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sexta-feira, 18 de março de 2016

da abertura do dia... os citados constrangimentos...!


Uns mostram-se aliviados, outros dizem-se apreensivos quanto ao impacto nas escolas da nova alteração ao modelo de avaliação do ensino básico, anunciada nesta quinta-feira pelo Governo. “Estou muito apreensivo. Não compreendo qual o rumo que o Ministério da Educação (ME) está a seguir em matéria de avaliação”, desabafa o presidente do Conselho das Escolas, que é o organismo consultivo do ME representativo dos directores das escolas do ensino básico e secundário.

“Num ano temos três modelos de avaliação diferentes”, lembra José Eduardo Lemos, frisando que o Governo mais não fez agora do que “acrescentar “instabilidade à que já tinha sido criada em Janeiro”, quando o ministro da Educação anunciou que, já este ano lectivo, não se realizariam os exames nacionais do 4.º e 6.º ano de escolaridade e que seriam aplicadas provas de aferição, que não contam para a nota final, no 2.º, 5.º e 8.º ano.

Ainda em Fevereiro, o ministro da Educação garantiu que o novo modelo seria aplicado já este ano, mas o Governo aprovou nesta quinta-feira um regime transitório, que torna obrigatória a sua aplicação apenas no ano lectivo de 2016/2017. Quanto a este ano, serão as escolas a decidir se realizam ou não as provas.

“Fomos agradavelmente surpreendidos pelo anúncio de hoje. É o que temos pedido desde o dia 8 de Janeiro, quando anunciou o novo modelo. Independentemente do mérito deste, sempre defendemos que só deveria ser aplicado no próximo ano lectivo, porque não se mudam as regras a meio do jogo”, comentou o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima. Este dirigente está convicto de que a maioria das escolas optará agora por realizar as provas apenas no próximo ano lectivo.

Também o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais ( Confap), Jorge Ascensão, acredita que a maioria das escolas não vai realizar provas de aferição e que os alunos vão ficar sujeitos apenas à avaliação interna, realizada pelos seus professores.

Já Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), indicou que alguns directores, com quem falou nesta quinta-feira, admitem que irão realizar as provas em Junho próximo. Pessoalmente defende a sua realização, mas frisa que só tomará uma decisão depois de ouvir não só o conselho pedagógico da sua escola, como determinado pelo ME, mas também o conselho geral, que representa a comunidade educativa. “As escolas vão ter de pesar em consciência as decisões que irão adoptar, tendo em conta o que é melhor para os alunos e para si”, defende, lamentando que o ministério apena opte por reconhecer a sua autonomia “quando está com problemas”.

“Apesar de revelar uma postura mais positiva em relação ao que foi anunciado inicialmente, esta decisão vai sempre criar confusão nas escolas. Não vai haver uma decisão comum”, alerta Manuel Pereira que, no entanto, considera que o volte-face do ME traduz uma “atitude de bom senso” e “alguma prova de coragem por se reconhecer, assim, que mudar as regras a meio do jogo dá sempre mau resultado”.

José Eduardo Lemos frisa, por seu lado, que as escolas foram apanhadas de surpresa com o anúncio desta quinta-feira, já que nesta altura aquilo de que estavam à espera era que ministério definisse as formas de aplicação do novo modelo e nomeadamente o calendário de realização das provas.

“Em vez disso vêm com mais um novo modelo, deixando para as escolas as decisões que o ministério não consegue tomar”, comenta, para acrescentar: “ As escolas nunca se sairão bem deste processo, que para além de instabilidade vai ainda criar desconfiança”.

Este director não tem dúvidas de que, no final, a pergunta que se imporá, nomeadamente junto dos pais, será porque é que umas fizeram as provas e outras não. Aconselha por isso as escolas “a não inventarem”, lembrando que, com o diploma aprovado nesta quinta-feira, só serão dispensadas da realização das provas as que o solicitarem de forma fundamentada. Ou seja, “se as escolas não fizerem nada, terão de realizar as provas”.

“Eu vou fazer o que o Ministério da Educação preconizou e realizar as provas que estavam previstas. Não quero usar a autonomia para nada neste âmbito porque os alunos devem todos ser avaliados de forma igual”, defende.
Em declarações à RTP, o presidente da Confap Jorge Ascensão alertou para a “confusão” que estas sucessivas mudanças criam na cabeça dos alunos, lembrando também que este ano lectivo começou com o modelo de avaliação aprovado por Nuno Crato, que previa a realização de exames no 4.º e 6.º ano de escolaridade, passou depois em Janeiro para outro sem exames e com provas de aferição, que não contam para a nota, que agora é apresentado como facultativo."
 
no público em linha...
 
 
leituras complementares:
 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

liturgias educativas...?



no cm...

continuando o dia... perplexo...!

