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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

última hora [o comunicado do governo]... aquilo que aparenta ser uma gestão transparente e cristalina...!... mas onde está a lista das unidades orgânicas e os respectivos créditos [discrimindados]... para escrutínio...?

"MEC COMUNICA ÀS ESCOLAS AS HORAS DE CRÉDITO HORÁRIO PARA O ANO LETIVO 2014/2015

O Ministério da Educação e Ciência comunicou às escolas as horas de crédito horário para o ano letivo 2014/2015 que resultam dos progressos obtidos, verificados para cada uma através dos indicadores de eficácia educativa (EFI) e de redução de alunos em abandono ou risco de abandono (RA). O crédito atribuído por essas componentes aumenta este ano em 2750 horas. Mais 100 escolas recebem crédito, tendo duplicado o número das que o recebem este ano (31,9 %), em relação a 2013/2014.

Essas horas devem ser usadas em medidas que incrementem a continuidade da promoção do sucesso escolar em que cada estabelecimento de ensino tem investido. Destinam-se a atividades educativas que consolidem e aprofundem conhecimentos já adquiridos pelos alunos, à implementação de medidas de promoção do sucesso escolar e de combate ao abandono escolar, como o apoio a grupos de alunos - tanto no sentido de ultrapassar dificuldades de aprendizagem como de potenciar o desenvolvimento da mesma -, o reforço da carga curricular em disciplinas com menor sucesso, a coadjuvação, a concretização de ofertas complementares, o apoio a alunos ao primeiro sinal de dificuldades ou outras a definir tendo em conta as características da população escolar e do projeto educativo. Deixa-se ao critério dos órgãos da escola a aplicação das horas de crédito, a decisão sobre as atividades que melhor promovam o sucesso escolar dos alunos, bem como sobre os recursos humanos a afetar às mesmas, tendo por base critérios de melhoria da aprendizagem. O MEC tem vindo a apoiar as escolas neste sentido desde 2012, permitindo decidir com maior autonomia, maior flexibilidade e de forma mais adequada à organização das suas atividades letivas.

Para o apuramento do crédito horário semanal atribuído são decisivas variáveis como a evolução dos resultados escolares, a aferição dos resultados internos com os externos, o sucesso escolar alcançado pelos alunos e a redução da percentagem de alunos em abandono ou em risco de abandono escolar. Para 2014/2015, a componente relativa ao indicador de eficácia educativa (EFI), que tem em conta os resultados da avaliação sumativa interna e externa dos alunos, permitiu atribuir mais horas este ano (um total de 2930 horas) distribuídas por 200 escolas - mais 51 do que no ano anterior. Neste terceiro ano de apuramento do indicador de eficácia educativa foi possível identificar quatro agrupamentos de escolas que ao longo destes três anos se mantiveram no grupo de topo das 20% de escolas que mais evidenciaram melhoria nos resultados da avaliação sumativa externa (exames ou provas nacionais), tendo-lhes sido atribuído, de acordo com os critérios previstos, um crédito de 30 horas.

Para o apuramento de horas relativas ao indicador de redução de alunos em abandono ou em risco de abandono (RA), introduzido este ano através do Despacho de Organização do Ano Letivo, foi tida em conta a informação reportada pelas escolas quanto à situação em que ficaram os seus alunos no final dos anos letivos 2012/13 e 2013/14 (Transitou/concluiu, Retido, Transferido, Abandonou, Anulou matrícula, Excluído/Retido por faltas). Todos os alunos em alguma das três últimas situações contabilizaram para o cálculo da percentagem de alunos em Abandono/Risco de abandono. De acordo com os cálculos da Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, as 89 escolas que, tendo tido elevados níveis de abandono em 2012/13, os conseguiram reduzir para menos de metade em 2013/14, irão beneficiar de um total de 2670 horas de crédito horário através deste indicador. As escolas que preencheram as condições para obtenção deste crédito representam cerca de 25% das que têm tido níveis elevados de abandono, o que revela o seu crescente trabalho de investimento na aplicação de medidas para travar o abandono escolar. Uma maior autonomia na tomada de decisões pedagógicas refletiu-se assim na melhoria da qualidade do ensino e nos resultados escolares, principal objetivo da política educativa do governo.

Através da atribuição de horas de crédito, tem-se incentivado ao longo destes três anos, de forma gradual e coerente, a dar continuidade em cada escola aos projetos que melhor se adequam aos seus alunos.

Os progressos obtidos na melhoria dos resultados na aprendizagem dos alunos constituem um indicador basilar de que as medidas que têm sido implementadas pelo MEC começam a revelar resultados positivos e fundamentais para o sistema educativo português. Esses progressos devem traduzir-se na continuidade da política de incentivos à utilização da autonomia de cada escola, tendo em vista a melhoria dos resultados dos seus alunos."


Nota explicativa em anexo.


terça-feira, 15 de abril de 2014

última hora [de uma espécie de comunicado]... 'medidas de redução do défice para 2015 não têm sacrifícios adicionais'... do conselho de ministros extraordinário de 15 de abril... via portal do governo...!

