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quinta-feira, 21 de maio de 2015

informações [educação]... ocidente e oriente [conversas], coimbra a brincar, liceus de portugal [encontro]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 76 – 21/05/2015


Informações Gerais

Encontro Tertúlia "Conversas de Ocidente a Oriente / Conversas de Oriente a Ocidente"

No âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa e dos 400 Anos da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, vai realizar-se o Encontro Tertúlia subordinado ao título "Conversas de Ocidente a Oriente / Conversas de Oriente a Ocidente", no dia 23 de maio de 2015, das 9.30H às 18.00H, no Salão Nobre do Solar dos Zagallos, em Almada.

O encontro é promovido pelo Centro de Formação de Associação de Escolas do Concelho de Almada – AlmadaForma, em parceria com a 8 Séculos da Língua Portuguesa - Associação, a Câmara Municipal de Almada, a Escola Secundária Fernão Mendes Pinto e a Sphaera Mundi - Associação Internacional de Cooperação para o Desenvolvimento, e propõe-se contribuir para a construção significativa da reflexão e questionamento da profissionalidade docente em torno da Língua Portuguesa, da Cultura e da Interculturalidade.

Este evento inscreve-se no Ciclo de Conferências “A Língua em Viagem – Celebrar os 8 Séculos da Língua Portuguesa e os 400 Anos da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto”, trata-se de formação acreditada que tem em vista contribuir para a melhoria do serviço educacional e para a valorização da comunidade educativa de Almada.


Coimbra a Brincar
Coimbra a Brincar é uma iniciativa da Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra (APCC) que decorre de 26 a 28 de Maio e que tem o objetivo de assinalar o Dia Internacional do Brincar, comemorado a 28 de maio.

A edição deste ano é constituída por mais de 150 atividades para todas as idades e conta com o apoio de 40 parceiros.

As inscrições são gratuitas e devem ser formalizadas individualmente ou em grupos (de escolas, de instituições ou de amigos) através do formulário online.


1.º Encontro dos Liceus de Portugal
O Agrupamento de Escolas Sá de Miranda, em Braga, vai organizar, nos dias 29 e 30 de maio, o 1.º Encontro dos Liceus de Portugal com o tema: “Com 178 anos de existência a Escola Secundária Sá de Miranda congrega muita da história e das vivências dos Liceus portugueses”.

Este evento procura promover a reflexão e divulgação de toda a riqueza emocional, institucional, pedagógica e material dos Liceus e destina-se a Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico ou Secundário e a outros interessados.

O encontro foi acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua e terá a duração de 12 horas (correspondendo a 0,5 créditos).

As inscrições decorrem até ao dia 22 de maio.



nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

terça-feira, 24 de junho de 2014

coisas da 'educação' [parental]... crianças, férias e brincadeiras...!


no observador...

"As aulas acabaram e as escolas e jardins de infância preparam-se para fechar. O pesadelo de muitos pais: onde deixar as crianças? Ou, mais do que isso, o que fazer com elas durante dois longos meses para não descuidar na sua educação e ao mesmo tempo as manter entretidas e ocupadas? As possibilidades são muitas, ainda que variem consoante os orçamentos, e normalmente passam por campos ou colónias de férias, aulas de música, grupos de estudo ou até mesmo o ATL da própria escola. Mas o conselho dos especialistas é outro: não planear muito e deixar os miúdos brincar. Só isso.

O verão tem tudo para ser (e é) a época preferida das crianças e jovens: representa o fim dos horários – para acordar, estudar, brincar, deitar-, o fim das aulas e o fim das atividades supervisionadas por adultos, ora pais ora professores. E não há problema nenhum que o seja, garante um grupo de psicólogos norte-americano da Universidade do Colorado, que tem vindo a fazer importantes avanços nesta matéria e que este mês acaba de publicar um novo estudo.

Brincar sem limites é um dos melhores valores educacionais que os adultos podem proporcionar às crianças, defendem estes psicólogos do Colorado. Quanto mais tempo as crianças passarem, durante o seu tempo livro, em atividades estruturadas e supervisionadas (como aulas de qualquer instrumento musical ou treino desportivo), pior será a sua capacidade de trabalhar de forma produtiva e autónoma. Ou seja, brincar de forma livre, assumir riscos, sonhar acordado e descobrir coisas novas é um terreno fértil que permite aos mais novos fortalecer relações sociais, desenvolver maturidade emocional e, acima de tudo, desenvolver capacidades cognitivas. O termo técnico é desenvolver o “funcionamento executivo” das crianças, escreve a revista The Atlantic e, surpreendentemente, só se consegue a brincar.

