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terça-feira, 15 de março de 2016

a começar o dia... inquisitivo...!


"Na página pessoal de cada contribuinte são apresentadas as despesas que ainda não apareciam no E-Factura. Prazo para reclamações começa na quarta-feira.


O Portal das Finanças passou a disponibilizar na página pessoal de cada contribuinte uma área onde indica o valor final das deduções de IRS relativas a 2015, passando a incluir a lista das despesas que não apareciam no E-Factura, como os gastos de educação e algumas despesas de saúde.

Só agora algumas destas facturas surgem no Portal das Finanças porque há uma série de entidades que não têm de comunicar estas informações ao fisco ao longo do ano, como acontece com as empresas, mas apenas fazê-lo no início do ano seguinte.

É o caso dos hospitais públicos, das escolas, das universidades, lares e dos senhorios dispensados de emitir o recibo de renda electrónicos (os senhorios com 65 ou mais anos, e os senhorios sem email e com rendimentos de rendas até 838,44 euros).

No novo campo criado no site do IRS de cada contribuinte surgem agora os montantes globais das despesas realizadas ao longo do ano passado em cada um dos sectores que dão direito a dedução e o respectivo valor que lhe está associado, que é calculado automaticamente pelo fisco.

As informações estão divididas em seis grandes áreas. Cada contribuinte pode ver quanto gastou e quanto vai poder deduzir relativamente às despesas gerais familiares, às despesas de saúde, educação e formação, encargos com imóveis, encargos com lares e pelo benefício fiscal (15% do IVA) a quem pediu factura com NIF nos cabeleireiros, restaurantes, hotelaria e oficias de reparação automóvel.

Na mesma página surgem os valores totais da despesa realizada em cada uma destas grandes categorias e, em cada um dos campos, é depois possível verificar a lista individual das despesas que estão na base daquelas deduções.

O Ministério das Finanças refere, em comunicado, que a informação é individual (referente a cada NIF), “não atendendo, assim, à composição do agregado familiar ou ao regime de tributação, separada ou conjunta, no caso de sujeitos passivos casados ou unidos de facto”. Isto porque este dados são vão ser conhecidos no momento da entrega das declarações de IRS.

No caso das despesas gerais familiares (onde se incluem todas as facturas que têm associado o número de contribuinte, sejam gastos de supermercado, vestuário, combustíveis, água, luz, gás ou qualquer outra), basta que a pessoa tenha realizado despesas até 715 euros (por sujeito passivo) para receber o valor máximo, de 250 euros.

Nas despesas de educação, a dedução de IRS corresponde a 30% dos gastos, até um máximo de 800 euros. Na saúde, são deduzidos 15%, com um tecto de 1000 euros. Na habitação, o valor também é de 15% nas despesas com rendas, até com um tecto de 502 euros, ou de 296 euros no caso de se tratar dos juros dos empréstimo à habitação. Nos encargos com lares são deduzidos 25% do valor das despesas, até um máximo de 403,75 euros.

Até ao final do mês, os contribuintes podem apresentar reclamações do cálculo efectuado pelo fisco dos valores que ali estão apresentados (o prazo começa amanhã, dia 16, e termina a 31).

Como este é um ano de adaptação ao novo IRS, o primeiro ano em que a grande maioria das deduções à colecta é calculada automaticamente pelo fisco com base nos dados que lhe são comunicados pelas empresas e outras entidades, o Governo decidiu criar um regime transitório neste primeiro ano.

Este ano, os contribuintes ainda poderão apresentar algumas despesas quando entregarem as declarações de IRS. Mas só o poderão fazer, “em alternativa aos montantes apurados pela Autoridade Tributária e Aduaneira”, para os gastos de saúde, educação, encargos com imóveis e com lares. Neste caso, sublinha o Ministério das Finanças, os valores declarados “substituem, para efeitos de cálculo destas deduções à colecta, os que tiverem sido comunicados” ao fisco (e que agora aparecem na página pessoal dos contribuintes).
O Governo decidiu também alargar os prazos dos vários procedimentos até à entrega das declarações. Por isso, o início da entrega do IRS também foi adiado face aos prazos previsto no novo IRS e, afinal, só começa em Abril. A primeira fase decorre de 1 a 30 de Abril (em vez de ser entre 15 de Março e 15 de Abril). Estas datas são para os contribuintes que só têm a declarar rendimentos do trabalho dependente ou de pensões. A segunda fase, para os restantes rendimentos, decorre de 1 a 31 de Maio, em vez das datas anteriormente previstas (de 16 de Abril a 16 de Maio).


no público em linha...


leituras complementares:

sábado, 20 de fevereiro de 2016

continuando o dia... esforçadamente educado...!



"“As crianças já passam muito tempo na escola, ao contrário do que acontece noutros países europeus”, disse à agência o especialista, para quem o importante é discutir um novo modelo de organização social do tempo de trabalho dos pais, que reforce o tempo passado em família.