Provas de aferição - em nome da exigência
 

24 DE JANEIRO DE 2016
00:00
 
Isabel Alçada
 
 
"A nova equipa do Ministério da Educação começou bem, não só por ter substituído os exames do 4.º e do 6.º ano por provas de aferição, a realizar em anos intermédios, como pela coragem de tomar a decisão certa e de a pôr em prática sem perda de tempo. A mudança tem sólidos fundamentos científicos, pois está de acordo com resultados da investigação, nomeadamente a publicada na União Europeia pela rede Eurydice, que tem identificado efeitos perversos associados ao uso dos resultados dos exames na avaliação dos alunos do ensino básico e conduzido a maioria dos países da UE a preferir provas de aferição para avaliar a qualidade da aprendizagem. Apenas num único país, Malta, os resultados de exames continuam a condicionar a progressão dos alunos do 4.º e do 6.º ano. A todos os que se insurgem contra a substituição de exames por provas de aferição, em nome de um pretenso combate ao facilitismo, vale a pena lembrar que os exames têm a sua história. Surgiram numa época em que a escola se destinava a uma elite e eram utilizados como filtro para selecionar quem devia ou não continuar no sistema. Se os resultados negativos deixavam em aberto a possibilidade de repetência, a verdade é que, conforme a investigação sobre percursos escolares tem repetidamente provado, na maioria dos casos a repetência não induz aprendizagem e conduz ao abandono da escola. Durante décadas considerou-se natural que a escola não fosse para todos. Não existindo um número suficiente de salas de aula, nem professores, era aliás indispensável um mecanismo de seleção para rejeitar o número de alunos que o sistema não comportava. As provas de aferição, pelo contrário, surgiram a par da democratização do ensino e têm sido usadas na maior parte dos países que apresentam resultados mais positivos e um progresso mais evidente. Concebidas não para selecionar e expulsar, mas para avaliar e promover a qualidade, estas provas proporcionam informação sobre as aprendizagens, permitindo aos professores a comparação dos resultados dos seus alunos, com os de outras turmas e de escolas de todo o país. Permitem ainda que analisem as causas que conduzem a melhores ou piores resultados, debatam problemas entre colegas e com as famílias, recorreram a estratégias alternativas para os resolver. É evidente que a escolha dos 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade, para a realização deste tipo de provas, reflete a intenção de dar tempo aos alunos para trabalharem de forma mais orientada e de alargar as hipóteses de que atinjam o final de cada ciclo com desempenho positivo. Em vez de facilitismo, as provas de aferição apontam, pelo contrário, para mais trabalho dos alunos e uma maior exigência nas escolas. De salientar ainda o facto de os exames nacionais dos 4.º e 6.º anos, impostos sem consulta pública pelo anterior governo, se limitavam a testar conhecimentos nas disciplinas de Português e Matemática, o que tinha como efeito a desvalorização de outras disciplinas, relegando para segundo plano as ciências, a história, a geografia, a música, as artes, o desporto, áreas que afinal, para muitos alunos, poderiam ser o núcleo central de um futuro percurso pessoal ou profissional. Muitos estudos, realizados nomeadamente nos EUA, sobre os efeitos dos exames na prática escolar, referem um ponto comum: perante a perspetiva de exames, os docentes afunilam sempre o trabalho letivo. Os alunos passam a receber treino intensivo para conseguirem responder às perguntas que previsivelmente surgirão nas provas de exame e a escola deixa de proporcionar uma educação equilibrada. Esta opção pelo treino intensivo é compreensível, sobretudo quando os resultados dos exames se transformam em instrumentos para hierarquizar não só os alunos como os professores e para criar rankings de escolas. Em muitos países, por exemplo na Bélgica, na França, no Luxemburgo, na Áustria, na Eslovénia e na Finlândia, existe um consenso nacional sobre a confidencialidade dos resultados dos exames por escola e os documentos oficiais referem explicitamente que não podem ser usados para construir e publicar rankings, dado que este tipo de informação demonstra que as escolas de zonas socialmente favorecidas obtêm sempre resultados superiores aos alcançados pelas escolas de zonas mais desfavorecidas. A terminar, deixo uma pergunta aos professores do ensino superior, em particular aos que se têm manifestado publicamente como defensores dos exames. Aceitariam que as provas que elaboram para avaliar os vossos alunos fossem substituídas por um exame igual para todos os estudantes que frequentam a mesma cadeira, nos diferentes cursos de ensino superior do país? Aceitariam de bom grado que vos fosse imposto um exame nacional?"

