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domingo, 6 de março de 2016

quem deve andar embevecido com esta 'relação' é o... pan...!



no cm...


comentário:
deve ser a mais criativa e abrangente campanha de imagem e publicidade alguma vez engendrada, em tempos em que tudo vale nomeadamente a venda da sua própria imagem...

será que o pan tem direitos autorais sobre a matéria?

é o que parece, pois a questão central é a guarda partilhada dos bichos e não a do primogénito...

enfim, coisas de valores...

já agora os gestores e outros mafarricos da comunicação deviam aprender alguma coisa e fazer disto um caso de estudo, já que os custos da operação devem ter sido bastante reduzidos, para não dizer 'ridículos', tendo em conta a expectável margem de crescimento... que é altíssima, digo eu.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

nem mais... ruas ilustradas, a começar em cascais [e muito bem]...!



na visão em linha...

"Na empena do antigo hospital de Cascais, no centro da vila, há uma mulher de rosto sentido e triste pela história que a envolve. A história é a lenda da Boca do Inferno que inspirou o argentino Bosoletti, convidado a participar na segunda edição do Muraliza. O Festival de Arte Mural "nasceu da vontade de devolver a Cascais um estatuto esquecido, e mesmo desconhecido por muitos, de que foi aqui, mais concretamente em Carcavelos, que, no final da década de 1980, se começou a fazer a história do graffiti em Portugal", explica-nos Lara Seixo Rodrigues que produziu o festival e nos conduz pelo centro da vila. 

O percurso com início no Largo Camões é feito a pé e, para quem vem em jeito de passeio, há setas pintadas a vermelho que indicam o caminho. À medida que dobramos esquinas por entre ruas estreitas, surgem peixes coloridos de grandes dimensões desenhados a spray sobre uma grande mancha azul e, mais adiante, o Museu Condes de Castro Guimarães envolto numa paisagem surrealista pintada a pincel fino. Os momentos de pausa servem para Laura ir explicando o que é isto do graffiti e como se chegou à agora designada arte urbana. Mas também as técnicas desta forma de expressão artística de quem escolhe a rua para se mostrar. 

Na edição do ano passado, foram seis os artistas convidados, num grupo que juntou os históricos do graffiti Nomen, Exas e Youth, a Mário Belém, Add Fuel e Arraiano. Todos de Cascais. É que isto tem as suas regras e os estatutos na rua são para respeitar. Já este ano, o número cresceu para nove e o festival abriu-se a outros talentos nacionais e estrangeiros, como o italiano Millo a quem coube uma empena ao cimo da Avenida de Sintra - mais afastada, portanto, do centro histórico. A linha preta e alguns apontamentos de cor, eis o menino feito cavaleiro de trincha em punho que anuncia que há murais pintados por aqui. Em comum têm a história, lendas e património locais. Como os rostos dos pescadores de pele calejada pelo tempo que inspiraram Samina e Draw. Ou os azulejos com que Add Fuel pintou caixas de eletricidade e as paredes daquela que "já foi uma casa portuguesa, de certeza", como se lê à porta. É a nossa cultura que se vai desvanecendo e a mensagem serve para nos pôr a pensar. Isso ou a sorrir, como quando passamos por uma das paredes de Mário Belém e quase ouvimos a voz da velhinha de carrapito a tricotar o mar: "Não quero aqui macacadas!!". 

Não é a pé, mas de minibus que se faz a Underdogs Public Art Tour, uma visita de cerca de três horas que a plataforma Underdogs, dirigida pela dupla Alexandre Farto (Vhils) e Pauline Foessel, organiza desde março. Isto se for em grupo, porque para duas pessoas há um sidecar que combina mesmo bem com o passeio. Afinal, esta é uma Lisboa transformada em museu, que conta com artistas nacionais e internacionais, convidados pela Underdogs para uma exposição na galeria, que inclui sempre, além de impressões de edição limitada, a pintura de um mural de grande escala. Foi o caso de Sainer. Num prédio de 12 andares da Avenida Afonso Costa está, desde abril passado, a figura de uma senhora que caminha de boquilha na mão. "Sobre quem é e o que faz, o artista deixa à interpretação de cada um", diz Marina Rei, 22 anos, responsável pelas visitas, revelando alguns dos elementos comuns nos personagens que o polaco desenha. Como o coelho, representado no chapéu que parece voar, o robot estampado num saco moderno ou o boneco de neve aqui transformado em anel que usa na mão. Desenhada a olho, sem projeção, tem duas vezes e meia o tamanho de uma pessoa e é preciso afastarmo-nos para termos a perceção da sua verdadeira dimensão. 