Para o catedrático da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, os pais precisam de ter mais tempo para os filhos e as crianças precisam de mais espaço para brincar e estar em contacto com a natureza.

A posição surge a propósito da intenção do governo, inscrita na proposta de Orçamento do Estado, de alargar “a escola a tempo inteiro” a todo o ensino básico, ou seja, até ao 9.º ano.

“Os currículos hoje estão a ser demasiado rigorosos quanto ao número de horas exigidas pelo sistema de educação”, afirmou, defendendo que sobra “muito pouco tempo para criar um equilíbrio” entre o que é espontâneo e o que é organizado.

“Em muitos países onde estes estudos existem, os horários de trabalho têm mais alguma flexibilidade. Por exemplo, pode-se começar a trabalhar mais cedo e sair mais cedo, os pais às 16:00 saem e vão buscar os filhos à escola e têm mais tempo em família”, indicou.

O que está em causa, sublinhou, é “uma repartição do tempo entre a família e a escola”, é a criança ter mais espaço natural com os amigos, “poder correr mais riscos, ter mais autonomia, mais capacidade adaptativa”.

Segundo Carlos Neto, as crianças estão hoje sujeitas a um nível excessivo de “sedentarismo, analfabetismo físico e superproteção”.

As atividades extracurriculares, frisou, “não compensam o facto de não se subir a uma árvore ou a um muro, de andar de bicicleta ou de patins”.

Cair, escorregar, equilibrar-se, são atividades que “devem fazer parte da adaptação ao mundo”, sustentou: “As crianças têm hoje super agendas, é preciso suavizar isso”.

Neste sentido, o catedrático defende uma discussão em torno de uma nova organização social do tempo, que contemple o tempo escolar, laboral e familiar. “É preciso audácia política para fazer isto”.

A experiência de 40 anos de trabalho com crianças levou-o a concluir que o tempo de recreio é fundamental para a saúde mental e física da criança.

“As crianças e os jovens não têm margem para a descoberta livre, com experiências audazes, correndo riscos em função de situações imprevisíveis, por forma a ampliarem competências motoras, sociais e emocionais imprescindíveis à sobrevivência no futuro”, lamentou.

De acordo com Carlos Neto, existe um ambiente “excessivamente institucionalizado e um tempo disposto com atividades muito padronizadas”, que contraria a natureza ativa e as necessidades humanas de brincar e socializar livremente.

“As vivências de um corpo em ação permanente são fundamentais para uma infância feliz e empreendedora no futuro e, por isso, se não existirem têm repercussões colossais na construção do ser humano”, alertou o investigador."



no sapo, em linha...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

coisas da educação... 'burnout'...!



Um terço dos professores está exausto e sofre de burnout



 
Um estudo realizado com cerca de mil professores de escolas portuguesas revelou que 30% dos docentes estavam em burnout, ou seja, exaustos emocionalmente e sem qualquer sentimento de realização profissional. 
 
 créditos: AFP/MARTIN BUREAU
 
 
Durante três anos – entre 2010 e 2013 - uma equipa de investigadores do ISPA - Instituto Universitário inquiriu cerca de mil docentes que davam aulas a alunos do 2.º e 3.º ciclos mas também do ensino secundário.
O objetivo era perceber se existiam muitos docentes em stress ou burnout e, no final, descobriram que 30% dos professores estavam em burnout, contou á Lusa a investigadora do ISPA responsável pela coordenação do estudo, Ivone Patrão.

“Esta percentagem fica um pouco acima dos números habituais registados nos outros países, que rondam entre os 15 e os 25%”, sublinhou a psicóloga clínica.

A maior parte dos docentes em burnout são mais velhos, têm um vínculo à função pública e dão aulas no ensino secundário, acrescentou a responsável, explicando que a média de idades dos inquiridos é de 49 anos.

Stress, ansiedade e depressão

O estudo divulgado esta terça-feira revela ainda que existem entre 20 a 25% de docentes que sofrem de stress, ansiedade e depressão.

“O bem-estar dos professores é considerado essencial para o sucesso de todo o projeto educativo. Tendo em conta todas as mudanças sociais e políticas, o burnout começa a ser um problema social de extrema relevância”, sublinhou a especialista, lembrando que este problema representa exaustão emocional e falta de realização profissional.

A psicóloga salienta o facto de todos estes docentes estarem no ativo quando responderam ao inquérito, o que representa um risco muito elevado com a relação que se estabelece com os alunos e com a aprendizagem.

O burnout afeta não só o professor, mas também o contexto educacional, uma vez que o mal-estar sentido pode originar problemas de saúde, perda de motivação, irritabilidade, aumento dos níveis de absentismo e abandono da profissão, o que pode interferir na realização de objetivos pedagógicos.

Para a especialista, falta formação continua e oferta formativa que permita aos docentes ter ferramentas para saber como lidar com situações de conflito em sala de aula.

Segundo a investigadora, estes professores "não se sentem satisfeitos com o seu trabalho nem com o sistema educativo tal como ele estava quando foram inquiridos”.

