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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

coisas da educação... ainda não chegámos a este estado de coisas mas para lá caminhamos...?

Ravitch-Led Group Rates Most States Low on Its Education Priorities

Updated
Washington



"Many states rely too heavily on standardized testing, open their doors too easily to charters and other school choice options, and fall short in adequately paying and supporting their professional teaching force, according to a stinging report published Tuesday by the Network for Public Education, a group led by education historian and policy advocate Diane Ravitch.
 
The report, entitled "Valuing Public Education: A 50-State Report Card," rates the states and the nation on an A to F scale in a half-dozen categories and overall, based on the group's policy positions in areas such as teacher evaluation and compensation, testing, and the financial support of traditional public schools.

"The current policy framework that pushes for more testing and privatization has failed," Ravitch, the co-founder and president of the group, said at a press conference at the National Press Club Tuesday. The meeting was attended by several supporters. "It's insanity. Let's try some common sense for a change."

In its report card, the advocacy organization gave the nation as a whole a grade of D in every category except for high-stakes testing, where it was awarded a C. Thirty-seven states, in addition to the District of Columbia, scored an overall grade of a D or F, and 13 received a C, the highest overall grade awarded. (Some states received higher grades—including some A's—in particular categories.)

Among the specific factors that figured into those scores:

A rejection of high-stakes testing for student graduation, promotion, and teacher evaluations;
The degree of "resistance to privatization," including tighter restrictions on charter schools and rejection of parent-trigger laws and vouchers;
Measures aimed at gauging equity in school funding, as well as household income and employment, and school integration;
A wide range of teacher-related factors, including salary measures, a commitment to teacher experience, and rejection of merit pay;
How well taxpayer money is used, as measured by markers such as lower class sizes, pre-K and full-day kindergarten, and rejection of virtual schools.

"We give low marks to states that devalue public education, attack teachers, and place high stakes outcomes on standardized tests," Ravitch wrote in her introduction to the report. And she went on to say, "It is our hope as advocates for public education that this report will rally parents, educators and other concerned citizens to strengthen their commitment to public schools."

The Network for Public Education was launched in 2013 as a counterweight to what in its view was a barrage of attacks on teachers and traditional public schools after the release of the "Waiting for Superman" movie in 2010.

Among other things, the NPE opposes high-stakes testing, what it terms the privatization of public education, for-profit management of schools, and policies that contribute to a lack of support and respect for teachers.

Instead, the group advocates for racially integrated schools, funding of social services and replacing annual bell-curve tests with periodic sample tests such as the National Assessment of Education Progress (NAEP). Accountability systems should target those administrators at the top, rather than the teachers at the bottom, Ravitch said.

The group's report card comes less than two months after passage of the Every Student Succeeds Act, the updated version of the main federal K-12 law, which is expected to give states greater authority to shape their school accountability systems. State legislatures are expected in the next year to debate many of those policies.

The organization concedes in its report that it set a high bar in rating the states on its policy priorities. The report gives an overall failing grade to eight states: Arizona, Florida, Georgia, Idaho, Indiana, Mississippi, North Carolina, and Texas.

But the report also noted what it called some "bright spots." It specifically cited Alabama, Montana, and Nebraska for rejecting high stakes testing and what it called privatization. And Alabama, Kentucky, Montana, Nebraska, North and South Dakota, and West Virginia all received A's in the "resistance to privatization" category.

"There are no silver bullets in education," said Carol Burris, the executive director of the organization. "Turning schools around takes hard work, and it happens incrementally over time."

The NPE report card was modeled after national report cards issued by groups such as StudentsFirst and the American Legislative Exchange Council, which advocate for more charter schools and student choice, among other priorities.

Inez Feltscher, the director of the ALEC task force on education and workforce development, said charters and other school choice programs have proven to be effective.

