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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

legislação [educação]... 官話... no dre...!

Diário da República n.º 198/2015, Série II de 2015-10-09 


Data de Publicação:2015-10-09
Data de Disponibilização:2015-10-09
Número:198
Série:II


Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Ministro 

Homologa as Orientações Curriculares da disciplina de Mandarim como Língua Estrangeira III no currículo dos Cursos Científico-Humanísticos do ensino secundário a partir do ano letivo de 2015/2016

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

segunda-feira, 13 de julho de 2015

legislação [educação]... currículo específico individual, estágios internacionais e verbas dos municípios... via boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 102 – 13/07/2015

Publicado em Diário da República

Declaração de Retificação n.º 32/2015. Diário da República n.º 133/2015, Série I de 2015-07-10
da Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Retifica a Portaria n.º 172-A/2015, de 5 de junho, dos Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência, que fixa as regras e procedimentos aplicáveis à atribuição de apoio financeiro pelo Estado a estabelecimentos de ensino particular e cooperativo de nível não superior, publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 109, 1.º suplemento, de 5 de junho de 2015.

Portaria n.º 201-C/2015. Diário da República n.º 133/2015, 1º Suplemento, Série I de 2015-07-10
, do Ministério da Educação e Ciência
Regula o ensino de alunos com 15 ou mais anos de idade, com currículo específico individual (CEI), em processo de transição para a vida pós-escolar, nos termos e para os efeitos conjugados dos artigos 14.º e 21.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, na sua redação atual, e da Lei n.º 85/2009, de 27 de agosto, regulada pelo Decreto-Lei n.º 176/2012, de 2 de agosto, e revoga a Portaria n.º 275-A/2012, de 11 de setembro.

Declaração de Retificação n.º 33/2015. Diário da República n.º 134/2015, Série I de 2015-07-13
, da Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Retifica a Portaria n.º 183/2015, de 22 de junho, dos Ministérios da Economia e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social que estabelece o enquadramento aplicável à medida INOV Contacto - Estágios Internacionais de Jovens Quadros, publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 119, de 22 de junho de 2015.

Portaria n.º 539/2015. Diário da República n.º 134/2015, Série II de 2015-07-13
, do Ministério da Educação e Ciência - Direção-Geral de Planeamento e Gestão Financeira
Publicação das transferências de verbas para os municípios.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

das (in)congruências educacionais...?



"Em Portugal, a componente do currículo escolar designada por "Educação para a cidadania" é composta por quinze áreas: além da Educação para os Direitos Humanos, que se compreende perfeitamente que a integre, contam-se a Educação Financeira, Rodoviária, Intercultural, do Consumidor, para o Empreendedorismo, para a Defesa e Segurança Nacional, para a Saúde e Sexualidade, para o Voluntariado, para a Igualdade de Género, para o Desenvolvimento, para o Risco, para a Dimensão Europeia, da Educação Ambiental e para a Sustentabilidade (ver aqui).

Em geral, têm sido entidades externas ao sistema de ensino formal a propô-las ao Ministério da Educação, que, certamente, depois de as ponderar, as acolhe e, por fim, as legitima. Algumas dessas entidades, pelos princípios que defendem e pela natureza das actividades que desenvolvem, denotam uma qualquer proximidade à educação, outras auto proclamam-na. De qualquer maneira, em ambos os casos, ainda que por razões diversas, todas elas manifestam a pretensão de ser reconhecidas como parceiros curriculares.

Não é regra, mas várias entidades têm concretizado as suas propostas nos diversos aspectos que elas admitem: produção de planos nacionais de intervenção, de referenciais de ensino (documentos que se podem considerar como programas e respectivas metas), de recursos (guiões, power-points…), de ferramentas de avaliação (grelhas e questionários…); apresentação de planos de formação de professores, sobretudo de formação contínua, e tudo o que é preciso para os levar a cabo; estabelecimento de parcerias e protocolos de colaboração; divulgação de “sítios” para consulta e apoio educativo e formativo; concepção de projectos e concursos, que conduzem a recompensas...