O estudo foi feito numa altura em que se registaram algumas mudanças tais como a avaliação de professores, o aumento de alunos por sala de aula ou o aumento da idade de reforma.

Ivone Patrão sublinha que os resultados do estudo não são representativos da realidade que se vive entre os docente, mas pela sua experiência clinica “é possível perceber que o burnout é uma prática constante”.

O estudo será apresentado hoje na Assembleia da República, durante a conferência levada a cabo pela Federação Nacional de Professores (FENPROF), que assim pretende denunciar este problema, apontando causas e consequências e apresentando propostas para a sua resolução.

dicas... a psicossomática dos gastos...!

5 atitudes para garantir o seu futuro financeiro

"Gerir dinheiro não é uma ciência. No entanto, tem muito de emocional. Mexe muito com os nossos sentimentos. Neste artigo vamos apresentar-lhe 5 atitudes para dominar o seu futuro financeiro, quer falemos de crédito ou de investimento. Aproveitamos e desafiamo-lo a partilhar connosco aquelas que são as melhores posturas para poupar e/ou ganhar dinheiro. 
 


Seja humilde
Quem pensa em dinheiro pensa num conjunto de sonhos ou de pesadelos, variáveis que por vezes estão associadas a sentimentos de ganância ou de arrogância. É natural que todos queiram ganhar mais dinheiro e quando nos comparamos acabamos por querer ganhar mais do que os outros. No mundo do dinheiro convém nunca esquecer que o sucesso financeiro não acontece por acaso. Como se costuma dizer, ter sorte dá muito trabalho?

Quando falamos de consumo vemos o comportamento da sociedade dita “desenvolvida” nas últimas décadas. Entrámos numa espiral de consumo e de consumismo (quanto consumo é feito com recurso ao crédito fácil?), muitas vezes ao procurar comparar-nos com os vizinhos, pensando sempre que “a galinha da vizinha é melhor do que a minha”. Por outro lado, ao falarmos de investimento, podemos pensar que se estamos a comprar uma ação ou uma obrigação é porque alguém nos está a vender. Assim, talvez faça sentido perceber porquê…

Seja paciente
A paciência é uma característica extraordinária. Permite-nos tomar decisões ponderadas, sem pressas e distanciados. Quando falamos de paciência e de dinheiro temos de ter sempre presente que a paciência é fundamental para o seu sucesso financeiro. Faz muito bem pelas suas finanças pessoais e é um dos pilares do sucesso. Querer ganhar dinheiro rapidamente leva-nos a assumir riscos que talvez não estejamos preparados para tomar.

Seja desprendido
Quando o dinheiro está investido é um escravo ao seu serviço. Infelizmente, muitas pessoas acabam por inverter o papel e passam a ser escravas do dinheiro. Algumas por necessidade – porque é necessário pagar todos os créditos ou porque simplesmente o dinheiro não chega para as despesas essenciais, outros por consumo e outros ainda por uma postura que na gíria é conhecida por forretice.

Nunca nos esqueçamos que o dinheiro serve para ser gasto, hoje ou no presente e que para ser bem utilizado deve ser enquadrado nas nossas prioridades e no nosso orçamento familiar. Caso contrário vamos viver em função do dinheiro.

Seja disciplinado
Gerir dinheiro envolve alguma cautela e atenção. Envolve tomar decisões ponderadas e seguir um conjunto de regras que facilitam o controlo financeiro. Por exemplo, se falamos de poupar dinheiro devemos controlar com rigor a nossa conta bancária, negociar alguns contratos, ter uma postura permanente de corte de custos… enfim, seguir um conjunto de regras de poupança que vão fazer toda a diferença na sua vida.

Ao falarmos de investimentos, torna-se fundamental perceber que sem disciplina transformamos o ato de investir no ato de jogar. Assim, regras como a diversificação, o pensamento no longo prazo, o conhecimento dos produtos… são essenciais para ganhar dinheiro nos investimentos.

Mantenha a calma
Uma última postura essencial para ter sucesso financeiro consiste em manter a calma. Vamos ter sempre momentos de euforia e momentos de pânico. Momentos em que somos pressionados para consumir, para pedir crédito, para investir em determinado produto… e torna-se importante perceber que temos de seguir os planos e o caminho que traçamos anteriormente para atingir os nossos objetivos financeiros
."

João Morais Barbosa
Reorganiza

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

coisas da adse... informação relevante...!

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a saber:


ALTERAÇÃO DE NIB PARA IBAN

A partir de 11-01-2016, deixa de ser utilizado o NIB para as transferências bancárias, passando a ser utilizado apenas o IBAN.


