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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

a começar o dia... nada aziago, pelos vistos...!


no sapo...


"O Supremo Tribunal da Islândia condenou quatro ex-banqueiros do falido Kaupthing Bank a penas entre quatro e cinco anos e meio por manipulação de mercado durante a crise financeira de 2008.

O Supremo Tribunal da Islândia acaba de impor uma condenação histórica a três antigos altos cargos e um accionista do Kaupthing Bank, que foi a maior instituição financeira do país antes do espoletar da crise financeira em 2008 e falir por acumulação de grandes dívidas.

A sentença considerou como provado que o Kaupthing Bank financiou a maior parte da compra de 5% das suas próprias acções, no valor de mais de 170 milhões de euros, através de uma sociedade ligada a um xeque do Qatar pouco antes do colapso da instituição financeira. As penas impostas oscilam entre os quatro e os cinco anos e meio.

Trata-se do veredicto mais pesado por fraude financeira na história da Islândia, classificaram os media locais. O Supremo Tribunal mantém assim a sentença de um tribunal de primeira instância proferida em Dezembro de 2013 e em alguns casos subiu mesmo as penas.

O ex-presidente executivo do banco, Hreidar Már Sigurdsson, sofreu a pena mais pesada - cinco anos e meio -, enquanto o ex-presidente do conselho de administração, Sigurdur Einarsson, foi condenado a quatro anos de prisão. Por sua vez, Ólafur Ólafsson, um dos principais accionistas do banco, e o director da subsidiária em Luxemburgo, Magnús Guðmundsson, tiveram penas de quatro anos e meio.

O encarregado do governo islandês que investigou os bancos locais no seguimento do abalo que atingiu o sistema financeiro mundial após a crise de 2008 afirmou ontem que a decisão do Supremo Tribunal é um sinal para que outros países avancem para casos semelhantes e de que nenhum indivíduo é demasiado importante para ser processado. "Este caso envia uma forte mensagem que irá levantar a discussão", declarou Olaf Hauksson à Reuters.
Nem todos os processos deste âmbito levados a cabo na Islândia tiveram o mesmo resultado. Contudo, o esforço que a Islândia tem levado a cabo no sentido de atribuir responsabilidades aos banqueiros locais parece diferir da realidade dos EUA e do resto da Europa em particular, onde poucos banqueiros têm sido chamados a assumir responsabilidades pelo colapso financeiro das instituições onde trabalhavam e das implicações sobre os próprios países."


no diário económico... aqui.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

notícia [curiosidade]... islândia dá cartas na redacção da nova constituição [redes sociais e participação cívica...!]... no expresso...!

"O crowdsourcing, a junção de grupos de pessoas através de redes sociais com um único objetivo continua a ganhar adeptos e pode ter reflexos importantes nos recursos governativos do país. O exemplo mais recente veio da Islândia, onde o governo local quis contar com a colaboração dos cidadãos na atualização da constituição, na sequência da grave crise financeira que atingiu o país.

O governo reuniu um conselho constitucional de 25 pessoas que juntaram todas as ideias partilhadas através do Twitter e do Facebook  e utilizaram-nas para redigir uma proposta de Constituição. Esta foi apresentada em referendo e recebeu dois terços de votos favoráveis. Cabe agora ao governo validar os fundamentos do documento, numa decisão que pode dizer muito do papel mais importante que a 'união digital' pode trazer à participação popular nas decisões governamentais a nível nacional e local
."

sábado, 20 de outubro de 2012

notícia... [coisa que me espanta... a falta de informação do que se passa pela 'ilha' remota...!]... crise já não afecta a islândia... via dinheiro vivo...!

"Em apenas dois anos, a taxa de desemprego na Islândia baixou de 12% para 5%. Ou seja, dos 181 mil cidadãos existe cerca de nove mil sem trabalho. Os números são surpreendentes se se tiver em conta que a Islândia foi um dos primeiros países a cair com a crise financeira, logo em 2008.

Para o FMI, o caso da Islândia deve ser um exemplo a seguir pelos países que estão sob intervenção financeira. A chefe da missão do FMI para a Islândia, Daria Zahkarova, diz mesmo que no caso da Islândia o programa de ajuda internacional levou a uma recuperação surpreendentemente forte revelando uma economia consistente.

Da mesma forma, a Standard & Poor's revela que a economia do país é próspera e estável e espera que o PIB continue a crescer a um ritmo de 2 ou 3% até 2015.

Em 2008, a economia islandesa começou a ruir com os três principais bancos do país a forçarem uma nacionalização por falta de liquidez. A coroa islandesa foi desvalorizada em 85% face ao euro e a consequência foi uma falência do país.

Com a crise, o Governo caiu, os contribuintes negaram-se em pagar a conta dos bancos e o antigo primeiro-ministro foi julgado por negligência, pela primeira vez na história do país. Quatro anos volvidos e o défice já saiu dos 10% para os 5,4%. Em julho o FMI revelava mesmo que a pequena ilha a noroeste da Europa seria a campeã de crescimento na região: 16,7% até 2017, revelavam
."