"Giving parents the flexibility to place their children in the learning environment that works best without undue regulatory interference from state bureaucrats is a win for students, not a reason to give a state a lower grade," said Inez Feltscher, the director of the ALEC task force on education and workforce development.
The Network for Public Education has published its report online and plans in the near future to distribute individual report cards for each state."


via education week...

a começar o dia... nós por cá 'empreendemos'...?

enquanto que os outros demonstram os erros das decisões políticas e financeiras assumidas...?



PARCC Scores Lower for Students Who Took Exams on Computers PARCC Scores Lower for Students Who Took Exams on Computers
The Partnership for Assessment of Readiness for College and Careers acknowledged the discrepancies in scores across different formats of its exams in response to questions from Education Week. Read more.


via education week...

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

há campanhas pelo éter?... no privado é que é bom...!


José Cardoso
POR José Cardoso
Editor Adjunto
 
Alunos do público chumbam até quatro vezes mais do que os do privado. Dirceu, o camaleão que já se chamou Daniel

Boa tarde,

A maior diferença entre chumbos no público e no privado é logo no 2º ano (no primeiro não há retenções), 11,4% contra 2,6%. Estes e outros dados fazem parte das mais recentes estatísticas divulgadas pelo ministério da Educação, no relatório Educação em Números 2015. A Isabel Leiria pegou nele e “descascou-o”. Entre outras conclusões, numa visão mais geral ficamos a saber que o sistema de ensino encolheu: há menos alunos, menos professores e menos escolas. Mas os jovens têm mais anos de estudo

no expresso em linha...



Alunos do público chumbam até quatro vezes mais do que os do privado
ENSINO Maior diferença é logo no 2º ano: 11,4% contra 2,6%. No geral, o sistema de ensino encolheu: há menos alunos, menos professores e menos escolas. Mas os jovens têm mais anos de estudo



terça-feira, 5 de maio de 2015

continuando o dia... em estado de 'inconseguimentos mentais'...!


no destak...

comentário:

lá estamos, novamente, a criar futuros indigestos para a descendência pois quem vai pagar com língua de palmo são eles, filhos, netos...

orçamento público de base zero... o que é isso?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

coisas da educação... e elas são melhores que eles...!


ELAS SÃO MELHORES DO QUE ELES NA ESCOLA. PORQUÊ?
EDUCAÇÃO Raparigas têm melhor desempenho em todos os níveis de ensino e a taxa de chumbos chega a ser metade da dos rapazes OPINIÃO Henrique Monteiro: "Não chumbem a criança que é caro!"



no expresso diário...




aqui.

sábado, 24 de janeiro de 2015

coisas da educação [classificações dos alunos]... reflexões para o fim de dia...!


no público 'online'...


"Dois investigadores do Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Universidade do Porto chegaram à conclusão que “dois alunos com prestação idêntica nos exames nacionais facilmente podem ter discrepâncias de 2 (ou até 4) valores nas suas notas internas, consoante a escola escolhida”. Tiago Neves e Gil Nata já tinham abordado a questão da inflação das notas em artigos publicados em revistas internacionais. Agora, fizeram aquilo que definem como um “ranking da inflação” para cada um dos últimos 13 anos.
 
Estes rankings fornecidos ao PÚBLICO mostram, escola a escola, quais os estabelecimentos que têm em cada ano maiores desvios de classificações internas — aquelas que são dadas pelos professores — face ao “desvio médio nacional”, tal como calculado pelos investigadores. Olhando apenas para o top 5 de cada um dos 13 anos analisados: o Colégio Ellen Key, no Porto, e o Ribadouro, também no Porto, aparecem nove vezes nesse grupo.
 
Já o Colégio Horizonte (Porto), o Colégio de Lamego e o Instituto de SEZIM — Colégio de Guimarães aparecem quatro vezes na lista dos cinco maiores desvios.

Em 2013/14, o último ano para o qual há dados, o Externato Senhora do Carmo, na Lousada, foi o que teve o maior desvio face ao “desvio médio nacional”: à volta de 2,7 valores. Mais 10 escolas apresentaram desvios superiores a 2 valores.

