no público...
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domingo, 15 de fevereiro de 2015
terça-feira, 25 de março de 2014
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
sábado, 10 de novembro de 2012
refundar o estado... cortar onde?... segundo o diário económico...!
"o Económico perguntou esta semana aos seus leitores ‘Onde cortar para refundar o Estado?'.
A escolha foi clara: Autarquias, com mais de 1500 votos, foram a mais
votada pelos leitores do Económico, seguida dos Funcionários Públicos
(631) e Defesa (524).
O corte nas prestações sociais só é opção para 84 leitores, enquanto
52 defendem que a poupança deve ser alcançada a emagrecer a área da
Cultura. Justiça (38), Educação (30) e Saúde (26) aparecem no fim da
lista.
Os resultados finais:
Autarquias (1538 votos)
Funcionários Públicos (631 votos)
Defesa (524 votos)
Prestações Sociais (84 votos)
Cultura (52 votos)
Justiça (38 votos)
Educação (30 votos)
Saúde (26)"
Funcionários Públicos (631 votos)
Defesa (524 votos)
Prestações Sociais (84 votos)
Cultura (52 votos)
Justiça (38 votos)
Educação (30 votos)
Saúde (26)"
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
entrevista... [da e sobre a educação]... roberto carneiro e o papel do estado 'não tem de ser o gestor de tudo'... [agora e em força... a 'perspectiva' privada para a 'coisa pública'...?]... no dinheiro vivo...!
"Roberto Carneiro, secretário de Estado da Educação em 1980/81 e
ministro da Educação entre 1987 e 1991, acredita que o Governo deve
concessionar os serviços públicos e entregar a sua gestão a pessoas
idóneas, competentes e mais baratas, ficando apenas com a tarefa da
regulação.
O responsável acredita que "o Governo não pode deixar
de ajudar na educação que é um direito básico para todos", mas lembra
que é impossível gerir todas as áreas da sociedade sem pecar pela má
gestão.
Há falta de dinheiro na educação?
O problema da
educação não é falta de dinheiro é o dinheiro mal aplicado. O que é
mais grave é investir em áreas que não têm futuro. É necessário deixar
de pensar que se têm de colocar todos os alunos nos ensinos superiores.
Precisamos de cursos profissionalizantes porque precisamos de
canalizadores como do pão para a boca. Mas isso implica que as pessoas e
famílias percebam que nem todos têm de ser engenheiros e advogados.
As elevadas taxas de desemprego têm forçado esta mudança de opinião?
Acho
que as pessoas começam a perceber que não vale a pena tirar um curso.
Temos de tratar as pessoas pela sua valia social. Não fizemos isso
durante demasiado tempo e tinha a ver com a escassez de diplomas. Não
quero dizer que tenhamos licenciados a mais, temos é licenciados que não
interessam à economia do país.
O que é necessário fazer para que a educação se adeque às necessidades do País?
O
Estado engorda, engorda, engorda e gere cada vez mais mal o seu
dinheiro. O Estado é um mau gestor e todos sabemos disso. É necessário
alterar esta fórmula.
Há países que têm uma tributação como a nossa
mas têm regalias e sentem que o seu dinheiro está bem entregue. O Estado
tem de ser eficiente.
Eu acho que o Estado não pode deixar a sua
função social de ajudar os mais pobres, seja na educação, saúde ou
segurança social. Mas não pode querer gerir isso tudo com os seus
próprios serviços.
De que forma é que essa alteração se pode fazer?
Como
se faz na Bélgica, Irlanda, Finlândia ou Reino Unido: As escolas são
entregues a bons gestores. Pessoas idóneas que as possam gerir de uma
forma diferenciada. O Estado não tem de ser o gestor de tudo, se há quem
o faça melhor e mais barato é isso que tem de acontecer.
O
Estado não pode é demitir-se da sua função de regulação e tem de de
deixar de tratar tudo por igual, porque o igual não é equitativo.
