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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

informações [educação]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 11 — 27/01/2016


Informações Gerais

 
Visitas de Estudo – Futurália 2016
A visita de estudo é um dos meios que mais estimula os alunos, dado o carácter motivador que constitui a saída do espaço escolar. A visita de estudo à Futurália tem múltiplas potencialidades pedagógicas e formativas, promovendo o interface entre o mundo académico e empresarial e a educação formal e não formal, tendo em vista motivar e incentivar os jovens a encontrar o seu talento e a apoiar as decisões do seu futuro pessoal e profissional.
A Futurália 2016 decorre de 16 a 19 de março, na Feira Internacional de Lisboa.
Decorre até ao dia 19 de fevereiro o período de candidatura para Assistentes de Português em França, para o ano letivo 2016/2017.
Os lugares de Assistente de Português em França destinam-se a jovens estudantes licenciados ou em final da licenciatura e obedecem aos seguintes requisitos:
 - Deter nacionalidade portuguesa;
- Ter até 30 anos de idade;
- Possuir competências linguísticas em francês, de nível B1 (Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas).

quarta-feira, 1 de abril de 2015

domingo, 1 de fevereiro de 2015

a leitura para o [resto do] fim-se-semana...

declaração de interesses:

sendo um leitor assíduo, desde miúdo, de banda desenhada não sou um claro aficcionado deste tipo de publicações [charlie hebdo, mad e outras semelhantes]... e conheço alguma coisa coisa do trabalho desenvolvido por wolinski, por exemplo.

não tenho mais comentários a fazer... deixo aqui, para consulta, a edição pós-atentado...!

boas leituras.




segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

ora bem...



Manifestação tornou Paris "capital do mundo", diz Hollande Merkel classificou mobilização internacional como incentivo para reforçar ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Presentes estiveram 44 chefes de Estado e de governo.

no dn 'online'...

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

coisas da educação [escrita]... reflexões para o fim de dia...!


via feedly...

"Vale a pena ler o artigo L’orthographe préoccupe les universités, escrito por Paul de Coustin e publicado no jornal Le Figaro (on line), do passado dia 26 de Dezembro.
 
Nele se aborda um problema gravíssimo e nada novo: a degradação das competências de escrita dos estudantes que chegam ao ensino superior.
 
Muitos professores reconhecem-no e falam dele, começando também a receber a atenção de investigadores mas quando se trata de tomar medidas alguma coisa falha e, em geral, nada se faz.
 
Talvez se compreenda esta espécie de inactividade por parte de escolas superiores e universidades se pensarmos no seguinte:
Caberá a tais instituições resolver o problema? A resposta mais imediata é: não, não é essa a sua tarefa, a aprendizagem da escrita tem de ser feita ao longo da escolaridade básica.

 
Mas, por razões diversas, essa aprendizagem tem falhas e, portanto, as ditas instituições ficam com o problema em mãos. Então o bom-senso aconselharia que recusassem os estudantes que não dominam suficientemente a escrita, pois sem ela é impossível avançar em qualquer área de estudos superiores. Porém, se o fizessem muitos cursos fechariam com as respectivas consequências para a manutenção dos departamentos e do corpo docente.
 
Neste cenário dilemático, caso os recursos o permitam, algumas instituições têm tentado fazer face ao problema, criando unidades/módulos/centros para aprendizagem da escrita.
 
Mas o ensino de jovens adultos é mais exigente do que o ensino de crianças; requer técnicos especializados, persistência por parte dos estudantes e continuidade didáctica, nada que fique resolvido com algumas sessões intensivas no ínicio de um curso. Acontece que estas condições nem sempre são devidamente ponderadas por parte de quem toma, ainda que de boa mente, decisões.
 
Depois de os Estados Unidos e do Brasil - pode haver outros países que desconhecemos - terem avançado em termos de diagnóstico e de remediação, eis a Europa a seguir-lhe os passos. Não discordarmos, sendo essas as condições, que apontam para uma situação de transição. Mas já discordamos se as instituições de ensino superior fizerem desta aprendizagem uma das suas missões.
 
O essencial tem de ser debatido: é nos primeiros anos de escolaridade que os alunos devem aprender a escrever. Uma vez detectadas falhas graves, como aquelas que começam a vir a debate, são os sistemas educativos que precisam de rever as suas opções e procedimentos."
 
Helena Damião e Isaltina Martins

no de rerum natura... aqui.


