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quarta-feira, 14 de novembro de 2018
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
da educação e das distorção de números e campanhas de intoxição jornalística....
12 set 2018 / 10:01
Relatório da OCDE parte de dados falsos e põe a circular mentiras
FENPROF exige a correção dos dados, bem como informação sobre quem os forneceu para que se construísse uma mentira destas
A forma como, publicamente, foi abordado o relatório da OCDE e como
foram divulgados os dados relativos à situação dos professores em
Portugal é de uma falta de rigor impressionante, que só não surpreende
porque, como se sabe, se os dados fossem devidamente abordados isso não
seria notícia.
Senão, repare-se:
- Não foi notícia quando a OCDE divulgou em relatório que os professores portugueses foram os que mais rendimento perderam entre 2010 e 2015 – 30%!
- Não foi notícia quando, há três meses, a OCDE confirmava uma quebra de salários dos docentes portugueses de 10% (a
segunda maior da OCDE), tendo, porém, no mesmo período sido registado o
maior aumento de desempenho científico dos seus alunos no conjunto dos
37 países – 7,6%!
- Também não tinha sido notícia o que a OCDE referiu, em pleno período de intervenção da troika no nosso país: os professores portugueses são os que passam mais tempo na escola!
Porém, já foi notícia a mentira posta a circular pelo governo, em
junho passado, de que os salários dos professores portugueses eram
superiores aos dos seus colegas dos países da OCDE. Já em relação à
constatação, incluída no recente relatório, de que os professores
portugueses estão abaixo da média praticada naqueles países, esse facto
não é destacado em nenhuma das notícias divulgadas e quando é referido
surge como uma espécie de rodapé.
Deste último relatório, têm sido destacados dois aspetos: 1) os
professores portugueses ganham mais que os outros trabalhadores do país
com a mesma qualificação; 2) os professores portugueses trabalham menos
que os seus colegas dos países da OCDE.
Duas mentiras!
Vejamos os salários:
- Os salários dos professores portugueses não são os que o relatório refere
. Se um docente em início de carreira ganhasse, anualmente, 28.349 euros teria um salário mensal de 2.024. É mentira, o seu salário mensal bruto é de 1.530 euros, auferindo, por ano, 21.420 euros. Uma diferença de 6.929 euros!
. Se um docente com 15 anos de carreira ganhasse, anualmente, 36.663 euros teria um salário mensal de 2.618. É mentira,
se o seu tempo de serviço fosse contado integralmente estaria no 4.º
escalão e teria um salário mensal bruto de 1.982 euros. Mas como o
governo insiste em não contar o tempo de serviço perdido pelos
professores este docente está no 1.º escalão e aufere um salário mensal
bruto de 1.530 euros, logo, por ano, 21.420 euros. Uma diferença de
15.243 euros!
. Se um docente no topo da carreira ganhasse, anualmente, 56.401 euros teria um salário mensal de 4.028. É mentira, o seu salário mensal bruto é de 3.364 euros, auferindo, por ano, 47.096 euros. Uma diferença de 9.305 euros!
Ou seja, para além de os valores considerados pela OCDE não serem os
corretos, também não foram considerados todos os constrangimentos que
afetam os professores, desde logo a perda de, no mínimo, 9 anos, 4 meses
e 2 dias de serviço, o que faz com que nenhum docente esteja integrado
no escalão por onde, alegadamente, as contas foram feitas. O único fator
que a OCDE teve em conta para justificar os números que avança foi o
envelhecimento da profissão docente.
Em relação ao horário de trabalho também é falso o cálculo que
foi divulgado. Os professores portugueses trabalhariam por ano, se o
seu horário fosse apenas aquele que se encontra na lei (35 horas
semanais), 1.190 horas e não 920 horas. Como as normas legais de
organização do horário são desrespeitadas – problema que a FENPROF tem
vindo a denunciar, exigindo a regularização –, na verdade, os
professores em Portugal trabalham, anualmente, mais de 1.500 horas (mais
de 46 horas semanais)! O que o relatório da OCDE parece fazer é
comparar o incomparável: a componente letiva dos docentes portugueses
com o horário completo dos professores dos outros países.
