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sábado, 29 de setembro de 2018

purismos...

poderá, por puro prazer, participar...





via fb...


nota: o meu comentário no facebook, abaixo...


'Luiz Crespo de Carvalho parafrenália putativa portuguesa, papagaiando piares puristas por presteza 'pharmacêutica', puro placebo para pensadores profundos... pedindo palavra pela palavra, pintando-as por prazer...! Porra.'

e disse, prestativamente.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

uma boa notícia...

Prémio Conto Infantil Ilustrado está de volta


Sétima edição do concurso promove as competências de escrita e desenho dos mais novos. O prazo de entrega de trabalhos termina a 5 de fevereiro.
Andreia Lobo
"Vestir o papel de escritor e ilustrador e criar um conto inédito em língua portuguesa. Este é o desafio lançado aos alunos do 4.º ano de escolaridade pelo Prémio Conto Infantil Ilustrado – Correntes D’Escritas / Porto Editora.

Trata-se de uma “iniciativa única”, como descreve Paulo Rebelo Gonçalves, responsável pela comunicação da Porto Editora, entidade responsável pela organização do concurso, desde 2008, em parceria com a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Porquê? “Promove o gosto pela escrita, pela leitura e pelo desenho como expressão artística, mas, não menos importante, estimula a partilha de ideias, de criatividade, o trabalho em equipa.”

Ao contrário do que acontece na maioria dos concursos, os trabalhos têm de ser obrigatoriamente realizados pela turma com o apoio do docente. Não são aceites participações individuais. Para Luís Diamantino, vereador da Cultura e da Educação da autarquia poveira, este é um dos aspetos que tornam o concurso “singular”: “Tem de haver uma união dos alunos da turma, entre os que escrevem melhor, os que têm mais imaginação ou mais jeito para o desenho, e todos colaboram na criação do conto, com a ajuda do professor.”

E, assim, “ao criarem algo em comum, os alunos criam laços entre eles”, resume o vereador, deixando um apelo ao envolvimento dos professores, que considera “a grande locomotiva” do concurso. “São eles que motivam os alunos e proporcionam experiências que nunca mais esqueceremos.”

Por ser dirigido a crianças do 1.º ciclo do ensino básico, com idades compreendidas entre os 9 e os 10 anos, o Prémio Conto Infantil Ilustrado “promove o desenvolvimento de competências educativas, sociais e afetivas”, assegura Paulo Rebelo Gonçalves. “Por isso, esta iniciativa é tão interessante e merece toda a atenção dos professores e educadores.”

Outro aspeto que prova a importância da iniciativa, aponta o vereador Luís Diamantino, é o facto de o concurso conseguir mobilizar participações não só em Portugal, mas também de escolas portuguesas espalhadas pelo mundo. “Já tivemos a concurso trabalhos de turmas de alunos a estudar em França e no Luxemburgo.”

Mais do que ganhar, diz ainda o vereador, “importa participar”. No entanto, quem concorre precisa de saber que, no que toca à avaliação dos trabalhos a concurso, os elementos do júri vão apreciar simultaneamente o texto e as ilustrações. Os três melhores contos, e todos os que receberem menções honrosas, são editados pela Porto Editora em livro. Ver a obra publicada é o sonho de qualquer escritor e para as crianças é sempre “gratificante”, atesta o vereador.

Nesta, tal como em todas as edições anteriores, os livros que resultam da iniciativa são oferecidos aos alunos premiados e a todas as escolas participantes. Mas os prémios não se ficam por aqui. As escolas vencedoras, que alcancem, respetivamente, o primeiro, segundo e terceiro lugares, ganham vales no valor de mil, quinhentos e duzentos e cinquenta euros para serem gastos em produtos e edições da Porto Editora.

O prazo de entrega dos trabalhos termina a 5 de fevereiro. Mas antes de começar a trabalhar importa perder algum tempo a ler na íntegra o regulamento da edição de 2016. Em resumo, ficam algumas notas importantes no que toca à estrutura e formato dos trabalhos. O texto deve ter no mínimo uma e no máximo três páginas, datilografadas a letra times new roman, corpo 12, a espaço e meio. As ilustrações devem ser apresentadas num documento à parte em dimensões máximas de 24 cm x 24 cm. Não são aceites ilustrações em formato informático.