Estamos nas Olaias, a terceira paragem de uma rota que começa no Hall of Fame das Amoreiras e segue para o Projeto Crono, nas fachadas dos prédios abandonados da Avenida Fontes Pereira de Melo, e que trouxe a Lisboa, em 2010, os brasileiros Gémeos, o italiano Blue e do catalão Sam3. Mostra-se o lado mais underground do graffiti e da contestação política, a par daquele que é considerado um momento de viragem nesta história recente da arte urbana, depois do jornal britânico The Guardian ter incluído o Projeto Crono na lista das 10 melhores obras de street art do mundo. 

Voltamos a Sainer e às Olaias, para dizer que é em direção à zona oriental da cidade que seguimos. "O objetivo da Underdogs é acrescentar valor a outras zonas da cidade que não são centrais e mostrá-las", explica Marina. E chegamos a Marvila, onde está a única pintura abstrata do roteiro. É do alemão Clemens Behr e divide as atenções com um Pedro Álvares Cabral de traços indígenas, do brasileiro Nunca, aqui tornado mendigo, a acrílico e spray. Marina chama a atenção para as moedas no ar. "Não sabemos quem as dá ou se é Cabral quem as atira, mas o Nunca prometeu completar a história numa outra cidade", revela. 

O percurso tem 12 paragens, e tirando a galeria e a loja da Underdogs no Mercado da Ribeira onde termina, tudo o resto são paredes e muros de artistas como Okuda, Olivier Kosta-Théfaine, do coletivo Cyrcle, os gémeos How e Nosm ou os brasileiros Bicicleta Sem Freio. Depois há Vhils, claro, que tem gravado os seus rostos anónimos pela cidade, como em Alcântara, por altura da sua exposição Dissecação no Museu da Electricidade, ou no Jardim do Tabaco, numa colaboração com Pixelpancho. No pequeno edifício cedido pela Câmara Municipal de Lisboa - como acontece, aliás, com algumas das paredes da Underdogs, que também aceita doações de particulares -, surgem os personagens robotizados (ou serão robôs humanizados?) do italiano, aqui de face esculpida em várias camadas por Vhils. "É um marinheiro que sopra um barco para o mar", descreve Marina. Gosta de criar a sua narrativa, mas diz também que "cada um interpreta como quiser". "Houve um miúdo que me perguntou se o marinheiro tinha a bochecha vermelha e estava corado", conta, recordando a visita que fez a um grupo de crianças. "E isso fez-me olhar de forma diferente para esta parede." 

Pode a arte ser o motor da inclusão social? A Câmara Municipal de Loures acredita que sim e à segunda edição do festival O Bairro i O Mundo, feito em colaboração da Associação Teatro IBISCO, decidiu convidar alguns artistas a pintar as empenas dos prédios da Quinta do Mocho, em Sacavém. A iniciativa marcou "o arranque da requalificação de um bairro que quer mostrar uma imagem diferente daquela por que é conhecido", refere Maria Eugénia Coelho, vereadora da Coesão Social e Habitação. "Passa por envolver os moradores, para que eles assumam também um papel interventivo e ativo", acrescenta.

