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terça-feira, 28 de julho de 2015

continuando o dia... em choque pré-comatoso...!

está a dar-me para sinais de incontinência verbal... f****s da p***




agora mesmo no sapo...


pode acompanhar o desenvolvimento na sic em linha... aqui.


"...

Vários docentes estão a ser contactados pla segurança social para retificarem o número de dias de trabalho declarado entre janeiro de 2011 e junho de 2013. E em alguns dos casos, os reembolsos do subsídio recebido podem chegar aos 7 mil euros.

..."

sábado, 25 de julho de 2015

continuando o dia... perplexamente burocratizado...?



Simule a devolução da sobretaxa de IRS


"Já pode ver qual é a fatia que lhe cabe (por agora) do imposto que lhe está a ser cobrado a mais. Se o ano terminasse em junho, segundo as contas do simulador do Governo, as famílias iriam receber cerca de 100 milhões de euros - com a sobretaxa a baixar de 3,5% para 2,8%"


no expresso em linha...


comentário:

é o concurso de professores e as minutas absurdas da bce [para não falar de outras coisas], é o e-factura onde temos de chafurdar em números que a máquina fiscal devia controlar [ponto, por isso gastam a pipa de massa que gastam], é o controlo das receitas médicas e obrigam-nos a ir lançá-las nas despesas de saúde pois o dinheiro que gastam não serve para discriminar o que é o quê...

é o fascismo fiscal e burocrático ao mais alto nível...!


pelas 14:28, com a devida correcção no comentário - 'dinheiro'...

a começar o dia... fulminado...!

José Cardoso
POR José Cardoso
Editor Adjunto



Sobretaxa do IRS pode ser devolvida na íntegra já para o ano 


Boa tarde,

Não fora o verbo do título (pode) e os portugueses já podiam festejar. Mas, nestas coisas, é como São Tomé: ver para crer. O Governo prevê a devolução em 2016 de parte da sobretaxa de IRS, com os contribuintes a pagarem 2,8% em vez dos 3,5% atuais. Mas o Expresso fez contas e mostra que a devolução pode ser total. A Ana Sofia Santos e o João Silvestre explicam porquê no Diário de hoje. E, se quiser simular quanto lhe poderá ser devolvido de imposto cobrado a mais, pode ir ao site do Expresso ou das Finanças.


no expresso diário...






Sobretaxa pode ser devolvida na íntegra já para o ano
IMPOSTOS Governo aponta para devolução, com os contribuintes a pagarem 2,8% de sobretaxa em vez dos 3,5% atuais. Mas as contas do Expresso mostram que o Executivo foi conservador e a devolução em 2016 pode ser da totalidade da sobretaxa

 Simule a devolução da sobretaxa de IRS

Já pode ver qual é a fatia que lhe cabe (por agora) do imposto que lhe está a ser cobrado a mais. Se o ano terminasse em junho, segundo as contas do simulador do Governo, as famílias iriam receber cerca de 100 milhões de euros - com a sobretaxa a baixar de 3,5% para 2,8% 


comentário:

com tanta, hipotética e generosa oferenda destes excelsos contabilistas executivos que, sabemos nós não se dão bem com folhas electrónicas de dados quanto mais com bases de dados [e muitos menos com fórmulas e cálculos], prometem o paraíso na terra em campanha pura e dura...

é claro que a vantagem está do lado deles, até ver.

os benefícios têm sido generosamente repartidos pelas cliques (!) e as migalhas, como é uso e costume, sobejam para a arraia-miúda...?

sexta-feira, 6 de junho de 2014

pois... está explicado...?

"ORÇAMENTO 
Governo não usa almofada orçamental para repor cortes 

MAIS UMA POLÉMICA São mesmo dias de levantar os cabelos FOTO MARCOS BORGA 




Manuela Ferreira Leite questionou por que razão o Governo não utiliza a folga orçamental de €900 milhões do Orçamento de Estado para pagar já em junho os salários com reposição de cortes. Em resposta ao Expresso, o Ministério das Finanças diz que as provisões não servem para pagar ordenados 

TEXTO JOANA MADEIRA PEREIRA 

Depois do Conselho de Ministros desta quinta-feira, Maria Luís Albuquerque admitiu que alguns trabalhadores do Estado só em julho devem receber os salários com a reposição dos cortes - apesar de o Tribunal Constitucional (TC) ter determinado que essa reposição deveria ocorrer já em junho.“Haverá muitos serviços que não dispõem de fundos suficientes no imediato”, garantiu a ministra das Finanças no briefing que se seguiu à reunião do conselho de ministros, que aprovou matérias como a nova contribuição de sustentabilidade, o aumento do IVA e a subida da taxa social única. 

