é bom não esquecer que as actividades lectivas começam hoje (?)... e estarmos [bem] preparados é condição 'sine qua non' de sobrevivência...
na versão securitária politicamente correcta...?
numa versão pós-moderna evolutiva...?
numa versão eduquesa da supremacia do interesse superior da criança...?
numa versão unívoca de segurança interna..?
na versão global do 'rapa, tira, põe e deixa'...?
numa versão pós-conservacionismo, espécie em via rápida de extinção...? comentário: esta entrada já era mais extensa não fosse um problema na memoória do computador... como não estou para perder mais tempo e penso que a ideia que pretendia passar não deixou de lá estar... assim vai... todos estes cartoons já foram objecto de edição anterior.
"Quase dois mil professores que vão substituir colegas doentes, grávidas
ou destacados noutros serviços vão chegar às escolas já depois do
arranque do ano letivo, que ocorre entre 15 e 21 de setembro.
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) só esta quinta-feira autorizou
as escolas a solicitar na plataforma informática estes docentes.
"Finalmente. No meu agrupamento, preciso de sete professores, mas não os
vamos ter nos primeiros dias de aulas. Para algumas escolas, vai ser
dramático", disse ao CM Filinto Lima, diretor do agrupamento Dr. Costa
Matos (Gaia). No ano passado, foram necessários 1700 docentes
substitutos no início do ano.
O problema é maior para as 303 escolas/agrupamentos que têm de recorrer à
Bolsa de Contratação de Escola (BCE). O MEC garante que dia 16 serão
colocados os docentes substitutos através da Reserva de Recrutamento 2,
mas dificilmente haverá docentes do quadro disponíveis. "Em agrupamentos
que têm de recorrer à BCE, passar pela Reserva atrasa o processo, e
depois ainda temos de contactar os professores e esperar que aceitem",
disse Filinto Lima."
"Com o 1º período a meio, os problemas e atrasos na colocação de
professores ainda não estão totalmente solucionados. Segundo o próprio
Ministério da Educação, na passada segunda-feira estavam ainda por
atribuir quase 300 horários e perto de 200 estavam em fase de aceitação,
devendo alguns ser recusados.
Isabel Leiria | 18:00 Quarta feira, 29 de outubro de 2014
Em entrevista ao Expresso Diário, o presidente do Conselho das Escolas,
José Eduardo Lemos, reconhece que nunca assistiu a um arranque de ano
letivo tão complicado. E afirma que, mesmo que os professores consigam
recuperar as muitas horas de aulas perdidas até agora, quando chegar a
hora dos exames nacionais os alunos mais prejudicados pelos atrasos
nunca estarão em condições de igualdade em relação aos outros colegas."
Crato promete que não haverá mais experimentalismo O
ministro da Educação terminou a sua audição na comissão parlamentar de
Educação dizendo que na preparação do próximo ano letivo "não vamos
fazer experimentalismos".