À data da transição a ADSE transformou o NIB registado nos dados de beneficiário, em IBAN. 
Então, a partir de 11-01-2016, todas as atualizações aos registos de beneficiários, vão obrigar à alteração ou inserção de IBAN (NIB descontinuado). 
Todas as transferências bancárias a efetuar pela ADSE a partir de janeiro de 2016 aos seus beneficiários só são passiveis de ser realizadas com o registo do IBAN e NIF devidamente atualizados (a falta de um destes registos, implica suspensão de pagamento, até à receção da atualização do mesmo).


Mais se esclarece, que para qualquer alteração de dados que se pretenda realizar, é requerido caso não existam, o preenchimento dos seguintes campos:
  • NIF
  • IBAN
  • NISS
  • Documento de identificação
  
  
última actualização 13/01/2016
via portal da adse...

domingo, 1 de novembro de 2015

informações [educação]... matemática e física... [portal]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º164 - 27/10/2015


Informações Gerais



O MOBILE LAB, é um novo portal de conteúdos multimédia que pretende explicar o funcionamento das comunicações móveis ao mesmo tempo que permite aos alunos do ensino secundário (10.º, 11.º e 12.º anos) consolidarem os seus conhecimentos de Matemática e Física.
 
Os conteúdos multimédia desenvolvidos partem de um problema relacionado com os sistemas de comunicação móveis e estão integrados, quer nos programas de Física, quer nos programas de Matemática.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

informações [educação]... o portal 'infoescolas' [comunicado do mec]... via portal do governo...!

2015-10-07 às 09:45 


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA LANÇA UMA NOVA VERSÃO DO PORTAL INFOESCOLAS


"O Ministério da Educação e Ciência lança hoje uma nova versão do Portal Infoescolas, que agora inclui todas as escolas do Ensino Básico Geral – 2.º e 3.º ciclos. Esta versão da plataforma online vem complementar o trabalho realizado durante esta legislatura de uma maior disponibilização de estatísticas da Educação, do qual também fazem parte o Infocursos, referente ao Ensino Superior, e o Infoescolas do Ensino Secundário – Cursos Científico-Humanísticos. O trabalho foi desenvolvido pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) em articulação com a Direção-Geral da Educação (DGE), com o objetivo de dar às escolas e à comunidade educativa o acesso a informação estatística relevante sobre a demografia dos alunos da escola e sobre o seu desempenho escolar. 

O novo Portal reúne informação sobre todos os estabelecimentos de ensino de Portugal Continental, públicos e privados, e apresenta dados regionais organizados por distrito e concelho. Desta informação, destacam-se a distribuição dos alunos por ano curricular e idade; os indicadores da progressão dos resultados dos alunos entre as provas finais do 4.º ano e do 6.º ano, e entre as provas finais do 6.º e do 9.º ano; a taxa de retenção ou desistência em cada ano curricular; e os resultados comparativos com escolas em contextos semelhantes. Inclui-se também um indicador completamente novo, que permite analisar a percentagem de alunos de cada escola que frequentou o ciclo sem qualquer retenção e obteve classificação positiva nas provas finais. Para além da informação pública, as escolas terão acesso reservado a dados mais desagregados, de forma a poder aplicá-los à sua realidade. 

O Infoescolas – 2.º e 3.º ciclos constitui mais uma das medidas promovidas pelo Governo para uma maior transparência, nomeadamente no que se refere à informação disponível quer para as escolas, através de uma ferramenta de apoio à gestão e consolidação da autonomia, quer para as famílias, alunos e comunidade envolvente, permitindo uma escolha mais informada e estimulando, ao mesmo tempo, uma participação mais ativa. Com mais e melhor informação, é possível identificar constrangimentos, refletir sobre práticas, planificar e implementar iniciativas e ações sustentadas para a promoção do sucesso escolar e o combate ao abandono. 

O Portal está disponível em http://infoescolas.mec.pt."


nota - o melhor, mesmo, é ir lá e 'cheirar' a informação disponibilizada...

quinta-feira, 9 de julho de 2015

coisas da matemática... instrumentos de cálculo... no educare...!

 

no educare, em linha...

"Um ábaco pode ter várias formas e cores e remete para o contar pelos dedos. É constituído por uma moldura com bastões ou arames paralelos dispostos na vertical que correspondem às unidades, dezenas, centenas e por aí fora, nos quais estão os elementos de contagem – habitualmente bolas – que podem deslizar. Presume-se que tenha surgido no Oriente há mais de cinco séculos. Este antigo instrumento de cálculo não passou de moda. Pelo contrário. O ábaco é velhinho, mas é o centro das atenções de um programa que nasceu na Malásia em 1993 e que, neste momento, é aplicado em mais de 25 países dos cinco continentes.

A ideia do programa de desenvolvimento mental, desenhado para crianças dos 5 aos 13 anos de idade, é que o ábaco se entranhe na cabeça e os mais novos consigam fazer cálculos mentalmente sem recurso a máquinas de calcular, lápis ou papel. “Não é uma aula de Matemática. Temos muitas dinâmicas de aula para melhorar a atenção, a concentração, e estimular a criatividade e a memória visual e auditiva”, adianta Rosário González, uma das responsáveis pela implementação deste programa no nosso país. Não são aulas, mas sim momentos lúdicos em atividades extracurriculares que, no futuro, podem entrar no programa curricular de escolas que se interessem pelo modelo.