Na urbanização municipal não existem tantas nacionalidades quantas as que compõem o concelho de Loures, mas a grande maioria são africanos, com raízes nas ex-colónias portuguesas. O bloco quadrado pintado a castanho pelo francês MTO, como se fosse uma encomenda que aqui caiu desamparada, resume bem a história de quem aqui foi relocado pela construção dos acessos viários à Expo 98. Tantos anos depois, só este mês começou a circular a carreira da Rodoviária com destino a Lisboa. Desde que o projeto teve início, em outubro passado, foram muitos os artistas que subiram e desceram na única grua que a câmara dispõe, contando-se por estes dias 32 paredes pintadas. As assinaturas são de nomes como Vhils, Odeith, Nomen, Tamara Alves, Mar, Ram, Smile, ou o brasileiro Vespa, entre tantos outros, "que quiseram ficar a conhecer melhor a realidade do bairro, chamando até as pessoas a participar", conta Cristina Melo, 53 anos. A técnica da câmara, que acompanhou todos os trabalhos, conduz também as visitas guiadas a esta Galeria de Arte Pública, como é designada, que acontecem no último sábado de cada mês. Fala-nos das obras, das técnicas, das dinâmicas e vivências destas ruas, das mensagens que os artistas tentam passar e daquilo que os inspirou - como as capulanas de Moçambique que secam nos estendais, reproduzidas por OzeArv (nome artístico de José Carvalho) na fachada do Lote 69. Quem aqui vive, tem o seu nome à porta e agradece que lhe tivessem pintado a entrada do prédio com padrões coloridos. A simbolizar as migrações, está a garça de Bordalo II, ou Artur Bordalo, feita de para-choques de carros e caixotes de reciclagem em fim de vida. 

Em março passado, o Festival o Bairro i O Mundo ficou entre os cinco finalistas que concorreram ao prémio Diversity Advantage Challenge, promovido pelo Conselho da Europa e que distingue projetos de inclusão social de minorias. Não ganhou, mas há outras conquistas que já tiveram um impacto significativo na vida das gentes da Quinta do Mocho.

..."


pode ler o resto do artigo e ver as galerias de imagens... aqui.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

informações [educação]... sucesso académico, arquitectura, ministério público e imagem gráfica [concurso]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 68 – 29/04/2015


Informações Gerais

Sucesso Académico’15
O Sucesso Académico constitui uma das linhas de ação identificadas na iniciativa “Melhoria da qualidade de gestão no âmbito do cumprimento das missões das Instituições de Ensino Superior (IES) públicas” promovida pelo Ministério da Educação e Ciência através do Secretário de Estado do Ensino Superior.

Num contexto de partilha de experiências e de debate, o presente seminário será o ponto de partida para a construção de um projeto, que contará com o apoio do Ministério da Educação e Ciência. Este terá como principais objetivos a identificação de medidas de prevenção do abandono dos estudantes do Ensino Superior, especialmente daqueles que ingressam no 1.º ciclo de estudos pela 1.ª vez, e de possíveis ações de monitorização.

A ter lugar no Teatro Thalia, a 12 de maio de 2015.


A Antiga Igreja de São Julião: A arquitetura pombalina e o terramoto
Conhece a história da antiga igreja que mudou de quarteirão e chegou a ser a casa-forte? No cenário da antiga igreja de S. Julião fala-se do terramoto de 1755 e da reconstrução da Baixa, da reabilitação do património construído e da forma como a cidade contemporânea se conjuga com a arquitetura pombalina.

Visita com seminário para os alunos dos Ensinos Secundário, Profissional e Universitário, 4.ª, 5.ª e 6.ª feiras, às 10h30 e às 14h30, com a duração de 90 min., mediante inscrição prévia.


Concurso: imagem gráfica do Ministério Público
Na qualidade de órgão máximo do Ministério Público, a Procuradoria-Geral da República decidiu promover o lançamento de um concurso público com o objetivo de criar uma imagem gráfica para o Ministério Público (MP), que constitua o símbolo representativo deste órgão fundamental do Estado de Direito e seja suscetível de utilização em diversos contextos, suportes e dimensões, designadamente, no Portal web do MP e em outros sites departamentais ou temáticos do MP, no Sistema de Informação do MP (SIMP) e em outros sistemas e aplicações informáticas do MP, em documentos oficiais, ofícios, envelopes, formulários, cartões de visita, publicações, materiais de divulgação, produtos multimédia e outros.

O concurso é aberto a todos os cidadãos de nacionalidade portuguesa ou com residência em Portugal que estejam interessados em participar.