Assim, quer em relação aos salários, quer aos horários de trabalho,
partindo de uma base que é errada, todas as conclusões são falsas e não
servem para nada a não ser para, mais uma vez, manipular a opinião
pública num momento em que os professores lutam em defesa da sua
carreira e de melhores condições de trabalho.
Face a estes dados que foram postos a circular, a FENPROF vai
solicitar ao diretor de Educação e Competências da OCDE, Andreas
Schleicher, dando disso conhecimento ao Secretário-Geral da
Internacional de Educação, David Edwards, a correção dos dados que foram
divulgados e também informação sobre quem forneceu os dados que
permitiram divulgar estas mentiras.
O Secretariado Nacional
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quinta-feira, 6 de setembro de 2018
e para acabar bem o dia...
comentário:
reconhecendo que as taxas de retenção na escolaridade obrigatória são uma efabulação estatística, mesmo as do ensino secundário... talvez esta percentagem não seja, nem absurda nem peque por excesso, apesar de reconhecermos as malfeitorias por ele cometidas contra a classe e o sistema educativo.
e, agora, ele é o presidente do excelso conselho nacional de educação e começou o mandato logo a atoardar...
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sexta-feira, 20 de abril de 2018
coisas de impostos... o melhor é precatarem-se, não vá vá o diabo tecê-las...!
Tudo sobre o IRS e o IMI num guia que não podes perder

Autor: Redação
19 abril 2018, 6:15
O mês de abril chegou e trouxe com ele o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). A nota de cobrança do imposto já terá chegado, por esta altura, à casa de muitos portugueses. Mas o IMI não veio sozinho. Abril também é o mês do IRS. A corrida à entrega da declaração de rendimentos já começou, mas há detalhes – e novidades – que nunca são demais recordar.
A pensar nisso, decidimos preparar um especial que te pode ajudar a
entender melhor estes dois aliados de abril. Primeiro o IMI, que é pago
em abril, julho e novembro (nestes últimos dois meses apenas se exceder
os 250 euros), e depois o IRS, que terá de ser entregue até 31 de maio.
IRS
- Entregaste o IRS automático, mas podias ter recebido mais? Ainda podes corrigir a declaração
- Reembolsos do IRS já estão a ser pagos...
- Descobre como e onde podes aplicar o dinheiro
- Tudo o que tens de saber sobre o IRS: um guia imperdível (com datas)
- Já podes entregar o IRS. Ainda tens dúvidas?
- IRS Sem Custo: o programa da Deco que te ajuda a preencher a declaração
- IRS: reembolso pode chegar em menos de 15 dias
- Vives fora do país e tens a tua casa arrendada em Portugal? Fica a saber como proceder com o IRS
- Taxa de proteção civil obriga senhorios a corrigir IRS
- Senhorios que receberam Taxa de Proteção Civil só evitam coimas se retificarem IRS até julho
IMI
- IMI à porta: já sabes quanto vais pagar este ano?
- IMI vai baixar em 52 concelhos
- Apenas 17 municípios vão cobrar taxa máxima do IMI
- IMI: portugueses pagaram 95 milhões a mais nos últimos cinco anos
- Quem pode ficar isento do pagamento do IMI?
- Como são atribuídas as isenções de IMI para a reabilitação urbana?
- Prédios reabilitados isentos de impostos em todo o país (fica a saber como)
- Caducidade de alvará de um terreno pode reduzir IMI
- Só 22 autarquias agravam IMI para proprietários de prédios devolutos
- Arrendar casas "em stock" pode anular a suspensão temporária do IMI
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sábado, 21 de maio de 2016
deus e o diabo na terra dos mortos, dizia alguém... agora, que venha a besta e escolha...?
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sexta-feira, 25 de março de 2016
domingo, 20 de março de 2016
a começar o dia... avisando...!
Deco acusa administração pública de complicar IRS para evitar reclamações
"A Deco classifica como difíceis e pouco intuitivos os procedimentos ao dispor do contribuinte para reclamar e corrigir despesas no IRS, acusando a administração pública de complicar os procedimentos para evitar reclamações.
"Parece que a administração pública não tem grande vontade que o contribuinte reclame", disse à Lusa Ernesto Pinto, jurista da associação de defesa do consumidor Deco, referindo-se tanto à reclamação das despesas gerais que pode ser feita até ao final do mês através do Portal das Finanças, como as alterações feitas manualmente no anexo H do IRS quanto às outras despesas, como as de saúde, educação ou habitação.