Dupla atenção a outros detalhes do regulamento já mencionados: os participantes não podem concorrer individualmente, nem em grupos de turmas subdivididas. A participação de cada escola está limitada a dois trabalhos por turma do 4.º ano. Aos autores outro aviso: os textos devem ser apresentados sob pseudónimo.

O regulamento dita que cabe ao professor, que supervisiona o trabalho, a tarefa de testemunhar por escrito a autoria e a originalidade do texto. Para tal é preciso preencher uma declaração que deve ser enviada juntamente com o trabalho. A par deste documento, o professor tem de assinar uma outra declaração onde autoriza a publicação do trabalho, caso este seja premiado.

A participação implica ainda alguns procedimentos “extra”. Devem ser enviados três exemplares do texto datilografado, bem como os originais e duas cópias a cores dos desenhos das ilustrações. Todos estes documentos têm de seguir num envelope opaco e fechado, no rosto do qual se escreve a palavra “Obra”.

Noutro envelope, semelhante ao primeiro, coloca-se no rosto a identificação da turma, a denominação da escola, o título do trabalho e o pseudónimo. Dentro dele segue a identificação dos alunos da turma que realizou o trabalho, da escola, com morada e número de telefone. Também a identificação do professor responsável e do diretor da escola, seguidos dos seus contactos (morada, número de telefone e e-mail). E, por fim, as duas declarações já mencionadas.

Os dois envelopes são encerrados num terceiro “invólucro exterior” a ser enviado pela escola participante, autonomamente, ou através do agrupamento no qual se insere. No destinatário é obrigatória a inscrição: CONTO INFANTIL ILUSTRADO CORRENTES D’ ESCRITAS PORTO EDITORA, ao c/ de Manuela Ribeiro, Cine-Teatro Garrett (entrada tras.) Avenida Mouzinho de Albuquerque, n.º 35, 4490 – 409 Póvoa de Varzim.

Como sempre, convém lembrar que os trabalhos apresentados a concurso não são devolvidos pela organização. E, claro, podem ser excluídos, se não respeitarem o regulamento. Note-se ainda que o júri é constituído três elementos, dois designados pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, outro indicado pela Porto Editora.

Como já é habitual, o anúncio do vencedor acontece na XVII Edição do Correntes D’ Escritas, Encontro de Escritores de Expressão Ibérica, que decorre nos dias 23 a 27 de fevereiro na Póvoa de Varzim
."


Informações: 


www.cm-pvarzim.pt

www.portoeditora.pt
via educare... 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

informações [educação]... inglês no 1º ciclo [conferência], poesia e escrita... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 61 – 15/04/2015


Informações Gerais

Conferência Internacional Ensino Bilingue Precoce/Clil em Inglês no 1.º CEB 
A Direção-Geral de Educação, em colaboração com o British Council Portugal, vai realizar uma conferência internacional intitulada Ensino bilingue precoce/CLIL em Inglês no 1.º CEB - Uma realidade em construção em Portugal, na Escola Secundária Eça de Queirós (Lisboa), no dia 18 de abril de 2015, com os seguintes objetivos:

- Apresentar a avaliação externa do Projeto Ensino Bilingue Precoce no 1.º Ciclo do Ensino Básico/Bilingual Schools Project;
- Apresentar este projeto, enquanto experiência-piloto, ao nível da formação, monitorização e currículo no 1.º CEB;
- Sensibilizar a comunidade educativa para a existência e potencialidades das ofertas de ensino bilingue e CLIL – perspetivas internacional, europeia e nacional.

Ai flores, ai flores do verde pino
A poesia e a escrita dominam o espaço da antiga Igreja de S. Julião. Durante a visita escutam-se trovas de D. Dinis, rei-poeta que fez de Lisboa um importante centro literário. Recordam-se os escritos de Fernando Pessoa, sobre a cidade e a vida. Percorre-se a muralha que “atravessa” a história da língua portuguesa. Convida-se cada participante a ser leitor, ouvinte e criador.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

domingo, 12 de abril de 2015

coisas da novilíngua...?


no observador...

"FYI, quando alguém escreve na janela de chat a abreviatura BBS, o melhor é esperar sentado pelas respostas. E, BTW, o mesmo se aplica a BRB.

