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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

espalhem esta belíssima ideia e executem-na, se fazem favor...!

Este ano porque é que as escolas, câmaras, juntas e/ou empresas não oferecem a todas as crianças em vez do tradicional brinquedo de Natal uma árvore para plantar??? Este ano mais que nunca temos que lutar para voltar a ter pulmão verde no nosso Portugal! Fica o desafio! Vamos trocar o brinquedo e plantar uma árvore 🌲


façam-no...

nota:
esta ideia foi 'pescada' no facebook e publicada por uma das minhas irmãs (não sei se é a fonte original, o que no presente caso é indiferente) e decidi publicá-la aqui no blogue para atingir um público mais vasto...

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

informações [educação]... ensino secundário [concurso de ideias], prémio escola e matemática viva... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 179 — 30/11/2015


Informações Gerais

 
Concurso de Ideias para o Ensino Secundário
Encontra-se a decorrer a 5.ª edição do concurso de ideias para o Ensino Secundário, promovido pelo Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), que desafia todos os alunos do ensino secundário e profissional de Portugal a sonhar, inovar e arriscar.
Subordinado ao tema “Felicidade e Bem-Estar”, a edição de 2016 convida cada jovem interessado a despertar o empreendedor que há em si, libertando as suas ideias para fazer os outros mais felizes.
A inscrição e o envio dos documentos requeridos devem ser feitos até ao dia 15 de dezembro de 2015.
Prémio de Escola – Edição 2015/2016
No ano letivo 2011/2012, o Ministério da Educação e Ciência instituiu o Prémio de Escola, com o objetivo de reconhecer a excelência dos estabelecimentos de ensino e dos envolvidos no processo educativo, do pré-escolar ao secundário, e das escolas públicas e privadas.
Trata-se de um prémio que tem a particularidade de valorizar o projeto educativo das escolas, permitindo-lhes darem a conhecer o seu trabalho e divulgarem as suas boas práticas.
Este Prémio tem uma atribuição anual e permite distinguir uma escola em cada uma das cinco áreas geográficas do mapa educativo. 
De acordo com o Regulamento do Prémio, as candidaturas para a edição de 2015/2016 deverão ser submetidas, impreterivelmente, até ao dia 17 de dezembro de 2015.
Está patente na Escola Secundária de Pedro Nunes, entre 27 de novembro e 17 de dezembro, de segunda-feira a sexta-feira, das 10h30 às 16h30, a Exposição Matemática Viva.
A iniciativa pretende gerar uma nova abordagem à Matemática, ao apresentar, de um modo sensorial, aquela que é considerada a mais abstrata de todas as ciências, tornando-a acessível a todos os grupos etários, a partir dos 8 anos de idade.
Fazer puzzles, construir pontes, seguir corridas de esferas, criar bolas de sabão são algumas das atividades que os visitantes de todas as idades são convidados a realizar, ocupando-se com questões matemáticas, quase sem se aperceberem. Todas as experiências apostam na abordagem à Matemática como um jogo, estimulando a reflexão e motivando os alunos para o estudo desta disciplina, nos domínios das Funções Reais de Variável Real (assíntotas ao gráfico de uma função e funções exponenciais), da Geometria (isometrias), das Sucessões e das Probabilidades.
A exposição Matemática Viva apresenta uma seleção de experiências, no âmbito das quais os visitantes são convidados a participar ativamente, oriundas do Museu da Matemática - Mathematikum, situado em Gießen, na Alemanha.
Para as escolas poderem visitar a exposição gratuitamente, necessitam apenas de efetuar uma inscrição prévia.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

coisas da (des)educação [nas palavras]...de luís sottomaior braga...!

"INDISCIPLINA – OS PROFESSORES NÃO SÃO DE FIAR E ALÉM DISSO SÃO IGNORANTES DA SUA PROFISSÃO…



Numa das informações aos pais sobre as provas que decorrem esta semana, preparadas pelo IAVE e que li numa reunião de acalmação da angústia paternal dos exames dizia-se qualquer coisa como “as provas servem para obter resultados sobre o desempenho dos alunos que sejam fiáveis” o que, a contrario, significa que, fora dos exames, os resultados produzidos pelos docentes não são fiáveis.

