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quarta-feira, 24 de abril de 2019
segunda-feira, 8 de abril de 2019
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
e logo havia de aparecer uma excepção...
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quarta-feira, 14 de novembro de 2018
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
[educação] meritocracia... vou ali e já venho...! :-)
"Trabalhadores motivados, com adequadas aptidões e ferramentas,
operando num clima organizacional sustentável, são os ingredientes chave
para melhorar os processos, trabalhar com limitações financeiras e,
finalmente, satisfazer os clientes e conduzir ao sucesso da missão”
(Niven 2003: 35). Não vejo nada disto nas escolas portuguesas… e cada
vez menos.
Cabe ao “patrão” a cultura da meritocracia. Se ele não motiva,
através de recompensas, os seus funcionários, eles não estarão dispostos
a ser mais do que aquilo para que são pagos. Não vale a pena
acrescentar tarefas às que usualmente fazem, porque só irão ser feitas
de acordo com o que lhes pagam. No mundo empresarial todos sabem disso e
se querem crescer aplicam-no. Um funcionário satisfeito é muito mais
produtivo, está mais do que estudado e provado.
Na classe docente a meritocracia está disfarçada, chamam-lhe quotas.
Não vou discutir se quem é contemplado com o “título de mérito” é ou não
merecedor do mesmo, essa discussão há-de ser eterna. O que interessa
são as quotas.
Num sistema em que se quer que os trabalhadores deem o seu melhor,
que necessitam que deem o seu melhor, não se pode limitar o
reconhecimento com quotas. As quotas são limitadoras do sucesso de
qualquer empresa, de qualquer “empreitada”. Um sistema onde é permitido
afirmar que um trabalhador tem mérito para ser recompensado, mas não
possui quotas para o fazer, está condenado ao fracasso. A desmotivação
vai tomar conta de todos aqueles que trabalharam para o mérito e, com o
tempo, dos que algum dia teriam o tal mérito. Se um individuo vê outro
ser injustiçado é mais do que aceitável que presuma que o mesmo lhe pode
vir a acontecer.
..."
in público em linha...
pode ler o resto do artigo de opinião aqui.
comentário:
há critérios de avaliação feitos à medida para que 'determinados 'professores' nunca atinjam o 'excelente' ou o 'muito bom', por exemplo e já me aconteceu a mim ter 'descida de divisão' exactamente por causa do item em causa, propositado ou não...
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quinta-feira, 18 de outubro de 2018
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
sábado, 29 de setembro de 2018
a piada, corrosivamente explosiva, do dia...
não penso que sejam precisos muitos comentários para demonstrar a vergonha que sinto...
in público...
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
terça-feira, 25 de setembro de 2018
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
da educação e das distorção de números e campanhas de intoxição jornalística....
12 set 2018 / 10:01
Relatório da OCDE parte de dados falsos e põe a circular mentiras
FENPROF exige a correção dos dados, bem como informação sobre quem os forneceu para que se construísse uma mentira destas
A forma como, publicamente, foi abordado o relatório da OCDE e como
foram divulgados os dados relativos à situação dos professores em
Portugal é de uma falta de rigor impressionante, que só não surpreende
porque, como se sabe, se os dados fossem devidamente abordados isso não
seria notícia.
Senão, repare-se:
- Não foi notícia quando a OCDE divulgou em relatório que os professores portugueses foram os que mais rendimento perderam entre 2010 e 2015 – 30%!
- Não foi notícia quando, há três meses, a OCDE confirmava uma quebra de salários dos docentes portugueses de 10% (a
segunda maior da OCDE), tendo, porém, no mesmo período sido registado o
maior aumento de desempenho científico dos seus alunos no conjunto dos
37 países – 7,6%!
- Também não tinha sido notícia o que a OCDE referiu, em pleno período de intervenção da troika no nosso país: os professores portugueses são os que passam mais tempo na escola!
Porém, já foi notícia a mentira posta a circular pelo governo, em
junho passado, de que os salários dos professores portugueses eram
superiores aos dos seus colegas dos países da OCDE. Já em relação à
constatação, incluída no recente relatório, de que os professores
portugueses estão abaixo da média praticada naqueles países, esse facto
não é destacado em nenhuma das notícias divulgadas e quando é referido
surge como uma espécie de rodapé.
Deste último relatório, têm sido destacados dois aspetos: 1) os
professores portugueses ganham mais que os outros trabalhadores do país
com a mesma qualificação; 2) os professores portugueses trabalham menos
que os seus colegas dos países da OCDE.
Duas mentiras!
Vejamos os salários:
- Os salários dos professores portugueses não são os que o relatório refere
. Se um docente em início de carreira ganhasse, anualmente, 28.349 euros teria um salário mensal de 2.024. É mentira, o seu salário mensal bruto é de 1.530 euros, auferindo, por ano, 21.420 euros. Uma diferença de 6.929 euros!
