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terça-feira, 13 de outubro de 2015

informações [educação]... o portal 'infoescolas' [comunicado do mec]... via portal do governo...!

2015-10-07 às 09:45 


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA LANÇA UMA NOVA VERSÃO DO PORTAL INFOESCOLAS


"O Ministério da Educação e Ciência lança hoje uma nova versão do Portal Infoescolas, que agora inclui todas as escolas do Ensino Básico Geral – 2.º e 3.º ciclos. Esta versão da plataforma online vem complementar o trabalho realizado durante esta legislatura de uma maior disponibilização de estatísticas da Educação, do qual também fazem parte o Infocursos, referente ao Ensino Superior, e o Infoescolas do Ensino Secundário – Cursos Científico-Humanísticos. O trabalho foi desenvolvido pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) em articulação com a Direção-Geral da Educação (DGE), com o objetivo de dar às escolas e à comunidade educativa o acesso a informação estatística relevante sobre a demografia dos alunos da escola e sobre o seu desempenho escolar. 

O novo Portal reúne informação sobre todos os estabelecimentos de ensino de Portugal Continental, públicos e privados, e apresenta dados regionais organizados por distrito e concelho. Desta informação, destacam-se a distribuição dos alunos por ano curricular e idade; os indicadores da progressão dos resultados dos alunos entre as provas finais do 4.º ano e do 6.º ano, e entre as provas finais do 6.º e do 9.º ano; a taxa de retenção ou desistência em cada ano curricular; e os resultados comparativos com escolas em contextos semelhantes. Inclui-se também um indicador completamente novo, que permite analisar a percentagem de alunos de cada escola que frequentou o ciclo sem qualquer retenção e obteve classificação positiva nas provas finais. Para além da informação pública, as escolas terão acesso reservado a dados mais desagregados, de forma a poder aplicá-los à sua realidade. 

O Infoescolas – 2.º e 3.º ciclos constitui mais uma das medidas promovidas pelo Governo para uma maior transparência, nomeadamente no que se refere à informação disponível quer para as escolas, através de uma ferramenta de apoio à gestão e consolidação da autonomia, quer para as famílias, alunos e comunidade envolvente, permitindo uma escolha mais informada e estimulando, ao mesmo tempo, uma participação mais ativa. Com mais e melhor informação, é possível identificar constrangimentos, refletir sobre práticas, planificar e implementar iniciativas e ações sustentadas para a promoção do sucesso escolar e o combate ao abandono. 

O Portal está disponível em http://infoescolas.mec.pt."


nota - o melhor, mesmo, é ir lá e 'cheirar' a informação disponibilizada...

quarta-feira, 18 de março de 2015

coisas da educação... das vocações...?

2015-03-17 às 14:23 
"ALARGAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS NO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO

O Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, determinou a continuidade e o alargamento dos cursos vocacionais no ensino básico e secundário. As escolas públicas e privadas podem agora submeter candidaturas para lecionar esta oferta formativa no ano letivo de 2015/2016, conforme o despacho publicado. 

O Ministério da Educação e Ciência tem vindo a registar uma forte adesão ao Ensino Vocacional, tanto das escolas e das empresas, como das instituições do ensino superior que através de parcerias têm contribuído para o desenvolvimento destes cursos. As ofertas vocacionais foram lançadas no ano letivo de 2012/2013, no ensino básico, e no ano seguinte alargadas ao ensino secundário, em ambos os casos em experiência piloto. Atualmente frequentam esta oferta formativa mais de 24 mil alunos, distribuídos por cerca de 1170 turmas. Mais de 5000 empresas estão envolvidas no Ensino Vocacional. 

Esta oferta tem vindo a mostrar-se determinante na execução dos objetivos traçados pelo Governo no cumprimento efetivo da escolaridade obrigatória. Tem contribuído para a redução do abandono escolar e para desenvolvimento de novos conhecimentos e capacidades, para uma melhor preparação dos alunos, tendo em vista a sua integração no mercado de trabalho ou o prosseguimento de estudos. 

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) lançou em janeiro o relatório Pesrpetiva da Política Educativa (Education Policy Outlook), que versou essencialmente sobre as políticas educativas que se traduzem nos resultados dos alunos, na qualidade da prestação das escolas e nos resultados globais do sistema de ensino. 

O documento destacou, no caso de Portugal, o trabalho desenvolvido, desde 2012, na área do Ensino Vocacional, incluindo Portugal no grupo de países que mais têm investido em medidas de preparação dos estudantes para o mercado de trabalho e num percurso profissionalizante do ensino. 