"Plusieurs établissements se mobilisent pour améliorer le mauvais niveau de français de leurs étudiants. 

C’est le nouveau cheval de bataille des universités françaises. Depuis plusieurs années déjà, le constat s’impose: le niveau de langue des étudiants se dégrade. Le baccalauréat, obtenu par plus de 80 % d’une génération, n’est plus le garant d’un bon niveau de français, écrit comme oral, et les bacheliers accèdent aujourd’hui massivement à l’université malgré leurs lacunes. Des difficultés d’expression que les chargés de TD et maîtres de conférences observent maintenant à tous les niveaux et dans toutes les filières. Si les établissements d’enseignement supérieur - tous confondus - se sont longtemps reposés sur des organismes privés pour faire face à ce problème grandissant, plusieurs universités s’organisent aujourd’hui pour reprendre la main sur la plume de leurs étudiants.

En 2013, un test de niveau passé par plus de 700 étudiants en droit et en langues de l’université de Bourgogne révélait des difficultés importantes. «70 % des étudiants avaient un niveau inférieur au niveau requis» et présentaient des lacunes concernant des règles de base, que ce soit en «vocabulaire, en grammaire, en syntaxe ou en orthographe», analyse Stéphanie Grayot-Dirx, professeur de droit et vice-présidente en charge de la réussite en licence de l’établissement. Un résultat alarmant qui peut, selon elle, être étendu à l’ensemble de l’enseignement supérieur français. «Je suis passée par l’université Cergy-Pontoise et par l’université Paris-VIII, les chiffres sont les mêmes», assure-t-elle. Pour lutter contre cet état de fait, sous l’impulsion de sa vice-présidente, l’université a expérimenté l’année dernière un Centre des pratiques de l’écrit et de l’oral en français. Le lieu s’inspire des Writing Centers développés depuis plusieurs décennies déjà dans les universités nord-américaines. Le centre se veut «innovant», selon Stéphanie Grayot-Dirx, et ne «se concentre pas seulement sur l’orthographe. On y travaille le vocabulaire et la construction de l’argumentation.» Ouverts à tous, les cours sont gratuits et disponibles selon plusieurs formules proposées aux étudiants en fonction de leurs besoins. Les méthodes pédagogiques utilisées se veulent adaptées au public concerné. «L’enjeu est de faire progresser des adultes, explique Stéphanie Grayot-Dirx, pas de faire travailler nos étudiants sur des exercices que l’on donne à des élèves de collège.» Pour elle, le facteur déterminant de la réussite du programme est qu’il se fonde sur une logique de volontariat. Les étudiants doivent eux-mêmes prendre conscience de leurs difficultés et se présenter au centre. «Selon nous, la motivation des étudiants est un élément essentiel» de ces cours de rattrapage, explique la responsable."

para ler o resto do artigo... aqui.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

informações [educação]... conferência e o espaço, prémio jacques delors e francofonia e biblioteca digital... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

1.ª Conferência de Professores EspAciais - ESERO PT
No âmbito do projeto ESERO, realiza-se a 14 e 15 de novembro, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, a 1.ª conferência de professores ESERO Portugal, que pretende abordar temas de grande atualidade relacionados com o Espaço, permitindo aos docentes um conhecimento mais preciso dos temas lecionados nas aulas. A participação é gratuita, mas de inscrição obrigatória.

ESERO (European Space Education Resource Office) é um programa educativo da Agência Espacial Europeia (ESA), que usa o Espaço como contexto inspirador para a aprendizagem das ciências, tecnologias e matemática, como forma de promover o interesse dos alunos por estas disciplinas nos ensinos básico e secundário e incentivar carreiras científicas e de engenharia.

Para além das palestras teóricas, estão previstas oficinas práticas orientadas para os currículos nacionais, a cargo da Equipa de formadores do ESERO Portugal. Os professores participantes serão convidados a apresentarem, sob a forma de posters, os trabalhos desenvolvidos nas escolas na área do Espaço.

A conferência está acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua. Para inscrições e mais informações, consultar o sítio ESERO Portugal do Ciência Viva.


Prémio Jacques Delors 2015
Está a decorrer o concurso para a edição de 2015 do Prémio Jacques Delors, iniciativa do Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD), que distingue anualmente um trabalho de investigação sobre a União Europeia, na modalidade de Ensaio Académico, da autoria de licenciados, redigido em língua portuguesa.