Segundo a publicação norte-americana, o funcionamento executivo é um termo bastante amplo que diz respeito a capacidades cognitivas como a organização, o planeamento de longo prazo, a capacidade de iniciativa ou a capacidade para alternar entre tarefas, e é uma parte vital da preparação escolar. A longo prazo, o funcionamento executivo das crianças é mesmo visto como um indicador importante para o desempenho académico e, mais tarde, para uma vida pessoal e profissional de sucesso.

Para chegarem a estas conclusões, os autores do estudo testaram os hábitos e os horários de brincar de 70 crianças com seis anos de idade, medindo o tempo que cada uma dedicava a atividades espontâneas, auto-recreativas e menos estruturadas, e, por outro lado, o tempo que dedicavam a atividades estruturadas, isto é, organizadas por adultos. O resultado foi que aquelas que passavam mais horas em brincadeiras espontâneas tinham a tal função executiva mais desenvolvida e, por isso, tinham mais autonomia e eram mais organizadas. Por outro lado, quanto mais tempo passavam em atividades convencionais, estruturadas por adultos, pior era o seu sentido de responsabilidade e auto-controlo.

Por isso, pais, se querem realmente aproveitar os longos meses de interrupção lectiva para preparar as crianças para o novo ano, esqueçam a maioria das atividades e aulas extra-curriculares que planearam para eles e deixem-nos brincar. Façam do tempo livre, precisamente o que ele é, tempo livre, e deixem-nos ter domínio sobre a sua própria imaginação em vez de serem dominados pela vontade excessiva de os educar."


domingo, 8 de junho de 2014

crianças... brincadeiras... e sujidade... nada de mais...!


no observador...




"Tem a mania das limpezas e lava as mãos ao seu filho logo a seguir ao mínimo contacto com um animal? Um estudo sobre alergias veio concluir que a disciplina da limpeza e da higiene podem tornar as crianças mais vulneráveis. Investigadores americanos concluíram que logo no primeiro ano de vida a exposição a bactérias e a alergénios reduz o risco de futuras alergias e problemas respiratórios, como a asma. 

Os investigadores analisaram as casas de 104 recém-nascidos de Baltimore, Boston, Nova Iorque e St. Louis. A ideia era perceber os tipos e os níveis de alergénios presentes no ambiente onde viviam. A saúde e o desenvolvimento destas crianças foram acompanhados durante os primeiros anos de vida. 

Para surpresa dos investigadores, descobriu-se que as crianças expostas a mais alergénios, como pelos de gato, desenvolvem menos alergias e problemas respiratórios no futuro. 

“O que encontrámos foi, de alguma forma, surpreendente e contraditório das nossas expectativas” disse o co-autor do estudo, Robert Wood, chefe do serviço de alergia e imunologia no Johns Hopkins Hospital (Baltimore). O estudo concluiu que 41% das crianças que não sofrem de alergias e doenças respiratórias vivem em casas com maior concentração de bactérias. Só 8% das crianças expostas a germes desenvolveram alergias. 

Os outros 51%, que crescem em casas mais limpas e com cuidados de higiene acrescidos, são “três vezes” mais suscetíveis a desenvolver alergias e problemas respiratórios. 

Os tipos de alergénios e de bactérias também influenciam o desenvolvimento do sistema imunitário das crianças. Crianças expostas a uma grande variedade de germes desenvolvem menos alergias aos três anos de idade. Os investigadores da Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia alertam, no entanto, para o facto de estes serem resultados preliminares e desencoraja o leitor a ir adquirir, já de seguida, um animal."

das coisas que a intuição deveria ditar...


no observador...

quinta-feira, 13 de março de 2014

outas tantas razões para ler... '10 razões para se proibir tecnologia para crianças'... no antes que eles cresçam...!