Por sistema, explicam os investigadores, há “uma sobrerepresentação das escolas privadas nos lugares cimeiros” destes rankings que incluem as cerca de 600 escolas secundárias do país.

A metodologia que Gil Nata e Tiago Neves seguem não é muito diferente da do Ministério da Educação no portal InfoEscolas, recentemente lançado — e onde, pela primeira vez, o Governo divulgou publicamente dados escola a escola sobre este assunto.

Contudo, os dois professores (o primeiro lecciona na Universidade Portucalence e o segundo na Faculdade de Psicologia e Ciência da Educação do Porto) apresentam os valores absolutos dos desvios, para cada escola, enquanto o ministério limita-se a assinalar as escolas mais e menos alinhadas com a média, sem quantificar o tamanho dos desvios. Foi com base no InfoEscolas que o PÚBLICO concluiu, na segunda-feira, que há 24 escolas que dão por sistema notas acima do esperado. A maioria são privadas no Norte do país.

Basicamente, Gil Nata e Tiago Neves verificaram, em cada ano, qual foi a média interna dos alunos que prestaram provas — e fizeram-no para todas as classes de notas possíveis no exame (dos 0 aos 20 valores). Ou seja, avaliaram qual foi a classificação interna dos alunos com 1, 2, 3... 11, 12 valores, e por aí fora, no exame. Depois viram escola a escola se, em média, as notas internas atribuídas pelos professores eram mais altas do que as notas internas atribuídas pelas outras escolas a alunos com resultados semelhantes nos exames. Os desvios foram calculados “corrigindo a diferente proporção de alunos que diferentes escolas têm ao longo do espectro de notas nos exames nacionais”.

Resultado: encontraram discrepâncias consideráveis, “com a amplitude (diferença entre a nota mínima — a escola que mais deflacionou — e a nota máxima — a escola que mais inflacionou) a estar sistematicamente acima de 4 valores e a ultrapassar em vários anos os 5 valores”.

O maior desvio “para baixo” deste ano pertence ao Colégio Rainha D. Leonor, nas Caldas.

“Os desvios das escolas têm-se mantido similares ao longo do período em análise, por vezes com uma tendência de subida ligeira”, explicam os investigadores. “Isto significa que não se tem conseguido adoptar medidas que reduzam as (grandes) discrepâncias entre as escolas.”

Impactos no ensino superior
 
Gil Nata e Tiago Neves, que já tinham avaliado num artigo para o International Journal on School Disaffection, em 2012, “o impacto que tais desvios têm no acesso ao ensino superior”, actualizaram agora os seus cálculos — porque consideram que “a inflação de notas é uma tremenda fonte de injustiça”.

Nos cursos superiores mais competitivos (aqueles que apresentam médias de entrada mais elevadas), nos últimos três anos, estimam que “o impacto de mais um valor na nota de candidatura significa um salto de entre 80% a 90% na lista ordenada de candidatos a esses cursos (a partir do último candidato a entrar no curso)”. Ou seja, um valor a mais significa “passar à frente de mais de 80% dos candidatos”.

Mesmo um aumento de 0,5 valores na nota de candidatura significa um salto de mais de 50% nesses cursos.

Nos cursos menos competitivos, “o impacto de mais um valor na nota de candidatura é bastante relevante, sendo em média de cerca de 35%”.

“Enquanto investigadores, o nosso papel é estudar temas socialmente relevantes, disponibilizando dados em quantidade e qualidade suficientes para que possam ser apreciados quer pela comunidade científica, quer pelo público em geral”, justificam em resposta ao PÚBLICO. “Visamos facilitar a identificação precisa de problemas reais para que possam ser tomadas medidas concretas pelas entidades competentes.”