Esta iniciativa tem por objetivo incentivar o aparecimento de obras inéditas sobre a União Europeia, em língua portuguesa, privilegiando-se temas atuais e inovadores da realidade europeia, considerando-se incluído neste conceito teses de mestrado e doutoramento não publicadas.

O prazo de candidaturas termina a 15 de dezembro de 2014.


A Culturethèque agora acessível a todos em Portugal!
Perante o sucesso da Culturethèque, o Institut Français du Portugal decidiu que a a biblioteca digital deveria estar ao alcance de todos, sem limites, em Portugal continental e ilhas.

Graças à plataforma digital em linha do Institut Français du Portugal, agora acessível para todos, os amantes da cultura francesa podem aperfeiçoar os seus conhecimentos do francês através de jogos e de exercícios, descobrir os conteúdos lúdicos adaptados às crianças e aos adolescentes, beneficiar de uma cinemateca com mais de 1000 filmes e documentários.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

informações [educação]... formação em contexto de trabalho, francofonia e a mediação escolar... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO - REFLEXÕES E DEBATE
Visando a apropriação de conhecimentos e o desenvolvimento de competências relevantes para o exercício da atividade profissional dos alunos, realizando transições entre ciclos de ensino, bem como entre a Escola e o mundo do trabalho, a Formação em Contexto de Trabalho (FCT) tem conduzido a uma preocupação constante no sentido de dar cumprimento aos seus objetivos.

É em contexto de reflexibilidade crítica que o Centro de Formação de Escolas António Sérgio organiza o ciclo de Palestras "Formação em Contexto de Trabalho: Reflexões e Debate", a decorrer nos dias 1, 15 e 29 de novembro, no auditório da Escola Secundária D. Dinis, em Lisboa. Pretende-se ser um fórum transdisciplinar, onde participam alunos, especialistas, investigadores, empresários, professores, psicólogos e outros agentes educativos e sociais, dando voz aos diferentes intervenientes nos processos de FCT, contribuindo para uma melhor inclusão escolar e social dos alunos.

Francotonalités, 2
Pelo segundo ano consecutivo, a Association Portugaise des Professeurs de Français organiza, no ano letivo de 2014/2015, um concurso subordinado ao tema das imagens, das cores e dos sons francófonos.

Este concurso, destinado aos alunos de francês dos estabelecimentos de ensino público e privado, tem como objetivo promover a aprendizagem da língua francesa.

Os projetos selecionados serão apresentados durante a Semana da Francofonia.

A Mediação Escolar pelo IAC
O SOS-CRIANÇA do Instituto de Apoio à Criança, procura dar resposta às situações a partir de uma intervenção local e nesse sentido surge a mediação escolar, que dinamiza, acompanha e supervisiona os diferentes gabinetes de mediação escolar.

Os gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família definem uma metodologia de abordagem individual, apoiada num clima de confiança entre técnico e aluno, e numa articulação de trabalho entre os diferentes serviços de apoio da escola e parceiros da comunidade. Este trabalho tem como objetivo a intervenção nos problemas sociais que afetam o aluno procurando a sua integração social.

A Mediação Escolar tem como finalidade a integração social de alunos a partir da criação e supervisão dos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF).


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

segunda-feira, 3 de março de 2014

curiosidades dos 'rankings' das universidades... 'discipline par discipline, quelles sont les meilleures universités dans le monde ?...Il y a une vie après le bac !'... no orientation blog do le monde...!

Dans le détail :