"Este post vai em resposta aos leitores do “O que nós ganhamos quando a televisão saiu de cena” que pediram por dados científicos. O texto abaixo foi escrito pela Cris Rowan, Terapeuta Ocupacional Pediátrica e conta com vários resultados de pesquisas científicas feitas nos Estados Unidos e Canadá.

Aqui em casa vai continuar valendo o resultado da pesquisa: Com a tv eles ficam mais excitados, mais desobedientes, preguiçosos, sem a menor vontade de fazer outra coisa. Sem a tv eles correm, brincam, brigam, conversam, comem na mesa, pintam e criam suas próprias histórias. Independente do tamanho da necessidade do empurrãzinho que você precisa para tirar esses intrusos da sua família, as informações são de utilidade pública. Espero que aprecie minha tradução. ; )

Post publicado no Huffington Post no dia 06 de Março de 2014

10 razões pelas quais dispositivos portáteis devem ser proibidos para crianças com idade inferior a 12 anos.

A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria atestam que bebês na idade entre 0 a 2 anos não devem ter qualquer exposição à tecnologia, crianças de 3-5 anos devem ter acesso restrito a uma hora por dia e crianças de 6-18 anos devem ter acesso restrito a 2 horas por dia (Fonte: AAP 2001/13 , o CPS 2010). Acontece que hoje as crianças e jovens usam a tecnologia em quantidade de 4 a 5 vezes maior do que esta recomendada, o que está resultando em consequências graves e ameaças vitais. (Fonte: Kaiser Foundation 2010 , Active Healthy Kids Canada 2012).

Os dispositivos portáteis (celulares, tablets, jogos eletrônicos) têm aumentado dramaticamente o acesso e uso à tecnologia, especialmente por crianças muito jovens (Fonte: Common Sense Media, 2013 ). Como terapeuta ocupacional pediátrica, estou convidando os pais, os professores e os governos a proibir o uso de todos os dispositivos portáteis para crianças com idade inferior a 12 anos.

A seguir estão 10 razões baseadas em pesquisa para essa proibição. Para ter acesso às referências da pesquisa, por favor visite zonein.ca para ver o Zone’in Fact Sheet.

1 . Crescimento rápido do cérebro

Entre 0 e 2 anos, o cérebro da criança triplica de tamanho e continua em estado de rápido desenvolvimento até os 21 anos de idade (Fonte: Christakis de 2011). O desenvolvimento inicial do cérebro é determinado por estímulos ambientais ou pela falta dele. O estímulo a um desenvolvimento cerebral causado por exposição excessiva a tecnologias (celulares, internet, iPads, TV) foi mostrado afetar negativamente o funcionamento e causar déficit de atenção, atrasos cognitivos, aprendizagem deficiente, aumento da impulsividade e diminuição da capacidade de auto-regular, exemplo: birras (Fonte: Small 2008, Pagini 2010) .

2 . Atraso no desenvolvimento

O uso da tecnologia restringe o movimento, o que pode resultar em atraso de desenvolvimento. Uma em cada três crianças agora entram na escola com atraso de desenvolvimento, impactando negativamente a alfabetização e o desempenho acadêmico (Help EDI Maps 2013). O movimento aumenta a atenção e a capacidade de aprendizagem (Fonte: Ratey 2008). Com isso, o uso de tecnologia por crianças com idade inferior a 12 anos é prejudicial ao desenvolvimento da criança e da aprendizagem (Fonte: Rowan 2010).

3 . Epidemia de obesidade

O uso de TV e vídeo game está correlacionado com o aumento da obesidade (Fonte: Tremblay, 2005). As crianças que possuem dispositivos eletrônicos em seus quartos têm 30% de aumento na incidência de obesidade (Fonte: Feng 2011). Um em cada quatro canadenses e uma em cada três crianças americanas são obesas (Fonte: Tremblay 2011). 30% das crianças com obesidade irão desenvolver diabetes e os indivíduos obesos têm maior risco de acidente vascular cerebral e ataque cardíaco precoce, encurtando gravemente a expectativa de vida (Fonte: Center for Disease Control and Prevention 2010). Em grande parte devido à obesidade, crianças do século 21 podem ser a primeira geração onde muitos não vão viver mais que seus pais (Fonte: Professor Andrew Prentice, BBC News, 2002).