O programa Aloha Mental Arithmetic tem uma componente lúdica vincada. “O exercício com o ábaco já é um jogo. Trabalhamos as memórias e, por exemplo, recorremos a brincadeiras”, refere Rosário González. “Através do ábaco ensinamos as crianças a fazer cálculos. Trabalhamos o desenvolvimento mental com imagens de forma que visualizem mentalmente o ábaco e consigam fazer as operações, as contas, os cálculos”, acrescenta. O objetivo é, portanto, potenciar a inteligência dos alunos a partir de ferramentas básicas como o cálculo com ábaco, aritmética mental e jogos didáticos.

É um modelo com base num instrumento do passado, mas com os olhos postos no futuro. O programa ajuda a desenvolver diferentes competências que acompanham as crianças ao longo da vida ao melhorar a atenção e concentração, a orientação espacial, a memória fotográfica, a criatividade, a imaginação, a visualização. No final do programa, as crianças são capazes de fazer cálculos que envolvam até 17 algarismos sem utilizarem calculadora, nem lápis ou papel. No final, o aluno será capaz de chegar ao resultado da operação (25 + 368 + 670 - 847) x 48 : 16 + 7396 só com cálculo mental, só com ajuda do cérebro.

O ábaco é, portanto, usado na sua plenitude e o programa baseia-se muito no jogo para que a aprendizagem seja também um momento lúdico, divertido, além de interativo. E se há estudos que revelam que as crianças não aproveitam o potencial do hemisfério direito do cérebro, este modelo exercita os dois hemisférios em simultâneo para um maior rendimento da capacidade intelectual.

O Aloha Mental Arithmetic está agora em Portugal em vários centros de estudo e colégios do distrito do Porto. A estreia deste modelo aconteceu no ano letivo que agora termina e abrangeu perto de 100 crianças dessa região. Há dois ciclos definidos conforme as idades: o primeiro dos 5 aos 7 anos, o segundo dos 8 aos 13. No primeiro, os alunos aprendem os fundamentos do cálculo com o ábaco e a aritmética mental. Em dois anos e quatro níveis desenvolvem capacidades em matérias que dizem respeito a números. No segundo ciclo, desenvolve-se a prática de cálculo mental e estimula-se, ao máximo, as capacidades intelectuais. Há ainda as oficinas Aloha para quem frequenta ou não o programa. Tem quatro temas: criatividade, orientação espacial, imaginação e atenção e concentração. O super-herói John Neurón e o protagonista destes workshops que têm várias atividades na agenda como um laboratório de contos, séries visuais, labirintos, ou resolução de enigmas.

Um ano a aprender, um campeonato no final, um teste à rapidez em cálculo mental. O 1.º Campeonato Nacional de Cálculo Aloha Portugal realizou-se no Porto com mais de meia centena de alunos. As regras estavam estabelecidas. Cinco minutos, 70 operações aritméticas e um ábaco, o único instrumento permitido, além do cérebro naturalmente. Neste campeonato, não houve máquinas de calcular, nem meios tecnológicos. Apenas com as contas do ábaco, os participantes tinham de chegar aos resultados corretos de operações de cálculo algo complexas. Nesta 1.ª edição, participaram cerca de 200 pessoas, entre alunos, familiares, amigos e professores
." 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

informações [educação]... vídeo [webinar] sobre ciências... via dge...!

Webinar Scientix “Ensino Experimental das Ciências...”

O vídeo referente à videodifusão do Webinar Scientix “Ensino Experimental das Ciências nos Primeiros anos de Escolaridade”, organizado pela Direção-Geral da Educação, no âmbito do Projeto Scientix 2, já está editado e publicado no youtube. Pode ser visto em


Recordamos que nele a Professora Ana Rodrigues fala sobre a experiência vivenciada ao acompanhar cursos de formação de professores e outros projetos, com enfoque na importância de promover o ensino experimental das ciências nos primeiros anos de escolaridade.

terça-feira, 28 de abril de 2015

de volta à escola... reflexões para o fim de dia...!


no educare...


"Há experiências de Escolas de Segunda Oportunidade de todo o tipo por toda a Europa. Na Roménia, os alunos recebem roupa e alimento, além da formação. Na França todas as escolas são submetidas a uma acreditação, sem a qual não funcionam. Os alunos desempregados na Alemanha são o público-alvo desta via, mas correm o risco de perder estas “segundas oportunidades”. Em Portugal, existe apenas a Escola de Segunda Oportunidade de Matosinhos, em São Mamede Infesta. No futuro as políticas educativas podem valer-se desta experiência.