  • en comptabilité et finance, Harvard l’emporte devant Oxford, la LSE, Cambridge et Stanford (Bocconi est 31ème) ;
  • en agriculture et forêts, UCL Davis l’emporte devant Wagennigen (Pays-Bas), Cornell, Wisconsin-Madison et Iowa State ;
  • en biologie Harvard l’emporte devant Cambridge, le MIT, Oxford et Stanford (ETH Zurich est 10ème) ;
  • dans le BTP, MIT est premier devant l’université de l’Illinois Urbana-Champaign, Tokyo et Cambridge ;
  • en chimie le MIT l’emporte devant Berkeley, Cambridge, Harvard et Stanford (ETH Zurich est 7ème) ;
  • en communication Wisconsin-Madison est première devant la LSE, Berkeley, Southern California et l’université du Texas at Austin (la Nanyang Technological University de Singapour est 6ème) ;
  • en droit, Harvard l’emporte devant Oxford, Cambridge, Yale et la NYU (Paris 1 Panthéon-Sorbonne est 27ème).
  • en économie Harvard l’emporte devant le MIT, la LSE, Stanford et Berkeley (Paris 1 est 44ème, l’université Toulouse 1 Capitole dans les 100 premiers) ;
  • en électricité et électronique, c’est le MIT qui reste leader devant Stanford, Berkeley, Cambridge et l’ETH Zurich ;
  • dans l’environnement Berkeley premier, Harvard deuxième précèdent ETH Zurich et Cambridge ex aequo devant Stanford (Wagennigen au Pays-Bas est 8ème) ;
  • en géographie, Oxford précède trois autres universités britanniques (LSE, Cambridge et
    Durham) et Berkeley (la National University de Singapour est 9ème) ;
  • en histoire, Cambridge et Oxford précèdent Harvard, Yale et Princeton (Paris 1 Panthéon-Sorbonne est 13ème) ;
  • en informatique, le MIT l’emporte devant Stanford, Carnegie Mellon, Cambridge et Harvard (la National University de Singapour est 9ème) ;
  • dans les langues c’est le MIT qui l’emporte précédant UCLA, Edinburgh, Oxford et Stanford ;
  • en lettres c’est Oxford qui mène le bal devant sa grande rivale de Cambridge, Harvard, Yale et Berkeley ;
  • en lettres modernes, même top 3 qu’en lettres (Oxford, Cambridge, Harvard) puis suivent Berkeley et Stanford et Yale ex aequo ;
  • en mathématiques victoire d’Harvard devant le MIT, Oxford, Berkeley et Cambridge ex aequo (l’École polytechnique est 21ème, l’ENS Paris 45ème);
  • en mécanique et aéronautique victoire du MIT qui précède Stanford, Cambridge, Berkeley et Michigan (la National University de Singapour est 6ème ex aequo avec l’Imperial College) ;
  • en médecine Harvard l’emporte devant Oxford, Cambridge, Stanford et UCLA ;
  • en pharmacie Harvard l’emporte devant quatre universités britanniques: Oxford, le King’s College London, University College London et Manchester ;
  • en philosophie, NYU l’emporte devant Oxford, Pittsburgh, Rutgers et Cambridge ;
  • en physique et astronomie, le MIT précède Harvard, Cambridge, Stanford et Berkeley ;
  • en psychologie Harvard tient la tête devant Cambridge, Oxford, Stanford et Yale ;
  • en sciences de la vie et de la mer, Harvard est première devant Cambridge, Berkeley, Caltech et le MIT (ETH Zurich est 9ème) ;
  • dans les sciences de l’éducation l’Institute of Education de l’université de Londres se classe première devant Melbourne, Harvard, Cambridge et Stanford ;
  • dans les sciences des matériaux, le MIT est le meilleur devant Stanford et Cambridge (ex aequo), l’Imperial College et Berkeley (les deux universités de Singapour, NUS et NTU, sont respectivement 6ème et 8ème) ;
  • en sciences politiques et internationales, victoire de Harvard, devant Oxford, la LSE, Princeton et Yale (Sciences Po Paris est 13ème) ;
  • en sociologie Harvard est première, Berkeley et UCLA 2ème ex aequo, Wisconsin Madison 4ème, la LSE 5ème ;
  • en statistiques carton plein pour les universités américaines avec Stanford qui l’emporte et précède le MIT, Berkeley, Harvard et Georgia Tech (l’UPMC est 36ème).


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

o poder do dinheiro?... a tentação do lucro?... business schools : la tentation de la spécialisation... no focus campus...!




"Coup sur coup, plusieurs écoles de management viennent d'attirer l'attention sur leurs programmes de spécialité. Ce sont d'abord Grenoble EM, l'EM Normandie et l'ESC Dijon-Bourgogne qui ont décidé de mutualiser leurs cursus spécialisés, et de permettre à leurs étudiants d'accéder à l'ensemble de ces cursus en 3ème année. Ils pourront ainsi obtenir, en plus du diplôme de leur école, un diplôme MS, MSc ou de 3ème cycle de l'institution partenaire. Plus récemment, l'ESC La Rochelle et le groupe ESC Troyes se sont alliées avec l’Escaet et l’IEFT (groupe Idrac) pour créer le premier portail d’admission des écoles supérieures de tourisme.

Quel est l'enjeu ? Quelle est la portée de ces initiatives ? Pour comprendre, remontons assez loin. Traditionnellement, les écoles de gestion présentent un profil "généraliste". On y enseigne à la fois le marketing et la finance, la compta et la stratégie ou la GRH. Bref, l'ensemble des disciplines du management. C'est l'une des raisons de leur succès : les diplômés qu'elles forment disposent d'un bagage large, polyvalent, qui leur permet d'occuper des fonctions variées dans des structures diverses.