Percebeu alguma coisa? Se não, estamos aqui para ajudar. Nos dias que correm há abreviaturas que inundam a Internet capazes de deixar muito boa gente confusa. Exemplo disso são as siglas ASAP, que remete para pedidos urgentes, e NSFW, que indica algo que não deve ser feito no emprego, e que facilmente podem aparecer nos e-mails de trabalho (entre outros contextos). Para evitar que faça má figura, reunimos um total de 30 abreviaturas e respetivos significados com a ajuda da redação do Observador — BTW, a ala da informática foi a que mais contribuiu.


1. AFK — Away From Keyboard

É comummente usada em chats, ou em jogos, quando uma pessoa se ausenta do computador.



2. ASAP – As Soon As Possible

Significa “assim que possível” e transmite urgência no pedido.



3. BFF – Best Friend Forever

Se alguém se referir a si como sendo um ou uma BFF, é bom sinal. A abreviatura remete para “melhor amiga/o para sempre”.



4. BTW – By The Way

É um “já agora” em inglês e remete para algo que queremos acrescentar no decorrer de uma conversa.



5. BRB – Be Right Back

“Já volto”, em português. É usado, por exemplo, quando se interrompe uma conversa para fazer algo.



6. BBS – Be Back Soon

Um “não demoro muito” ou um “volto já”.



7. FML – Fuck My Life

Quando alguém escreve esta abreviatura é porque, por norma, está chateado com a vida e as coisas não lhe estão a correr propriamente bem. Há, inclusive, um site dedicado ao conceito FML, onde é possível partilhar e conhecer frustrações alheias.



8. FTW – For The Win

Alguém com uma grande confiança, um pouco sem razão.



9. FYI – For Your Information

“(Só) Para que saibas.”



10. GTFO – Get The Fuck Out

A abreviatura está associada a uma ordem de expulsão. E significa que alguém ficou bastante zangado."

para ler o artigo completo... aqui.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

informações [educação]... o caso dos centros de recursos para a inclusão, famelab e concurso literário... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Apresentação Pública do Estudo Avaliação das Políticas Públicas – Inclusão de Alunos Com Necessidades Educativas Especiais: O Caso dos Centros de Recursos para a Inclusão

A Direção-Geral da Educação vai realizar uma Sessão Pública de Apresentação do Estudo Avaliação das Políticas Públicas – Inclusão de Alunos com Necessidades Educativas Especiais: O Caso dos Centros de Recursos para a Inclusão.
A ter lugar no dia 4 de março de 2015, às 14h00, no auditório do Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira, em Lisboa.


FameLab 2015!
O FameLab é o mais popular concurso internacional de comunicação científica. Cada concorrente tem três minutos para demonstrar a sua capacidade de comunicar os mais diversos temas científicos, recorrendo apenas à palavra e ao gesto e sem a ajuda de PowerPoint.

Podem concorrer estudantes ou trabalhadores de Ciência e Tecnologia, a partir dos 18 anos, que falem fluentemente Português e Inglês.

A submissão ao concurso decorre até 12 de março de 2015.


VIII Concurso Literário Jovem
A prática regular de atividades como a leitura e a escrita é um fator primordial para o bom desenvolvimento intelectual das crianças e dos jovens, ao estimular a sua imaginação e criatividade, potenciando a aquisição de competências e de valores de cidadania.

Cientes desta realidade e conscientes da sua responsabilidade, a Rede de Bibliotecas de Mira em colaboração com a Biblioteca Municipal de Mira e o Agrupamento de Escolas de Mira uniram esforços, para promover a oitava edição do VIII Concurso Literário Jovem, convidando todas as escolas pertencentes ao Agrupamento de Escolas de Mira a participar nesta atividade de manifesto interesse pedagógico.

Destinado ao público escolar do município, desde o 1.º ciclo do ensino básico ao ensino secundário, os trabalhos deverão ser entregues aos professores de cada grau de ensino, que os remeterão para as bibliotecas escolares ou municipal, até dia 20 de março de 2015, conforme regulamento em anexo.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

coisas da educação [escrita]... reflexões para o fim de dia...!


via feedly...

"Vale a pena ler o artigo L’orthographe préoccupe les universités, escrito por Paul de Coustin e publicado no jornal Le Figaro (on line), do passado dia 26 de Dezembro.
 
Nele se aborda um problema gravíssimo e nada novo: a degradação das competências de escrita dos estudantes que chegam ao ensino superior.
 
Muitos professores reconhecem-no e falam dele, começando também a receber a atenção de investigadores mas quando se trata de tomar medidas alguma coisa falha e, em geral, nada se faz.
 