Os pedidos de esclarecimento deverão ser feitos até ao dia 8 de maio. Para informação mais detalhada deverá ser consultada a página da Procuradoria-Geral da República.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

quinta-feira, 2 de abril de 2015

utilidades [impostos]... pode ser uma ajuda...!

"Internet Dificuldades na entrega do IRS via internet? Nós ajudamos


Arrancou esta quarta-feira, dia 1 de abril, o período de entrega da declaração anual de IRS via internet. É a primeira vez que o faz de forma eletrónica? Tem sempre dificuldade em conseguir preencher os campos da forma mais apropriada? Nós ajudamo-lo.

Antes de começar relembramos que a entrega do IRS através da internet entre os dias 1 e 30 de abril destina-se apenas às categorias A e H, isto é, a trabalhadores por conta de outrem e a pensionistas.
Vamos então começar.
Deve ter consigo todos os documentos necessários à validação da sua declaração, o que inclui o Número de Identificação Fiscal (NIF) e a respetiva password, bem como os comprovativos de pagamentos de despesas dedutíveis à coleta. E sobre o número de contribuinte é importante reforçar que são necessários os NIF de todos os dependentes, ascendentes ou colaterais.
Relativamente às despesas, note que estas devem ser divididas pelas diferentes categorias: educação, saúde, habitação, seguros de vida e saúde, PPR, donativos, pensões de alimentos e lares. Os valores devem ser somados por categoria.

Recorde-se que as faturas relativas a despesas como alojamento, restauração, cabeleireiros ou oficinas mecânicas não precisam de ser inseridas uma vez que o são automaticamente a partir do momento em que pede para que o seu número de contribuinte seja inserido na fatura."


no notícias ao minuto, veja a galeria de imagens, passo a passo... aqui.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

[ainda] do amianto... '800 escolas em portugal têm amianto'


no expresso diário... aqui.


bem sei que nos últimos anos a minha escola tem andado a ser badalada nos meios de comunicação, em vários suportes, pelas boas ou más razões que não cabe aqui [e agora] dissecar...

vejo esta notícia [imagem] e fiquei estarrecido... então não é que a foto é na minha escola, de novo [e, ao que parece, em plena época de exames ou, eventualmente, de algum teste intermédio ou comum]...


o que me leva a fazer um comentário [a mais]:

primeiro, alguém inferiria que esta escola tem amianto, olhando só para a fotografia...?

segundo, alguém encontra similitude entre esta imagem e aquela que nos leva a pensar em amianto numa escola...?

por acaso, e já aqui foi reportado em larga escala, a nossa escola teve obras da parque escolar [não sei se a obra já foi entregue ou formalmente recepcionada, nem me interessa agora o assunto]... e, por isso, vou deixar uma das minhas fotografias da anterior escola secundária de carcavelos para ilustrar a 'escola verde' que era, na altura...

depois comparem as duas fotos, sob o ponto de vista da arquitectura e julguem a coisa quanto ao amianto...



eu dispenso jornalismo deste e, se tivesse sido eu o retratado, a coisa não ficava por aqui...

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

não sei se [vou ficar] fico convencido com as [justificações da] mudança... na edição impressa do público... do editorial [explicativo]...!

"Vamos tentar ser um jornal diário mais exigente e estimulante, com os temas de actualidade tratados com mais profundidade. Por causa desta evolução, o P2 deixa de ser um suplemento diário. Os seus conteúdos passam a estar no caderno principal e a sua filosofia funde-se organicamente no jornal. Haverá, de qualquer modo, planos especiais diários, com uma paginação distintiva.Há também o regresso de duas secções fundamentais ao caderno principal do jornal — a Cultura e a Ciência.

Os suplementos do PÚBLICO, cuja identidade é fortíssima, vão ser reforçados, tanto o ípsilon, à sexta, como a Fugas, ao sábado. Ao domingo, nasce a revista 2, que será grande, do tamanho do jornal, e diferente, num momento em que as revistas dos jornais são muito iguais. Acreditamos que com este reposicionamento o leitor sentirá familiaridade e conforto. O novo grafismo não será um objecto estranho, pelo contrário. É uma evolução natural para adaptarmos o jornal ao mundo de hoje
."

aqui.