A boa vontade levaria a dizer que a coisa foi escrita assim porque a escrita clara não é uma das virtudes dos escribas do IAVE. A má vontade, ou o senso do realismo, permite concluir que é mais um sinal da desconfiança face aos professores e à sua capacidade, atávica da “administração educativa” (constituída por professores que, na sua maioria, “optaram” ou foram “optados” e, até, por alguns que renegaram dar aulas para administrar os que as dão…).

No Público de 20 de Maio a atitude subtil prossegue nas declarações de um grupo de trabalho parlamentar sobre o problema da indisciplina, que o estudou, e conclui que, no quadro da sua compreensão, o facto de maior destaque (daí talvez o título de 1ª página do jornal) é que “60% dos professores não tiveram até hoje qualquer formação específica para lidar com o problema.”

São portanto ignorantes. E ignorantes que são, existe largo mercado para ações de formação que os demovam dessa ignorância, que serão feitas pelas instituições de Ensino Superior que detetaram a alegada carência, que outros dirão não ser as melhores e serão trocadas por produto melhor que o Estado (ou os próprios professores) financiarão para ficarem os docentes certificados na ausência de ignorância do problema.

E ainda hão-de ser ações de formação obrigatórias (como as de TIC, em que se esturrou tanto dinheiro no ciclo formativo passado).

Quem me conhecer sabe que nada tenho contra a formação e que, sobre esse assunto, digo sempre: que haja muita e boa. E que, em vez da mera certificação acho que estudar e realizar formação é essencial (daí recusar os mestrados e especializações certificadas bolonhesas em administração escolar, que hoje pululam em que a experiência, mesmo má, vale pelo estudo).

Esse não é o ponto. O ponto é que, mais uma vez, no momento do toque a rebate, se vai lançar a culpa dos problemas à suposta ignorância dos professores (que se recorda são todos, pelo menos, licenciados e profissionalizados para darem aulas e gerirem a indisciplina delas – que faz parte do quadro do exercício profissional, como sempre fez – pelo mesmo Ensino Superior que lança agora o tema de que o problema é a sua falta de formação).

A indisciplina grave é para uma relação pedagógica como uma doença terminal na relação médico/paciente. Terão 40% de todos os médicos formação na gestão de doenças terminais?

E terão 40% dos deputados formação específica para legislar sobre educação?"



no com regras...


quer saber quais são as treze ideias para a educação?... aqui.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

coisas da educação [1º ciclo]... assunto a não deixar passar em branco [2]... que reproduzo com a devida vénia...!


no blog de ar lindo...

"Como ideias há muitas e cada um é livre de defender as ideias que assim entender, vamos a mais uma. (vou tentar manter-me “inopinionico” durante este processo, não quero dar ideias a ninguém).
Com o fim da monodocência, como muitos desejam, à espreita, começam-se a procurar soluções para o 1º ciclo. Uma das soluções que se tem defendido, não sei bem quem, é a de transformar o horário deste ciclo numa versão do horário do 2º ciclo.
Tentemos analisar isto da melhor forma. Vejamos…
Dividir o horário dos alunos em períodos de 45, 50 ou 90 minutos, conforme os gostos, onde serão acompanhados por professores da área a lecionar. Isto vai obrigar a uma ginástica fenomenal, quem elaborar estes horários vai arrancar os cabelos. Mas analisemos um exemplo, não mexendo na organização de tempos letivos existente neste momento…

