no público...
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terça-feira, 10 de junho de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
aqui por cascais... e contra os interesses instalados...!
o problema é que só falam de direitos adquiridos para as coisas que 'lhes' interessam...
no sol 'online'...
"A linha de Cascais vai mesmo perder a sua última mancha verde. Foi aprovada, esta terça-feira, por um voto, na Assembleia Municipal de Cascais, a urbanização que prevê edifícios de 6 a 7 andares para habitação, um hotel, comércio e serviços, a ser construídos junto à praia de Carcavelos.
Em causa está um projecto para a construção de mais de 930 fogos junto à praia de Carcavelos, num investimento privado que atinge os 270 milhões de euros.
A decisão foi tomada esta terça-feira numa sessão no Centro Cultural de Cascais, com o voto a favor da Presidente da Freguesia de Carcavelos, Zilda Costa da Silva, que, apesar de vinculada à decisão de rejeição do plano tomada pela Assembleia de Freguesia, o votou favoravelmente na Assembleia Municipal.
Esta decisão está a ser fortemente contestada pelos movimentos de cidadãos do concelho de Cascais. O movimento de cidadãos Fórum por Carcavelos está a “estudar todas as formas ao nosso alcance para impedir o atentado que representará o PPERUCS”, garantiu ao SOL Anamaria Azevedo, daquele movimento cívico.
“Tudo faremos para que a legalidade democrática, que não foi cumprida pela Presidente da Junta ao votar a favor deste plano, seja reposta. Este é um plano que ninguém deseja e repleto de irregularidades, incompatibilidades e omissões. Tudo faremos para que não venha a ser implementado”, acrescentou."
quarta-feira, 19 de junho de 2013
terça-feira, 4 de setembro de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
notícia... [que me parece não ser mais do que uma (mera) constatação...?]... os professores protestam na internet, para já não confiam em manifestações... no público...!
""É natural que os professores estejam alheados,
pois tem aumentado a falta de confiança nos representantes políticos e
sindicais. Há uma descrença muito grande nos nossos representantes e as
pessoas estão cansadas de sucessivas desilusões", justifica Nuno
Domingues, professor contratado e autor do blogue Educar a Educação.
André Pestana, também contratado e dirigente do movimento independente
de docentes 3 R"s, corrobora: "Muitos colegas sentem que se não
conseguimos ganhar em 2008 com 120 mil professores nas ruas, será
impossível agora". A solução, defende, passará também por encontrar uma
"alternativa aos actuais dirigentes sindicais, que estão nestes cargos
há mais de 20 anos".
Arlindo Ferreira, autor do blogue DeArLindo e dirigente da Federação Nacional de Educação, admite que os professores "deixaram de acreditar nas acções de rua". Aponta, contudo, outra razão para a desmobilização: "As medidas que estão a ser adoptadas pelo ministério não se dirigem a todos os docentes de idêntica forma". O exemplo mais evidente, sustenta, é o dos professores contratados, que estão em risco de não ter lugar nas escolas no próximo ano lectivo. "Sendo os que mais razões têm para lutar, quase desistiram de o fazer e, em muitos casos, já se encontram de "malas feitas" para abandonar o país ou a profissão docente", indica.
Apesar de ser dirigente do Sindicato dos Professores do Norte, afecto à Fenprof, João Paulo Silva, um dos autores do blogue Aventar, partilha algumas das críticas feitas à actuação dos sindicatos, mas acrescenta outra pista: "A maioria dos professores votou neste Governo, o que agora funciona como uma condicionante. Sentem que, de alguma forma, têm responsabilidades na situação". A propósito, o professor lembra que o actual ministro Nuno Crato "foi muito bem recebido" pelos profissionais.
Paulo Guinote, autor do blogue A Educação do Meu Umbigo, aponta também "os poucos resultados" alcançados com as manifestações de 2008/09 como uma das razões para a desmobilização docente. E junta-lhe outros factores. "O medo, que voltou a estar presente, passando por questões de pura sobrevivência profissional que potencia atitudes ultradefensivas e a espera que alguém resolva o problema com um passe de mágica". Foi o que constatou, por exemplo, com muitas das reacções à recente reunião de autores e colaboradores dos principais seis blogues de docentes, realizada a convite de Nuno Domingues."
para ler o resto da notícia... aqui.
Arlindo Ferreira, autor do blogue DeArLindo e dirigente da Federação Nacional de Educação, admite que os professores "deixaram de acreditar nas acções de rua". Aponta, contudo, outra razão para a desmobilização: "As medidas que estão a ser adoptadas pelo ministério não se dirigem a todos os docentes de idêntica forma". O exemplo mais evidente, sustenta, é o dos professores contratados, que estão em risco de não ter lugar nas escolas no próximo ano lectivo. "Sendo os que mais razões têm para lutar, quase desistiram de o fazer e, em muitos casos, já se encontram de "malas feitas" para abandonar o país ou a profissão docente", indica.
Apesar de ser dirigente do Sindicato dos Professores do Norte, afecto à Fenprof, João Paulo Silva, um dos autores do blogue Aventar, partilha algumas das críticas feitas à actuação dos sindicatos, mas acrescenta outra pista: "A maioria dos professores votou neste Governo, o que agora funciona como uma condicionante. Sentem que, de alguma forma, têm responsabilidades na situação". A propósito, o professor lembra que o actual ministro Nuno Crato "foi muito bem recebido" pelos profissionais.
Paulo Guinote, autor do blogue A Educação do Meu Umbigo, aponta também "os poucos resultados" alcançados com as manifestações de 2008/09 como uma das razões para a desmobilização docente. E junta-lhe outros factores. "O medo, que voltou a estar presente, passando por questões de pura sobrevivência profissional que potencia atitudes ultradefensivas e a espera que alguém resolva o problema com um passe de mágica". Foi o que constatou, por exemplo, com muitas das reacções à recente reunião de autores e colaboradores dos principais seis blogues de docentes, realizada a convite de Nuno Domingues."
domingo, 10 de junho de 2012
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