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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

[educação] meritocracia... vou ali e já venho...! :-)




"Trabalhadores motivados, com adequadas aptidões e ferramentas, operando num clima organizacional sustentável, são os ingredientes chave para melhorar os processos, trabalhar com limitações financeiras e, finalmente, satisfazer os clientes e conduzir ao sucesso da missão” (Niven 2003: 35). Não vejo nada disto nas escolas portuguesas… e cada vez menos.

Cabe ao “patrão” a cultura da meritocracia. Se ele não motiva, através de recompensas, os seus funcionários, eles não estarão dispostos a ser mais do que aquilo para que são pagos. Não vale a pena acrescentar tarefas às que usualmente fazem, porque só irão ser feitas de acordo com o que lhes pagam. No mundo empresarial todos sabem disso e se querem crescer aplicam-no. Um funcionário satisfeito é muito mais produtivo, está mais do que estudado e provado.
Na classe docente a meritocracia está disfarçada, chamam-lhe quotas. Não vou discutir se quem é contemplado com o “título de mérito” é ou não merecedor do mesmo, essa discussão há-de ser eterna. O que interessa são as quotas.

Num sistema em que se quer que os trabalhadores deem o seu melhor, que necessitam que deem o seu melhor, não se pode limitar o reconhecimento com quotas. As quotas são limitadoras do sucesso de qualquer empresa, de qualquer “empreitada”. Um sistema onde é permitido afirmar que um trabalhador tem mérito para ser recompensado, mas não possui quotas para o fazer, está condenado ao fracasso. A desmotivação vai tomar conta de todos aqueles que trabalharam para o mérito e, com o tempo, dos que algum dia teriam o tal mérito. Se um individuo vê outro ser injustiçado é mais do que aceitável que presuma que o mesmo lhe pode vir a acontecer.
..."


in público em linha...

pode ler o resto do artigo de opinião aqui.



comentário:
há critérios de avaliação feitos à medida para que 'determinados 'professores' nunca atinjam o 'excelente' ou o 'muito bom', por exemplo e já me aconteceu a mim ter 'descida de divisão' exactamente por causa do item em causa, propositado ou não...

quinta-feira, 30 de abril de 2015

legislação [educação]... acordos e rectificação... via boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 69 – 30/04/2015

Publicado em Diário da República

Aviso n.º 33/2015. Diário da República n.º 84/2015, Série I de 2015-04-30, do Ministério dos Negócios Estrangeiros
Torna público que foram cumpridas as respetivas formalidades constitucionais internas de aprovação do Acordo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República da Indonésia nas áreas da Educação, Ciência e Tecnologia, Cultura, Turismo, Juventude, Desporto e Comunicação Social, assinado em Jacarta, a 22 de maio de 2012.

Aviso n.º 35/2015. Diário da República n.º 84/2015, Série I de 2015-04-30, do Ministério dos Negócios Estrangeiros
Torna público que a República Portuguesa depositou o seu instrumento de aprovação relativo ao Acordo sobre a Concessão de Visto para Estudantes Nacionais dos Estados Membros da CPLP, assinado em Lisboa em 2 de novembro de 2007.


Retifica a Portaria n.º 75/2015, de 12 de março, dos Ministérios das Finanças, da Defesa Nacional e da Educação e Ciência, que estabelece as adaptações aplicáveis à avaliação do desempenho dos docentes em exercício efetivo de funções integrados em mapas de pessoal dos estabelecimentos ou instituições de ensino sob a tutela do Ministério da Defesa Nacional e revoga a Portaria n.º 240/2011, de 21 de junho, publicada no Diário da República, n.º 50, 1.ª série, de 12 de março de 2015.

Declaração de Retificação n.º 316/2015. Diário da República n.º 84/2015, Série II de 2015-04-30
, do Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar

Retificação do Despacho n.º 3805/2015 de 26 de março de 2015, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 74, de 16 de abril de 2015. 


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

quinta-feira, 12 de março de 2015

legislação [educação]... avaliação de desempenho docente [escolas militares]... no dre...!

Diário da República n.º 50/2015, Série I de 2015-03-12


Ministérios das Finanças, da Defesa Nacional e da Educação e Ciência 

Estabelece as adaptações aplicáveis à avaliação do desempenho dos docentes em exercício efetivo de funções integrados em mapas de pessoal dos estabelecimentos ou instituições de ensino sob a tutela do Ministério da Defesa Nacional e revoga a Portaria n.º 240/2011, de 21 de junho

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

pois... a educação é um [permanente] campo de batalha 'aberto'... microsoft’s lesson on what not to do with teachers... de valerie strauss... no the answer sheet...!

"Microsoft founder Bill Gates has been spending billions of dollars on education reform for years, first with a small-school initiative that he declared had failed after spending $2 billion, and in more recent years with expensive experiments on how to evaluate teachers with the purpose of improving teacher quality. In this 2011 op-ed, Bill and Melinda Gates wrote that Microsoft had some good lessons for schools about how to improve employee quality:

At Microsoft, we believed in giving our employees the best chance to succeed, and then we insisted on success. We measured excellence, rewarded those who achieved it and were candid with those who did not. Teachers don’t work in anything like this kind of environment, and they want a new bargain.
Well, it’s hard to imagine teachers wanting to work in the Microsoft environment.
Gates’ school reform philosophy is influenced by a Microsoft management practice that, according to this story on Slate.com by has been cited by employees as “poisonous” to the company’s culture. The practice is called “stack racking” (and, it should be noted, wasn’t started at Microsoft). How does it work? Oremus quotes from this 2012 Vanity Fair magazine article by Kurt Eichenwald about Microsoft. See if this description sounds familiar in the context of school reform:

At the center of the cultural problems was a management system called “stack ranking.” Every current and former Microsoft employee I interviewed—every one—cited stack ranking as the most destructive process inside of Microsoft, something that drove out untold numbers of employees. The system—also referred to as “the performance model,” “the bell curve,” or just “the employee review”—has, with certain variations over the years, worked like this: every unit was forced to declare a certain percentage of employees as top performers, then good performers, then average, then below average, then poor. …

For that reason, executives said, a lot of Microsoft superstars did everything they could to avoid working alongside other top-notch developers, out of fear that they would be hurt in the rankings. And the reviews had real-world consequences: those at the top received bonuses and promotions; those at the bottom usually received no cash or were shown the door. …

“The behavior this engenders, people do everything they can to stay out of the bottom bucket,” one Microsoft engineer said. “People responsible for features will openly sabotage other people’s efforts. One of the most valuable things I learned was to give the appearance of being courteous while withholding just enough information from colleagues to ensure they didn’t get ahead of me on the rankings.” Worse, because the reviews came every six months, employees and their supervisors—who were also ranked—focused on their short-term performance, rather than on longer efforts to innovate. …"

pode ler o resto do artigo... seguindo a ligação abaixo...