Horário Turma

2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
9:00 Português Matemática Expressões Matemática Português
9:30 Português Matemática Inglês Matemática Português
10:00 Português Matemática Inglês Matemática Português
10:30 Intervalo
11:00 E. M. Português Matemática Português Matemática
11:30 E. M. Português Matemática Português Matemática
12:00 E. M. Português Matemática Português Matemática
Almoço
14:00 Matemática E. M. Português A.E. Matemática
14:30 Matemática E. M. Português A.E. Inglês
15:00 Matemática Expressões Português Expressões Inglês
15:30 Intervalo
16:00 O.C. E.F Musica E.F. Musica
16:30 O.C. E.F. Musica E.F. Musica
17:00 Expressões E.F. Musica E.F. Musica

Fica bem patente que esta organização até é possível, não traz nada de novo (falaremos disso mais à frente), novidade é a supressão de uns tempos às célebres 25 horas, se não contarmos os intervalos como tempo letivo e a redução de tempos reservados para as AEC’s.
Podemos também refletir sobre um horário organizado em tempos de 50 minutos.

Horário Turma

2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
8:30 Português Matemática Inglês Português Português
9:30 Português Matemática E.M. Português Português
10:30 E.F. Português O.C A.E. Matemática
11:30 E.M Português Expressões E.M. Matemática
12:30 Almoço
13:30 Matemática E.M
Matemática Inglês
14:30 Matemática E. F.
Matemática E.M.
15:30 Expressões Expressões
O.C. E.F.
16:30 A.E. Musica
E.F. Musica

Este modelo é bastante interessante, no que diz respeito à sua análise, é claro. Com as aulas organizadas em tempos de 50 minutos, os intervalos das crianças serão de 10 minutos entre aulas. Está-se a ver no que vai dar, estamos a falar de crianças da faixa etária dos 6 aos 9 anos. Quando os encarregados de educação aparecerem na escola a pedir satisfações, porque o seu educando não lanchou, os diretores de turma ver-se-ão de mãos cheias. Algo que salta à vista é a tarde livre, algo que muitos defendem há muito tempo para este grupo de docência. Os encarregados de educação terão de encontrar soluções para esta tarde, uma vez que a escola deixa de ser a tempo inteiro, mas só neste dia. Verifiquem, também, que as AEC’s estão “misturadas” com os tempos letivos. Uma das soluções passaria por, transformar estas atividades em obrigatórias e de não letivas a letivas. Sempre serviria para colocar mais uns quantos professores. Mas que professores ministrariam este horário? Bem, há várias hipóteses. Podemos manter o professor do 1º ciclo em regime de monodocência, ministrando Português, Matemática, Estudo do Maio, A.E., O.C. e parte das Expressões, até perfazer as tais 25 horas letivas ou já agora, 23 horas, como até permitido, as restantes por outros docentes das áreas em causa (sempre dava para completar uns horários). Ou então, podíamos optar por especializar professores. Que será isto de especializar? Estes cabeças… cheios de ideias… O professor especializado é aquele que só leciona uma disciplina, no máximo duas. Então, alguém lecionaria Português e A.E., outro surgiria para lecionar Matemática e E.M., … Os alunos não sentiriam qualquer tédio em relação a terem de fixar caras de professores, já para não falar na sua organização durante todo este processo. E o que faríamos aos professores de 1º ciclo, aqueles que não têm “especialização”, aqueles que se licenciaram em 1º ciclo? Ora, também temos duas hipóteses em relação a isso. A primeira, democrática, passa por dar a escolher ao docentes que área é que desejariam lecionar, a segunda seria a de “sortear” as áreas pelos docentes. Os docentes do 1º ciclo que têm especialização poderiam escolher entra a hipótese referida atrás ou em lecionar a área de sua especialização. Estão a ver exequibilidade? É uma organização fácil de operacionalizar. Uma das “facilidades” desta organização seria a elaboração de horários. Imaginemos um agrupamento onde o 1º ciclo está descentralizado em pequenas escolas, 2,3 ou 4 lugares no máximo, os Centros Educativos não são para todos, como se fariam os horários? Os professores a acelerar entre escolas, nos seus próprios carros, seriam alvos fáceis para um qualquer radar… Está visto que…
Ainda podemos organizar o horário de uma terceira forma…
Horário Turma