Talvez se compreenda esta espécie de inactividade por parte de escolas superiores e universidades se pensarmos no seguinte:
Caberá a tais instituições resolver o problema? A resposta mais imediata é: não, não é essa a sua tarefa, a aprendizagem da escrita tem de ser feita ao longo da escolaridade básica.

 
Mas, por razões diversas, essa aprendizagem tem falhas e, portanto, as ditas instituições ficam com o problema em mãos. Então o bom-senso aconselharia que recusassem os estudantes que não dominam suficientemente a escrita, pois sem ela é impossível avançar em qualquer área de estudos superiores. Porém, se o fizessem muitos cursos fechariam com as respectivas consequências para a manutenção dos departamentos e do corpo docente.
 
Neste cenário dilemático, caso os recursos o permitam, algumas instituições têm tentado fazer face ao problema, criando unidades/módulos/centros para aprendizagem da escrita.
 
Mas o ensino de jovens adultos é mais exigente do que o ensino de crianças; requer técnicos especializados, persistência por parte dos estudantes e continuidade didáctica, nada que fique resolvido com algumas sessões intensivas no ínicio de um curso. Acontece que estas condições nem sempre são devidamente ponderadas por parte de quem toma, ainda que de boa mente, decisões.
 
Depois de os Estados Unidos e do Brasil - pode haver outros países que desconhecemos - terem avançado em termos de diagnóstico e de remediação, eis a Europa a seguir-lhe os passos. Não discordarmos, sendo essas as condições, que apontam para uma situação de transição. Mas já discordamos se as instituições de ensino superior fizerem desta aprendizagem uma das suas missões.
 
O essencial tem de ser debatido: é nos primeiros anos de escolaridade que os alunos devem aprender a escrever. Uma vez detectadas falhas graves, como aquelas que começam a vir a debate, são os sistemas educativos que precisam de rever as suas opções e procedimentos."
 
Helena Damião e Isaltina Martins

no de rerum natura... aqui.


"Plusieurs établissements se mobilisent pour améliorer le mauvais niveau de français de leurs étudiants. 

C’est le nouveau cheval de bataille des universités françaises. Depuis plusieurs années déjà, le constat s’impose: le niveau de langue des étudiants se dégrade. Le baccalauréat, obtenu par plus de 80 % d’une génération, n’est plus le garant d’un bon niveau de français, écrit comme oral, et les bacheliers accèdent aujourd’hui massivement à l’université malgré leurs lacunes. Des difficultés d’expression que les chargés de TD et maîtres de conférences observent maintenant à tous les niveaux et dans toutes les filières. Si les établissements d’enseignement supérieur - tous confondus - se sont longtemps reposés sur des organismes privés pour faire face à ce problème grandissant, plusieurs universités s’organisent aujourd’hui pour reprendre la main sur la plume de leurs étudiants.

En 2013, un test de niveau passé par plus de 700 étudiants en droit et en langues de l’université de Bourgogne révélait des difficultés importantes. «70 % des étudiants avaient un niveau inférieur au niveau requis» et présentaient des lacunes concernant des règles de base, que ce soit en «vocabulaire, en grammaire, en syntaxe ou en orthographe», analyse Stéphanie Grayot-Dirx, professeur de droit et vice-présidente en charge de la réussite en licence de l’établissement. Un résultat alarmant qui peut, selon elle, être étendu à l’ensemble de l’enseignement supérieur français. «Je suis passée par l’université Cergy-Pontoise et par l’université Paris-VIII, les chiffres sont les mêmes», assure-t-elle. Pour lutter contre cet état de fait, sous l’impulsion de sa vice-présidente, l’université a expérimenté l’année dernière un Centre des pratiques de l’écrit et de l’oral en français. Le lieu s’inspire des Writing Centers développés depuis plusieurs décennies déjà dans les universités nord-américaines. Le centre se veut «innovant», selon Stéphanie Grayot-Dirx, et ne «se concentre pas seulement sur l’orthographe. On y travaille le vocabulaire et la construction de l’argumentation.» Ouverts à tous, les cours sont gratuits et disponibles selon plusieurs formules proposées aux étudiants en fonction de leurs besoins. Les méthodes pédagogiques utilisées se veulent adaptées au public concerné. «L’enjeu est de faire progresser des adultes, explique Stéphanie Grayot-Dirx, pas de faire travailler nos étudiants sur des exercices que l’on donne à des élèves de collège.» Pour elle, le facteur déterminant de la réussite du programme est qu’il se fonde sur une logique de volontariat. Les étudiants doivent eux-mêmes prendre conscience de leurs difficultés et se présenter au centre. «Selon nous, la motivation des étudiants est un élément essentiel» de ces cours de rattrapage, explique la responsable."