No âmbito do alargamento da escolaridade obrigatória, o MEC definiu novas respostas com vista a garantir a todos os alunos oportunidades de alcançar o sucesso escolar e, simultaneamente, a inclusão de todos no percurso escolar. Com base na avaliação dos projetos entretanto desenvolvidos pelas escolas relativos ao ensino vocacional, importa assegurar as condições indispensáveis à continuidade e desenvolvimento da oferta destes cursos, permitindo que as escolas possam vir a disponibilizar esta oferta formativa específica, desenvolvendo projetos pertinentes tanto para os alunos como para as regiões onde se localizam. 

A oferta do Ensino Vocacional tem permitido estreitar a ligação entre a escola e o mundo social, cultural e empresarial envolvente, sobretudo ao nível das empresas que necessitam de uma resposta concreta em termos de recursos humanos futuros com determinada qualificação específica. Os alunos abrangidos têm desenvolvido mais conhecimentos e capacidades, nos planos científicos, cultural, social e de natureza técnica, prática e profissional, que lhes permitem uma melhor preparação para o seu futuro. 

A via vocacional surge como uma alternativa para alunos que, num determinado momento do seu percurso escolar, queiram optar por uma vertente de ensino mais prática. Estes cursos têm finalidades diferentes no Ensino Básico e no Ensino Secundário: no Ensino Básico têm como principal finalidade motivar grupos de alunos para a continuidade dos seus estudos e para o desenvolvimento de conhecimentos e capacidades técnicas de natureza profissional; no Ensino Secundário pretende-se assegurar a quem os frequenta uma oferta de ensino que responda aos seus interesses e que proporciona uma saída profissional concreta, sem que tal prejudique a possibilidade de prosseguimento de estudos de nível superior. Neste último caso, existe também o propósito de as escolas, coordenadas com as empresas, darem resposta às necessidades relevantes destas, contribuindo para o desenvolvimento económico do país. 

O Ministério da Educação e Ciência, ao iniciar este processo de candidatura a cursos vocacionais para o ano letivo de 2015/2016, está a renovar a aposta que tem feito ao longo dos últimos anos, no sentido de que escolas e empresas apostem no desenvolvimento desta nova oferta, e assim contribuam para a qualidade e diversidade do ensino e para a sua ligação ao mundo do trabalho."


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

informações [educação]... a rede de oferta formativa 2014 - 2015... via dgeste...!

Oferta Formativa – 2014-2015

Rede de Cursos de Educação e Formação de Jovens 2014/2015

CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO- Candidaturas Aprovadas – 2014/2015

CURSOS VOCACIONAIS ENSINO SECUNDÁRIO – Candidaturas Aprovadas – 2014/2015

Rede de Cursos de Ensino Secundário Recorrente 2014/2015

Rede de Cursos de Educação e Formação de Adultos 2014-2015

Rede de Cursos Profissionais – 2014/2015

As turmas constantes do mapa de rede aprovado só são consideradas em definitivo após a respetiva validação na plataforma SIGO

Português Para Falantes de Outras Línguas (PPT)
Oferta formativa de setembro a dezembro de 2014

domingo, 10 de agosto de 2014

a rede de oferta formativa para o ano lectivo de 2014 - 2015... via dgeste...!

CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO- Candidaturas Aprovadas – 2014/2015

Cursos Vocacionais Ensino Básico- Ensino Particular e Cooperativo – Candidaturas Aprovadas 2014/2015

Cursos Vocacionais Ensino Básico – Ensino Público – Candidaturas Aprovadas 2014/2015

 

Rede de Cursos de Ensino Secundário Recorrente 2014/2015

Rede de Cursos de Ensino Secundário Recorrente 2014/2015

 

Rede de Cursos de Educação e Formação de Adultos 2014-2015

Rede de Cursos de Educação e Formação de Adultos 2014-2015

 

Rede de Cursos Profissionais – 2014/2015

Rede Nacional – 1º ano – 2014-2015


As turmas constantes do mapa de rede aprovado só são consideradas em definitivo após a respetiva validação na plataforma SIGO

Português Para Falantes de Outras Línguas (PPT)
Oferta formativa de setembro a dezembro de 2014


Rede da DSR Algarve e DSR de Lisboa e Vale do Tejo

terça-feira, 5 de agosto de 2014

legislação [educação]... português no estrangeiro... no dre...!

Índice do Diário da República n.º 149, Série II de 2014-08-05

Parte C - Governo e Administração Direta e Indireta do Estado
Despacho n.º 10035/2014. D.R. n.º 149, Série II de 2014-08-05
Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Educação e Ciência - Gabinetes dos Secretários de Estado das Comunidades Portuguesas e do Ensino e da Administração Escolar
Aprova a rede de cursos do ensino português no estrangeiro para o ano letivo de 2014-2015 e 2015

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

e ele [eles] tinha[m] outra... mentira na manga [e isto depois de uma prolixa cobertura mediática... de sinal contrário]... escola do porto encerra e contraria garantias do governo... no jornal de negócios...!