2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
8:30 Português Matemática Inglês Português Português
9:20 Português Matemática E.M. Português Português
10:10 Intervalo
10:40 E.F. Português O.C A.E. Matemática
11:30 E.M Português Expressões E.M. Matemática
12:20 Almoço
13:30 Matemática E.M
Matemática Inglês
14:20 Matemática E. F.
Matemática E.M.
15:10 Intervalo
15:40 Expressões Expressões
O.C. E.F.
16:30 A.E. Musica
E.F. Musica

Neste exemplo, colmataríamos a dificuldade das crianças em organizar-se, quer com a deglutição do seu lanche, quer com o entrar e sair continuamente da sala de aula. Mas em relação à gestão de recursos humanos, a realidade seria bem diferente. Os professores teriam de andar a saltar de sala em sala, o mais rápido que conseguissem, uma vez que não se deixa uma turma sozinha dentro da sala de aula, a presença de um adulto é essencial. Se os professores tivessem de transitar entre escolas, essa missão tornar-se ia um pouco mais elaborada, bastava não ter em conta que há períodos em que os intervalos são inexistentes.
As mudanças no 1º ciclo são urgentes, mas para isso há que conhecer o terreno, há que, pelo menos, ter trabalhado nas diversas realidades. As soluções podem ser muitas, mas temos que pensar em todos os fatores. Não podemos olhar para o umbigo de uns e deixar os outros a apanhar frio… Quando, e digo quando, porque virá, se reorganizar este ciclo de ensino, devemos analisar as propostas de forma imparcial, sem favoritismos ou agendas escondidas.
Para refletir, «No 1.º Ciclo, o ensino é globalizante, da responsabilidade de um professor único, que pode ser coadjuvado em áreas especializadas»."


aqui.

coisas da educação [1º ciclo]... assunto a não deixar passar em branco [1]... que reproduzo com a devida vénia...!


no blog de ar lindo...