Des écoles généralistes... de plus en plus spécialisées

Mais peu à peu, à côté de ce programme "généraliste" (en gros, le cycle "grande école"), ces institutions se sont doté d'une batterie de programmes de spécialité : options de 3ème année, mastères spécialisés, MSc (destinés à l'international), programmes courts de formation continue. Comme elles ne peuvent pas tout faire, elles ont misé sur quelques domaines, en fonction des compétences disponibles au sein de leur corps professoral, des traditions locales, des demandes des industriels, etc. Le plus souvent sans véritable stratégie, en fonction des opportunités.

Au fil du temps, ces programmes ont occupé une place croissante dans le périmètre des écoles. Certaines d'entre elles accueillent ainsi autant, sinon plus d'élèves dans leurs MS, MSc et autres cycles spécialisés que dans leur cursus "grande école". Pour trois raisons : ces programmes sont profitables (ils se vendent couramment plus de 10.000 euros par an), ils sont très prisés des enseignants, et ils sont bons pour l'image de l'école, qui peut ainsi se différencier de la concurrence. Résultat, à des ensembles souvent hétéroclites au départ ont succédé de véritables pôles d'expertise, alliant cursus de spécialité, formation continue et laboratoire de recherche, le tout en liaison avec les entreprises.

Par la suite, progressivement, certaines écoles acquis une solide notoriété sur tel ou tel domaine. Au point qu'aujourd'hui, ces pôles d'expertise jouent un rôle clé dans l'image et l'identité des écoles. De leur "marque", pour reprendre un terme à la mode.

Prenons l'exemple de l'ESC-Dijon-Bourgogne. Qu'est-ce qui fait sa notoriété, en France et à l'international ? Avant tout, son pôle de formation dans le domaine du vin. On y trouve déjà, regroupés depuis novembre sous la nouvelle bannière "School of wine & spirits business", quatre programmes : un MS "Commerce international des vins et spiritueux" (en versions "full time" et "part time"), un MSc "Wine Business", un MSc "Wine Management", ainsi que le MS "Management des entreprises culturelles et des industries créatives", lui aussi de plus en plus tourné vers le vin. Et le portefeuille est appelé à s'enrichir encore, par exemple en faisant appel aux MOOCs, ou avec le développement de l'"Executive Education" autour du vin. Le tout compte déjà huit professeurs permanents. Au sein du groupe, la nouvelle "School" dispose d'une autonomie de décision - en matière d'investissement, de choix des partenaires, de recherche... Même si certains services sont partagés. Le directeur général, Stéphan Bourcieu, ne s'en cache pas : "Notre champ d'expertise pour rayonner, c'est le Wine & Spirit Business, souligne-t-il. C'est un domaine sur lequel nous sommes totalement légitimes, en phase avec notre implantation régionale. Notre ambition est de devenir la référence mondiale sur ce sujet. 

Mais pour autant, nous n'allons pas devenir l'école du management des vins et spiritueux. Nous restons une école généraliste."

De la même façon, la formation dans le domaine du tourisme est la marque distinctive de l'ESC La Rochelle. Idem pour l'EM Normandie avec le management portuaire - l'école possède une indiscutable légitimité dans ce domaine. Même chose encore pour Grenoble EM avec le management de la technologie, un sillon que l'école laboure avec ténacité depuis sa création. De même, l'Edhec a incontestablement réussi avec la finance, l'Edhec Risk and Resaerch Center. Le groupe ESC Troyes, qui mise sur son école de tourisme, bénéficie aussi d'une solide notoriété en matière d'innovation et d'entrepreneuriat.

Quelles sont les prochaines étapes prévisibles de ce mouvement ? 

D'abord, on peut imaginer que les écoles vont investir encore davantage pour muscler ces pôles d'expertise et les faire connaître, notamment à l'international. Mais ces investissements risquent aussi de se faire au détriment d'autres pôles de compétences - car il est difficile de posséder une vraie expertise dans 4 ou 5 domaines, et plus encore de les promouvoir : on risque de brouiller le message. Mieux vaut sans doute miser sur un seul domaine, sur lequel on peut être leader incontournable.