"Ministério avisa pais dos alunos da EB1 José Gomes Ferreira, no Porto, do fecho da escola três semanas antes do arranque do novo ano lectivo.
Os encarregados de educação dos alunos da Escola do 1º ciclo José Gomes Ferreira, no Porto, foram informados pelo Ministério da Educação, por carta, na semana passada, do encerramento imediato deste estabelecimento, ..."


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

e a educação na berlinda [sempre pelas más razões...?]... sindicato quer processar ministério por mau uso de dinheiro público... no i...!

"O ensino público no concelho de Lisboa tem capacidade para 162 turmas, mas no último ano letivo apenas 150 foram atribuídas às escolas públicas

O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa vai processar o Ministério da Educação por mau uso de dinheiros públicos e proteção ilegitima de interesses se forem atribuídas a colégios privados turmas com lugar na escola pública.

“Logo que seja conhecida a distribuição exata de turmas, vamos avançar com um processo contra o Ministério da Educação que terá incidência jurídica e política, porque é preciso mobilizar todos os meios em defesa da escola pública”, anunciou hoje o presidente do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), António Avelãs.

A queixa versará sobre o “mau uso de dinheiros públicos, a proteção ilegítima de interesses e o não respeito pela legislação” dos contratos de associação, esclareceu hoje o SPGL, nas Caldas da Rainha, tomando como exemplo dois colégios privados do concelho a que considera estarem a ser atribuídas turmas que teriam lugar no ensino público.

De acordo com o SPGL, o ensino público no concelho tem capacidade para 162 turmas, mas no último ano letivo apenas 150 foram atribuídas às escolas públicas.

Em contrapartida, adiantou o sindicato, dois colégios com contrato de associação (colégio Rainha D. Leonor e Colégio Frei Cristóvão, ambos do grupo GPS) funcionaram com 56 turmas.

Para António Avelãs, os números demonstram que “foram atribuídas aos colégios pelo menos 12 turmas que caberiam perfeitamente nas escolas públicas” e que custaram aos contribuintes “mais de um milhão de euros por ano pagos a estes privados”.

A situação configura para o sindicato “uma má gestão dos dinheiros públicos e uma atitude de compadrio e proteção de interesses ilegítimos” que o SPGL quer condenar jurídica e politicamente assim que for conhecido o número de turmas atribuídas aos dois colégios no ano letivo 2013/2014.

O SPGL estima que as turmas do ensino público aumentem de 150 para 158, mas levanta dúvidas sobre “o secretismo das negociações” entre o grupo e o ministério por desconhecer o número de turmas de 5.º, 7.º e 10.º anos atribuídas aos colégios.

Contactado pela Lusa, o Ministério da Educação e Ciência recusou comentar, e a administração do Grupo GPS esclareceu que o número de turmas de início de ciclos aguardava “os resultados de um estudo que estava a ser realizado pelo ministério, e que definiu depois o número total de turmas aprovado”.

Posteriormente, um protocolo entre o ministério e a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP), assinado a 16 de julho, definiu para este ano letivo o mesmo número de turmas do ano anterior.

“Este protocolo é cumprido escrupulosamente pelos colégios”, assegurou o grupo GPS, admitindo poder ver “o número de turmas reduzido, uma vez que assistimos a uma diminuição natural do número de alunos, e porque foram feitas alterações na constituição de turmas, nomeadamente no que respeita ao número mínimo de alunos por turma”."


vídeo... governo não vai encerrar [mais] escolas no próximo ano lectivo [desenvolvimento da notícia anterior]... no diário económico...!

aqui.

ah... [pois... ano de eleições autárquicas...?... tresanda a propaganda eleitoral]... governo não vai encerrar [mais] escolas no próximo ano lectivo... no diário económico...!

"Processo de reordenamento da rede escolar, que em 11 anos implicou o fecho de mais de 6500 escolas do 1.º ciclo, está concluído.

Pela primeira vez em onze anos, no mês de Setembro não haverá escolas do 1º ciclo a encerrar. Depois de mais de 6.500 terem fechado portas - na sua maioria com menos de 21 alunos - o Ministério da Educação revela ao Diário Económico que "o processo de reorganização da rede do 1º ciclo está concluído". No entanto, a tutela de Nuno Crato não esclareceu se esta é uma decisão válida apenas para o próximo ano lectivo, que se inicia em mês de eleições autárquicas.
A política de encerramento de escolas foi iniciada, de forma planeada, em 2002, pelo Governo de Durão Barroso e sob a tutela de David Justino, prosseguindo nos governos de José Sócrates e de Pedro Passos Coelho. Maria de Lurdes Rodrigues encerrou cerca de 2.500 escolas entre 2005 e 2009, a que se somaram as 701 encerradas por Isabel Alçada em 2010. Nuno Crato fechou 536."


última hora... olha que novidade [é 'explosiva'...!]... governo não vai fechar mais escolas (no próximo ano lectivo) [mas no outro... quem sabe...?]... no diário económico...!