"O fim da monodocência aproxima-se a largos passos, será o fim de uma era que, no nosso país, dura desde sempre.
Fomos caminhando, com pequenos passos, para o estado em que nos encontramos hoje, fomos aceitando as mudanças, adaptando-nos às desventuras de um nível de ensino em constante mudança, qual tubo de ensaio…
Os “illuminatum” nunca tiveram em consideração os interesses de todos os intervenientes, nunca viram o 1º ciclo como um todo.
Na última década as mudanças têm-se agudizado, são constantes, todos os anos se enfrentam novos desafios novas arbitrariedades. Se se têm em conta os interesses dos alunos? A meu ver, eles, só têm servido de desculpa para tais mudanças.
No próximo ano letivo, o do 1º ciclo irá sofrer uma das mais drásticas mudanças dos últimos anos. Não pelo seu conteúdo, mas pelo número de mudanças impostas. Um novo programa de Português, depois de verem implementadas as metas e um novo programa de matemática, a introdução do Inglês como disciplina obrigatória, o que lhes aumentará a carga letiva e para alguns, a disciplina de Iniciação à programação virá sobrecarregar ainda mais o seu horário, já por si, pejado de horas fechados dentro de quatro paredes. E isto das 9h às 17h:30m. É o horário chamado normal… mas muitos ainda frequentam outras instituições, seja para a prática de desporto, seja para a ocupação de tempos livres, pois os pais não têm horários que coincidam com a vida académica dos seus educandos. Tudo isto vai tornar as vidas das crianças ainda mais complicadas.
Isto tudo para dizer o quê?
Para dizer que o sistema de ensino no 1º ciclo, tal como está, e tal como está a ser projetado para o próximo ano letivo, não vai beneficiar os interesses da “bandeira”, leia-se alunos, que alguns usam como desculpa para tentar deixar marca. O sistema de ensino necessita de ser totalmente revisto e não estou a falar em termos de conteúdo, de número de disciplinas, do que deve ser ou não lecionado, estou a falar na sua organização.
O horário do 1º ciclo encontra-se, na maior parte das escolas, no espaço temporal das 9h até às 17h:30m. Isto, porque se entendeu ser mais benéfico no que diz respeito, à ocupação do tempo das crianças e à necessidade dos encarregados de educação de terem de exercer uma profissão e de a conciliar com os horários escolares. Mas será que beneficia as aprendizagens? A meu ver, não. O período do dia em que o cérebro está mais apto a exercer qualquer tipo de atividade que envolva a aprendizagem, isso está mais do que provado, não sou eu que o afirmo, eu só o constato todos os dias, é a parte da manhã. Não cabe na cabeça de ninguém lecionar uma aula de matemática ou português das 16h:30m às 17h:30m. Então, porque não organizar as atividades letivas exclusivamente nessa parte do dia?
A organização do sistema de ensino no 1º ciclo, e em qualquer outro, deve ter em atenção todos os fatores e intervenientes no processo. Os alunos devem poder aproveitar, da forma mais eficaz, a sua estadia na escola para que o processo ensino/aprendizagem se realize. Aos encarregados de educação, deve ser assegurado que os seus educandos têm um ensino de qualidade e que explore todas as suas capacidades. Deve também ser assegurada a escola a tempo inteiro, uma vez que, nos dias de hoje e na sociedade em que vivemos, Assim o exige. Deve também garantir aos profissionais de educação, vulgo, professores, o exercício da profissão aproveitando os períodos de maior concentração para as crianças desta faixa etária. E nisto devemos estar todos de acordo. Se os níveis de aprendizagem subirem, todos os intervenientes ganharão.
Mas porque é que o sistema se mantém? Porque é que, os responsáveis e os políticos, não olham com mais atenção para os tais países que tantas vezes usam como termo de comparação para outras matérias e veem que somos dos poucos países a persistir com este sistema? Isso, como se diz, “cada um sabe de si”… Só sei que este sistema está dado por adquirido, mais vale não se discutir porque, mudar dá muito trabalho, nem que seja para melhor.
Pois, muitos de nós, professores de 1º ciclo, temos a nossa opinião de como o sistema podia mudar e melhorar, mas não temos palavra nos órgãos decisivos. Uma coisa é certa, quase todos sabemos que a mudança é possível. E isso, tem sido assunto de conversa ao longo de muitos destes anos. Pessoalmente, também tenho a minha opinião…
Uma organização possível seria a que já é utilizada em outros países, atividades letivas da parte da manhã e não letivas da parte da tarde, como na Alemanha (ver aqui). Mas como operacionalizar? Como faze-lo sem aumentar a despesa com a educação? E é claro, sem ferir os princípios de uma escola a tempo inteiro? Vou tentar explicar da melhor forma.
Da parte da manhã, que passaria a ter inicio às 8h, ou perto dessa hora, nunca antes. Os professores titulares de turma organizariam as áreas curriculares, Português, Matemática, Estudo do Meio e as Expressões, constantes no programa curricular deste ciclo, durante este período. Terminaria, esta importante parte do dia, pelas 13h.
A hora de almoço decorreria das 13h às 14h:30m.
O período da tarde situar-se-ia entre as 14h:30m e as 17h:30m. Neste espaço de tempo, os alunos beneficiariam de atividades complementares e de enriquecimento curricular. Seria durante a parte da tarde que disciplinas como, o Inglês, obrigatório para os alunos do 3º e 4º anos, a partir do próximo ano letivo, a nova disciplina de Introdução à programação para o 1º CEB, o projeto de educação para a saúde, PASSE, aulas PRESSE, EMRC, orientação do estudo, bem como outros projetos ao nível de escola (hora do conto) ou concelhio e as AEC’S já existentes.
Como já foi mencionado acima, o horário letivo da parte da manhã seria mais produtivo para os alunos, embora a mancha letiva tenha um início “vespertino”, as crianças teriam a vantagem de assimilarem melhor as matérias lecionadas. Os “números” a que tanta importância é dada pelas organizações “observadoras”, isso espelhariam.
Na parte da tarde, o horário seria composto de atividades “mais” lúdicas, mas de igual importância no desenvolvimento das crianças. Dariam aos encarregados de educação a segurança de uma escola a tempo inteiro sem interferir nas atividades letivas e na performance académica dos alunos.
De seguida apresento dois horários possíveis, um de uma turma e outro de um professor, para que se possa visualizar a possibilidade apresentada.