A Escola de Segunda Oportunidade de Matosinhos tem em comum com as suas congéneres europeias o facto de oferecer respostas educativas que não existem nas vias mais tradicionais de ensino. Criada em 2008, tem funcionado com um modelo próprio e em articulação com a Rede Europeia de Escolas de Segunda Oportunidade [European Association of Cities, Institutions and Second Chance Schools]. Abre as portas aos jovens que abandonam a escola, provenientes de todos os municípios do Grande Porto. Anualmente, a escola conta com 70 vagas para alunos, entre os 16 e os 25 anos. “Resistimos um bocado em receber jovens antes dos 16 anos, porque achamos que até essa idade devem estar no ensino regular”, explica o mentor do projeto Luís Mesquita. 

Para cada aluno é construído um plano individual de formação que integra elementos nas áreas da certificação escolar, desenvolvimento social e pessoal, formação vocacional e artística. A escola trabalha por projetos, numa lógica de integração comunitária e de resposta às necessidades identificadas em cada ano. Funciona com apoios vindos de programas e de parceiros sociais. Por isso, é uma escola diferente, como explica o seu diretor. “Nasceu de uma iniciativa associativa e durante sete anos fizemos o nosso caminho no sentido do reconhecimento público, para sermos reconhecidos como instituição, ter os planos de estudo acreditados e capacidade de certificação.”

Em outubro de 2014, a Rede Europeia de Escolas de Segunda Oportunidade esteve reunida em Matosinhos e alguns dos seus membros trouxeram exemplos de como a educação pode voltar a cativar quem se desilude com os estudos. O modelo está bastante difundido, “mesmo em países com sistemas educativos muito avançados, como a Dinamarca e a Suécia”, constata Luís Mesquita. “Há um público muito numeroso para as escolas de segunda oportunidade, não só ao nível de cada país, mas sim de determinadas regiões.” 

No Norte da Europa os sistemas educativos enfrentam desafios ligados à multiculturalidade, às populações migrantes e à integração de pessoas com deficiências; no Sul, as escolas estão no epicentro de problemas ligados à exclusão social, à pobreza e inserção de minorias. Subjacente a todos estes contextos, sublinha o diretor da escola portuguesa, está “a ideia de que um sistema único de educação não consegue responder a todas as necessidades dos aprendentes”. "  


pode ler o resto do artigo... aqui.


a escola referida pode ser auscultada... aqui.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

coisas da educação [cascais]... entrevista ao director da minha (ex) escola... no com regras...!


no com regras...



"O Agrupamento de Escolas de Carcavelos, foi notícia num passado recente, sobre a aplicação de um projeto que visa a progressão do aluno como forma de combate ao insucesso e indisciplina. Este é um assunto que não é consensual na comunidade educativa, por essa razão o ComRegras quis ouvir o Diretor Adelino Calado para que possamos conhecer melhor o seu trabalho.

Como caracteriza o meio sócio-económico em que a escola está inserida?

O Agrupamento de Escolas de Carcavelos está inserido numa área em que predomina um meio médio alto, do ponto de vista sócio-económico. No entanto, é importante salientar que na área de influência das Escolas do Agrupamento, e falamos num raio de cerca de 2/3 km, existem três grandes Escolas Privadas com mais de 2000 alunos cada. Na prática o ensino privado recebe cerca de três quartos dos alunos da zona.

Antes da implementação do atual modelo de avaliação e aprendizagem, como caracterizava a vossa escola ao nível do aproveitamento e disciplina?

O aproveitamento das Escolas do Agrupamento era manifestamente baixo, sendo as dificuldades de aprendizagem um dos maiores problemas reflectido nas avaliações externas.

Disciplinarmente era uma Escola com muitos problemas, sendo que a maioria das ocorrências, cerca de 92%, se passavam com alunos repetentes.

Qualquer mudança tão significativa leva normalmente algum tempo a implementar e surgem sempre algumas resistências. Pode contar-nos como decorreu o processo de implementação do atual modelo?

Claro que qualquer alteração ao instituído, ao tradicional, ao dito “normal” é muito difícil.

Assim, a proposta de implementação de um projecto, lançado em 2003, tinha como objectivo temporal 12 anos!

Lançar um projecto na área da educação a doze anos é algo em que poucos acreditavam. Foi necessário muita teimosia e alguma coragem para iniciar o projecto.

As resistências apareceram de todos os quadrantes, docentes, encarregados de educação e alunos tendo em conta que o primeiro grande” momento” dizia respeito à forma de tentar encontrar soluções para os alunos que não conseguiam realizar as aprendizagens que todos queriam que os mesmos realizassem. A maior dificuldade foi procurar fazer com se aceitasse a diferença de momentos de aprendizagem entre os diferentes alunos.

Aceitar que nem todos apreendem as mesmas coisas nos mesmos momentos foi, e ainda hoje é, bastante difícil de aceitar.

A não retenção como medida fundamental foi a primeira grande decisão assumida pelo Conselho Pedagógico que veio despoletar todo o processo sequente.