Une stratégie qui favorise les coopérations

Reste qu'à terme, même la formation "généraliste" pourrait pâtir de cette évolution. Mais il est vrai que dans cette période d'incertitudes et de restrictions budgétaires, une telle stratégie peut offrir une planche de salut pour nombre d'institutions. Déjà, celles qui ne disposent pas d'un pôle d'expertise reconnu sont à la peine. Qui peut dire quel est (était ?) le vrai point fort de l'ESC Saint-Etienne ? En revanche, les écoles leaders, les "parisiennes", peuvent continuer à cultiver leur image généraliste - ce qui ne les empêche pas de jouer aussi la carte de l'excellence sur quelques thèmes.

Cette stratégie peut aussi conduire à multiplier les partenariats. "La mutualisation d'expertises entre nos écoles est une voie d'avenir", estime ainsi Jean-François Fiorina, directeur de l'ESC Grenoble. "Etre une école généraliste est à la fois une force et une faiblesse, analyse de son côté Stéphan Bourcieu. Les profils généralistes que nous formons ont une vision d'ensemble, certes. Mais cela nous conduit aussi à diluer nos ressources. Il est difficile de faire vivre un corps professoral composé de dix départements différents, sauf à disposer de moyens considérables. C'est pourquoi on se dirige sans doute vers une spécialisation croissante des écoles. Chacune continuera d'offrir les enseignements de base, et misera sur deux ou trois domaines, pas davantage, pour ses enseignements d'expertise. Cela ouvre la voie à des coopérations multiples. Et cela peut constituer une alternative aux fusions."

Si cette stratégie semble aujourd'hui d'actualité pour les business schools, elle peut aussi le devenir pour les écoles d'ingénieurs. Déjà, à l'Ecole des Mines de Nantes, le laboratoire Subatech (physique subatomique et technologies associées), qui aligne 200 personnes (chercheurs et techniciens), pèse presque autant, en termes d'effectifs salariés, que l'école elle-même. Et sa notoriété a largement dépassé les frontières. Autre exemple, les Mines d'Alès, de plus en plus reconnues pour leur excellence en matière d'innovation et d'entrepreneuriat.
Demain, ce sera peut-être au tour des universités de s'engager dans cette voie..."



sábado, 21 de dezembro de 2013

no mundo global [competitivo...?] da (des)educação e da desonestidade intelectual (!)... condamnée pour avoir plagié le mémoire de son étudiant... no le monde...!

"La sanction est rude : les magistrats du tribunal correctionnel de Paris ont reconnu, le 19 décembre, Christine Marchal-Sixou coupable de plagiat, plus précisément de « contrefaçon d'une œuvre de l'esprit », le mémoire en odontologie de Samer Nuwwareh, un de ses étudiants en master, à la faculté de chirurgie dentaire de Toulouse.

Lire : Une affaire de plagiat secoue la faculté dentaire de Toulouse

Elle est condamnée à 5 000 euros d'amende, 20 000 euros de dommages et intérêts au titre du droit de paternité et d'indemnisation du préjudice moral et, surtout, au retrait de sa propre thèse, à la destruction de tous les exemplaires et à l'affichage de cette décision de justice, pendant un mois, dans les locaux des universités Paul Sabatier, de Toulouse, et René Descartes, à Paris.

PRIVÉE DE SON TITRE DE DOCTEUR ?

Si le jugement est confirmé en appel, ses conséquences sont particulièrement dures, puisqu'il pourrait priver Mme Marchal-Sixou de son titre de docteur, donc de son poste de maître de conférences à Toulouse, ce qui compromet son avenir professionnel universitaire.

Les juges ont établi l'ampleur des reprises et constaté l'absence de toute citation du nom de Samer Nuwwareh dans la thèse soutenue, le 19 décembre 2006, par Mme Marchal-Sixou. Ils ont considéré comme particulièrement inacceptable cette « contrefaçon commise dans le cadre d'un travail portant sur le thème de l'éthique médicale ».

SON MARI RELAXÉ

Le mari de Mme Marchal-Sixou, Michel Sixou, doyen de la faculté dentaire de Toulouse et directeur du laboratoire dans lequel son épouse avait mené ses recherches avec M. Nuwwareh, est, lui, relaxé du chef de complicité de contrefaçon.
Le tribunal s'étonne bien « du contexte dans lequel les emprunts ont été effectués, puisqu'il ressort du dossier que Samer Nuwwareh n'a été pris en stage, par Michel Sixou, qu'afin de travailler dans le domaine de recherche de son épouse » et que « M. Sixou n'ait à aucun moment mis en garde son épouse des emprunts qu'elle effectuait ». Néanmoins, « ces éléments relèvent de l'éthique et de la déontologie et ne caractérisent pas une complicité au sens pénal », concluent-ils."