Enfim, tudo aquilo que se afigura necessário ao ensino, chegando, mesmo a disponibilizar "técnicos" ou "especialistas" para que, em contexto escolar ou fora dele, "ajudem" os professores nessa tarefa tão elogiada que é educar para a cidadania ou, até, os substituírem.

Desta maneira, as escolas e os professores a quem cabe escolher essas áreas - efectivamente, trata-se de áreas facultativas - poderão sentir-se tentados a optar por aquelas em que se disponibilize um "currículo total, nas palavras de João Formosinho, de tipo "uniforme pronto-a-vestir de tamanho único".

A "Educação financeira", a que tenho dado alguma atenção neste blogue (por exemplo, aqui, aqui e aqui) ilustra o que acabo de explicar. Da responsabilidade do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (constituído pelo Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal), destina-se à Educação Pré-Escolar, ao Ensino Básico e ao Ensino Secundário, bem como à Educação e Formação de Adultos.

O grande ojectivo deste Conselho é empreender um "combate à iliteracia financeira", sob a alegação de que "o exercício pleno da cidadania passa irremediavelmente pela literacia financeira, pela capacidade de ler, analisar, gerir e comunicar sobre a condição financeira pessoal e a forma como esta afeta o bem-estar material". Isto é dito por um senhor que se apresenta como "bancário (Diretor de Banca de Empresas), licenciado em Economia e pós-graduado em Mercados de Capitais e Gestão de Carteira... e autor de um livro sobre a banca e as PME" (aqui).

(Como eu gostaria de falar assim, sem qualquer embaraço, sobre economia, a área dele, como ele fala de educação, a minha área!)

Passando por cima do pressuposto de que, à partida, todos, mais novos e mais velhos, são iletrados em matéria de economia e finanças, o que, por ser uma situação assemelhada a "pecado capital", exige a salvação por parte de quem é culto nessas matérias (apesar de as evidências nos fazerem desconfiar da erudição dos salvadores), situo-me na expressão "condição financeira pessoal".

Tudo concorre para que aqueles que forem objecto desta "cruzada" sejam levados a "estabelecer a diferença entre necessitar e querer" porque esta diferença é "matéria recorrente em qualquer ciclo de escolaridade" (ver aqui). Ao longo do tempo em que estiverem na escola (quinze, se contarmos com a Educação Pré-escolar), os alunos devem, portanto, a todo o momento, ser conduzidos a querer necessidade e a não querer querer.

Ora, já aqui um problema: a confusão (propositada?) entre "educação" (acção de ensino que, de modo explícito, prepara os alunos para exercerem, com liberdade e responsabilidade, o direito de escolher) e "doutrinamento" (acção interesseira de alguém que, de modo dissimulado, conduz os alunos a seguirem opções que, previamente, se determinou que seguissem).

A "condição financeira pessoal", é, exactamente, isso: pessoal. "Querer e necessitar" dizem respeito a cada um, solicitam o exercício do livre arbítrio. Evidentemente, com base em conhecimento substancial, fundamental, que a escola tem obrigação de assegurar.

Nessa conformidade, no quadro escolar não é legítimo conduzir-se, seja de que maneira for, os alunos (e os professores) a fazerem escolhas em função desta dualidade, tal como o leitor poderá ver operacionalizada aqui. E muito menos isso pode ser feito por uma entidade designada por Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, cuja preocupação com a educação, no sentido acima explicitado, não pode deixar de ser vista como muitíssimo duvidosa
." 

no de rerum natura...

terça-feira, 12 de maio de 2015

da reiterada [e camuflada!]... privatização da educação em portugal...?

2015-05-10 às 20:14

"MEC E ORGANIZAÇÃO EMPRESARIAL ASSINAM PROTOCOLO PARA COLABORAÇÃO DE EMPRESAS COM CURSOS VOCACIONAIS


O Ministério da Educação e Ciência e o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portuga), assinam no dia 11 de maio, um protocolo que visa uma maior colaboração das empresas com a educação, designadamente com as escolas que ministram cursos vocacionaisde nível secundário.