Na semana passada, também questionado pelo PÚBLICO, o Ministério da Educação lembrava, numa nota por escrito, que a avaliação interna é, por lei, da responsabilidade dos órgãos e estruturas pedagógicas das escolas. Mas que, ainda assim, a Inspecção-Geral da Educação e Ciência está a analisar os dados relacionados com os desalinhamentos de notas detectados e tornados públicos no InfoEscolas. “Nos casos de maior afastamento”, irá “utilizá-los em próximas intervenções inspectivas, com recomendações focadas no processo de avaliação interna dos alunos.”

“Temos consciência do assunto”
 
No Externato Senhora do Carmo, que este ano se destacou por ter o maior desvio, a direcção fez saber, por escrito, em resposta ao PÚBLICO, que este foi o primeiro ano em que tiveram alunos a prestar provas no secundário — e apenas no 11.º ano. “De facto, houve um desvio significativo nas classificações obtidas pelos nossos alunos numa ou noutra disciplina de 11.º ano (fundamentalmente numa que certamente pesou no objecto do referido estudo). A direcção pedagógica está naturalmente preocupada com a situação, mas também é necessário que se refira o seguinte: em primeiro lugar, o desfasamento não ocorreu em todas as disciplinas de 11.º ano a que os alunos prestaram provas, aliás, até houve resultados externos que suplantaram os resultados internos em determinadas situações; em segundo lugar, é preciso vincar que foi a primeira vez que esta escolas teve exames de nível secundário, e portanto, não sendo desculpa, o facto de ainda não existirem referenciais consolidados pode ter contribuído para que tenha havido mais discrepância.”

E remata: “Temos consciência do assunto. Mais do que ninguém queremos resolvê-lo para que se honre a tradição de bom desempenho dos nossos alunos. E sobre as causas aleatórias, sem querer especificar, já foram tomadas medidas que estamos certos farão com que o problema seja resolvido.”

Rodrigo Queiroz e Melo, director executivo da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (Aeep), diz que não conhece o estudo em causa, mas considera que o facto de existirem “análises cada vez mais robustas” sobre o sistema educativo “é uma coisa óptima”. Agora, só contesta que se fale de “inflação” de notas, algo que “tem uma conotação negativa”. “Desvios”, diz, é mais rigoroso. E “os desvios podem ser virtuosos”. Mais: “Nalguns casos justificam-se plenamente.”

Dá um exemplo: há escolas que na dúvida, entre um 14 e um 15 decidem dar 15, como estratégia de motivação, e outras que decidem dar 14, para picar os alunos — “são estratégias pedagógicas” distinas, diz, e é um erro achar que os procedimentos devem estar todos alinhados. “A avaliação interna deve ser um instrumento de gestão pedagógica.”

Sobre o impacto de tudo isto no acesso ao superior, Queiroz e Melo entende que as conclusões dos investigadores do Porto dão razão à Aeep, que tem defendido uma mudança nas regras que faça com que o secundário deixe de “estar canalizado para a seriação de alunos para o ensino superior” correndo-se o risco de que se torne mesmo “numa fábrica de preparação de exames”. Uma possibilidade, diz, seria as universidades terem os seus próprios critérios de escolha de candidatos.

“Exercício teórico”
 
Recorde-se que o exame nacional vale apenas 30% da classificação final de cada disciplina do secundário sujeita a exame (nos cursos científico-humanistícos, que concentram a maioria dos alunos), a nota interna vale 70%. A classificação final dos cursos, por sua vez, é a média aritmética simples, arredondada às unidades, da classificação final obtida em todas as disciplinas do plano de estudos.

Já o cálculo da nota de candidatura ao ensino superior varia: há universidades/politécnicos que dão mais importância aos exames, que também funcionam como provas de ingresso, outras menos, umas que dão maior peso à classificação do secundário, outras menos; o que as regras mandam é que a classificação final do ensino secundário vale pelo menos 50% da nota de candidatura ao ensino superior (sendo que a classificação final do secundário reflecte notas internas e de exame, como já se viu) e as provas de ingresso pelo menos 35%. Mas dentro destes limites há várias combinações possíveis. Por exemplo, para Medicina na Universidade de Lisboa, a média do secundário vale 50% e as notas das provas de ingresso outros 50%. Em Direito, para a Universidade do Minho, as percentagens são 60/40.