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

bom... não é só por cá que a 'barbárie' avança [pelos vistos]... réforme des décharges horaires : les enseignants de classes préparatoires en colère... no peut mieux faire:..!

"Ils ne sont pas du genre « bonnets rouges », les enseignants de classes préparatoires. Ils n’ont guère l’habitude de descendre dans la rue. Et pourtant, les voilà mobilisés, en masse, contre un projet de réforme que le ministre de l’éducation nationale, Vincent Peillon, est en train de négocier avec les organisations syndicales. Un projet qui touche à leur temps de travail et à leur rémunération.

Assemblées générales, pétitions, actions spectacles type « happening », mais aussi parfois suppression des devoirs surveillés, rétention des notes… Les quelque 6 000 professeurs de prépas sont très énervés et ils le font savoir depuis quelques jours. Du jamais-vu depuis la réforme lancée par Claude Allègre en 1998, qui visait à baisser la rémunération des heures supplémentaires. Cette fois encore, il est question d’une baisse importante de leur revenu annuel : de 10 % à 20 % selon les calculs syndicaux – jusqu’à 10 000 euros par an pour certains. Des chiffres que le ministère de l’éducation nationale n’a pour l’instant pas confirmés – celui-ci préférant garder le silence durant la négociation."

para ler o resto do artigo... siga a ligação abaixo...


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

afinal... há reflexos lá por fora... la crise et le vote : après les élections municipales au Portugal ...!

"Du soulèvement de la jeunesse de mars 2011 à la victoire surprise, à Porto, de l'indépendant Rui Moreira aux municipales de dimanche, le Portugal cherche en tâtonnant une nouvelle expression politique. Mais la « partitocratie », comme ailleurs, résiste.

Bien avant les « Indignés » de la Puerta del Sol à Madrid, la jeunesse urbaine et souvent diplômée du Portugal, première victime, comme partout en Europe, d’une crise économique et sociale sans équivalent depuis les années trente du siècle dernier, avait fait éclater le cadre traditionnel de la protestation avec le mouvement « Geraçao à rasca ». Sans trouver la voie d’un débouché politique. La victoire surprise dimanche 29 septembre à Porto, deuxième ville du pays, d’un candidat véritablement indépendant, contre les machines politiques des partis du « bloc central », le PSD (centre droit) au « pouvoir » et le PS (centre gauche) dans « l’opposition », écrit une page nouvelle d’une histoire paradoxale, celle de la résistance des structures politiques traditionnelles aux bouleversements systémiques révélés par la crise.

« Pouvoir » et « opposition » bien relatifs, ce qui justifie ces guillemets, puisque le gouvernement de coalition du PSD-CDS de Pedro Passos Coelho est essentiellement voué depuis sa naissance au printemps 2011 à la mise en œuvre du mémorandum signé par le gouvernement « socialiste » sortant de José Socrates avec les bailleurs de fonds internationaux du pays. La troïka UE-FMI-BCE était d’ailleurs de nouveau à Lisbonne pour ce week-end électoral, à la veille d’une nouvelle évaluation conditionnant le déboursement des dernières tranches du programme d’appui financier de 78 milliards d’euros qui prend fin en avril 2014.

 « Si les partis n’ont pas compris ce qui s’est passé ici aujourd’hui, alors c’est qu’ils n’ont rien compris », a lancé dans son allocution victorieuse Rui Moreira, un novice en politique venu de la société civile, qui a écrasé le favori des sondages, de l’establishment politique et des commentateurs lisboètes avertis, le « dinosaure » du PSD Luis Felipe Menezes, qui voulait traverser le Douro pour prolonger à Porto un règne ruineux à Vila Nova de Gaia. Tout aussi notable a été l’incapacité du candidat du PS à exploiter ce qui pouvait apparaître comme une simple division de la « droite », le maire sortant PSD Rui Rio ayant joué un rôle important dans la défaite de son ennemi (et néanmoins camarade de parti) Menezes.