O
que não pode fazer é concessionar a soberania, e por isso deve manter-se
como regulador. Em tudo o resto, onde há iniciativa local e social,
deve fazê-lo.
Acha que esta concessão do serviço público será possível num futuro próximo?
Nós
vivemos ainda com alguns fantasmas do 25 de abril e do Comunismo de que
o Estado tem de fazer tudo. Mas hoje já temos muita gente capaz de
assumir estas responsabilidades, o Estado já não é feito de
analfabetos.
Se a sociedade tiver idoneidade - e os pais não
querem fins lucrativos, por exemplo -, o Estado deve entregar certos
serviços e devolver a responsabilidade às comunidades locais, lembrando
sempre que a educação é um serviço público e que o Estado não se pode
demitir desta função de soberania que é só sua.
Queremos que
cada escola tenha a sua função, se quer diferenciar-se pela música ou
pelas artes que o faça, não queremos todos a fazer o mesmo e da mesma
maneira.
Ponha-se do lado do ministro da educação que tem de gerir
milhares de professores ao mesmo tempo de forma indiferenciada é claro
que não pode ter grandes resultados.
Este modelo só serviria para a educação?
Não,
isto serviria para todos os serviços do Estado. O serviço público não
tem de ser só do Estado. O Estado não tem de ser prestador de tudo, tem
sim de ser regulador. Falo para a saúde, segurança social, lares,
jardins de infância.
No Reino Unido existe um concurso por
regiões. Cada região gere os serviços segundo o Orçamento. E é
necessário que façam isso para aumentar a qualidade do serviço a um
preço mais barato.
Faltam empreendedores sociais, pais que invistam
nesse projecto da educação porque não há mais ninguém que queira que o
serviço funcione que os país.
É claro que este modelo tem de ser
experimentado. Mas as funções são cada vez mais, ou o Estado repensa as
funções e aposta na soberania, entregando os serviços às comunidades
locais, mantendo a regulação, financiando os mais pobres e avaliando o
mérito ou então não se verá grande evolução.
Mas atenção não se pode
financiar os pobres criando subsidependência, não podemos ter um filho
60 anos a ser financiado pelos pais.
Deu o exemplo de outros países. Que modelos podem ser seguidos?
Bélgica,
Irlanda, Finlândia fazem isso tudo, a Finlândia é o número um. Temos de
nos inspirar noutros países especialmente nos do Norte da Europa. Mas
também nos EUA onde veem se a comunidade está madura para aceitar uma
concessão e quando está entregam os serviços para gerir.
No
Finlândia há objetivos e o ministério controla o currículo das escolas.
Têm 150 pessoas, nós temos milhares. Ali o Estado não quer fazer tudo
porque se fizer corre tudo mal. Quando o serviço é indiferenciado não
funciona.
O cidadão comum está farto dessa indiferenciação porque
paga os seus impostos cada vez mais elevados e não vê resultados. O
serviço público não tem de ser só do Estado, o Estado não tem de ser
prestador de tudo.
Achei muito interessante esta sugestão do
primeiro-ministro de uma refundação do Estado porque o Estado não pode
fazer tudo o que está a fazer agora."
para complementar a leitura... uma notícia do público... aqui...!
domingo, 28 de outubro de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
o estado a 'criar' emprego...? uma coisa são incentivos ao mercado.. outra é 'ser' empregador para absorver 'execedentes' de mão-de-obra...!
Não sabe, não mexe... de paulo morais
"Essa tarefa deve ser deixada aos empresários, já que
só através do surgimento de novas empresas e do crescimento das já
existentes se cria emprego. Ao estado competiria criar um contexto
favorável ao funcionamento da economia e à subsequente criação de
riqueza.
O que não acontece em Portugal. Assim, um estado que não faz bem o que lhe compete, não deve tentar outras aventuras.
E
se a criação de emprego não cabe aos governos, muito menos devem os
políticos favorecer o emprego dos jovens, ou a qualquer grupo
parti-cular."
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