4 . Privação do sono

60% dos pais não supervisionam o uso de tecnologia de seus filhos e 75% das crianças estão autorizadas a ter tecnologia em seus quartos (Kaiser Fundation 2010). 75% das crianças com idade entre 9 e 10 anos são privados de sono e como consequência, suas notas na escola são negativamente impactadas (Boston College 2012).

5 . Doença Mental

O uso excessivo de tecnologia está implicado como a principal causa das taxas crescentes de depressão infantil, ansiedade, transtorno de apego, déficit de atenção, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento infantil problemático (Bristol University 2010, Mentzoni 2011, Shin 2011, Liberatore 2011, Robinson 2008). Uma em cada seis crianças canadenses têm uma doença mental diagnosticada, muitas das quais estão em uso de medicação psicotrópica perigosa (Waddell 2007).

6 . Agressão

Conteúdo de mídia violento pode causar agressividade infantil (Anderson, 2007). As crianças estão cada vez mais expostas à crescente incidência de violência física e sexual na mídia de hoje. “Grand Theft Auto V” retrata sexo explícito, assassinato, estupro, tortura e mutilação, como fazem muitos filmes e programas de TV. Os EUA classificou a violência na mídia como um risco à saúde pública devido ao impacto causal sobre a agressão infantil (Huesmann 2007). A imprensa registra aumento do uso de quartos de isolamento com crianças que apresentam agressividade descontrolada.

7 . Demência digital

Conteúdo de mídia de alta velocidade pode contribuir para o déficit de atenção, bem como a diminuição da concentração e da memória, devido ao cérebro eliminar trilhas neuronais no córtex frontal (Christakis 2004 Pequeno 2008). Crianças que não conseguem prestar atenção não podem aprender.

8 . Vícios

Como os pais ficam cada vez mais presos à tecnologia, eles estão se desapegando de seus filhos. Na ausência de apego dos pais, as crianças separadas podem se conectar a dispositivos, o que pode resultar em dependência (Rowan 2010). Uma em cada 11 crianças com idades entre 8-18 anos são viciadas em tecnologia (Gentile 2009) .

9 . Emissão de radiação

Em maio de 2011, a Organização Mundial de Saúde classificou os telefones celulares (e outros dispositivos sem fio) como um risco categoria 2B (possível cancerígeno), devido à emissão de radiação (WHO 2011). James McNamee com a Health Canada, em outubro de 2011, emitiu um aviso de advertência dizendo: “As crianças são mais sensíveis do que os adultos a uma variedade de agentes – como seus cérebros e sistemas imunológicos ainda estão em desenvolvimento – então você não pode dizer que o risco seria igual para um jovem adulto quanto é para uma criança”. (Globe and Mail de 2011). Em dezembro de 2013 o Dr. Anthony Miller, da Universidade da Escola de Saúde Pública de Toronto recomendou que, com base em novas pesquisas, a exposição à radiofrequência deve ser reclassificado como 2A (provável cancerígeno) e não um 2B (possível cancerígeno) . A Academia Americana de Pediatria pediu revisão das emissões de radiação electromagnéticas dos dispositivos de tecnologia citando três razões quanto ao impacto sobre as crianças (AAP 2013 ) .

10 . Insustentável

As maneiras pelas quais as crianças são criadas e educadas com a tecnologia já não são sustentáveis ​​(Rowan 2010). As crianças são o nosso futuro, mas não há futuro para as crianças com overdose de tecnologia. Cuidar disso é urgente, necessário e precisamos fazer em conjunto, a fim de reduzir o uso de tecnologia por crianças. Por favor, assista e compartilhe os vídeos sobre o uso excessivo de tecnologia por crianças. Em http://www.zonein.ca 


Veja abaixo, o Guia de Uso de Tecnologia para crianças e jovens desenvolvido por Cris Rowan, terapeuta ocupacional pediátrica e autora do Virtual Child (Criança Virtual); Dr. Andrew Doan, neurocientista e autor de Hooked on Games e Dr. Hilarie Caixa, Diretor do reSTART Internet Addiction Recovery Program (Programa de Recuperação de Dependência à Internet) e autor de Video Games and Your Kids, com a contribuição da Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria, em um esforço para garantir um futuro sustentável para todas as crianças. "

Guia de Uso da Tecnologia para Crianças e Jovens