Horas depois, no seu espaço semanal de comentário na TVI24, Manuela Ferreira Leite questionou o paradeiro da provisão orçamental de várias centenas de milhões de euros existente no Orçamento do Estado para este ano. “O Orçamento para 2014 tinha uma reserva chamada ‘dotação provisional’: 570 e tal milhões de euros. Onde está esse dinheiro? Para onde foi? Onde está a ser aplicado? Não é para ter uma reserva? A dotação provisional é isso mesmo. A ministra das Finanças dizia que os serviços não têm dinheiro, mas ela pode fazer um despacho e tem delegação de competências para fazer um reforço dos ministérios, o que pode acontecer em 10 minutos.” 

“Não sendo os salários (com ou sem cortes) considerados despesas imprevisíveis”, não haverá lugar à utilização das provisões para pagamento de ordenados, afirmam as Finanças 

Segundo a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), que analisou a execução orçamental dos primeiros quatro meses do ano, o Estado tinha, no final do último mês de abril, uma folga orçamental de €911 milhões: €533,5 milhões que constituem a chamada ‘dotação provisional’ e €377,1 milhões que compõem a reserva orçamental dos serviços. 

Contactado pelo Expresso sobre o destino a dar à folga orçamental, o gabinete da ministra das Finanças remeteu simplesmente para a síntese da execução orçamental, publicada mensalmente. “Não temos mais nada a dizer. Uma dotação provisional constitui uma reserva orçamental para poder ser usada para compensar eventuais despesas imprevisíveis e inadiáveis, e a sua existência é um compromisso orçamental.” Perante pedidos de mais esclarecimentos, a mesma fonte afirma que “não sendo os salários (com ou sem cortes) considerados despesas imprevisíveis”, não haverá lugar à utilização das provisões para pagamento de ordenados. 



ONDE ESTÃO AS RESERVAS? É a pergunta que Manuela Ferreira Leite faz, depois de a ministra das Finanças ter dito que há serviços do Estado que não vão conseguir repor cortes salariais já este mês FOTO JOSÉ CARLOS CARVALHO 

Ferreira Leite vai pedir esclarecimentos à AR 

A ex-líder do PSD não se conforma com a decisão de Maria Luís Albuquerque. Nem com a dramatização que o Governo está a fazer à volta dos “custos” deste chumbo do TC - e que levaram mesmo Pedro Passos Coelho a cancelar a viagem ao Mundial de Futebol do Brasil, que arranca na próxima semana. “Em vez de o primeiro-ministro não ir ao futebol, eu acho que ele devia dizer à ministra das Finanças que utilizasse as reservas que tem lá para tapar estas situações. Para onde é que ele foi? Não é para ter uma reserva? A dotação provisional é para isso mesmo”, afirmou a ex-ministra das Finanças. 

Ferreira Leite admite pedir esclarecimentos à Assembleia da República a propósito desta matéria. “Há um ponto em relação ao qual não consigo conformar-me, que é não saber qual o destino daquele dinheiro. Se não houver nenhum esclarecimento público sobre essa matéria, eu própria farei um requerimento à Assembleia da República a pedir aos deputados que me esclareçam sobre essa matéria, porque eles são obrigados a responder”, garantiu. 

No briefing após o conselho de ministros, Maria Luís Albuquerque reconheceu que parte dos serviços da função pública não vai poder pagar salários por inteiro já este mês. Devido aos “fundos inexistentes” em alguns serviços, mas também devido à necessidade de adaptar os atuais sistemas informáticos (o que só deve estar concluído em julho). 

“Assim, haverá situações de serviços públicos que nos mês de junho irão já processar as remunerações sem cortes. E haverá outros que irão processar as remunerações com cortes”. A ministra das Finanças deixou a garantia que “em julho proceder-se-á aos acertos que tiverem de ser processados”. 

Governo deve manter cortes da “era” de Sócrates 

Por esclarecer está ainda a magnitude da reposição salarial que o Governo terá de fazer, depois de o TC ter chumbado os cortes salariais na função pública, que variavam entre 2,5% e 12%. Eram aplicados desde o início do ano a ordenados acima de €675 brutos. 

Mas a hipótese mais viável - tendo em conta que o TC afirmou no acórdão que os cortes salariais desenhados pelo Governo de Sócrates eram “constitucionalmente admissíveis” - é a de que o Executivo de Passos Coelho recue até ao início de 2011, altura em que o Governo de Sócrates infligiu as primeiras reduções salariais aos trabalhadores do Estado. Ou seja, os salários acima dos €1.500 brutos terão cortes entre 3,5% e 10%."

ah... 'tem pai que é cego'...!


no expresso diário...