Na nova página do Portal das Finanças, disponibilizada na terça-feira, com as despesas referentes a 2015 registadas pelo Fisco - incluindo as que o contribuinte não podia consultar, por não estarem ainda no e-fatura --, não é facilmente visível o local no qual o contribuinte pode fazer a reclamação dessas despesas gerais.
Numa resposta à Lusa, o Ministério das Finanças explicou os procedimentos para reclamar os valores das deduções à coleta que constam na nova página: "Entrar na área 'cidadãos' do portal da Autoridade Tributária, na área 'serviços' optar por 'entregar', na área 'Contencioso Administrativo' selecionar as despesas para dedução à coleta, preencher o formulário onde consta a hipótese das seis categorias de despesas, com o valor reclamado".
Ernesto Pinto critica a dificuldade deste procedimento, que diz não ser de fácil compreensão: "Só levar o contribuinte a clicar em algo com o nome 'Contencioso Administrativo' já dá um medo enorme", comenta o jurista, acrescentando não compreender por que razão o Fisco não colocou naquela página do portal um 'link' a dizer "se o contribuinte não concorda [dos valores de despesas inscritos] clique aqui".
Ernesto Pinto critica também os procedimentos para alterar as despesas de educação e formação, saúde, habitação e lares inscritas pelo Fisco no IRS e que são feitos manualmente no anexo H do IRS, quando entregar a declaração do imposto.
"Ao fazê-lo, seja em papel ou através da Internet, o Fisco vai ignorar os valores dessas categorias que estavam no e-fatura e na nova área de consulta", adverte o jurista, criticando que não seja dada ao contribuinte a possibilidade de declarar no anexo H apenas o excesso, ou seja os gastos não declarados ao Fisco por prestadores de serviços ou por quem estava registado em setores de atividade incorretos.
"A introdução manual das despesas é positiva, mas a medida peca por não cruzar os dados registados no Fisco [no e-fatura] com os inseridos manualmente pelo contribuinte no anexo H", afirmou, explicando que, na prática, o contribuinte que queira alterar valores de despesa vai ter sempre de ir ao e-fatura retirar os valores aí inscritos com os que não estavam registados e que tem fatura na sua posse.
"Se a Autoridade Tributária já tem na sua posse os dados do e-fatura, por que razão o contribuinte quando quer reclamar ou corrigir um valor tem de voltar a preencher tudo", questionou, considerando esta dificuldade "mais uma prova" da falta de vontade da Administração Pública em facilitar as reclamações e correções de despesas no IRS.
Segundo o jurista, mesmo que a correção seja, por exemplo, apenas relativa a uma fatura de saúde não registada ao Fisco, o contribuinte fica obrigado a inscrever no seu IRS os valores de todas as outras despesas que constam do e-fatura, como o total de despesas de educação ou habitação.
No dia 15 de março o Fisco disponibilizou uma nova página no Portal das Finanças na qual os contribuintes podem consultar despesas como recibos eletrónicos de renda, taxas moderadoras e propinas de universidade.
A informação da nova página deverá estar agregada, em valores brutos por cada área, e é disponibilizada para consulta, por contribuinte.
Os contribuintes têm até 31 de março para apresentarem reclamações prévias à Autoridade Tributária e Aduaneira.
Entre 01 e 30 de abril decorre a fase de entrega de IRS dos trabalhadores com rendimentos exclusivamente de trabalho por conta de outrem ou pensões e entre 01 e 31 de maio dos contribuintes com rendimentos de outras categorias, como os trabalhadores independentes, com rendimentos de rendas e outros (mesmo que acumulem com trabalho dependente e pensões)."
VP // MSF
Lusa/fim
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segunda-feira, 7 de março de 2016
continuando o dia... supinamente agastado...!
no cm...
comentário:
esta só pode vir a figurar nos anais da nossa história como a anedota [para não dizer outra coisa] do século...
aliás, até nem eu sei se devo alguma coisa a alguém, sejam eles amigos ou instituições de qualquer índole.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
domingo, 10 de janeiro de 2016
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
eloquências e desmistificações, precisam-se... um novo garganta [mais] profunda...?