Pretende-se com esta parceria alcançar um maior alinhamento entre as necessidades do mercado de trabalho e a formação dos jovens, criar parcerias de ensino e formação entre as empresas e as escolas e identificar periodicamente as necessidades das empresas.

Nesse sentido, será promovido anualmente um evento para empresas, com o objetivo de comunicar oportunidades de cooperação no ensino vocacional, e será também realizado um levantamento, pelo BCSD Portugal, sobre a disponibilidade dos seus membros – cerca de 100 empresas – para colaborar na implementação de cursos vocacionais.

Através de um questionário de levantamento de qualificações críticas, que o BCSD Portugal faz regularmente junto dos seus membros, serão complementarmente identificadas as necessidades das empresas.

Durante o evento«Competências críticas do capital humano até 2020», que conta com a presença do Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, será apresentado o resultado deum inquérito que teve como objetivo agregar informação sobre os empregos a criar e as necessidadese características dos recursos humanos a recrutar pelas empresas membros do BCSD Portugal, num horizonte de três e cinco anos.

Integram o BCSD Portugal empresas como a Galp, a Siemens, a Delta, a EDP, os CTT, a REN e a Sonae, empresa com a qual o Ministério da Educação e Ciência assinou recentemente um protocolo de colaboração no âmbito do ensino vocacional de nível secundário.

O Ministério da Educação e Ciência tem vindo a registar uma forte adesão ao ensino vocacional, tanto das escolas e das empresas, como das instituições de ensino superior que, através de parcerias, têm contribuído para o desenvolvimento destes cursos.

As ofertas vocacionais foram lançadas no ano letivo de 2012/2013, no Ensino Básico, e no ano seguinte alargadas ao Ensino Secundário, em ambos os casos em experiência piloto. Atualmente frequentam esta oferta formativa mais de 24 mil alunos distribuídos por cerca de 1170 turmas. Mais de 5000 empresas estão envolvidas nesta oferta formativa.

As escolas públicas e privadas interessadas na candidatura à oferta formativa de cursos vocacionais no ensino básico e no ensino secundário, a iniciar no ano letivo de 2015/2016, podem submeter o seu projeto até 15 de maio, na plataforma SIGO."

O programa do evento pode ser consultado aqui:


segunda-feira, 30 de março de 2015

novidades na educação [tecnologias]... depois de um pte falhado, isto não será querer inovar à toa...?

"Ministério vai testar aulas de programação no 3º ano de escolaridade
Hugo Séneca 
30/03/2015 11:33


No próximo ano letivo, 65 escolas do País vão começar a lecionar programação a alunos nos 3º e 4º anos de escolaridade. O projeto-piloto poderá servir de ponto de partida para inclusão da programação nos currículos escolares.



O Ministério da Educação vai testar a inclusão dos rudimentos da programação nos primeiros anos do ensino básico durante o ano letivo 2015-2016. Na Direção Geral de Educação, está a decorrer uma fase de candidaturas para escolas que pretendam lecionar linguagens de programação de interface gráfica junto de alunos do 3º e 4º anos de escolaridade. 

No final de março, o projeto-piloto conhecido como Iniciação à Programação no 1º Ciclo do Ensino Básico já contava com 65 escolas inscritas. O projeto, que pode funcionar como um primeiro passo para a inclusão dos rudimentos de programação nos currículos do ensino básico, não fixa qualquer limite ao número de escolas que poderão lecionar programação – pelo que o número de escolas aderentes poderá ainda aumentar nos tempos mais próximos. 

Nas escolas, as linguagens de programação Kodu e Scratch poderão ser lecionadas como complemento às atividades letivas “tradicionais” ou como ocupação de tempos livres.

