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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

dicas sobre consumos...


Olá,
Winter is coming! Truques para poupar na fatura energética
Como poupar nas faturas da luz e do gás? Esta pergunta, com certeza, que te dá muitas voltas à cabeça - sobretudo agora que o inverno está a chegar. A pensar nisto, preparámos-te um guia com truques que te vão ajudar a gastar menos com a eletricidade e o gás, tornando o teu consumo de energia mais eficiente. Mas muito importante: sem perder o conforto em casa.

Truques para poupar na fatura energética



via mensagem do idealista...

sábado, 30 de janeiro de 2016

agora há dicas pelo éter... orçamentações familiares...!

Deco responde

Como fazer um orçamento familiar e poupar com isso?

29 Jan, 2016 - 14:22 • Deco

"Da luz ao vestuário, organizar as contas de casa é essencial para evitar situações de estrangulamento financeiro.
 

A gestão das finanças pessoais é determinante para melhor administrar os rendimentos e controlar as despesas, permitindo ainda poupar, acautelando imprevistos e possibilitando investimentos.

O acesso ao crédito permite que muitas famílias melhorem o seu nível de vida, comprem casa e muitos bens de consumo. Se é importante que os particulares tenham acesso ao crédito, o recurso ao mesmo deve ser responsável, para se evitar os riscos de endividamento excessivo e de sobreendividamento.

Mas há sempre imprevistos. Situações de desemprego, divórcio, doença, acidente ou cortes no salário levam à perda de rendimentos ou ao aumento das despesas e, logo, ao desequilíbrio das nossas finanças pessoais. Por isso, a elaboração do orçamento familiar é fundamental.

E afinal falamos de quê? O orçamento familiar é uma excelente ferramenta para organizar e disciplinar a vida financeira, possibilitando o controlo das despesas e a tomada de decisões importante, como a preparação da reforma ou a compra de casa.

Em primeiro lugar, deverá anotar o que ganha e o que gasta, tentando prever as despesas e as receitas futuras. É composto por duas partes:
  • RENDIMENTOS gerados pelos membros do agregado familiar (salários, pensões, subsídios, juros de depósitos, etc.);
  • DESPESAS do agregado familiar (alimentação, vestuário, habitação, etc.), incluindo um valor de poupança.
Mensalmente, ou sempre que possível, as famílias devem retirar uma parte dos seus rendimentos para uma poupança. O ideal seriam 10% do rendimento, no entanto esta avaliação terá de ser feita caso a caso. 

As famílias devem ter constituído um fundo de emergência (pelo, menos, cinco a seis vezes o rendimento mensal da família) para acautelar o impacto financeiro de situações inesperada, tal como referido.

A constituição de uma poupança pode também ter um objectivo mais específico: a compra de bens ou serviços específicos ou a realização de uma viagem, sem que seja necessário um recurso ao crédito.

Actualmente, poupar deve ser uma prioridade para prevenir o futuro, como seja a constituição de um complemento de reforma ou para apoiar a educação dos filhos ou ainda contratar um plano de saúde.

Saiba mais em: www.gasdeco.net
 
Todas as sextas-feiras, a Renascença e a Deco dão-lhe dicas e conselhos práticos sobre situações do dia-a-dia."


na rádio renascença em linha... 

sexta-feira, 31 de julho de 2015

fica o aviso, nunca se sabe...

educação
Muitos livreiros oferecem descontos de 10% sobre o preço de venda dos manuais escolares para quem encomendar até ao final de julho, o que pode representar mais de 50 euros de poupança por aluno. 
 
 
no observador...

sexta-feira, 12 de junho de 2015

a começar o dia... indignado [desde ontem]...

com as péssimas melopeias jornalísticas que gizam, cada vez mais, uma 'educação do povo' virada exclusivamente para o deve e o haver do capital...

pergunto eu: isto é título que se componha... 'ganhava'...?



no público...

quarta-feira, 15 de abril de 2015

coisas da poupança (?)... uma iniciativa da deco...!

Olá LUIZ CARVALHO

Enquanto nosso associado, está automaticamente inscrito no 1.º leilão de supermercados.Pretendemos com esta ação negociar descontos num cabaz de produtos essenciais: carne, peixe, leite, arroz, massas, azeite, legumes e fruta, entre outros.
Saiba mais
Quantos mais consumidores se inscreverem, maior o interesse por parte das cadeias e o desconto a alcançar. Divulgue esta iniciativa entre familiares e amigos, partilhando-a na sua página do Facebook ou do Twitter.


Juntos vamos cortar na despesa do supermercado.

sábado, 29 de março de 2014

vindo do 'país [dito] das oportunidades' [vulgo negócios]... gostaria de perceber quanto é que lhe vão pagar em 'royalties'?... 'adolescente diz ao governo dos eua como poupar 370 milhões de dólares'... no público...!