para ler o resto do artigo... aqui.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

informações [educação]... intervenção precoce na infância, crianças e meios digitais, concurso e escrita... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

III Encontro de Intervenção Precoce na Infância
Realiza-se no próximo dia 14 de novembro de 2014, na Escola Superior de Desporto de Rio Maior, o III Encontro de Intervenção Precoce na Infância de Lisboa e Vale do Tejo, que visa a reflexão e o conhecimento sobre os aspetos teórico-científicos envolvidos e as práticas desenvolvidas, no âmbito do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI), cuja coordenação é da responsabilidade tripartida do Ministério da Educação e Ciência, do Ministério da Saúde e do Ministério da Solidariedade, do Emprego e da Segurança Social.


Conferência Nacional – Crianças e Meios Digitais Móveis em Portugal
A Conferência terá lugar nos dias 28 e 29 de novembro de 2014, no Auditório 1, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas na Universidade Nova de Lisboa.

O contexto atual de uso da internet é caraterizado por uma “nova ecologia” marcada pelo acesso móvel através de equipamentos que acentuam a convergência de meios, disponíveis “a qualquer hora e em qualquer lugar”. Estimulando novas oportunidades, esse ambiente coloca novos desafios.

Pretende-se endereçar questões, apresentar e discutir resultados nacionais do inquérito Net Children Go Mobile, onde Portugal participou em 2014, ao lado de outros seis países europeus.

Esta conferência destina-se a pais, professores, psicólogos, pediatras e outros profissionais que trabalham com crianças e jovens.


Concurso «Conta-nos uma história!» - Podcast na Educação está de volta!
O Concurso consiste na conceção e no desenvolvimento de recursos digitais áudio e vídeo que decorram da produção colaborativa ou do reconto de histórias já existentes (por exemplo, contos, fábulas, parábolas, mitos ou lendas).

A iniciativa pretende fomentar a dinamização de projetos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico, incentivando a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital áudio e vídeo.

A candidatura decorre até 16 de janeiro de 2015, através do preenchimento de um formulário de inscrição.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

informações [educação]... ensino de línguas estrangeiras, colóquio internacional e programa 'naveg@(s) em segurança'... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

WEBINAR DGE - «O Portefólio Europeu de Línguas no 1.º ciclo: práticas pedagógicas para o sucesso»

No dia 9 de outubro de 2014, a partir das 15 horas, decorre um webinar DGE, que terá como convidada a Dra. Sónia Ferreirinha, colaboradora na produção do Portefólio Europeu de Línguas para o 1.º ciclo do ensino básico, professora de Inglês na educação pré-escolar, nos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico e formadora nestas áreas de ensino do Inglês.

Nesta sessão, a oradora fará uma apresentação genérica do Portefólio Europeu das Línguas, enquadrando este instrumento pedagógico no contexto das políticas linguísticas do Conselho da Europa e dos princípios do Quadro Europeu de Referência para as Línguas e sugerindo algumas estratégias e metodologias para uma utilização adequada do mesmo.


I Colóquio Internacional Ler e Ser: Novos Olhares e Desafios

Realiza-se nos dias 10 e 11 de outubro de 2014, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, o I Colóquio Internacional Ler e Ser: Novos Olhares e Desafios, promovido pela Ajudaris, em parceria com o Centro de Formação Júlio Resende, o Colégio Efanor e a Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Os temas em torno dos quais se desenvolverá a reflexão serão a leitura, a escrita e a cidadania.


Programa de voluntariado jovem "NAVEG@(S) EM SEGURANÇA?"
Numa iniciativa do Instituto Português do Desporto e da Juventude, acaba de ser lançado o programa de voluntariado jovem "NAVEG@(S) EM SEGURANÇA?".

Esta iniciativa tem como objetivo contribuir para a utilização responsável e segura da Internet, através da realização de ações de sensibilização destinadas a crianças, jovens, séniores e cidadãos em geral.

A atividade proposta irá ser desenvolvida nas Lojas Ponto JÁ do IPDJ.