Horário Turma

2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
8:00 Português Matemática Português Matemática Português
8:30 Português Matemática Português Matemática Português
9:00 Português Matemática Português Matemática Português
9:30 Português Matemática O.C. A.E. Expressões
10:00 E. M E.M. O.C. A.E. Expressões
10:30 Intervalo
11:00 E. M. E. M. E.M. Português Matemática
11:30 E.M. Português E.M. Português Matemática
12:00 Matemática Português Matemática Português Matemática
12:30 Matemática Português Matemática E.M. Inglês
13:00 Matemática Expressões Matemática E. M Inglês
Almoço
14:30 O. Estudo In. Prog. Inglês PASSE/PRESSE In. Prog.
14:50 O. Estudo In. Prog. Inglês PASSE/PRESSE In. Prog.
15:00 Proj. Escola EMRC Proj. Escola O. Estudo Expressões
15:50 Proj. Escola EMRC Proj. Escola O. Estudo Expressões
16:10 Ed. Física Musica Expressões Ed. Física Musica
17:00 Ed. Física Musica Expressões Ed. Física Musica


Horário Professor

2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
8:00  

Horário Letivo
8:30
9:00
9:30
10:00
10:30
11:00
11:30
12:00
12:30
13:00
Almoço
14:30 Reservado a reuniões Trabalho individual Atendimento Enc. Educ. Trabalho individual Trabalho individual
15:00
15:30 Hora de estabelecimento
16:00
16:30 Trabalho individual Trabalho individual
17:00

Nota: sexta feira das12h:00m às 13h:00m o professor cumpre uma hora de estabelecimento (não consegui formatar a tabela)
Em termos económicos, não creio que o orçamento do ministério da educação sentisse muita diferença, é tudo uma questão de maximizar recursos. É claro que tal mudança vai envolver alterações na organização dos agrupamentos. Mas somos todos professores, não é por ser professor do 1º ciclo, que deixo de ser professor para os alunos dos outros ciclos. Se tiver que exercer a profissão com esses outros alunos, dentro das minhas competências, vou faze-lo. A colaboração dos professores de EVT, dos professores bibliotecários, dos professores de apoio e até dos professores de Matemática e Português em coadjuvação, em apoio educativo ou em orientação ao estudo, professores de Ciências em atividades experimentais… Isto seria uma quase revolução…
Revolução! Revolução, seria os professores do 1º ciclo, na sua totalidade ou quase, terem condições dignas de trabalho nas escolas para efetuarem todo o tipo de trabalho a que estão obrigados. Mas isso é uma utopia.
E agora puxando a corda, a escola a tempo inteiro podia ir além das 17h:30m. Quando possível ainda se poderia acrescentar uma hora ao horário dos alunos, que disso necessitassem ou por razões académicas ou por impossibilidade de coordenação de horários Pais /Alunos. Já me estou a “esticar” muito. Mas se a organização for a adequada, até se poderia colmatar a falta de apoio que as nossas crianças tê na realização dos famigerados TPC. Um professor de apoio, uma hora por dia, a alunos que necessitassem mesmo da tal hora, o que já acontece em alguns agrupamentos e sempre existiu nos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo.
É claro que este modelo não é consensual, é claro que as crianças vão estar fechadas dentro de quatro paredes o dia inteiro, é claro que o tempo para brincadeiras individuais será reduzido, é claro que, fora as disciplinas de carater obrigatório, as outras serão de carater facultativo, caberá aos encarregados de educação, como até hoje, optar ou não, pela sua frequência.
As vozes começam a levantar-se. O certo é que o sistema, conforme está, deixou de funcionar, deixou de dar respostas às exigências da sociedade atual. Os responsáveis têm andado a tapar buracos ao longo dos anos sem resolverem o problema. Só o têm piorado. Chegamos ao ponto que, ou o sistema se modifica, ou o sistema cai. É urgente a mudança, resta-nos saber para onde nos levará…"