A avaliação das aprendizagens, o encontrar de soluções alternativas ao processo e percurso escolar de cada aluno, foram elementos de um processo moroso, com grandes avanços e alguns recuos, muita formação interna, grande dedicação e muita motivação para o sucesso de todos.

Em que consiste o vosso modelo?

Na realidade o “nosso modelo” nada tem de “modelo”, apenas reflecte o que toda a literatura e legislação aponta no que se refere a aprendizagem e educação.

Aliás se olharmos com alguma atenção para a Lei de Bases do Sistema Educativo – Lei 49/2005 de 30 de agosto:


“…O sistema educativo é o conjunto de meios pelo qual se concretiza o direito à educação, que se exprime pela garantia de uma permanente acção formativa orientada para favorecer o desenvolvimento global da personalidade, o progresso social e a democratização da sociedade…”

Constatamos que esse foi o mote para todo o desenvolvimento do nosso trabalho.

De facto não acreditamos que a retenção é a melhor forma de recuperar alunos, ou de lhes proporcionar as condições necessárias para o desenvolvimento da sua personalidade e das suas capacidades, nem tão pouco garantia para o sucesso individual de cada jovem.

Procuramos diagnosticar, a cada momento, as aprendizagens face aos conteúdos e competências que se pretendem desenvolver, utilizando vários instrumentos de avaliação (consensualizámos a utilização de 13 instrumentos), tentando perceber quais as dificuldades sentidas por cada aluno. Esta informação constitui elemento base para a definição de todas as estratégias de recuperação, e de planeamento do futuro.

A utilização de todas as modalidades de formação – CEF – PCAs – Vocacionais – Profissionais, para além do ensino regular tem sido exploradas sempre com uma orientação e acompanhamento dos Serviços de Psicologia e Orientação da Escola, e das várias parcerias que estabelecemos.

Sei que abdicaram dos toques de entrada e que os alunos são obrigados a preencher um relatório sempre que chegam atrasados. Essa medida não aumentou a burocracia dentro da escola? Qual o destino dos relatórios?

Uma das áreas em que entendemos ter que interferir decisivamente tem a ver com a “autonomia” e a “responsabilidade”, que julgamos que os alunos não têm.

O acabar com os sinais sonoros de aviso leva a uma maior atenção de todos face à responsabilidade que lhes é incutida no sentido de não se atrasarem. E tem resultado.

Quanto aos atrasos e aos relatórios, mais do que trabalho acrescido eles têm-se revelado como elementos fundamentais no aumentar do “tempo letivo” inicial que estava a ser muito prejudicado pela entrada fora de tempo de vários alunos.

Os relatórios são preenchidos pelos alunos, e lidos ao telefone pelos mesmos, aos seus EE na presença dos elementos do gabinete de acompanhamento disciplinar. É no âmbito deste gabinete “GAD” que esses documentos são tratados e comunicados aos Diretores de Turma respectivos, sem mais tarefas burocráticas.

Consegue quantificar a diminuição nos atrasos?

Cerca de 12% dos 2570 alunos chegavam atrasados – neste momento esse valor desceu para cerca de 0,7% !

Ao consentir a passagem administrativa nos anos intermédios, é natural que se pense em facilitismo. Como é que conseguiram manter os alunos responsáveis e aplicados?

De facto a Escola “não consente”, a Escola “obriga” os alunos a acompanhar os seus colegas, independentemente das classificações obtidas, se o Conselho de Turma considerar que essa é a medida mais adequada para aquele aluno.

Tradicionalmente consideramos que chumbar um aluno tal corresponde a um “castigo”, daí a sua frase de “…consente a passagem…” e se fale em “…facilitismo.”

No entanto será interessante analisar um pouco melhor e logo verificamos que ao transitar um aluno irá ter um ano muito mais trabalhoso, pois tem que para além do trabalho comum a todos os colegas, que proceder à recuperação do que ficou por apreender. Quanto ao aluno que “chumba”, no ano seguinte o que de facto se passa é que vai ter menos trabalho, “já deu o que vai ouvir outra vez”, é mais velho que os restantes colegas de turma, enfim passa a ser um “líder”, normalmente da indisciplina.

Com a implementação do modelo, houve alterações ao nível disciplinar?

Claro que este foi um dos problemas que levaram também ao olhar para a indisciplina. Quando iniciámos o projecto, os problemas disciplinares que ocorriam correspondiam a cerca de 90% de casos com alunos repetentes ! Ora a não existência de repetentes veio eliminar essas situações. Assim, os problemas disciplinares atuais revelam-se no “…não está sossegado na aula…”, “…levantou-se sem autorização…”, “… avisado para não conversar, não acatou a instrução…”, enfim problemas menores, o que nos leva a afirmar que a disciplina melhorou. Este ano ainda não houve lugar a nenhum processo disciplinar, com cerca de 2500 alunos.

A que se devem essas alterações?

Julgo que em grande medida, a maior aproximação com a família, e a não existência de repetentes, são os pontos fundamentais, aliados à maior autonomia e responsabilidade assacada aos alunos.