Escritora e ministra da Educação entre outubro de 2009 e junho de 2011


no dn em linha... aqui.

 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

exames nacionais, provas de aferição e outras questões... resultado da sondagem...!

Resultados da Sondagem | Concorda com a aplicação das provas de aferição em anos intermédios e fim do exame de 6º ano?

 



Fiquem com os resultados desta semana e o artigo de Paulo Guinote.
Aferição
* sobre a opção "outro", apesar de variada, foi mais significativa a opção de recusa de ambos os modelos (exames e aferição).

Aferição, Avaliação

Paulo GuinotePercebe-se pelos resultados da sondagem que a maioria dos que responderam concordam, de forma total ou parcial, com as medidas anunciadas pelo novo ministro da Educação para a avaliação/aferição externa das aprendizagens do Ensino Básico.
Confesso que, desta forma desarticulada de um olhar mais global sobre tudo o que envolve o desenvolvimento dessas aprendizagens, tenho reservas que acho justificadas sobre uma reforma apressada, que tem uma lógica interna, mas que deixa algumas pontas soltas que seria importante resolver.
Não sou dos que confundem provas finais com exames eliminatórios, próprios de uma escola elitistas, mas também não acho que eles, por si mesmos, resolvem todos os problemas. Como, aliás, aferições intermédias só com prova final no 9º ano irão resolver seja o que for, porque as informações recolhidas no 2~º e 5º ano, por exemplo, não poderão ser comparadas pelos mesmos docentes, no mesmo ciclo de escolaridade. Só entre o 8º e 9º ano isso poderá acontecer.
Se uma estratégia de aferições intermédias, com vista a um acerto de metodologias de trabalho com os alunos, tem a sua lógica, então julgo que seria melhor, num sistema de 12 anos de escolaridade obrigatória, rever os ciclos de escolaridade do Ensino Básico, aproveitando para articular isso com a reforma da avaliação externa. Nesse sentido, é meu entendimento que o 1º ciclo deveria ser de cinco anos, fazendo-se uma aferição das aprendizagens no 3º ano e uma prova final (com peso na avaliação) no 5º ano, seguindo-se um 2º ciclo com quatro anos, com aferição intermédia no 7º ano e prova final no 9º. Não faz, para mim, especial sentido ter uma prova no 2º ano, quando os conteúdos a avaliar são ainda muito incipientes e depois passar todo o resto do ciclo sem verificar se as coisas melhoraram (ou não). Do mesmo modo, acho que realizar provas de aferição depois do final das aulas, sem elas terem peso na avaliação ou qualquer efeito, é um convite a encará-las como facultativas, o que distorcerá quaisquer conclusões que se queiram extrair dos seus resultados.
Que este tipo de reforma mais alargada e complexa implicaria mexidas mais profundas no sistema de ensino? Claro que sim, mas de enxertos e reformas apressadas para a fotografia e para servir calendários acertados com as eleições já deveríamos estar fartos. Mas parece que não, desde que quem chega faça ao contrário do que quem foi à superfície, deixando continuar matérias muito mais estruturantes para a qualidade do ensino.
É curioso que quem relativiza e menoriza a importância dos “exames” acabe por achar que basta mexer nessa matéria para tudo ficar bem. Assim como é curioso que quem os defende, alegue que eles se devem manter porque o seu peso é residual no insucesso escolar; sendo assim, não adianta ter provas de final de ciclo. Dos dois lados das barricadas, os argumentos esgrimidos padecem do mal de sobrevalorizarem as tácticas de curto prazo no combate político. Para se apoiarem medidas, não basta que elas sejam “contra” aquelas de que se não gostava ou d@ ministr@ que se detestava. Temos obrigação de ir além desse primarismo na análise.
Se o ministro está assim tão interessado em focar tudo nos alunos, se está preocupado com as “más práticas” que os “exames” trouxeram às escolas e se tem confiança nos professores, o que teria a fazer era tomar medidas para melhorar as condições em que decorrem as aulas e a vida nas escolas.
Ora… isso passa por muitas outras questões que, por agora, vão sendo varridas para baixo da alcatifa do debate espúrio sobre a avaliação externa. Número máximo de alunos por turma, despiste precoce e processos de apoio aos alunos com dificuldades de aprendizagem em vez de lhes inventarem “vocações”, rede escolar definida sem ser por critérios de economias de escala, investimento equilibrado em equipamentos escolares que não criem escolas de 1ª, 2ª e 3ª classe, criação de condições laborais para que as famílias possam apoiar os seus educandos, estabilização do currículo e dos conteúdos programáticos, não indexação dos créditos horários adicionais aos resultados de curto prazo das escolas, são tudo questões que me merecem muito mais preocupação do que a existência (ou não) de provas finais.
Por fim, gostaria muito que os conceitos de “autonomia” e “estabilidade” tivessem alguma substância concreta e não fossem apenas chavões instrumentais destinados a justificar medidas que são a sua antítese.