"O Conselho de Ministros aprovou os objetivos orçamentais para 2015. As medidas definidas têm como objetivo reduzir o défice do Orçamento do Estado de 4% em 2014 para 2,5% do Produto Interno Bruto, seguindo o contratado com a troika. Isto representa, em relação ao anos corrente, reduções de despesa de 08% do PIB, ou seja de 1400 milhões de euros, referiu a Ministra de Estado e das Finanças. Maria Luís Albuquerque salientou, contudo, que «ainda estamos a gastar mais do que produzimos, e ainda estamos a ter de contrair dívida para cobrir esse diferencial».

Sublinhando que «não há sacrifícios adicionais», a Ministra apontou as seguintes medidas:


manutenção da contribuição extraordinária sobre o setor energético;
redução de custos nos ministérios no valor de 730 milhões de euros;
redução custos com tecnologias da informação, contratos externos, consultoria e através do programa Aproximar (descentralização) no valor de 320 milhões de euros;
medidas de redução do défice do Setor Empresarial do Estado no valor de 170 milhões de euros;
redução do número de funcionários públicos através de reforma ou saída negociada no valor de 180 milhões. 

Maria Luís Albuquerque afirmou igualmente que as medidas que substituirão os cortes salariais extraordinários na administração pública «serão discutidas ainda este mês» e «previsivelmente até ao final do mês estaremos em condições de explicar as medidas duradouras que estão a ser estudadas», e que «não se traduzem em qualquer contributo adicional». 

A Ministra referiu ainda a necessidade de reduzir as dívidas do setor da saúde aos fornecedores, através da transferência de 300 milhões de euros, com o correspondente esforço de poupança, da tributação industria farmacêutica ou de produtos nocivos para a saúde. 
A Ministra referiu também que a redução de despesa agora prevista para 2015 será inferior à previsão anterior, pois desde dezembro de 2013 a melhoria da execução orçamental e do cenário macroeconómico provocou uma melhoria da situação em 680 milhões de euros (0,2% do PIB). A previsão do desemprego em 2015 será de 14,8%."


quem estiver interessado tem o vídeo da conferência de imprensa para ver... siga a ligação abaixo...






sexta-feira, 21 de junho de 2013

última hora... greve dos professores às avaliações continua na próxima semana... no público...!

"O líder da Federação Nacional de Professores, Mário Nogueira, anunciou nesta sexta-feira que a greve às reuniões de avaliação se vai manter-se na próxima semana

Nogueira apelou a que “nenhuma reunião se faça” na próxima segunda-feira, dia para o qual está marcada nova ronda de negociações entre o Ministério da Educação e  Ciência e os sindicatos de professores sobre a mobilidade especial e o horário de trabalho.

“Dia 25 é um dia fundamental da greve aos serviços de avaliações. Queremos entrar no ministério  sentindo atrás de nós a força dos professores”, apelou Nogueira
."

aqui.

terça-feira, 24 de julho de 2012

'última' hora... crato dá ordem às escolas para evitar horários zero... via diário económico...!

"Num volte-face inesperado, o Ministério da Educação e Ciência enviou uma nova circular às escolas onde dá orientações para reduzirem ao máximo os docentes sem serviço lectivo atribuído - conhecidos como os horários zero. A ordem agora é atribuir a estes docentes qualquer tarefa para que os não fiquem sem actividade. Estas novas orientações para distribuição do serviço lectivo chegaram às ecolas na sexta-feira e alteram as regras que tinham sido inicialmente comunicadas aos directores.

Na circular, a que o Económico teve acesso, lê-se que, "considerando a necessidade de garantir a ocupação de tempos lectivos a todos os docentes relativamente aos quais se venha a verificar a ausência ou insuficiência de componente lectiva, cumpre estabelecer orientações para a melhoria de distribuição de serviço docente em cada agrupamento ou escola não agrupada". Para atingir este objectivo, as escolas devem "abrir ofertas no âmbito do ensino recorrente, distribuir componente lectiva no 3º ciclo aos docentes de Educação Visual e Tecnológica e afectar docentes de carreira de Potuguês e Matemática "às actividades de apoio ao estudo" no 1º ciclo do ensino básico. Medidas que visam reduzir o número de horários zero e que contradizem as orientações com que as escolas têm estado a trabalhar na organização do próximo ano lectivo.

Depois de ter sido acusado de estarem a recusar a autorização para abrir cursos profissionais nas escolas, o MEC estabelece nesta circular a possiblilidade de "desdobramento de turmas no ensino profissional na vertente de formação específica técnica. Na cicular, a tutela autoriza ainda as escolas a abrir turmas do ensino profissional "caso complementem a rede pública e privada local". Se isto não for suficiente para acabar com os horários zero, a circular define ainda uma longa lista de actividades que "podem ser distribuídas aos professores com ausência de componente lectiva". Apoio à biblioteca, activades de orientação escolar para alunos do 8º e 9º anos, programas de tutoria, actividades de apoio pedaógico acrescido, ou actividades de aprofundamento da língua portuguesa que facilitem a integração de alunos oriundos de países estrangeiros, são algumas das medidas previstas."

daqui.