Para preparar o ensino da programação juntop dos mais novos, a Direção Geral de Educação irá avançar com a formação de professores no que toca «ao pensamento computacional, práticas de sala e linguagens de programação Kodu e Scratch». Esta formação deverá decorrer entre junho e julho.

O Kodu e Scratch são as duas linguagens de interface gráfica (comandos por objetos, que não exigem códigos) mais populares do mundo.

Pode descobrir mais sobre este e outros projetos na Exame Informática 238 que acaba de chegar às bancas – e que tem por tema principal a aprendizagem das tecnologias juntos dos mais novos. que acaba de chegar às bancas – e que tem por tema principal a aprendizagem das tecnologias juntos dos mais novos."


na exame informática 'online'... aqui.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

uma boa notícia [educação]... professores, escolas e tecnologias...!


no observador...
 

"A Microsoft anunciou esta quinta-feira que há 11 portugueses na lista mundial dos 800 Professores Inovadores e duas escolas portuguesas no restrito grupo das 150 escolas em todo o mundo que se destacam pela inovação e utilização de tecnologias no ensino e na aprendizagem.

O colégio privado Monte Flor, em Carnaxide, e o Agrupamento de Escolas de Freixo, em Ponte de Lima, foram as escolas distinguidas para integrar a elite das Showcase Schools, que se destacam pela forma como introduzem as mais recentes tecnologias em contexto de sala de aula para promover práticas pedagógicas inovadoras e alinhadas com as competências do século XXI, pode ler-se em comunicado divulgado pela Microsoft.

Luís Fernandes, diretor do Agrupamento de Escolas de Freixo, sublinhou ao Observador que esta é a terceira distinção recebida pelo agrupamento devido à forma como as escolas “utilizam a tecnologia para apoiar os alunos e dar-lhes competências”. Este reconhecimento “além fronteiras” representa para o diretor “um orgulho enorme”, ainda para mais quando, critica, “muitas vezes, dentro de portas” não existe tal reconhecimento.

Em termos de inovação, Luís Fernandes destaca os trabalhos com robótica, as aulas com tablets numa turma do 9º ano, a utilização do e-mail por toda a comunidade escolar (todos os alunos têm uma conta de correio eletrónico institucionalizada) e a partilha de documentos e trabalhos na cloud. O diretor deste agrupamento de escolas pensa que esta distinção vai dar acesso a “ações de formação e a tecnologias e a peritos em tecnologia” que podem apoiar outros projetos de inovação.

Um dos objetivos de Luís Fernandes passa por dar a cada aluno pelo menos um dispositivo tecnológico, como um computador ou um tablet, para que todos possam aceder em qualquer momento e em qualquer lugar à “informação, aos recursos e às partilhas com os professores”.

Pedro Correia, professor de Educação Visual, Educação Tecnológica e Mecanismos e Robótica no Agrupamento de Escolas de Freixo, foi um dos 11 distinguidos pela Microsoft este ano e pensa que a distinção reconheceu, no seu caso específico, o uso de recursos digitais e da robótica nas aulas a alunos do 4º, 6º, 8º e 9º ano de escolaridade.

Este ano, Pedro Correia está a ensinar as crianças de uma turma do 4º ano a programarem e a desenvolverem robots. Além disso, este professor disponibiliza, às restantes turmas, os materiais de ensino em diferentes suportes – vídeo, powerpoint ou documentos de texto. Isto para que cada aluno possa escolher qual o suporte que melhor se adapta à sua forma preferencial de aprendizagem. No início do ano letivo, os estudantes preencheram o questionário VARK, que permite fazer um diagnóstico do seu perfil de aprendizagem e perceber se aprendem melhor vendo, ouvindo, escrevendo ou pela demonstração física. “Alguns alunos mudaram de estratégia de estudo em resultado do questionário”, disse Pedro Correia ao Observador.