continuando o dia... enxovalhado com esta pústula de retórica eduquesa...!

David Justino critica mudança nos exames. Só é possível fazer "aferição no final do ciclo, não a meio"

20 Jan, 2016 - 03:04

 
Presidente do Conselho Nacional de Educação foi ouvido no Parlamento.
 

"As mudanças na educação devem acontecer de forma gradual e só é possível fazer aferição das aprendizagens no final do ciclo, não a meio, defende o presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE).

"A natureza dos testes que é proposta é uma natureza de diagnóstico, nem são de aferição, porque eu só posso aferir no final de cada ciclo. Nem todos os miúdos aprendem à mesma velocidade e da mesma maneira. O primeiro ciclo é aquele que dura mais tempo, são quatro anos, precisamente para estabilizar os processos de aprendizagem. Só posso fazer a aferição em torno do padrão quando o padrão estiver estabilizado. E essa estabilização faz-se no final, não se faz a meio. O que se põe aqui é converter testes intermédios em provas de aferição. Só que aferição é feita no final do ciclo, não a meio", defendeu David Justino, esta terça-feira, no Parlamento.

Na audição pela comissão parlamentar de educação a propósito do parecer do CNE sobre avaliação externa apresentado pelo conselho no início do mês, David Justino respondeu às questões dos deputados sobre a mudança no modelo de avaliação do ensino básico introduzida pelo ministro Tiago Brandão Rodrigues, dizendo não poder quantificar "o impacto" das alterações anunciadas, por ser algo novo. 

O Ministério da Educação (ME) decidiu aplicar provas de aferição no 2.º, no 5.º e no 8.º ano de escolaridade e manter a prova final no 9.º ano, a única com peso na nota final dos alunos.

Sobre o tempo em que foi tomada esta decisão - e que foi tornada pública depois de o CNE ter divulgado o parecer que defendia a manutenção de exames no 6.º e 9.º ano de escolaridade - David Justino disse que "estabilidade não representa deixarmos tudo na mesma, e que se é preciso mudar, muda-se".

"Mas em especial na educação, a mudança deve ser gradual. Isso orientou muito a posição do CNE", acrescentou. 

Questionado pela deputada social-democrata Nilza Sena sobre se o conselho foi ouvido pelo Ministério da Educação a propósito da elaboração do novo modelo de avaliação, o presidente do CNE afirmou que foi ouvido sobre "as premissas" que orientaram a sua construção, e quando ainda se estava numa fase de trabalho, e não de proposta final, o que levou depois a deputada a acusar o ministro Brandão Rodrigues de ter "mentido ao parlamento" quando afirmou na audição em comissão parlamentar que o CNE tinha sido ouvido. 

David Justino disse ainda que, por agora, o que o CNE conhece do modelo de avaliação proposto é o que foi divulgado em comunicado pela tutela, "um documento síntese", que não permite saber "como vai ser desenvolvido". "É importante não nos precipitarmos sobre isso", disse.

Sobre o combate ao "estreitamento curricular", ao qual o CNE também se referiu no parecer, e que a tutela afirma ser um dos objectivos do novo modelo de avaliação, ao propor que sejam avaliados, no 9.º ano, e de forma alternada, mais disciplinas do que apenas o Português e a Matemática, o CNE, David Justino disse hoje que as disciplinas não devem ter todas o mesmo estatuto. 

"Os saberes não são todos iguais. Há saberes que são mais estruturantes do que outros", disse, lembrando que muito do insucesso a Matemática se deve a problemas de interpretação de língua portuguesa.