Acha que o vosso modelo pode ser aplicado em escolas com elevados níveis de indisciplina?

Quando iniciámos o projecto, em 2003/2004, a Escola Sede tinha cerca de 480 alunos e teve trinta e tal processos disciplinares !

Julgo que o primeiro passo é mesmo o envolvimento das famílias, só assim é possível tratar os problemas disciplinares.

Não é um bocadinho utópico pensar que os alunos com elevados índices de indisciplina vão ficar mais responsáveis, assíduos e pontuais ao saberem que dificilmente ficam retidos?

De facto a pergunta elaborada como está, descontextualizada tem toda a razão de ser, e reflecte bem a nossa forma de estar e viver o ensino e a aprendizagem, que tradicionalmente considera que a retenção é um “castigo” !

Mas como tudo na vida, o acreditar que é possível é elemento fundamental para a alteração de processos e acima de tudo de mentalidades.

Claro que o trabalho de envolvimento de todos os elementos do processo é imprescindível, e são funcionários, professores e família que desenvolvem e acompanham todas as facetas dos alunos que têm que em conjunto encontrar as motivações necessárias à alteração de atitudes e comportamentos.
Muito obrigado Sr. Diretor pela sua disponibilidade."


aqui.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

continuando o dia... [absolutamente] nada surpreendido...!


Greve enfermeiros

Metade dos portugueses não compreende informação sobre saúde


Metade dos portugueses tem níveis insuficientes de conhecimentos relacionados com a saúde, o que os prejudica nos cuidados que devem ter com a sua saúde e dos seus familiares, conclui um estudo a ser apresentado na quinta-feira.

créditos: PEDRO NUNES/LUSA




Realizado pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES), do ISCTE, o estudo partiu de um inquérito em Portugal, tendo por base o Inquérito Europeu sobre Literacia em Saúde, que identifica as principais limitações, problemas e entraves da literacia em saúde na sociedade portuguesa.

De acordo com os resultados, 49% dos inquiridos têm um índice geral de literacia em saúde baixo (38% têm um nível de conhecimentos “problemático” e 11% têm um nível “inadequado”, o mais baixo da escola).

O estudo destaca que dos restantes, com níveis positivos de literacia, apenas 8,6% apresentaram um nível “excelente” de conhecimentos.

No que respeita especificamente aos “cuidados de saúde”, 45,4% dos inquiridos revelam uma literacia limitada (10,1% e 35,3% tem o nível de literacia “inadequado” ou ”problemático”, respetivamente).

Para a coordenadora do estudo, Rita Espanha, “este pode ser um aspeto preocupante na relação que os portugueses desenvolvem com os prestadores e com o cuidado com a sua própria saúde e dos seus familiares”.

No âmbito da “prevenção da doença”, Portugal concentra 45,5% dos inquiridos num nível de literacia com limitações, enquanto no capítulo da “promoção da saúde”, estas limitações sobem para os 51,1%.

Idosos e pessoas com menos estudos com pior iliteracia na saúde

Rita Espanha destaca que é possível identificar entre os iletrados em saúde um grupo mais vulnerável, constituído maioritariamente por idosos e pessoas menos estudos.


para continuar a ler a notícia... aqui.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

informações [educação]... testes intermédios e 1º ciclo [relatório], tecnologias e portal europeu... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Relatório dos Testes Intermédios do 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico - 2014
O Instituto de Avaliação Educativa, I.P. (IAVE, I.P.), disponibiliza o “Relatório dos Testes Intermédios do 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Este relatório apresenta e analisa os resultados dos testes de Português e de Matemática, em 2014, e ao longo dos quatros anos de aplicação, permitindo tirar conclusões sobre a evolução dos desempenhos dos alunos do 2.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico nestas disciplinas.
European Schoolnet lança Portal sobre iniciativas de educação em toda a Europa
Foi lançado o Portal School Education Gateway, uma iniciativa da Comissão Europeia destinada a toda a comunidade educativa. Desenvolvido no âmbito do projeto eTwinning, é objetivo deste portal divulgar as iniciativas de escolas que possam interessar a professores e a outros profissionais do setor.

O School Education Gateway não é apenas mais um sítio web, uma vez que não só fornece informações em 24 idiomas europeus, como disponibiliza também uma ligação entre os profissionais da educação e as políticas europeias o que inclui tanto o acesso a informações e exemplos relevantes como a ferramentas práticas que apoiem as escolas na candidatura ao financiamento Erasmus +.

Os principais serviços que o School Education Gateway atualmente oferece são: serviço de informação (incluindo notícias, publicações, artigos de especialistas, e tutoriais); partilha de práticas inovadoras (através de uma série de artigos que recolhem exemplos e inspiração de diferentes projetos europeus); ferramentas de apoio aos pedidos do Programa Erasmus + que incluem uma catálogo de cursos e informação sobre oportunidades de mobilidade bem como pedidos de parcerias estratégicas.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!