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segunda-feira, 21 de julho de 2014

informação [educação]... produção escrita... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Flash Europa 28

A Delegação da União Europeia em Pequim está a promover um projeto de produção escrita de contos que se destina a jovens de cada Estado-Membro da União Europeia, com idade compreendida entre os 15 e os 28 anos, completos a 31 de dezembro de 2014.

No caso de Portugal, os contos inéditos deverão ser escritos em português e num máximo de 500 palavras.

As candidaturas (conto, biografia do autor com cerca de 50 palavras e fotografia do autor) deverão ser enviadas por correio eletrónico, até ao dia 15 de agosto de 2014, para o seguinte contacto:
28 National Competition Managers
Secção Cultural da Embaixada de Portugal em Pequim
Clara Oliveira: scepp.rpc@gmail.com
As linhas orientadores da candidatura e  a introdução geral do projeto podem ser consultadas em http://www.flash-europa-28.org/how-to-enter.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!



segunda-feira, 23 de junho de 2014

um bom conselho...

"Sete [emendei oito para sete] regras simples de escrita (do livro NLP Workbook de Joseph O’Connor)

1. Saber qual é a finalidade do texto, que mensagem é que o autor pretende transmitir aos leitores

2. Cuidar do básico – ortografia e pontuação

3. Optar por substantivos e verbos em vez de adjetivos e advérbios

4. Ilustrar princípios abstratos com metáforas concretas, dirigidas aos sentidos. Todas as metáforas devem ser claras e relevantes

5. Harmonizar substantivos e verbos

6. Examinar bem os verbos:

    Os mais fortes são de ação
    Seguem-se os de diálogo
    Depois os de pensar e sentir

7. Cuidar do estilo. Parágrafos longos são difíceis de entender. Partir de ideias gerais para ideias concretas."


entrada editada por joaquim couto [no portugal contemporâneo]... aqui.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

coisas da escrita... 'aprender a escrever na era do teclado'... no observador...!


no observador...


"O que muda no nosso cérebro quando escrevemos no computador? Diversos estudos científicos apontam diferenças em relação à escrita no papel. Para descobrir até que ponto a memória e a criatividade são afectadas pelo método de escrita, falámos com crianças, professores e escritores. 

Os primeiros “escritos” do homem foram nas paredes das cavernas com a própria mão. Mais tarde, surgiram os pergaminhos, as penas e a tinta. Depois, o papel e a caneta. E agora, os teclados e ecrãs. “[Escrever à mão] faz-me doer o pulso e cansa”, diz Rafael Santos, 10 anos, ao mesmo tempo que segura nas mãos uma consola de jogos portáteis. Esfrega o dedo indicador da mão direita freneticamente no ecrã do aparelho. Estava quase a perder o jogo, conta. 

Rafael gosta de velocidade: “Não gosto de esperar”. Desde que começou a utilizar o computador na sala de aula, começou a pedir à professora para entregar todos os trabalhos de forma impressa. A professora não aceitou. Rafael ainda é muito novo, mas já se apercebeu que ao escrever com lápis e caneta demora mais tempo que no teclado do seu portátil Magalhães. “Dá menos trabalho”, diz. Rafael é um caso atípico: a maioria das crianças ainda é mais lenta a escrever num teclado do que à mão. O mesmo já não se aplica aos adultos. 

Em 2008, José Sócrates, então primeiro-ministro, afirmou que o portátil Magalhães, distribuído massivamente pelas escolas portuguesas, simbolizava “a ideia de que todos nós queremos que as tecnologias de informação e comunicação estejam presentes em toda a sociedade, mas principalmente no sistema de ensino”. 

As salas de aula mudaram, a forma de ensinar também. Não só em Portugal, mas como no mundo inteiro. Incentiva-se que as crianças aprendam a programar, a linguagem do futuro para muitos. Neste sábado, fez 60 anos que Alan Turing, o “padrinho” da ciência de computadores, morreu. 

Escrever à mão, o treino da caligrafia, uns dos objetivos principais dos dois primeiros anos escolares de qualquer criança deixou de ser encarado como algo central. Pelo menos, por muitos pais. “Eu sei que na faculdade ele já só vai entregar trabalhos no computador”, conta Irene Santos, mãe de Rafael, que afirma não estar preocupada com este problema: o que é estamos a perder quando abandonamos o papel e caneta pelo teclado? 