. Se um docente com 15 anos de carreira ganhasse, anualmente, 36.663 euros teria um salário mensal de 2.618. É mentira,
se o seu tempo de serviço fosse contado integralmente estaria no 4.º
escalão e teria um salário mensal bruto de 1.982 euros. Mas como o
governo insiste em não contar o tempo de serviço perdido pelos
professores este docente está no 1.º escalão e aufere um salário mensal
bruto de 1.530 euros, logo, por ano, 21.420 euros. Uma diferença de
15.243 euros!
. Se um docente no topo da carreira ganhasse, anualmente, 56.401 euros teria um salário mensal de 4.028. É mentira, o seu salário mensal bruto é de 3.364 euros, auferindo, por ano, 47.096 euros. Uma diferença de 9.305 euros!
Ou seja, para além de os valores considerados pela OCDE não serem os
corretos, também não foram considerados todos os constrangimentos que
afetam os professores, desde logo a perda de, no mínimo, 9 anos, 4 meses
e 2 dias de serviço, o que faz com que nenhum docente esteja integrado
no escalão por onde, alegadamente, as contas foram feitas. O único fator
que a OCDE teve em conta para justificar os números que avança foi o
envelhecimento da profissão docente.
Em relação ao horário de trabalho também é falso o cálculo que
foi divulgado. Os professores portugueses trabalhariam por ano, se o
seu horário fosse apenas aquele que se encontra na lei (35 horas
semanais), 1.190 horas e não 920 horas. Como as normas legais de
organização do horário são desrespeitadas – problema que a FENPROF tem
vindo a denunciar, exigindo a regularização –, na verdade, os
professores em Portugal trabalham, anualmente, mais de 1.500 horas (mais
de 46 horas semanais)! O que o relatório da OCDE parece fazer é
comparar o incomparável: a componente letiva dos docentes portugueses
com o horário completo dos professores dos outros países.
Assim, quer em relação aos salários, quer aos horários de trabalho,
partindo de uma base que é errada, todas as conclusões são falsas e não
servem para nada a não ser para, mais uma vez, manipular a opinião
pública num momento em que os professores lutam em defesa da sua
carreira e de melhores condições de trabalho.
Face a estes dados que foram postos a circular, a FENPROF vai
solicitar ao diretor de Educação e Competências da OCDE, Andreas
Schleicher, dando disso conhecimento ao Secretário-Geral da
Internacional de Educação, David Edwards, a correção dos dados que foram
divulgados e também informação sobre quem forneceu os dados que
permitiram divulgar estas mentiras.
O Secretariado Nacional
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domingo, 2 de setembro de 2018
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
o boneco do dia...
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sexta-feira, 17 de agosto de 2018
domingo, 12 de agosto de 2018
sexta-feira, 6 de julho de 2018
pois é por demais evidente, não resisti a publicar...
”A ESTRANHA BELEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA”
“Este
texto é dos melhores registos de língua portuguesa que eu tenho lido
sobre a nossa digníssima 'língua de Camões', a tal que tem fama de ser pérfida, infiel ou traiçoeira. “
Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:
“Compatriotas”, “companheiros”, “amigos”! Encontramo-nos aqui, “convocados ”, “reunidos” ou “juntos” para “debater”, “tratar” ou “discutir” um “tópico”, “tema” ou “assunto”, o qual me parece “transcendente”, “importante” ou de “vida ou morte”. O “tópico”, “tema” ou “assunto” que hoje nos “convoca”, “reúne” ou “junta” é a minha “postulação”, “aspiração” ou “candidatura” a Presidente da Câmara deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa? O candidato respondeu:
-
Pois veja, caro senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível
cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para
pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que
estão aqui; a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural
muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na
esquina.
De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e 'atira':
- Senhor “postulante”, “aspirante” ou “candidato”, (hic) o “fato”, “circunstância” ou “razão” pela qual me encontro num estado “etílico”, “alcoolizado” ou “mamado” (hic), não “implica”, ”significa”, ou “quer dizer” que o meu nível (hic) cultural seja ”ínfimo”, “baixo” ou mesmo “rasca” (hic). E com todo a “reverência”, “estima” ou “respeito” que o senhor me merece (hic) pode ir “agrupando”, “reunindo” ou “juntando” (hic) os seus “haveres”, “coisas” ou “bagulhos” (hic) e “encaminhar-se”, “dirigir-se” ou “ir direitinho” (hic) à“leviana da sua progenitora”, à “mundana da sua mãe biológica” ou à “puta que o pariu”!
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quarta-feira, 27 de junho de 2018
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