Tiago Neves e Gil Nata não tiveram em conta estas nuances. “Quando analisamos o impacto nas listas de acesso o que fazemos é simplesmente ir ver para determinado curso a nota de entrada do último candidato e perceber qual o lugar em que ele estaria caso tivesse uma nota de acesso com mais 0,5 ou 1 valores”, explicam ao PÚBLICO. “Note-se que este é um exercício teórico. Não nos preocupámos com o facto de esse curso dar mais ou menos ponderação à Classificação Interna Final ou à Classificação de Exame. É simplesmente dizer: no curso x, o último candidato tinha nota y; com mais meio valor em que lugar da lista é que ele se encontraria e a que percentagem de subida na lista é que esse salto corresponde.”

Os investigadores partem do pressuposto de que se há escolas com desvios na nota interna de 2, 3 ou 4 valores acima do desvio médio nacional, como constataram que há, todos anos, é seguro que também há alunos que de facto têm mais um valor na nota de ingresso do que teriam se tivessem concluído o secundário noutras escolas que inflacionam menos ou que deflacionam as notas internas."


aqui.

coisa para acompanhar em detalhe...


no jn...

terça-feira, 21 de outubro de 2014

coisas da educação [com (uns tantos) equívocos à mistura?]... a escola hoje, inclusão, diferenças e processo ensino-aprendizagem...!


no observador...

"“Uma escola que inclua todos os alunos e em que todos os alunos aprendam uns com os outros.” É esta a meta delineada por David Rodrigues para atingir a plena inclusão nas escolas. Professor catedrático na Universidade Portucalense, presidente da Associação Nacional de Docentes de Educação Especial e diretor da revista “Educação Inclusiva”, discursou perante uma plateia atenta de professores e interessados na Torre do Tombo, em Lisboa.

“A Inclusão nas Escolas” abriu na passada quinta-feira o Mês da Educação organizado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. O tema funciona para todos os ciclos e graus, “desde a primária ao ensino superior”, refere o orador que se juntou a Felicity Armstrong, professora emérita de Educação no Instituto de Educação da Universidade de Londres. David Rodrigues refere que a questão da inclusão ultrapassa os alunos com necessidades especiais. “São, sem dúvida, uma bandeira, por serem aqueles que são mais diferentes. Mas também nos devemos preocupar com os alunos que não aprendem, que vêm de meios muito pobres, que são deixados para trás. A escola foi criada para incluir todos os alunos.”

Critica a “naturalização” das reprovações e do insucesso escolar e afirma: “se uma escola tem 500 alunos, 500 alunos têm de aprender e não pode ser “natural” que 100 desses alunos não aprendam”. A inclusão nas escolas está, em grande parte, na responsabilidade dos professores que, por vezes, estão “muito pouco disponíveis para modificar a sua forma de ensinar”. As novas ferramentas digitais, como a internet e os dispositivos móveis, devem ser vistas pelo professor como um aliado, e não como uma ameaça, porque uma aula não tem de se resumir “ao caderno e ao quadro preto”. “Há professores nos Estados Unidos que pedem um resumo da aula aos alunos com um tweet”, exemplifica.
“A solução não é queimar os bons alunos para salvar os maus alunos”, adverte. Passa, sim, por estimular a aprendizagem, elevar as expetativas, usar os recursos da escola e da comunidade, porque “o objetivo deve ser sempre ensinar todos os alunos, entendendo a turma como um grupo heterogéneo.” E, afinal, qual é a finalidade última da educação? “Tornar os alunos verdadeiramente apaixonados pelo conhecimento”."


aqui.