"Suvir Mirchandani, 14 anos, tem uma solução de poupança para os Estados Unidos, que pode atingir anualmente os 370 milhões de dólares (269 milhões de euros). Basta que as autoridades governamentais e federais do país alterem o tipo de letra que usam nos seus documentos impressos.

Tudo se resume à quantidade de tinta para impressoras que se gasta sempre que se imprime um documento. Mirchandani, aluno do liceu de Dorseyville, perto de Pittsburg, chegou a essa conclusão quando imprimia trabalhos escolares e fez um cálculo de quanto se gastava em tinta. O que era apenas uma curiosidade pessoal tornou-se um projecto de investigação, que levou a uma feira de ciências na sua escola. Mas foi desafiado a ir mais longe pelos professores.

Através do software APFill, que permite gastar menos tinta e toner nas impressoras, o jovem tentou determinar quanta tinta era gasta quando se escrevia as letras e, t, a, o e r, as mais usadas. Para isso analisou quatro tipos de letra – Century Gothic, Comic Sans, Garamond e Times New Roman. Em seguida aumentou o tamanho das letras, imprimiu-as, recortou-as e pesou-as. Ao fim de três ensaios, desenhou um gráfico sobre a quantidade de tinta usada por cada tipo de letra.

Feitas as contas, Mirchandani concluiu que era o Garamond que permitia menos gastos e que se fosse trocado pelo Times New Roman, que vem com a maioria dos processadores de texto, podia conseguir-se uma poupança de milhares de dólares.

“A tinta é duas vezes mais dispendiosa do que um perfume francês em volume”, comparou o jovem em declarações à CNN. Tendo como amostra a sua própria escola, Mirchandani garantiu que era possível poupar 21 mil dólares (15 mil euros) se se fizesse a mudança tipográfica. Se essa solução fosse alargada ao governo e aos serviços administrativos norte-americanos, os custos seriam reduzidos em 370 milhões anuais.

A proposta de Mirchandani ainda não teve uma reacção oficial, mas, à CNN, o gestor do departamento de impressões do Governo federal, Gary Somerset, considerou-a “notável”
."

para continuar a ler o artigo... siga a ligação abaixo...




segunda-feira, 17 de março de 2014

no poupar é que está o ganho, dizem (?)... 'corte nas deduções fiscais poupou 4,81 mil milhões ao estado'... no dinheiro vivo...!

"A despesa fiscal do Estado foi reduzida em 35% desde que a troika chegou a Portugal em 2011. Isto significa que o Estado 'poupou' com a redução de isenções, deduções e benefícios 4,81 mil milhões de euros.

Os dados constam do Relatório de Despesa fiscal do Estado publicado hoje no site do Governo e exigido pela troika na 11ª avaliação. Nestas contas percebe-se que foram as famílias que mais sentiram a redução dos benefícios durante o período troika. Só no IRS, a queda foi de 27%, valores que se somam aos 35% do IVA, desde 2011.
 
A maior redução foi, no entanto, sentida entre 2011 e 2012 quando as famílias portuguesas contaram com menos 778,9 milhões de euros disponíveis para deduções e benefícios. Isto aconteceu porque a troika, nesse ano, exigiu uma revisão total aos benefícios fiscais concedidos em Portugal. Assim, em 2014 os portugueses vão contar com o mesmo valor disponível em 2013, 2,73 mil milhões de euros para o IRS.

Quanto às empresas, estas reduções também se têm feito sentir. E se em 2011 podiam contar com um total de 2,4 mil milhões de euros para redução da despesa, agora contam apenas com 662 milhões de euros. A maior redução volta a concentrar-se em 2012 (menos 61%), mas em 2014 a despesa volta a cair (41,8%).

No total da despesa fiscal, em 2014 os valores voltam a contrair, com o governo a esperar uma poupança de 640 milhões de euros para este ano.

Os 4,81 mil milhões 'poupados' com as reduções verificadas entre 2011 e 2014 representam uma redução na despesa fiscal global das Administrações Públicas 8% do PIB em 2011, para 5,4% do PIB em 2014, menos 2,7 pontos percentuais.

O Executivo garante, no entanto, que "salvaguardou a despesa fiscal associada ao esforço de proteção social, respeitando o princípio da equidade social na austeridade, em detrimento da despesa fiscal relacionada com os assuntos económicos", estando as reduções focadas nos "assuntos económicos".

Assim, a diminuição na despesa fiscal de proteção social foi "de apenas 5,3%" entre 2011 e 2014, "no qual se inclui, o incremento de cerca de 11,6% verificado em 2012", refere este relatório
."