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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
mais ensino... divulgando
Dia 2 de outubro damos voz ao tema Mais Ensino
Da parceria entre o Observador e o Santander nasceu o ciclo de conversas a que chamamos Mais Fortes a Observar.
Reunimos convidados de várias áreas para conversar sobre temas como o da próxima sessão: Mais Ensino.
O encontro está marcado para o próximo dia 2 outubro, às 18h00, com transmissão em direto no site do Observador.
A jornalista Laurinda Alves modera a conversa e os quatro convidados que vão partilhar as suas experiências e opiniões sobre
o tema: Daniel Traça, Diretor da Nova SBE e do Campus de Carcavelos; Afonso Reis, criador de Inspira o Teu Professor, o responsável pelo Global Teacher Prize em Portugal; José Pedro Cobra Ferreira, advogado na Teixeira Duarte, humorista e voluntário; Marcos Ribeiro, Diretor Coordenador da Direção Universidades.
A entrada é gratuita e aberta a todos os que queiram
assistir a esta iniciativa do Observador e do Santander. Se está
interessado em juntar-se a nós no dia 2 de outubro, terá apenas de reservar previamente o seu lugar, uma vez que o número disponível de lugares é limitado.
Tome nota: dia 2 de outubro, às 18h00, no Auditório 1 , Rua da Mesquita, 6 – Centro Totta A 7A, 1070-238 Lisboa. E reserve o seu lugar aqui.
Mais Fortes a Observar é uma iniciativa do Observador e do Santander
Se não puder aparecer, junte-se a nós no site do Observador e assista à transmissão desta conversa em direto.
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segunda-feira, 3 de setembro de 2018
sábado, 2 de junho de 2018
educação... como funcionam as coisas politicamente correctas...!
via youtube...
comentário - sem comentários, muito menos de ordem matemática...
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politicamente correcto,
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domingo, 14 de fevereiro de 2016
continuando o dia... ainda mais educativamente...!
créditos: AFP/DANIEL MIHAILESCU
"Esta é uma das conclusões da equipa
da OCDE que tentou perceber porque é que existe um grupo de estudantes
com fracos resultados académicos e como é possível ajudá-los a ter
sucesso, tendo por base os resultados de milhares de alunos de 15 anos
de 64 países que realizaram os testes PISA (Programme for International
Student Assessment).
Comparando os resultados dos estudantes que
não fazem TPC´s com os que dedicam entre uma a oito horas semanais, os
investigadores acreditam que uma das chaves do sucesso académico pode
estar nesta tarefa: “os estudantes que gastam seis horas semanais a
fazer trabalhos de casa têm 70% menos de hipóteses de terem uma má
performance quando comparados com os que não fazem trabalhos de casa”,
lê-se no relatório.
O estudo “Estudantes com baixo rendimento: Porque ficam para
trás e como ajudá-los a ter êxito” apresenta medidas educativas que
podem ajudar a melhorar o resultado dos alunos e traça o perfil daquele
que considera ser um estudante em risco.
Segundo
a OCDE, uma rapariga de origens socioeconómicas desfavorecidas, que
vive numa família monoparental numa zona rural e que não teve direito a
educação pré-escolar são algumas das características de risco.
Uma
jovem imigrante, que já reprovou e frequenta uma formação
técnico-profissional são outros dos traços de perfil desenhado pela
equipa da OCDE.
É perante estas características que o relatório
aponta algumas políticas que poderão ajudar a romper o ciclo de baixos
resultados académicos.
Oferecer medidas de apoio suplementar a
quem precisa o mais cedo possível, promover a participação dos
encarregados de educação e de comunidades locais, identificar os alunos
com baixos resultados e criar intervenções adaptadas às suas
necessidades são algumas das medidas defendidas no relatório.
A
OCDE defende ainda que se deve criar um ambiente exigente nos centros
escolares que apoie os alunos e que sejam oferecidos programas especiais
para os imigrantes, que falem idiomas minoritários ou que vivam em
zonas rurais.
Apostar na educação pré-escolar e limitar a criação
de agrupamentos de alunos tendo em conta as suas competências são
outras das medidas que os países devem ter em conta.
O relatório
indica ainda que os alunos com fracos resultados académicos são menos
confiantes e estão menos motivados, acabando por faltar mais às aulas ou
a dias completos de escola.
As escolas que juntam de forma
equitativa alunos favorecidos e desfavorecidos tendem a beneficiar os
estudantes mais carenciados sem prejudicar os melhores, revela ainda o
estudo.
“Os sistemas que distribuem de maneira equitativa entre
as escolas tanto os recursos educativos como os alunos poderiam
beneficiar os alunos com rendimentos mais baixos sem prejudicar os
alunos destacados”, lê-se no relatório.
A OCDE lembra que o baixo
rendimento na escola tem consequências a longo prazo tanto para as
pessoas como para os países: os alunos com baixos rendimentos aos 15
anos têm muito mais probabilidades de abandonar os estudos.