aqui.

sábado, 7 de março de 2015

futurismos...?


na visão 'online'...


"É certo que a ideia rompe com os hábitos tradicionais funerários. Anna Citelli e Rauol Bretzel são os responsáveis pelo projeto que aposta numa nova tendência, através de um design arrojado sobre o ciclo natural da vida humana. 

A base da ideia é simples: acabar com o corte de árvores que vão servir como matéria-prima para a produção de caixões, para que essas mesmas árvores se tornem, antes de tudo, nos verdadeiros caixões. Desta forma, o grupo de italianos criou uma cápsula orgânica e biodegradável capaz de transformar o corpo humano em decomposição, no alimento para uma árvore. 

O corpo é colocado dentro da cápsula e posteriormente enterrado. De seguida, é plantada uma árvore ou uma semente por cima dessa mesma cápsula para aproveitar a matéria orgânica. 

A árvore seria escolhida em vida, ficando depois a "manutenção" a cargo dos amigos e familiares. 

Embora seja um projeto considerado por muitos arrojado, ainda está longe de sair do papel tendo em conta a legislação italiana. Mas, os impulsionadores da ideia já lançaram uma associação com vista à alteração da lei em causa."


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

informações [educação]... projecto 80, concurso de ideias e campeonatos escolares... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Projeto 80

O Projeto 80 é um programa, de âmbito nacional, que procura promover o associativismo, a educação para a sustentabilidade, o empreendedorismo e a cidadania democrática.

Podem candidatar-se a este projeto as Associações de Estudantes das escolas do 3.º ciclo do ensino básico e secundário ou grupos informais de alunos que desenvolvam um projeto de sustentabilidade que promova, nomeadamente, a gestão eficiente de recursos, a diminuição da pegada carbónica e hídrica, a biodiversidade, o empreendedorismo, a economia verde e a inovação social, bem como o voluntariado ou outras formas de cidadania e participação pública.

A inscrição no Projeto 80 decorre até 31 de dezembro de 2014 e as candidaturas deverão ser apresentadas até 31 de maio de 2015.


Concurso de Ideias INOVA 2014/2015 - Jovens Criativos, Empreendedores para o século XXI

O INOVA! é um concurso de ideias, destinado a estimular o empreendedorismo e a cultura empreendedora nas escolas nacionais.

Podem concorrer alunos/formandos, dos 6 aos 25 anos, a frequentar o 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e o ensino secundário, em escolas públicas e privadas, centros de formação profissional e outras entidades formadoras certificadas que promovam ofertas de dupla certificação para jovens, organizados em equipas acompanhadas por um professor/formador responsável pelo projeto.

O objectivo do Concurso é incentivar as crianças e os jovens a desenvolverem ideias criativas, que venham a traduzir-se em projetos inovadores nas mais variadas áreas.

Oa alunos/formandos interessados podem-se candidatar entre 10 de janeiro e 20 de março de 2015.


Campeonatos escolares superTmatik

Já se encontram abertas as inscrições para os Campeonatos escolares superTmatik.

superTmatik = Diferenciação didática + Motivação extra + TIC em sala de aula + Divertimento

Os Campeonatos escolares superTmatik destinam-se a alunos do Ensino Básico dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos (dos 6 aos 15 anos de idade)

O período de inscrições decorre até 31 de janeiro de 2015.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!