Caso Banif é “chocante e tem de ser explicado”, diz Horta Osório
22 Dez, 2015 - 13:46
O mal está feito,
considera o presidente do Lloyd’s Bank, mas os contribuintes merecem
pelo menos que sejam apuradas responsabilidades.
Veja também:
via sapo...
"António Horta Osório, presidente do Lloyd’s Bank, está chocado com o
caso Banif e diz que os contribuintes merecem uma explicação sobre o
assunto.
À margem do Encontro Anual do Conselho da Diáspora, em Cascais, Horta
Osório recordou que o dinheiro que os portugueses vão injectar no banco
equivale a mil euros por família.
“O tema do Banif é um assunto chocante e tem de ser devidamente
explicado. Sabia-se que o banco estava fragilizado há uns anos, recorreu
à ajuda de uma linha europeia no valor de menos de mil milhões de euros
entre capital e obrigações convertíveis”, explica. “Poucos anos depois
chega-se à conclusão que os contribuintes têm de injectar mais cerca de o
dobro desse montante, num total de cerca de três mil milhões de euros, o
que significa mais de mil euros por cada família portuguesa.”
“Acho que este assunto é muito sério e tem de ser devidamente explicado", disse aos jornalistas.
O mal está feito, considera o banqueiro, mas os portugueses merecem
pelo menos que se apurem responsabilidades. “Acho que deve ser feita uma
auditoria independente que mostre aos contribuintes portugueses
exactamente que negócios foram feitos que originaram esta situação no
banco, que créditos foram concedidos que não foram pagos.”
“Dado que o mal está feito, os contribuintes merecem saber pelo menos
com transparência e com rectidão exactamente o que aconteceu, que
dinheiro foi utilizado e acho que isso deve ser feito o mais rapidamente
possível”, afirma o presidente do Lloyd’s."
via rádio renascença em linha...
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
coisas da educação... atrasos 'versus' colonização...?
Lula da Silva culpabiliza colonização portuguesa pelos atrasos da Educação no Brasil
Diário Economico
16min
"Eu sei que isto não agrada aos portugueses", disse o ex-Presidente
brasileiro, que falava numa conferência em Madrid organizada pelo "El
País".
via feedly...
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quinta-feira, 12 de novembro de 2015
a começar o dia... indignadamente sem palavras...!
ainda na ressaca de ontem que, como puderam ler por aqui, foi inteiramente dedicado a angola, uma terra de sonho...
terça-feira, 27 de outubro de 2015
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
sábado, 1 de agosto de 2015
li, não acreditei no li e... transcrevo, [necessariamente] levando à conta de mais uma piada por dia...!
«nós pretendemos que quem venha a considerar-se responsável indemnize a empresa por essas perdas, nada mais do que isso»
palha da silva [pharol] dixit
transcrito [com realce meu] da edição impressa do cm... in 'processo avança contra granadeiro'
comentário:
é inaudito que um gestor de topo de uma empresa, à saída de uma assembleia de accionistas, diga uma barbaridade destas pois ou está atirar poeira para os nossos olhos, ou, pior ainda, sendo pouco proficiente e letrado no uso da 'sua' língua materna espere [de boa-fé?] que alguém se considere 'culpado' das loucuras político-financeiras da empresa bandeira [uma das...] do país e do regime...
e será com base neste tipo de discurso que vão apresentar queixa junto dos tribunais...?
sexta-feira, 24 de julho de 2015
a frase do século...?
Cavaco: “Há interesses corporativos e pessoais que nada têm a ver com os superiores interesses do país”
comentário:
fico estarrecido que, quem teve as responsabilidades de gerir esta nação e agora tem as de superintendência do regime, alegue interesses que demonstra (des)conhecer sobre o estado a que chegámos...
livra.
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sexta-feira, 10 de julho de 2015
pois, lá volta [novamente] à carga o putativo candidato a alguma coisa [só pode]... agora [um bocadinho!] mais comedido...?
no cm...
pelas 21:41...
(dos esquecimentos) leituras adicionais:
sorriamos [educadamente], então...
aí está [de novo] o ferrabrás da (des)educação...
pelas 21:41...
(dos esquecimentos) leituras adicionais:
sorriamos [educadamente], então...
aí está [de novo] o ferrabrás da (des)educação...
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