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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

à atenção dos [alguns] educadores e professores do 1º ciclo... condições de aposentação... no dre...!

Diário da República n.º 167, Série I de 2014-09-01

Índice
Assembleia da República
Repõe o regime especial de aposentação para educadores de infância e professores do 1.º ciclo do ensino básico do ensino público em regime de monodocência que concluíram o curso do Magistério Primário e da Educação de Infância em 1975 e 1976

segunda-feira, 21 de abril de 2014

coisas de uma sondagem... regimes de aposentação...!


no expresso economia...

à atenção dos professores... [perguntas e respostas] do programa de rescisões por mútuo acordo... 2

questão,

Havendo rescisão de contrato:

'ao atingir a idade possível para a aposentação ela é requerida junto da cga?'



a resposta:

Exmo. Senhor Professor


Sim, mas para mais esclarecimentos sobre este assunto deve colocar as questões àquele Serviço. 

Com os melhores cumprimentos,
Gabriela Cid
DGEstE/DSRLVT-AG-GAT


fiquei esclarecido...

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

mário nogueira dixit... 'roubo nas aposentações - um caso de polícia, sem dúvida!'... no insubmisso-sempre...!

"A vigarice sobre a falência da Caixa Geral de Aposentações é absolutamente inacreditável. O governo quer que os trabalhadores aposentados paguem hoje o que a sua entiudade empregadora, o Estado, nunca pagou. Isto é, enquanto o Estado obrigou sempre os patrões a descontarem os tais 23% para a CGA, a entidade empregadora dos funcionários públicos (trabalhadores que sempre descontaram 10% como os demais e passaram a pagar 11% em 2011 - incidindo os descontos sobre toda a sua remuneração, aqui não há fuga possível), os sucessivos governos nunca quiseram descontar os que os patrões do privado têm de descontar. Repare-se, em 2005 só descontavam 3,2%, em 2008 descontavam 6%. Em 2010 passaram para 15% e em 2012 para 20%, mas sempre à custa do orçamento das entidades empregadoras diretas, sem qualquer reforço orçamental nesse sentido. Por isso, esse aumento de desconto só foi possível à custa de mais desemprego, de reduções salariais e de degradação das condições de trabalho, incluindo aumentos dos horários de trabalho. Assim, embora a percentagem fosse maior, o valor das contribuições para a CGA não aumentou significativamente e até vem a baixar desde 2010.

Quem paga, pois, o incumprimento das obrigações do Estado, fruto da decisão dos governos de PS, PSD e CDS? Quem paga agora a fatura do desemprego e da redução dos salários? Como todos sabemos, os aposentados que vão ser ainda mais roubados depois de todos os assaltos a que vêm sendo sujeitos.

Se isto não é um caso de polícia, fica sem se saber para que serve a polícia. A verdade é que os aposentados estão cada vez mais desgraçados e os que tanto os têm espoliado dos seus direitos andam por aí de espinha direita."