O deputado do PS Porfírio Silva defendeu o novo modelo de avaliação, dizendo que é "perfeitamente descabido dizer que surgiu do nada" e que a alteração "está perfeitamente em linha com as melhores práticas internacionais", citando os dados do último relatório da OCDE dedicado à educação para afirmar que "estávamos quase sozinhos nos exames precoces". 

Acusou ainda David Justino de ter sido "pouco prudente" ao escolher ser relator do parecer, uma vez que essa decisão o colocava na posição de ser um ex-ministro da Educação a debater a questão "por intermédio" do presidente do CNE.

Na resposta, Justino justificou a decisão com o timing do pedido de parecer do parlamento ao CNE, que coincidiu com o período de festas de Natal e Ano Novo, e que o levou a oferecer-se para assegurar as audições para a elaboração do relatório. Disse também ter tido "o cuidado de ir buscar duas pessoas com pensamento diferente" para a elaboração do parecer."


na rádio renascença em linha...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

leitura [educação]... o parecer do cne...!


coisas da (des)educação... exames nacionais, provas de aferição, mixórdias educacionais e outras alarvidades gestionárias... de rajada... 4




no público...

coisas da (des)educação... exames nacionais, provas de aferição, mixórdias educacionais e outras alarvidades gestionárias... de rajada... 3


no público...

coisas da (des)educação... exames nacionais, provas de aferição, mixórdias educacionais e outras alarvidades gestionárias... de rajada... 2




no público...

coisas da (des)educação... exames nacionais, provas de aferição, mixórdias educacionais e outras alarvidades gestionárias... de rajada... 1



no público...

sábado, 9 de janeiro de 2016

exames nacionais, provas de aferição e outras mixórdias avaliativas [sondagem]... vão lá e votem...!

Sondagem da Semana : Concorda com a aplicação das provas de aferição em anos intermédios e fim do exame de 6º ano?

 

Uma sondagem que se impõe. Os resultados serão publicados no próximo fim de semana com a análise de Paulo Guinote.
Votem e partilhem s.f.f. Obrigado.
[socialpoll id="2322407"]

nota - eu já cumpri a minha 'obrigação'...




a começar o dia... de perplexidade em perplexidade...!

Ministério da Educação apresentou novo modelo de avaliação para o ensino básico e garante que o ano lectivo não será perturbado. Documento já foi enviado às escolas.

segunda-feira, 2 de março de 2015

informações [educação]... museu e lusíadas, sessão de trabalho de investigação, alunos e semana da empregabilidade... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Os Lusíadas no Museu da Ciência
Para assinalar a XVII Semana Cultural, o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, em colaboração com a Marionet, apresenta uma adaptação de Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões, recriando a viagem de Vasco da Gama até à Índia através das diferentes salas das galerias de Zoologia. Uma forma diferente de visitar o museu, apoiada na viagem descrita por Camões e na coleção ali exposta.

Esta “viagem” terá lugar de 3 a 21 de março, de terça a sexta-feira, às10h30, de terça a sábado, às 15h00, e aos sábados, às 21h30.


Workshop de investigação promovido pelo CIES-IUL
Terá lugar, no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia – Instituto Universitário de Lisboa (CIES-IUL), o workshop de investigação “O Poder da Escola: Resultados em provas de aferição 4.º e 6.º anos”, com inicio às 13h30 do dia 4 de março, na sala C205 do CIES-IUL.


I Semana da Empregabilidade – Instituto Politécnico de Setubal
O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) organiza a I Semana da Empregabilidade do IPS, entre os dias 3 e 6 de março. Esta iniciativa procura apoiar a integração dos estudantes e diplomados no mercado de trabalho através da realização de um conjunto de ações que visam proporcionar aos participantes um primeiro contacto com o meio profissional, bem como a oportunidade de conhecerem e explorarem as várias atividades e áreas de negócio de diferentes setores.

No decorrer da semana têm também lugar conferências, workshops e uma feira de emprego, que contará com a participação de mais de 60 empresas e organizações.

O início das atividades será às 10h00 do dia 3 de março, no auditório do IPS.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

legislação [educação]... prova de conhecimento da língua portuguesa... no dre...!

Diário da República n.º 205/2014, Série II de 2014-10-23


Data de Publicação:2014-10-23
Data de Disponibilização:2014-10-23
Número:205
Série:II


Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário
Regulamenta a realização da prova do conhecimento da língua portuguesa