministerial que agora submete a consulta pública a Estratégia
Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade.
A ENCNB assume o compromisso de, até 2050, garantir o estado de
conservação favorável da biodiversidade e do património geológico,
assegurando a durabilidade do legado intergeracional do património
natural. Apresenta assim, 5 Eixos estratégicos:
1. Conservar e Recuperar o Património Natural;
2. Manter, recuperar e valorizar os ecossistemas e seus serviços;
3. Assegurar o uso eficiente e sustentável dos recursos naturais;
4. Aumentar a vigilância e o conhecimento sobre o património natural
5. Intensificar a cooperação e a participação internacional
O projeto de ENCNB estará disponível em www.icnf.pt
sendo que o processo de auscultação pública decorrerá até ao dia 27 de
julho de 2015, devendo os contributos ser remetidos para encnb@icnf.pt."
III Congresso Internacional de Educação Ambiental Realiza-se
entre 8 e 11 de julho o III Congresso Internacional de Educação
Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa, que decorrerá
na Torreira - Murtosa, organizado em parceria pela Associação Portuguesa
de Educação Ambiental, a Fábrica Centro Ciência Viva da Universidade de
Aveiro e a Câmara Municipal da Murtosa.
O evento
vai girar à volta do tema “Educação Ambiental e Participação Social:
travessias e encontros para os bens comuns” e pretende enquadrar-se no
processo de fortalecimento das redes e comunidades, no espaço lusófono e
Galiza, que atuam no campo da Educação Ambiental.
Com
o objetivo de dar resposta a um conjunto de questões, o Congresso
propõe 10 eixos temáticos e está organizado em 10 áreas de trabalho:
Comunicações Orais; Apresentações em Poster; Minicursos; Mesas Redondas;
Oficinas; Visitas de Estudo; Eventos Paralelos; Fórum Projetos;
Apresentação de Livros ou Revistas; Animação Cultural.
Monstrinhas de Verão Durante
as manhãs de sábado do mês de julho, a Monstra, Festival de Animação de
Lisboa, traz sessões de cinema para pais e filhos.
A par das sessões de curtas, em exibição no Cinema Ideal, a Monstra
organiza também várias oficinas de animação para miúdos e graúdos.
Mais informações e inscrições através dos contactos online.
nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!