Nos últimos seis anos, têm sido publicados uma série de estudos científicos que falam na diferença que provoca no cérebro humano escrever com papel e caneta ou num teclado. E todos parecem chegar à mesma conclusão: escrever à mão tem uma ligação mais direta, mais profunda, com o cérebro humano. Mais criatividade, mais memória. É um processo mais lento que num teclado? Sim, mas necessário. Esta mudança poder ter impacto estrutural no desenvolvimento das próximas gerações, lembram alguns dos estudos. 

Escrever à mão envolve vários sentidos: o cérebro recebe um feedback das ações motoras, juntamente com a sensação do toque do lápis e do papel. Escrever é um movimento, uma torrente que não para e impede que as mãos estejam paradas, como diriam alguns escritores. 

Anne Mangen da Universidade de Stavanger, na Suécia, publicou em 2010 uma investigação que revelava que diferentes partes do cérebro são ativadas quando a visão reconhece uma letra caligrafada ou datilografada. Ao escrever-se alguma palavra à mão, os movimentos envolvidos deixam uma memória na parte sensimotora do cérebro, também conhecida como área de brocas, o que ajuda a reconhecer as letras. Isto implica uma ligação entre o processo de leitura e escrita e sugere que o sistema sensimotor tem um papel no processo de reconhecimento visual durante a leitura. 

Uma das experiências foi feita com dois grupos de adultos desafiados a aprender a escrever numa língua desconhecida, consistindo em 20 caracteres. Um foi ensinado a escrever à mão e outro através do computador. Depois de três e seis semanas da experiência, a capacidade de reconhecer o caracteres foi testada. Aqueles que tinham aprendido a escrever à mão saíram-se melhor em todos os testes. Submetidos a um TAC indicavam que a área de brocas estava ativada. Entre os que tinham aprendido a escrever através do teclado existia pouca ou nenhuma atividade nesta área do cérebro. 

“A componente sensimotora é parte integral do treino para iniciantes [na escrita] e na educação de pessoas com dificuldades de aprendizagem. Mas existe pouca sensibilização e compreensão da importância de escrever à mão para aprender o processo, para lá da própria escrita”, afirmou Mangen. Dentro do campo da psicologia, existe a perceção que se presta demasiada atenção na mentalidade do sujeito. De acordo com a investigadora, a perceção sensimotora tem hoje um papel muito mais proeminente. 

“Eles aprendem muito mais rápido que nós [pais]”, diz Irene Santos, que confessa que às vezes é difícil convencer o filho a largar a tecnologia e brincar “como quando era criança”. E não é por falta de tentativas. Irene compra regularmente grandes blocos de “papel cavalinho” para o filho “escrever, desenhar ou fazer o que lhe bem apetecer.” Mas Rafael não gosta muito de treinar a caligrafia, nas suas palavras é “aborrecido”. 

Sandra Silva, professora primária na Escola Básica nº4 de São João da Talha, faz com que a turma de quarto ano que acompanha, todas as sextas-feiras, durante uma hora, faça um “esquema ou uma pesquisa” no computador Magalhães. “Em casa só o usam para jogar”, diz, ao falar da maioria dos alunos. 

Para a professora primária, prevê-se um aumento, cada vez mais, da escrita através dos computadores, lembrando o caso da escola onde leciona. Com o desaparecimento dos quadros pretos de ardósia e a passagem para os quadros interativos, o primeiro ano do ensino básico vai passar a dar os básicos da escrita manuscrita, mas depois tudo vai estar centrado num ecrã interativo, explica. “A nova fornada [de alunos] vai muito para a era da máquina, do computador”, diz Sandra. E apesar de gostar de incentivar os alunos a dominarem as tecnologias, para a professora, a escrita no computador é algo “muito impessoal.” 

“Eu consigo distinguir cada um dos meus alunos pela sua caligrafia. É possível perceber a personalidade deles pela letra. Como se estavam a sentir, se estavam concentrados ou não”, explica. Talvez no futuro, a caligrafia se afaste das escolas de forma mais definitiva, mas para já não. Podemos estar a mais do que nos apercebemos agora. Por exemplo, se Steve Jobs não tivesse optado por aperfeiçoar a caligrafia na faculdade, nunca teríamos os processadores de escrita comuns a todos os computadores comerciais.
“Ao escreveram à mão, cada um pensa melhor, ao seu próprio ritmo”, diz Sandra. 
“As coisas são mais simpáticas quando escritas à mão” 

Imaginemos Fernando Pessoa com um tablet na mão e um portátil na mochila, sentado numa das mesas da esplanada do café a Brasileira, no Chiado, em Lisboa. Fernando Pessoa, o escritor. Este vai tomando notas de ideias para poemas que lhe ocorrem no tablet ou chega mesmo escrever o poema na totalidade. Porém, ao chegar a casa, na rua dos Douradores, Pessoa apercebe-se que ocorreu um erro no sistema operativo e nada do que tinha escrito ficou gravado. 