Tout aussi intéressant est le fait que le triomphe de Rui Moreira, président de la plutôt poussiéreuse Association commerciale de Porto, ne soit pas celui de la démagogie et du populisme, au contraire de l’apanage du candidat « officiel » Menezes qui, après avoir placé Gaia au bord de la faillite (deuxième dette municipale du pays), avait fait exploser à Porto le plafond légal des dépenses électorales, promettant la lune aux quartiers déshérités et étant même accusé d’achat de votes, comme un Serge Dassault au petit pied. « Nous avons toujours dit que nous n’étions pas contre les partis mais que les partis ne se comportaient pas bien, et cette élection est un signal clair donné par Porto que l’on peut faire autrement et que les partis doivent être différents », a insisté Moreira. 

Discours qui, remarquablement, trouvait un écho dans les propos de l’autre triomphateur de la soirée, le maire de Lisbonne Antonio Costa, réélu pour un troisième (et dernier mandat), avec, pour la première fois, plus de 50 % des suffrages accordés par les électeurs à sa « majorité plurielle » autour du PS, aussi bien pour l’exécutif (camara) que l’assemblée municipale, le parlement des communes. Et arrivant en tête dans les 24 « freguesias » de la capitale. Il faut rappeler que pour ces élections municipales l’électeur portugais devait mettre trois bulletins dans l’urne, pour l’équipe dirigeante du « conseil » (municipalité), l’assemblée et les mairies de quartier, avec un mode de scrutin proportionnel.  Antonio Costa, qui avait refusé en 2012 de se lancer dans la course à la présidence du PS, laissant la place au très falot José Antonio Seguro, a invité les partis à « réfléchir », sur la base des résultats, « à leur ouverture à la société, aux mouvements, aux citoyens ».

Au-delà de la poussée, à Porto et ailleurs, des nombreuses listes indépendantes, qui dépassent les 6 % à l’échelon national (mais certaines ne sont que des dissidentes de partis établis), ces élections municipales auront vu un renouvellement sans précédent de la classe politique locale, la moitié des 308 conseils et des 3 091 mairies de quartier devant changer de tête. Renouvellement aidé par deux changements institutionnels : la loi prohibant plus de trois mandats locaux consécutifs et une réforme administrative réduisant d’un petit millier le nombre de « freguesias ». À Porto, Menezes était le plus emblématique de ces « dinosaures » qui tentaient de contourner la loi en se présentant dans une commune voisine, et dont une poignée a d’ailleurs réussi son coup, avec la complicité des ineffables juges du Tribunal constitutionnel. Dans la grande majorité des cas, les électeurs ont sagement désavoué les juges."

de philippe riès

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

rentrée : ces changements dont vincent peillon se félicite... no le monde...!

"A moins d'une semaine du retour en classe des écoliers français, le ministre de l'éducation nationale a détaillé, jeudi 29 août, ce qu'il a appelé la "première rentrée de la gauche", fustigeant "des années d'attaques cruelles contre l'école, une grande perte de confiance, des suppressions massives de postes" lors d'une conférence de presse.

Vincent Peillon a placé cette rentrée sous le signe de la "refondation", alors que les premières mesures de sa grande loi de réforme entrent en application, se félicitant des "changements importants" qui auront cours "dès cette année". Ils toucheront principalement le primaire, déclaré prioritaire par le ministre.

Retour à la semaine de quatre jours et demi

Quatre mille communes, soit 22 % des écoliers du public, adopteront les nouveaux rythmes scolaires dès mardi : semaine de quatre jours et demi, journées réduites en moyenne de quarante-cinq minutes, trois heures par semaine d'activités péri-éducatives à la charge des communes. L'objectif est de faire cours aux heures où les enfants sont plus réceptifs, pour améliorer leurs résultats.

Dans 72 % des écoles, les horaires seront identiques sur quatre jours (à un quart d'heure près) ; dans 23 % des cas, il y aura un ou deux après-midi plus courts que les autres ; et, dans 5 %, une autre organisation (dont 1 % avec le samedi matin au lieu du mercredi). Les autres écoliers changeront de rythmes à la rentrée 2014. La réforme est facultative pour le privé."



para acompanhar toda a série de 'reformas' previstas... siga a ligação acima.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

tal qual [lá... como por cá]... parece tirado a papel químico... retraites: vive le capital ! a bas le travail !... no mediapart...!

"La réforme des retraites présentée mardi par le premier ministre prolonge et accentue une politique économique et sociale qui fait la part belle aux entreprises et surtout à leurs actionnaires, et qui ne se soucie guère du monde du travail. Elle va aussi creuser un peu plus l'inégalité du système fiscal français. Parti pris.

« Le capitalisme noie toute chose dans les eaux glacées du calcul égoïste »."