Ainda assim, este professor inovador diz que não abandonou o “ensino tradicional clássico”. Mas considera que, “em determinadas circunstâncias”, as tecnologias podem ser “positivas”, permitindo aos alunos “fazerem aprendizagens de forma mais eficaz”. Os alunos de Pedro Correia utilizam o caderno e o lápis, mas não estão proibidos de usar o telemóvel, por exemplo. Em muitos momentos, os estudantes recorrem aos smartphones para fotografar ou filmar a evolução do processo de aprendizagem, para depois poderem rever o que correu bem e o que correu menos bem.

Rui Lima é diretor pedagógico no Colégio Monte Flor e, enquanto professor do 1º ciclo, foi distinguido pela Microsoft como um dos professores inovadores do ano a nível mundial. Sobre o Colégio Monte Flor, Rui Lima explica que este é o segundo ano que a escola recebe uma distinção do gigante americano das tecnologias e considera que este reconhecimento se deve à “forma inovadora como articula a utilização das tecnologias com o desenvolvimento das crianças no âmbito das competências para o século XXI como a comunicação, a colaboração, o pensamento crítico e a criatividade”.

Este professor pensa que a sua distinção profissional está relacionada com o facto de todos os conteúdos das suas aulas serem trabalhados numa dinâmica de projeto. Os alunos aprendem os conceitos das disciplinas e depois têm de aplicá-los num projeto – um filme, uma peça de teatro, um jogo de computador, explicou Rui Lima ao Observador. Neste momento, o professor está a ensinar a multiplicação a uma turma e desafiou os alunos a programarem um jogo que articule aquilo que vão aprender.

No Colégio Monte Flor a programação é central no currículo. Mesmo nas turmas de alunos mais novos. Dois deles, com sete anos de idade, foram distinguidos este ano pelo Prémio Kodu Cup, uma competição da Microsoft dirigida a alunos entre os 6 e os 16 anos que pretende estimular o interesse pela programação e codificação.

Para este professor, mais do que uma distinção individual ou ao nível de escola, este reconhecimento vai, está convencido, levar outras escolas a seguirem o mesmo caminho. “Há mais escolas e professores inovadores em Portugal. Esta distinção pode influenciar outras escolas a articular o mundo real com a escola, que nos últimos anos tem faltado um pouco”, disse Rui Lima.

A lista completa dos 11 professores distinguidos pela Microsoft encontra-se aqui:

Rui Lima (Colégio Monte Flor, Carnaxide)

Andreia Sequeira (Colégio Monte Flor, Oeiras)

João Cunha (Agrupamento de Escolas Afonso Henriques, Guimarães)

Carlos Cunha (Escola Secundária Manuel Martins, Setúbal)

Virgínia Esteves (Escola José Relvas, Coimbra)

Ângela Oliveira (Agrupamento de Escolas de Freixo, Ponte de Lima)

Pedro Correia (Agrupamento de Escolas de Freixo, Ponte de Lima)

Dulce Pinto (Agrupamento de Escolas Anselmo Andrade, Almada)

Sónia Barbosa (Agrupamento de Escolas do Álvaro Velho, Setúbal)
José Carlos Marques (Escola Secundária Pedro de Santarém, Lisboa)"

aqui.

terça-feira, 1 de julho de 2014

informação [educação]... coisas curriculares... do boletim do cirep...!

Informações Gerais

XI Colóquio sobre Questões Curriculares / VII Colóquio Luso-Brasileiro e I Colóquio Luso-Afro-Brasileiro de Questões Curriculares

Estão abertas, até 20 de julhode 2014, as inscrições para o XI Colóquio sobre Questões Curriculares, o VII Colóquio Luso-Brasileiro e o I Colóquio Luso-Afro-Brasileiro de Questões Curriculares, que terão lugar na Universidade do Minho, em Braga, nos dias 18, 19 e 20 de setembro de 2014.

Subordinada ao tema «Currículo na Contemporaneidade: Internacionalização e Contextos Locais», esta iniciativa conjunta pretende estimular a reflexão, a discussão e a troca de experiências entre docentes e investigadores, bem como promover o intercâmbio entre profissionais da Educação e do Currículo de várias nacionalidades, em particular no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.