A probalidade de Pessoa lembrar-se do que teria escrito no tablet é muito inferior à que se tivesse escrito num bloco de papel. A memória e a criatividade têm uma relação direta com o movimento da escrita, de acordo com um estudo científico publicado em Abril deste ano. O nome do estudo é, até, sugestivo: “The Pen is Mightier than the Keybord”. (A caneta é mais poderosa que o teclado, em português.) 

O primeiro livro escrito à máquina foi o clássico “Tom Sawyer” do americano Mark Twain, publicado em 1876. Desde essa data, não deixaram de surgir grandes escritores por causa de uma mudança tecnológica. Lembremos as imagens de José Saramago, compenetrado no computador a escrever a “Viagem do Elefante”, no documentário “José e Pilar”. De que forma os teclados influenciam o processo criativo dos escritores portugueses? 

Pedro Mexia, poeta, cronista e crítico literário, diz que não é correto falar de só “um processo criativo” e distingue o que escreve entre coisas compradas (crónicas para os jornais, por exemplo) e coisas não encomendadas (poemas, textos para o blogue pessoal). Tudo o que é trabalho escreve no computador, pois esses textos têm prazos a cumprir. Já a poesia, escreve no papel. “Fica mais acabado” e é “mais espontâneo”, explica. 

A literatura nunca lhe foi um mundo estranho. Desde jovem que começou a escrever. “Foi tudo para a gaveta, ainda não sabia bem o que era a poesia”, diz ao lembrar o início do seu processo de escrita. 

Enquanto crítico e cronista, Pedro Mexia vai anotando temas que lhe ocorrem nas mais diversas situações. Às vezes, se estiver na rua e não tiver papel à mão, anota no telemóvel. Mas quando chegar a casa vai passar a ideia para um caderno. Tem de ter ideias em stock para as crónicas que lhe são pedidas. “Não posso dizer que conheça alguém [poeta]” que escreva poesia diretamente no computador, conta. Mas lembra o caso de Vasco Graça Moura que, desde que surgiu o computador, afirmou ter começado a escrever tudo aí. 

“Pensar a liberdade é um bom critério para a escrita”, diz Pedro Mexia ao falar da diferença do que é escrever uma publicação para o seu blogue pessoal ou uma crónica para o jornal. 

Um post pode ser “mais hermético e obscuro” e uma crónica tem de ser compreensível a qualquer leitor. Mesmo assim, admite, ainda existe uma certa mitologia dos “blocos de notas, caderninhos e do café” ao redor da escrita. 

É nesta precisa mitologia que Francisco José Viegas, escritor, jornalista e ex-secretário de estado da Cultura, se encontra. Todos os casos de polícia do inspector Jaime Ramos, personagem central da obra do escritor, foram escritos à mão. Desde o primeiro livro, o método de escrita de Francisco José Viegas tem sido o mesmo. 

“As coisas são mais simpáticas quando escritas à mão”, diz. Tudo que é literatura, Viegas escreve à mão. Sai de casa, senta-se numa esplanada com blocos e cadernos e fica a escrever uma tarde inteira se for preciso. Depois de acabado o primeiro rascunho, transcreve o texto para o computador e aí trabalha-o. “Devia haver computadores sem acesso à internet”, diz a rir-se. 

Ao escrever à mão, o escritor diz que é obrigado a uma “certa lentidão” para tornar a escrita mais inteligível, o que por sua vez faz com que pense melhor. Francisco José Viegas gosta de uma caligrafia bem delineada, da letra bem desenhada em tinta permanente. Ver uma história crescer numa dimensão diferente da que o livro vai ser impresso é uma vantagem, dá “uma certa inocência”, explica. E é com essa mesma inocência que já o guiou por dezenas de manuscritos, que não se vê a abandonar o movimento da sua mão, da sua força criadora, para um teclado."