O
estudo aponta Portugal como um dos países - juntamente com a Bélgica,
Luxemburgo e Espanha - com as mais altas taxas de reprovação, defendendo
que "deveriam reconsiderar as suas políticas neste aspeto"."
no sapo, em linha...
leitura complementar:
Leia também: Alunos portugueses são dos que mais reprovam
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
domingo, 24 de janeiro de 2016
ah, cabecinhas pensadoras...
"Ouço, na rádio, um jovem que, tendo completado dezoito anos (e,
provavelmente, chegado ou passado o 12.º ano) foi votar pela primeira
vez. Na sua opinião, a escola deveria ensinar a votar.
"Ensinar a votar" seria explicar e simular o próprio acto de votar: recolher o boletim de voto à mesa, fazer a cruz no quadradinho que corresponda à escolha (teve o cuidado de sublinhar que a escola não poderia indicar o partido/candidato), dobrar o boletim e introduzi-lo na urna.
Sim, acrescenta, uma jovem, porque há pais que não explicam isto aos filhos...
Vejo, neste e noutros exemplos, o sucesso da retórica de que a escola tem obrigação de ensinar, de modo muito concreto, tudo o que é preciso para a vida (a vida no sentido do quotidiano, já se vê): são os jovens a quem se faz crer que "são autónomos" desde que entram no sistema que parecem sentir-se dependentes de "instruções" específicas e as reclamam."
"Ensinar a votar" seria explicar e simular o próprio acto de votar: recolher o boletim de voto à mesa, fazer a cruz no quadradinho que corresponda à escolha (teve o cuidado de sublinhar que a escola não poderia indicar o partido/candidato), dobrar o boletim e introduzi-lo na urna.
Sim, acrescenta, uma jovem, porque há pais que não explicam isto aos filhos...
Vejo, neste e noutros exemplos, o sucesso da retórica de que a escola tem obrigação de ensinar, de modo muito concreto, tudo o que é preciso para a vida (a vida no sentido do quotidiano, já se vê): são os jovens a quem se faz crer que "são autónomos" desde que entram no sistema que parecem sentir-se dependentes de "instruções" específicas e as reclamam."
via feedly...
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
afinal para que servem os legos...?
IdeaFixa
by Damaris de Angelo
/
57min
"Ok, brincadeiras a parte, na verdade a história fala de uma
professora que resolveu adotar o brinquedo para auxiliar seus alunos na
hora da matemática.
Alucia Zimmerman aproveitou que LEGO era o brinquedo preferido dos
seus alunos do terceiro ano e resolveu utilizá-lo nas explicações sobre
frações e outros conceitos matemáticos."
via feedly...
para ler o resto do artigo siga a ligação do título...
terça-feira, 29 de setembro de 2015
legislação [educação]... centros de ensino e da língua portuguesa... via boletim do cirep...!
Boletim Informativo n.º148 - 29/09/2015 |
Publicado em Diário da República
Decreto-Lei n.º 211/2015 - Diário da República n.º 190/2015, Série I de 2015-09-29
Ministério da Educação e Ciência
Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 241/99, de 25 de
junho, que cria a Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e
da Língua Portuguesa.
Decreto-Lei n.º 212/2015 - Diário da República n.º 190/2015, Série I de 2015-09-29
Ministério da Educação e Ciência
Cria a Escola Portuguesa de São Tomé e Príncipe - Centro de Ensino e da Língua Portuguesa.
Decreto-Lei n.º 213/2015 - Diário da República n.º 190/2015, Série I de 2015-09-29
Ministério da Educação e Ciência
Cria a Escola Portuguesa de Cabo Verde - Centro de Ensino e da Língua Portuguesa.
Decreto-Lei n.º 214/2015 - Diário da República n.º 190/2015, Série I de 2015-09-29
Ministério da Educação e Ciência
Procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 48/2009, de 23 de
fevereiro, que cria a Escola Portuguesa de Díli - Centro de Ensino e da
Língua Portuguesa.
Portaria n.º 728/2015 - Diário da República n.º 190/2015, Série II de 2015-09-29
Gabinetes dos Secretários de Estado Adjunto e do Orçamento e do Ensino e da Administração Escolar
Portaria de extensão de encargos relativos ao contrato de AOV -
Aluguer Operacional de Veículos de 5 viaturas do lote 66 (ligeiro de
passageiros - inferior) - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.
|
Diplomas para Publicação em Diário da República
Gabinete do Ministro da Educação e Ciência e do Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento
- Portaria - Autoriza a Parque Escolar, E.P.E, a assumir encargos relativos ao contrato para a prestação de serviços de gestão, fiscalização e coordenação de segurança em obra da empreitada de modernização da Escola Secundária de Mem Martins.
Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário
- Despacho - Designa a Comissão Coordenadora das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC). |
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